Certa noite, eu tinha ido jogar bola com os meninos da igreja. Camila foi junto comigo, como sempre fazia. As outras esposas também estavam lá, e ela ficava conversando com elas enquanto a gente jogava. Nesse dia, convidei Pedro para ir junto. Ele já conhecia os rapazes e tudo correu normalmente. O trato com minha esposa não havia mudado: Pedro a zoava como sempre e Camila fazia o mesmo. Só na frente das pessoas da igreja, Pedro não falava muita coisa, para não dar o que falar — ainda mais porque crente é tudo doido e fofoqueiro.
Finalizando o jogo, Pedro, que estava de carona comigo, perguntou se a gente não estava a fim de ir para a casa dele fazer uma carne no disco e tomar um vinho ou uma cerveja.
Como eu disse no começo, apesar da nossa educação dentro da igreja, tínhamos a mente aberta em relação ao que é pecado ou não. Às vezes bebíamos de forma moderada, pois não compreendíamos que isso fosse pecado. Camila foi a primeira a topar. Disse que seria uma boa ideia, pois fazia tempo que não bebíamos escondidos dos irmãos da igreja.
Na hora eu ri bastante e comentei que, se não fosse pelos nossos pais, já tínhamos saído daquela igreja fazia tempo. Pedro riu e disse:
— Depois sou eu que estou levando vocês pro mau caminho.
Rimos e logo virei na esquina para entrar no mercado e comprar algumas coisas.
Depois das compras, fomos para a casa de Pedro. Acendemos o disco, temperamos a carne, abrimos as cervejas e começamos a beber. Pedro colocou uma música para tocar. Ficamos conversando, comendo e as horas foram passando.
— Nossa, gente, está calor pra caramba. Queria pular dentro dessa piscina se eu estivesse com roupa de banho.
— Verdade, amor. Hoje está bem quente, né? Quase passei mal jogando bola por causa do calor.
Pedro olhou para nós e disse:
— Gente, somos adultos e nos conhecemos desde criança. Entra nessa porra aí logo, Camila. Tá só a gente aqui.
Camila me olhou um pouco vermelha, com um sorriso nos lábios, e respondeu:
— Nos conhecemos desde criança, mas eu nunca fiquei de calcinha e sutiã na sua frente, né, Pedro?
Eu olhava dando risada. De fato, éramos amigos desde criança e não dava para brigar com Pedro pelo comentário. Era algo que normalmente aconteceria. Pedro olhou para ela e disse:
— Mas já ficou de biquíni e é a mesma coisa. Mas você quem sabe, só dei uma ideia.
Eu olhei ao redor. Realmente estava muito quente. Até eu queria entrar na piscina. Então falei:
— Amor, não tem problema. Eu também quero entrar na piscina e vou entrar de cueca. Como o Pedro falou, somos amigos desde criança. Pode ficar à vontade. Se você quiser entrar, por mim está tudo bem.
Camila me olhou pensativa, mas tomou coragem, se levantou e disse que OK, mas que não queria ninguém em casa brigando com ela depois.
Daí Camila tirou a blusa e, em seguida, a saia que usava, ficando apenas de calcinha e sutiã. Por baixo das roupas comportadas de moça da igreja, ela sempre abusava na sensualidade das lingeries. Estava maravilhosa: uma calcinha de renda bem pequenininha e um sutiã rendado que cobria os seios. Sua bunda grande e linda, por motivos óbvios, estava em evidência. Aquela calcinha deixava minha esposa ainda mais gostosa.
Nesse momento, eu já estava me arrependendo de ter dito sim. Olhei para Pedro, que mesmo tentando disfarçar, deu uma boa secada em Camila.
Camila entrou na piscina. Eu tirei minha bermuda e camisa, ficando só de cueca, e fui para a piscina também. Pedro fez o mesmo. Pegou algumas latinhas, colocou num cooler e deixou na beira da piscina.
Nesse momento de movimentação dele, percebi Camila olhando para o volume na cueca de Pedro. Não estava de pau duro, mas o volume era bem evidente.
Logo Pedro entrou na piscina e meu ciúme foi acalmando, pois não dava para ver nada além da água. Continuamos bebendo e petiscando. De vez em quando Pedro saía para preparar mais carne e depois voltava. Os olhares de Camila estavam tranquilos, sem dar moral ao volume dele.
Como a conversa estava no nível de sempre, meus ciúmes foram embora e o papo fluiu como entre três amigos de longa data.
Eu e Pedro bebíamos relativamente bastante. Camila praticamente só beliscava a bebida. Eu já estava um pouco tonto e Pedro dava sinais de que também estava ficando bêbado.
Disse que estava ficando tonto e que sairia da piscina para ficar na espreguiçadeira na beirada. Caso passasse mal, não vomitasse dentro da água. Nossa conversa continuou comigo de fora da piscina, deitado, vendo o mundo girar por não estar acostumado a beber tanto.
Por um instante, acabei pegando no sono. Não sei por quanto tempo, mas dormi. Acordei com o barulho do meu próprio ronco. Quando abri os olhos, não vi Pedro nem Camila na piscina. Alguém tinha colocado um cobertor em cima de mim.
Me levantei ainda meio tonto e caminhei em direção à casa de Pedro. O acesso era pela cozinha e a porta estava meio aberta. Entrei sem fazer barulho, sem pensar em nada.
Foi quando ouvi a voz de Camila: — Meu Deus do céu! Que menina mais safada, Pedro.
Achei estranho e percebi que eles estavam na sala. Resolvi dar a volta e ver pela janela o que estava acontecendo.
Assim que cheguei à janela, consegui ver perfeitamente: a TV ligada em um programa de construção de casas que nós adorávamos assistir. Camila ainda estava de calcinha e sutiã, Pedro de cueca, sentados no sofá um do lado do outro.
Camila estava com o celular de Pedro na mão. Como a luz da sala estava acesa, a escuridão do lado de fora me serviu de aliada. Aproximei-me mais da janela e ouvi o som característico de uma bela mamada vindo do celular.
Camila estava vermelha, com os olhos arregalados, olhando atenta para o vídeo, com Pedro ao lado, ombro a ombro — o que seria normal pela nossa convivência, não fosse o fato de ela estar de lingerie e ele de cueca assistindo alguém mamar o pau dele na tela.
— Caramba, Pedro… tô tentando entender como essa menina tá conseguindo engolir tudo isso.
Pedro ria com cara de orgulhoso do próprio pau. Camila mantinha os olhos na tela até o vídeo acabar. Depois olhou para ele e disse:
— Esse é o último vídeo, né? Porque daqui a pouco você pode tirar o Xvideos do ar e colocar seu celular no lugar. Kkkk.
Pedro deu risada e respondeu:
— Ah, com certeza. O celular do Ricardo tem mais que o meu. Kkk.
— Ah, deve ter sim. Mas pelo menos nenhum vídeo dele tem eu. Kkk.
Pedro olhou para ela e perguntou:
— Você faria vídeos assim também, Camila?
Ela olhou para ele e respondeu:
— Olha, eu e o Ricardo somos bem mente aberta, então provavelmente eu toparia sim fazer um vídeo com ele. Mas claro, nunca te mostraria, né? Kkkk.
— Poxa, Camila… só porque você deve ficar linda de quatro!
Camila arregalou os olhos. Pedro também, depois que percebeu. Pela primeira vez ele comentou sobre a bunda dela.
Camila olhou, deu risada e disse:
— Então você fica tarando minha bunda, né, seu safado?
— Olha, não vou falar que eu fico tarando sua bunda porque o Ricardo é meu amigo, né? Mas que eu olho, eu olho. Afinal, quem consegue não olhar? Kkk…
Camila respondeu:
— Ah… tá tudo certo. Você olha pra minha bunda, eu vi os vídeos da sua rola. Amigos é pra isso mesmo. — E caiu na gargalhada depois de falar isso.
— Mas pra gente ficar quites, tem que ser vídeo da sua bunda!
— Até parece que vou fazer vídeos da minha bunda e mandar pra você. Se o Ricardo ver, a gente morre na mesma hora.
— Dá nada não, Camila. Fica de pé que eu mesmo faço com o meu.
Camila olhou para Pedro. Eu, que sou casado com ela, conheço aquele olhar de quem está com tesão. Pensei em dar a volta e acabar com aquilo fazendo algum barulho, mas resolvi ficar para ver até onde iria aquela brincadeira.
— Eu sempre tive vontade de fazer fotos sensuais e dar de presente pro Ricardo. Mas aqui na cidade fotógrafo bom mesmo só tem homem, e não sei o que o Ricardo acharia de um álbum sensual ou nua com outro homem tirando as fotos.
— Ah, Camila… eu conheço o Ricardo há anos. Tenho certeza que ele iria adorar o presente. Ele é bem tranquilo, apesar de eu saber que ele se morde de ciúme por você. Mas tenho certeza que ele adoraria.
Camila então sorriu para Pedro e se levantou, ficando em pé na frente dele. Pedro a olhava. Ela virou de costas, exibindo aquela raba linda. Pedro parecia um pouco tímido, como se não acreditasse que Camila estava ali de costas para ele exibindo a bunda. Ele disse:
— Camila, sua doida… eu estava brincando. Mas obrigado por você pensar que não. Kkk… Nossa, que bunda linda e grande você tem.
Ela ria para ele, deu uma reboladinha, virou-se novamente e disse:
— Pronto. Já matei sua vontade de olhar pra minha bunda. Agora estamos quites, já que eu vi sua rola.
— Mas eu nem filmei, então não valeu. Sua bunda eu já vejo todo dia. Kkk…
Camila olhou para ele com a sobrancelha levantada:
— Poxa, Pedro… filmar não rola, né? Não sei pra quem você vai mostrar isso aí…
— Relaxa, Camila. Não vou mostrar pra ninguém. Vou guardar só pra mim.
— Sei!!! Pra bater uma punheta depois, né? Kkk.
Pedro olhou e falou:
— Não vou negar que eu não faria isso, porque eu tô aqui me segurando.
Eu mudei de posição e percebi que ele estava com uma almofada por cima do colo. Camila olhou para ele e disse:
— Até parece que você tá de pau duro olhando pra mim.
Pedro então tirou a almofada, jogou para o lado e deu para ver nitidamente o volume na cueca. Camila olhava atenta para aquele volume e fazia a carinha de safada que ela sempre fazia quando estava excitada.
Ela comentou:
— Nossa, Pedro… olha essa barraca toda armada. Rs. Vai rasgar essa cuequinha assim.
Pedro riu para ela e perguntou:
— Quer ver ele ao vivo e a cores?
Camila olhou pensativa e disse:
— Ai, Pedro… eu até quero, mas não dá, né? A gente já está num papo bem fora do comum pra dois amigos, não acha? E eu sou casada com o seu melhor amigo. Uma coisa é você me mostrar os vídeos, outra coisa é eu aqui de cara a cara com ela.
Pedro deu uma risada e respondeu:
— Eu sei, eu sei. Mas não vamos transar, né? A gente nem está se tocando. É só exibicionismo. Eu nunca transaria com a esposa do meu amigo.
Camila olhou, respirou fundo e disse:
— Tudo bem. Mas você nem tenta me agarrar, senão eu grito aqui pra todo mundo ouvir.
Pedro sorriu, puxou a cueca para baixo e exibiu a rola para Camila, que arregalou os olhos e abriu a boca, colocando a mão na frente.
Pedro ficou alisando a rola, deixando-a mais dura, enquanto olhava para Camila, que estava de pé na frente dele.
Eu via nos olhos dela o quanto se segurava para não começar a mamá-lo ali mesmo. Mas ela mantinha distância, caminhando para trás e se sentando no sofá, do outro lado da sala. Pedro olhou para ela e pediu:
— Deixa eu ver sua buceta? Sempre tive curiosidade de ver como ela é.
Camila, sentada no sofá, olhando fixamente para Pedro se masturbando, levantou as pernas, apoiou os pés no sofá, abriu as pernas, colocou a calcinha de lado e exibiu sua bucetinha toda lisinha.
Pedro olhou fixamente para a buceta dela e continuou se masturbando. Camila fez o mesmo: começou a alisar a buceta enquanto olhava para Pedro punhetando para ela. Em uma distância de poucos metros um do outro, ela se animou um pouco mais, tirou um dos seios para fora do sutiã e começou a alisá-lo enquanto tocava uma siririca.
Pedro a chamava de linda, gostosa, maravilhosa. Elogiava seu corpo e sua buceta.
Pedro então se levantou e se aproximou de Camila, que ficava encarando aquela rola chegar perto dela. Ela olhou para ele e disse:
— Pedro, não. Fica aí, fica. Por favor.
Pedro sorriu e se aproximou um pouco mais, ficando a menos de um metro dela, olhando aquela buceta linda enquanto ela olhava para a rola dele.
Eu confesso que estava com a rola dura, assistindo a cena da minha esposa se exibindo e lutando contra o tesão que sentia. Isso deixava ela com uma carinha toda sexy e safada.
Pedro pediu para ela ficar de quatro no sofá e empinar a bunda, porque queria gozar em cima da raba dela.
— Ai, Pedro… mas só não toca com as mãos em mim.
Ela então virou a raba para o lado dele, ficando de quatro e empinadinha.
Pedro continuou batendo uma, olhando para a buceta e a bunda de minha esposa. Ela, escorada no sofá, olhava para trás e ficava observando ele se masturbar para a raba dela. Até que ele disse que ia gozar. Ela empinou ainda mais a bunda de quatro e ele gozou, enchendo a bunda dela de porra.
Ainda de quatro, ela ficou esperando ele terminar de gozar. Toda a porra caiu nas nádegas dela e escorria um pouco, caindo no sofá e no chão. Pedro, não satisfeito, ainda com a rola de pé, soltou da mão e deixou ela repousar em cima das nádegas de Camila.
Nessa hora, Camila deu um gemidinho e rebolou lentamente, sentindo a rola dele na nádega. Ela disse:
— Seu filho da puta, eu falei pra você não encostar em mim.
— Você falou pra mim não encostar as mãos… não disse nada da rola. E eu queria saber como ficaria meu pau no meio desse bundão.
Deixa eu tirar uma foto dele em cima dela?
Camila já estava com tesão à flor da pele e falou que sim. Pedro pegou o celular e registrou aquele momento.
Pedro saiu da sala dizendo que ia pegar uma toalha. Assim que ele saiu, Camila, ainda de quatro, levou a mão às nádegas, passou o dedo na porra de Pedro e levou à boca para experimentar o gosto.
Eu estava estourando de tesão, não posso negar. Meu ciúme tinha virado tesão ao ver minha esposa toda safada, lambuzada com a porra de Pedro.
Quando Pedro voltou, ela não deixou ele limpar sua bunda. Ela mesma pegou o pano, se limpou e depois limpou o que tinha caído no chão, ele disse:
— Cara, foi bem gostoso isso, né?
— Foi sim, Pedro. Mas fique sabendo que eu nunca vou dar pra você. Isso tudo já foi errado, mas não vamos ir além disso, tá OK? Eu amo muito o Ricardo e a nossa amizade. Então, se você tem alguma intenção de sexo comigo, por favor, tire isso da sua cabeça, porque não vai acontecer, tá OK?
— Olha, Camila… eu amo muito o Ricardo também e a nossa amizade. Eu não sei o que aconteceu pra gente chegar nesse nível e eu não quero perder sua amizade nem a do Ricardo. Vocês são como irmãos pra mim e com certeza eu não comeria a esposa do meu irmão. Mesmo ela tendo uma raba maravilhosa. Kkk…
Camila tentou segurar o riso, mas sorriu também, pois Pedro falou da raba dela — e era o que ela mais tinha orgulho.
— Prometo que nunca vamos transar. Mas depois desse dia, sinto muito, Camila, mas eu vou bater uma pra sua bunda sempre. Kkk…
Camila deu uma risada e um soco no ombro de Pedro:
— Otário! Kkkk. E pelo amor de Deus, não mostra pra ninguém essa foto.
— Prometo, Camila. Mas olhando bem aqui, ninguém sabe que é eu ou você.
Camila olhou o celular com a foto na tela e disse:
— Verdade, Pedro. Mas o Ricardo reconhece minha bunda a quilômetros de distância. Afinal, são dez anos que ele “janta aqui”.
Pedro deu risada e falou:
— Nossa, Camila, você não disse isso. Marmitinha!!
Nisso Camila deu outro soco nele e disse:
— Marmitinha meu ovo esquerdo. Me respeita porque eu sou é muito gostosa. Kkk.
Pedro olhou para ela e disse:
— Bah… isso não dá pra negar. Kkk…
Os dois ficaram ali, trocando farpas como os amigos que eram. Logo percebi que voltariam para a piscina. Corri até meu lugar, me cobri novamente com o cobertor e, com as risadas deles vindo em minha direção, fingi que acordava.
Camila se aproximou de mim e me deu um beijo com certa intensidade. Nessa hora percebi que ela ainda estava cheia de tesão.
Pedro já veio me zoando porque eu tinha dormido. Eu, apesar de tudo, sorri para ele. Na minha cabeça, tentava assimilar o que havia acontecido. Eles não tinham transado. Ninguém encostou em ninguém — apesar de Pedro ter encostado o pau na raba de Camila. No geral, não houve sexo entre os dois.
Não sabia se encararia aquilo como traição. Ainda mais depois do discurso de Camila, percebi que ela me amava pra caramba. Apesar disso, ainda era humana e poderia cair em tentações.
Camila pediu para irmos embora e fizemos isso. No caminho de volta para casa, ela disse:
— Amor, para o carro.
Eu estacionei o carro na esquina de um terreno vazio. Camila veio até mim, começou a me beijar e levou a mão ao meu pau, que já estava duro. Ela o tirou para fora. Não era grande como o de Pedro, mas eu tinha minhas qualidades.
Então ela segurou ele pela base, colocou a boquinha na cabecinha e iniciou um boquete gostoso, molhado e cheio de tesão.
Ela estava toda tarada, gemia manhosa enquanto me chupava. Eu apertava a raba dela e dava uns tapas. Ela engolia meu pau com vontade. Conseguia sentir a cabecinha encostando na sua garganta enquanto a língua dela tocava minhas bolas.
Depois de um tempo me mamando, ela parou, me deu um beijo e pediu para eu sentar. Afastei o banco e ela veio por cima, encaixando-se no meu pau. Senti a buceta dela toda molhada e ainda apertadinha do jeito que eu conhecia. Ela quicou com força, gemeu alto e rebolou na minha rola, gozando em pouco tempo com aquelas sentadas gostosas em mim. Meu pau latejava dentro dela. Acho que pela bebida, eu demorei para gozar, o que deu a ela mais tempo para sentar em mim.
Enquanto ela cavalgava no meu pau, me olhou com cara de safada e disse:
— Amor, quero no cuzinho!.
Nossa, meus amigos… ela muitas vezes me dava o cu, mas no ano dava para contar nos dedos quantas vezes isso acontecia.
Não pensei duas vezes. Peguei a camisinha e o gelzinho no porta-luvas, pois sempre carregávamos ali, já que adorávamos aventuras.
Então ela foi para o banco dela, virou a rabona para mim de ladinho e eu passei o gelzinho no cuzinho dela e penetrei meu pau nele.
Ela gemeu manhosa e eu comecei a meter. Ela forçava a raba para trás e ia gemendo alto, comigo fodendo aquela bunda gostosa e grande. Depois de um tempo, aquela posição não era tão confortável porque o carro é pequeno. Então ela pediu para voltar a quicar e sentou com o cuzinho no meu pau, começando a cavalgar do jeito que ela gostava.
Aquela bundona linda engolindo meu caralho… não tinha como aguentar aquelas quicadas. Como diz o velho ditado: “duas sanfonadas e o forro acaba”.
Não demorou muito para eu avisar que ia gozar. Ela pediu para eu segurar. Fiz o máximo que consegui. Ela, caridosamente, saiu de cima de mim, puxou a camisinha e caiu de boca na minha rola. Não consegui mais segurar e gozei. E que gozada! Fazia tempo que eu não dava uma gozada tão abundante. Ela travou meu pau na boca como se fosse um canudo e sugou tudinho enquanto eu gozava. Dava para ouvir ela engolindo toda a minha porra.
— Caraca, Camila… o que foi isso? Nossa, que sexo gostoso.
Ela sorriu para mim, me beijou e disse que me amava. Explicou que era porque estava com muito tesão naquela noite. Eu sabia muito bem por que ela estava cheia de tesão. E, como sempre, ela veio e descontou deliciosamente em mim. Então, para provocá-la, eu disse:
— Nossa, amor… não sei o que te deixou assim, mas pode fazer sempre e descontar tudo em mim!!!
Camila deu uma risada. Ficamos de namorinho no carro por um tempo e logo fomos para casa. Ela ainda voltou toda nua, com os seios de fora — afinal, já era bem tarde e não tinha ninguém na rua.
Continua…
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Sussurro Proibido



Fiquei cheio de tesão! Eita, rabuda gostosa! Bocetinha linda!