Este conto não é de minha autoria. O autor original é Mateus Cesar (mat2309).
Estou repostando a história com total crédito ao criador, mantendo fielmente os personagens, enredo e essência do texto. Realizei apenas correções ortográficas, gramaticais e alguns ajustes no texto para melhorar a fluidez e a leitura. Eu já havia postado este conto no perfil, mas optei por repostar com alguns ajustes.
Uso esses “reposts” de boas histórias como treino para minha própria escrita, enquanto desenvolvo minha série original.
Espero que apreciem a leitura tanto quanto eu!
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Tudo começou quando terminamos o ensino médio. Eu, Mateus, iria prestar vestibular para Engenharia Civil; Minha namorada, Mariana, para Odontologia; e Lucas, meu melhor amigo de infância, também para Odontologia.
Após um longo período de estudos, eu e Mariana estávamos decididos a tentar o vestibular para a mesma faculdade. Estudávamos muito, mas sempre dávamos uma escapada para uma trepada gostosa. Meu pau tem uns 17/18 cm, um pouco grosso. Nos dávamos muito bem na cama e eu sempre fazia ela gozar com facilidade. Mariana era muito fogosa e safada, adorava mamar um pau e, principalmente, quando eu dava leite na boquinha dela. Ela lembra a atriz Mia Malkova e, ultimamente, estava bem loira, pois retocou o cabelo para comemorar a aprovação no vestibular.
O empecilho foi que, em nossas tentativas de aprovação, ela passou para uma faculdade em Duque de Caxias - RJ e eu para uma em Campinas - SP. Como iríamos ficar? Nossos planos eram morar juntos durante a faculdade – para dar início a uma vida de casal. Nesse meio tempo, meu amigo Lucas também foi aprovado na mesma faculdade que a Mariana.
Após um longo período de conversas, decidimos que Mariana iria para Duque de Caxias e eu iniciaria a minha em Campinas.
Começamos nossas vidas acadêmicas e, em junho de 2018, Mari já estava no 3º semestre de Odontologia e eu no de Engenharia. Comecei um estágio numa construtora, onde ganhava uma boa remuneração e conseguia ajudar a Mariana com algumas contas do apartamento que ela morava em Duque de Caxias, além de me bancar tranquilamente em Campinas.
Em julho, nas férias, fui visitá-la. Transamos bastante. Ela dava o cuzinho dia sim, dia não; não hesitava em beber todo o meu gozo; e eu não media esforços ao cair de boca naquela buceta gostosa. Nos 10 primeiros dias de julho, quase não usávamos roupa no apartamento dela. Era trepada em todos os lugares e a qualquer hora. Eu caía de boca naqueles peitos redondinhos, tão gostoso de chupar. Chupava gostoso na teta dela todos os dias que pude.
No dia 18 de julho, eu e Mariana estávamos tomando uns drinks na varanda do apartamento dela quando meu melhor amigo Lucas me mandou um WhatsApp avisando que estava por perto e queria me encontrar – visto que não nos víamos há alguns meses por conta da faculdade.
Lucas:
— "Tô por perto, brother. Bora se encontrar? Faz tempo pra caralho.”
Ele era da mesma turma que Mariana e, quando necessário, faziam duplas em aulas práticas. Lucas e Mariana se conheciam desde que eu e ela começamos a namorar, em 2016. Eles eram bem entrosados e nunca tiveram maldade um com o outro. Sempre bons amigos.
Lucas sempre foi grandão. Hoje em dia, ele tá mais pra um sósia do ator pornô Chad White – às vezes acho até que pode ser ele (Hahaha). Marcamos dele ir até o apartamento e pedi que levasse um whisky, visto que estávamos bebendo desde umas 17h. Ele chegou por volta das 20h com uma garrafa de whisky e energético.
Bebemos, conversamos e bebemos mais, até que, por volta das 2h. Não estávamos super bêbados a ponto de esquecer tudo e falar merda, mas estávamos tontos e rindo de tudo. Em determinado momento da conversa, chegamos à conclusão de que Lucas dividiria o apartamento com a Mariana – até para dividir as contas e eles não se sentirem sozinhos.
Poucos dias depois, por volta do dia 23 de julho, Lucas mudou-se para o apartamento, ficando com o segundo quarto, enquanto a suíte era da Mariana. Compramos um sofá novo e uma TV para a sala, dividindo o valor para nós três.
Mariana nunca foi de usar calcinha dentro de casa e sempre usava minhas camisetas – sempre ficando como um vestido curtinho nela. Ela só usava minhas camisetas em casa e Lucas nem se importava. Quando já estavam morando juntos, ela não mudou esse hábito. Lucas ficava andando só de samba-canção em casa. Eu não me importava com ele assim. Eu também andava, então não via problema – tirando que ele era bem mais másculo que eu e um pouco mais peludo. Não vou mentir que tinha um pouco de inveja do peitoral dele, apesar de eu não ficar muito para trás.
Certo dia, enquanto Lucas estava sentado na mesa tomando café da manhã, eu disfarçadamente comia o cuzinho de Mariana, com ela empinada na pia. Foi tão gostoso comer ela com meu amigo ali do lado e ele não percebeu em momento algum.
Ficávamos em casa o dia todo assim, de pijama, assistindo TV na sala, jogando conversa fora. Durante a resenha, Mariana e Lucas firmaram o compromisso de serem dupla nas aulas práticas da faculdade. Não vi problema nisso e a amizade deles era como de irmão, sempre se ofendendo e fazendo brincadeira besta.
Eu e Mariana transávamos bastante durante o final de julho, e Lucas também tinha os “corres” dele. As férias passando, nossa intimidade aumentando, Lucas se mostrava mais amigo. Ele se mostrou um irmão nesse período e prometeu cuidar da Mariana para mim. Óbvio que não sou burro a ponto de não pensar que poderia rolar um clima entre os dois ou coisa do tipo, mas quis entregar nas mãos deles toda a confiança que construímos.
Íamos à praia, barzinho e cinema com o Lucas de vela (Hahaha), mas ele sempre arranjava uma gostosa pra dar uns amassos. Até que um dia chegamos de madrugada do rolê, fomos direto ao quarto transar...
Por volta das 4h da manhã, acordamos com barulhos de sexo forte. Era Lucas macetando a morena na sala. Ela urrava alto de prazer e, num ato impensável, fomos bisbilhotar.
Lucas estava em pé, montado na morena que estava de quatro, quase de cabeça pra baixo no sofá. O que me impressionou foi o pau de Lucas. Um pau grosso, devia ter entre uns 20 cm, cabeça grande – eu sempre soube que meu amigo era um pauzudo, mas nem tanto. Mariana e eu ficamos uns 5 minutos vendo e resolvemos voltar pro quarto.
Meu pau estava latejando de duro. Logo que Mariana colocou a mão e percebeu, abaixou-se e começou a chupar. Lambia a cabeça bem devagar e depois engolia tudo. Peguei ela pela bunda e levei pra cama. Soquei com força na bucetinha dela, que estava bem molhada. Ela gemia e eu senti ela gozar duas vezes no meu pau. Eu já não aguentava de tesão e gozei bem no fundo da buceta dela. Dormimos pelados e abraçados.
Acordamos quase meio-dia com Lucas entrando no quarto. Ao abrir a porta e dar de cara com eu e a Mariana dormindo pelados, ele balançou meu ombro e eu acordei. Ele me chamou para ir na cozinha conversar com ele. Minutos depois, Mariana vai pra cozinha usando um baby-doll e diz:
— O menino ontem botou até de cabeça pra baixo! Hahaha.
— Eu não acredito que vocês viram?!... — responde Lucas.
— Lucas, a gente ia pra cozinha, mas demos de cara com você em ação... Foi inevitável... Hahaha.
Logo após as risadas sobre esse assunto, estávamos Mariana de baby-doll, eu de samba-canção e Lucas com uma cueca apertada, marcando bem a rola. Ele se gabava dizendo que “arregaçou com a morena”, balançando o volume mole pra um lado e pro outro. Mari riu e disse que a coitada da morena devia tá até agora se recuperando, e saiu andando pro quarto. Fiquei na cozinha com ele rindo e mandei ele guardar aquela bomba que tinha na cueca e se vestir decentemente na frente da Mariana — pijama/samba-canção até vai, mas cueca apertadinha não dá.
No dia 5 de agosto, começaram minhas aulas e eu tive que voltar pra Campinas. Na outra semana, começariam as aulas dos dois. Passamos a conversar mais pelo Skype e FaceTime todo dia e sempre fazíamos sexo online. Alguns finais de semana, sempre que dava, eu ia pro apartamento deles para comer minha namoradinha gostosa de todos os jeitos.
No escritório da construtora, eu consegui firmar um novo contrato e passei a receber um pouco mais. Presenteava Mariana com roupas melhores, tratamentos e coisas do tipo, e também me presenteava com as melhores roupas e perfumes – sempre dando uma flertada aqui e ali na empresa.
O semestre seguia e, no final do 4º semestre, final de novembro, eu já estava de férias. Fui direto ao RJ matar a saudade da Mariana e ver meu amigo Lucas.
Cheguei no apartamento por volta das 10h30. Lucas estava na sala varrendo, usando um samba-canção, sem cueca e com o volume balançando. Mariana na cozinha lavando louça e colocando umas roupas na máquina, só de camisolinha.
Entrei, abracei a Mariana, enfiei um dedo na bucetinha dela e senti o cheiro. Perguntei a ela o que eu podia ajudar, e ela respondeu:— Limpar o banheiro.
Fui limpar o banheiro e entendi porque os dois estavam com pouca roupa: era o calor estressante que fazia. Acabei tirando a roupa e ficando só de cueca também. Lavei o box, a pia e fui recolher o lixo quando vi de relance uma camisinha usada. Lucas, na noite anterior, tinha dormido com sua “quase namorada”, o que me tranquilizou em saber que minha namorada e o Lucas não se envolveram.
Quando saí do banheiro, vi na cozinha o Lucas ajudando a Mari a guardar as louças. Ele, em determinado momento, foi guardar os pratos que ficavam no armário aéreo e acabou encoxando Mariana. Ele estava só de cueca, obviamente ela sentiu toda a rola dele em sua bunda. Ela deu uma empurradinha com a bunda para trás e falou rindo:
— Sai, ridículo!
No começo do mês de dezembro, a “quase namorada” do Lucas marcou sua festa de aniversário numa casa com uma enorme piscina e o tema era festa à fantasia. Como estávamos na mesma casa, eu e Lucas fomos de soldados romanos — usamos uma roupa como a dos soldados e o Lucas usou sem camisa, só com a armadura. Mariana estava de deusa Vênus, com um vestidinho longo branco com uma fenda que estava quase mostrando sua bucetinha. Ela não estava usando calcinha porque o vestido tinha um maiô por dentro — bem cavado, mas tinha —, e uma sandália dourada, que contrastava com a pele bronzeada dela.
Posicionamos o celular e tiramos várias fotos com Mariana no colo ou entre nós, sendo protegida pelos “seus soldados”. Fizemos um esquenta no apartamento tomando uns shots e fomos pra festa.
Continua…
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