Escolhemos as fotos da sessão que tínhamos feito dias antes com cuidado quase ritualístico. Cada clique no mouse parecia carregar uma decisão nova: quanto de mim eu estava disposto a entregar. Pedro faria uma collab no perfil dele para divulgar. Quando terminamos de configurar a página inicial, Camila deslizou a mão por baixo do lençol e encontrou meu pau já meio duro. Ela estava molhada — eu senti nos dedos quando desci para tocá-la.
— Amor… imagina quantos vão bater punheta olhando pra mim. Quantos vão gozar pensando nessa branquinha casada se entregando pro amigo do marido.
Sussurrou ela no meu ouvido, a voz rouca de sono e desejo.
A frase me acertou em cheio. Um aperto no peito, aquele frio conhecido misturado com o latejar entre as pernas. Eu a beijei com força, mas não respondi. Não precisava. Nós dois já sabíamos onde isso estava nos levando.
Chegamos na casa do Pedro por volta das duas da tarde. Ele nos recebeu de bermuda baixa na cintura, sem camisa. Cumprimentou Camila primeiro, com um beijo no rosto, demorado. A mão grande desceu pelas costas dela e apertou a bunda por cima do vestidinho. Vi os dedos dele afundarem na carne macia e senti o estômago revirar.
— Eita, Camilinha… Tão cheirosa, está um espetáculo... E aí, Ricardo? Pronto pra filmar sua mulher em ação?
As palavras saiam quase carinhosa na boca dele. Senti aquele frio familiar na espinha, a humilhação quente subindo pelo pescoço. Meu pau respondeu antes da minha mente. Apenas sorri, levantei a mochila com o material que tinha levado e respondi com a voz mais firme que consegui:
— Pronto. Vamos fazer conteúdo de qualidade.
Começamos na piscina. Camila trocou para o biquíni vermelho que havia comprado especialmente para isso. A calcinha era um fio dental que desaparecia entre as nádegas, redondas e empinadas.
Pedro não perdeu tempo. Jogou-a na água rindo, mergulhou atrás dela, pegou-a no colo como se ela não pesasse nada. As mãos dele exploravam sem pudor: apertavam os peitos por cima do biquíni, deslizavam pela cintura, desciam até apertar a bunda enquanto a água escorria pelos corpos. Eu fotografava e filmava sem parar, o coração batendo forte no peito. Cada clique registrava não só a imagem, mas o meu próprio desconforto delicioso.
Quando ela saiu da piscina, pingando, a visão era brutal. Os mamilos endurecidos marcavam o tecido, a buceta inchada desenhada claramente sob a calcinha molhada. Pedro a puxou para a varanda.
Tirou o top devagar, olhando para a câmera. Os peitos branquinhos saltaram livres, os bicos duros de excitação. A pele dela brilhava com gotas d’água que escorriam devagar pelos vales e curvas.
— Olha pra câmera, Branquinha — pediu Pedro. — Mostra pros seus seguidores como você fica safada pro amigo do seu marido.
Camila obedeceu. Virou o rosto diretamente para a lente, mordeu o lábio inferior e falou com aquela voz manhosa que eu amava e temia ao mesmo tempo:
— Oi, seguidores… sou a Branquinha Casada. Hoje meu marido tá filmando enquanto o amigo dele me fode gostoso…
Pedro ajoelhou-se, puxou a calcinha para o lado e enterrou o rosto entre as coxas dela. O som molhado da língua trabalhando na buceta lisinha e inchada encheu o ar. Camila gemeu alto, as mãos segurando a cabeça dele com força, os quadris se movendo instintivamente contra a boca dele. Eu me aproximei, zoom no clitóris inchado sendo lambido em círculos lentos e precisos.
— Amor… ele chupa tão bem… continua filmando, hein? Quero que fique bem nítido… quero que todo mundo veja.
Ela gemeu, olhando diretamente para mim, os olhos vidrados de prazer.
O ciúme apertava meu peito como uma mão de ferro, mas meu pau latejava dolorosamente dentro da bermuda. Eu filmava tudo: o jeito como os lábios dela se abriam, a saliva dele misturada aos líquidos dela escorrendo pela coxa, o tremor sutil nas pernas dela.
Pedro se levantou, tirou a bermuda. O pau grosso, veioso e já completamente duro saltou para fora. Camila se ajoelhou no deque sem que ele precisasse pedir. Começou a chupar com fome. A língua deslizava da base até a cabeça inchada, lambendo as veias salientes, depois engolia o máximo que conseguia, babando sem vergonha. Os sons molhados e os gemidos abafados dela eram obscenos. Eu circulava, capturando close no rosto dela — olhos semicerrados de prazer, boca esticada ao redor do pau grosso —, na mão delicada massageando as bolas pesadas, nas lágrimas de esforço que escorriam pelo canto dos olhos.
— Que boca gulosa… Seu marido tá gostando de ver, né?
Camila tirou o pau da boca apenas o suficiente para responder, a voz rouca e cheia de saliva:
— Ele adora… meu marido safado fica louco quando eu viro puta pra outro pau.
Eles foram para a espreguiçadeira larga. Pedro deitou-se e Camila subiu por cima, posicionando a buceta molhada sobre a cabeça grossa. Desceu devagar no começo, saboreando cada centímetro que a invadia. O pau dele esticava os lábios rosados dela de forma visível. Quando estava todo dentro, ela começou a cavalgar. Primeiro lento, depois cada vez mais rápido. Os peitos balançavam, a bunda batendo contra as coxas dele com um som molhado e ritmado. Eu circulava filmando: o rosto dela contorcido de prazer, o pau entrando e saindo brilhando de tesão.
— Mais forte, Pedro… me fode como puta, vai! — pediu ela, quase gritando.
Ele segurou a cintura fina dela com as mãos grandes e começou a meter de baixo para cima com força. O corpo de Camila tremia a cada estocada profunda. Os gemidos viraram gritos agudos. Eu sentia o coração disparado, o ciúme puro misturado a uma excitação tão intensa que chegava a doer.
Depois de um tempo, Pedro olhou para mim, o suor escorrendo pelo peito definido.
— Posso meter no cuzinho dela hoje?
Camila parou de quicar. Virou o rosto para mim com aqueles olhos pidões e ao mesmo tempo safados, quase suplicantes.
— Posso, amor? Quero muito… e ainda mais com você filmando tudo, fica melhor ainda.
Engoli seco. O desconforto veio forte, uma pontada real no peito. O tesão dela e o meu sempre vencia. Sempre.
— Claro, pode seu safada…
Pedro pegou o gel que Camila tinha trazido na mochila. Lubrificou generosamente o cuzinho apertado dela e o próprio pau. Colocou-a de quatro, a bunda empinada, a buceta ainda brilhando e molhada. Eu me aproximei, filmando bem de perto enquanto ele pressionava a cabeça grossa contra o anelzinho franzido.
— Relaxa, Camilinha…
Centímetro por centímetro, o pau foi entrando. Camila gemia gostoso, um gemido longo que misturava dor e prazer profundo. Os dedos dela apertavam a madeira da espreguiçadeira com força.
— Ai… tá entrando… que pauzão… amor, tá filmando? Tá vendo seu amigo abrindo meu cuzinho?
— Tô filmando tudo.
Ele ficou com a cabeça dentro, mexendo devagar, dando tempo para ela se acostumar. Depois começou a meter um pouco mais fundo, bem lento e controlado. Camila gozou assim, só com o cu sendo invadido devagar, o corpo inteiro tremendo violentamente, um orgasmo profundo que a deixou gemendo palavras desconexas.
Pedro não aguentou muito mais. Tirou o pau no último instante e gozou com jatos grossos e brancos sobre o cuzinho aberto e a buceta inchada dela. O sêmen escorria pela pele branquinha, descendo pelas coxas em filetes lentos.
Depois, os três nos sentamos na beira da piscina, eles ainda nus. Camila encostou a cabeça no meu ombro, o corpo relaxado e suado contra o meu. Pedro abriu uma cerveja gelada e bebeu em silêncio por um momento.
— Ficou ótimo o vídeo — Pedro diz — Vou postar um teaser no meu canal hoje. O site de vocês vai bombar.
Camila sorriu, virou o rosto e me beijou na boca com carinho verdadeiro. Depois aproximou os lábios do meu ouvido e falou baixinho, só para mim:
— Obrigada por me deixar viver isso, amor. Eu te amo pra caralho… mas confesso que tô viciada. Quero mais. Muito mais.
Senti o peito apertar de novo — amor, medo, orgulho doentio e excitação. Abracei ela forte, sentindo o cheiro dela.
— Eu também te amo, sua safada. E tô aqui… filmando, assistindo e gozando junto.
Passamos o resto da tarde escolhendo as melhores fotos e trechos do vídeo, decidindo o que subir primeiro. Nos despedimos, apertei firme a mão de Pedro. Camila o abraçou agradecendo, segurou o maxilar dele e o beijou, passando a língua dentro da boca dele. Pedro me olhou com espanto, apenas retribuiu dando tampa da bunda de Camila quando ela se virou.
Voltamos para casa, Camila ainda estava cheia de tesão. No carro, com a mão dela descansando na minha coxa, ela confessou que já estava pensando no próximo ensaio… e em quem mais poderia participar.
Eu dirigi em silêncio, o coração acelerado, sabendo que não havia mais volta.
Continua…
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Sussurro Proibido





Quem dera minha mulher voltasse pra esse mundo liberal sinto tanta falta dela sentando na pika dos machos e gozando me chamando de corno
ja cheguei do almoço, fui logo ver se havia lancando um nvo capítulo, esse é de longe um dos melhores histórias desse canal, continue