Dei Moradia a um Amigo e Minha Vida Mudou – Parte 4

Domingo de churrasco. Sol rachando, piscina, som rolando baixo, cheiro de carne na brasa espalhado pelo quintal inteiro. Os gêmeos tinham ido passar o dia na casa de um colega, voltariam só à noite. Casa livre. Clima pesado de tesão desde a hora que acordamos.


Helena de vestidinho florido curtíssimo, sem nada por baixo – eu sabia porque já tinha enfiado a mão.


Carlão de short de tactel cinza, aquele volume balançando toda vez que ele andava com a cerveja na mão, rindo alto, contando caso. Eu na churrasqueira, mas de olho nos dois o tempo todo. Helena se inclinava pra pegar cerveja na geladeira externa, vestido subindo e mostrando metade da bunda. Carlão engasgava com a cerveja. Eu fingia que não via, mas o pau estava latejando duro dentro da bermuda.


Por volta das 16h30 a gente já estava no ponto alto do porre gostoso. Carne no ponto, música, Helena dançando sozinha no meio do alpendre, quadril rebolando, vestido voando. Carlão sentado na cadeira, pernas abertas, pau marcando forte. Eu sentei do lado dele, tomando uma gelada.


De repente Helena gritou da cozinha:
— Amor, vem cá me ajudar rapidinho!


Entrei na cozinha, ela já estava encostada na pia, vestido levantado até a cintura, bunda empinada, boceta brilhando de tão molhada.


— Me fode agora… não aguento mais.


Nem pensei duas vezes. Baixei o calção até o joelho, pau saltando duro, meti até o talo de uma vez. Ela soltou aquele gemido rouco que eu amo:
— Aaaah, porra… assim… forte…


Comecei a bombar rápido, mão na boca dela pra abafar, outra apertando a bunda. Barulho molhado da boceta engolindo meu pau ecoando na cozinha.


Foi aí que eu vi, pelo reflexo do vidro da janela, a sombra do Carlão parada na entrada. Ele não fez barulho. Só ficou ali, olhando. Olhando.


Eu travei por meio segundo. Helena sentiu, virou o rosto, viu também. Em vez de parar, ela empinou mais a bunda e gemeu mais alto, de propósito.
Carlão deu um passo pra dentro, sorriso de canto de boca, cerveja ainda na mão.


— Pode continuar, casal… — voz tranquila, rouca de tesão — Não é a primeira vez que vejo o Emílio fodendo, né não, irmão?


Eu fiquei paralisado, só com o pau ainda dentro da Helena, latejando. Ela olhou pra trás, olhos vidrados, boceta apertando meu pau de um jeito que quase me fez gozar ali mesmo.


Carlão riu baixo, deu outro gole na cerveja.


— A Helena já sabe das nossas aventuras da escola e na faculdade?


Helena virou o rosto pra mim, sorriso safado, voz tremendo de tesão:
— Sei sim, Carlão… Ele já me contou tudo tudo tudo… Adorei saber alguns detalhes, vocês dois juntos…


Carlão se aproximou mais um passo, volume do short agora uma barraca óbvia.


— Pois fiquem ai a vontade, terminem ai!… — ele disse, olhando direto pra mim.


Helena respondeu, rebolando no meu pau:
— Fica olhando… quero que tu veja como meu marido ainda me fode gostoso… Você ouviu naquele dia, agora assiste, seu safado


Com um sorriso confiante no rosto, voltei a meter, devagar agora, sentindo o olhar dele. Cada estocada parecia mais pesada, mais lenta, mais intensa. Helena gemia sem vergonha nenhuma, olhando pro Carlão por cima do ombro. Carlão ali acariciando o pau por cima da bermuda.


Eu gozei em menos de dois minutos, jatos grossos enchendo ela, pernas tremendo. Ela gozou logo depois, boceta apertando, gritinho abafado na minha mão.


Carlão só aplaudiu de leve, rindo.


— Caralho, que show… vou deixar vocês respirarem. Tô indo tomar um banho frio.


Saiu calmamente, como se nada tivesse acontecido.


Helena virou pra mim, porra escorrendo pela coxa, olhos brilhando.

— Amor…

— Fala.

— Gente pode chamar ele para participar? Quero ele na nossa cama. Quero vocês dois me comendo juntos. Quero sentir esses 20cm que tu falou.


Eu respirei fundo, coração batendo tão forte que achei que ia enfartar com esse pedido.


— Então vamos chamar ele. Hoje.


Ela mordeu o lábio, sorriso perigoso.


— Então vai lá e convida ele. Diz que a esposa quer ser comida por dois de uma vez só.


Eu subi o calção, pau ainda meio duro, pernas bambas...


As pernas tremendo quando saí da cozinha. Carlão estava sentado na beira da piscina, cerveja na mão, olhando pro céu como se nada tivesse acontecido. Mas o volume no short não mentia: estava duro pra caralho.


Cheguei perto dele, voz baixa:
— Mano… a Helena quer… nós dois juntos… Hoje.


Ele virou devagar, sorriso lento se abrindo.


— Junto onde?

— Na cama…

— Hãm?!… Tá falando sério, irmão?… E você quer isso também?

— Tô. Cara, sendo sincero, sim. Estou querendo ver tudo isso, ver até onde isso vai. Gente anda conversando sobre isso há um tempo, fantasiando aventuras, ver minha mulher levando outro pau...

— Caralho… vocês dois estão demais, hein… Depois de ouvir aqueles gemidos e ver hoje vocês ali… Negocio está quente hein.

— Está demais mesmo… Vamos fazer igual nos velhos tempos.. Até ela desmaiar de tanto gozar...


Ele deu um tapa no meu ombro.

— Então traz ela aqui. Vamos reviver o passado…


Voltei pra cozinha. Helena estava encostada na pia, esperando eu voltar, olhar de quem tá no fogo alto.


— Vem, amor. Vamos resolver isso de uma vez.


Segurei a mão dela e levei pro quintal. Carlão sentando, nos esperando, um olhar faminto.


— Carlão… mostra pra ela o que tu tem aí — falei, voz firme, mas o coração na garganta.


Ele não pensou duas vezes. Levantou-se e baixou o short devagar. O pau saltou pra fora, pesado, grosso, cabeça inchada, veias saltadas, 20 cm fáceis, talvez mais. Balançava duro.


Helena arregalou os olhos, boca entreaberta. Deu um passo à frente, quase hipnotizada.


— Meu Deus do céu… é maior do que eu imaginava…


Carlão riu baixo.


— Pode pegar, Helena. É tudo teu hoje.


Ela olhou pra mim. Eu fiz que sim com a cabeça. Ela se ajoelhou ali mesmo, no gramado, mão tremendo de leve quando envolveu o pau dele. Mal conseguia fechar os dedos. Passou a língua na cabeça, gemendo só de sentir o gosto.


— Caralho, que pau gostoso…


Chupou devagar, língua rodando, saliva escorrendo, olhando pra mim o tempo todo. Carlão segurou o cabelo dela, guiando devagar, gemendo rouco.
Eu estava duro de novo, só de olhar. Tirei o pau pra fora e comecei a me punhetar devagar.


— Me leva ela pro teu quarto, Carlão.


Ele pegou ela no colo como se ela não pesasse nada. Helena riu excitada, pernas enroladas na cintura dele, pau roçando na boceta enquanto ele caminhava.


Entramos no quarto de visitas. Luz apagada, cheiro de homem no ambiente. Ele jogou ela na cama de casal, abriu as pernas dela com calma.


Eu em pé ao lado na cama, pau na mão, só olhando.


— Vai, Carlão. Come a esposa puta. Mostra pra ela o que a gente fazia com as meninas na faculdade.


Carlão se posicionou entre as pernas dela, chupou a boceta dela com intensidade. Ela gemia alto. Logo ele se levantou, passou a cabeça do pau na entrada da boceta, toda melada.


Helena olhou pra mim, suplicando:
— Fala pra ele meter, amor… fala pra ele me arrombar…


Eu engoli seco.

— Mete, Carlão. Faz ela gritar.


Ele empurrou devagar. A cabeça entrou. Helena soltou um gemido longo, quase um grito.


— Aaaaah, porra… vai devagar…


Mas o quadril dela já estava subindo, querendo mais. Carlão foi enfiando centímetro por centímetro, até o pau sumir inteiro. Ela arregalou os olhos, boca aberta, sem ar.


— Tá todo dentro, Helena… sente esse pauzão te enchendo? — ele perguntou, voz rouca.


Ela só conseguiu balançar a cabeça, gemendo alto enquanto ele começava a bombar devagar.


Eu me aproximei, sentei na beirada da cama, acariciando o rosto dela.


— Isso, amor… mostra pra ele o quanto tu é puta do marido…


Carlão aumentou o ritmo, cama rangendo, tapas na bunda ecoando. Helena gritava sem vergonha:
— Tá gostoso pra caralho… tá me fodendo tão fundo… ai, Emílio, olha… olha ele rasgando minha bocetinha…


Eu segurei o rosto dela, enfiei o pau na boca dela enquanto Carlão socava. Ela chupava com vontade, babando, olhos marejados de tesão.


Depois trocamos. Carlão deitou de costas, Helena montou nele, pau entrando até o talo de uma vez. Ela cavalgava louca, peitos balançando, eu atrás dela, lambendo o cuzinho, enfiando dedo, preparando.


— Quer nos dois buracos, amor? — perguntei.

— Quero… quero vocês dois me enchendo, vai… Depois de tantos dias preparando meu cuzinho, finalmente…


Carlão segurou ela parada.

— Vem, irmão. Vamos fazer como nos velhos tempos.


Eu cuspi no cuzinho dela, posicionei meu pau. Entrei devagar. Ela gritou alto, corpo tremendo, mas empurrando pra trás querendo mais.


Dois paus dentro dela. Um na boceta, outro no cu. Ela entre nós dois, gemendo sem parar, suada, perdida.


— Tô sendo comida por dois… ai, caralho, realizando um sonho… vou gozar… vou gozar…


Gozou forte, boceta e cu apertando a gente ao mesmo tempo. Carlão gozou logo depois, enchendo a boceta dela de porra quente, gemendo meu nome e o dela. Eu gozei no cu, jatos grossos, sentindo o pau dele pulsar do outro lado.


Caímos os três na cama, ofegantes, suados, rindo baixinho.


Helena no meio, uma mão em cada pau, voz mole:


— Isso… isso foi a coisa mais gostosa da minha vida…


Carlão beijou a testa dela.


— E é só o começo, Helena. Ainda tem uns dias ainda comigo aqui.


Eu olhei pros dois, coração explodindo de ciúme, de amor, de tesão.


E soube, ali, que a gente nunca mais ia voltar atrás.


Continua…


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Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Dei Moradia a um Amigo e Minha Vida Mudou – Parte 4

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dei Moradia a um Amigo e Minha Vida Mudou – Parte 4

Codigo do conto:
261397

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
06/05/2026

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