Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 1

Olá, Amigos da Literatura Erótica!
Meu nome é Ricardo. Vou contar uma história que aconteceu há pouco tempo e que mudou bastante o meu relacionamento com minha esposa.

Conheci Camila ainda na escola, quando tínhamos quinze anos. Sou apenas alguns meses mais velho que ela. Somos gaúchos. Desde o primeiro dia em que nos conhecemos, ficamos e logo começamos a namorar. Aos vinte e três anos, nos casamos e fomos morar juntos.

Camila é uma bela morena de pele branquinha, cabelos negros e lisos, olhos azuis. É magrinha, tem seios pequenos, mas o que realmente chamava atenção era sua bunda: grande, empinada e bem desenhada. Mesmo quando usava roupas comportadas, seu bumbum ficava em evidência.

Nós fazíamos parte de uma igreja evangélica. Nosso namoro e nosso casamento foram construídos com base nos princípios da igreja. Apesar disso, crescemos com a mente bastante aberta, principalmente em relação ao sexo. Nunca seguimos a “cartilha” da igreja sobre o que era permitido ou não na cama. Sempre fomos muito fogosos e adorávamos explorar posições diferentes e lugares novos.

Na cama, Camila se transformava. Adorava mamar meu pau e fazia isso com maestria. Muitas vezes, quando não conseguíamos transar, ela me presenteava com um belo boquete antes de dormir e fazia questão de engolir toda a minha porra. Nas palavras dela: “Quem lava o lençol sou eu”.

Nesses dez anos juntos, nunca tive outra mulher. Da mesma forma, ela nunca teve outro homem.

Me formei em Engenharia Civil. Camila cursava Direito. mas por questões financeiras precisou trancar o curso por um tempo. Eu me formei primeiro e ela um ano depois. Eu a buscava e a levava todos os dias na faculdade. Ela sempre ia linda, com a blusa da faculdade e saias até o joelho que, mesmo sem intenção, ficavam justas no corpo por causa do tamanho da sua bunda. Quando usava calças, o tecido ainda valorizava mais aquela bunda gostosa. Confesso que eu me mordia de ciúmes.

Falando em ciúmes… eu sempre fui muito ciumento. Não demonstrava para ela, porque Camila nunca me deu motivos reais. Era coisa da minha cabeça. Mesmo assim, eu tinha acesso às redes sociais e ao WhatsApp dela, e muitas vezes, enquanto ela estava na faculdade, eu ficava monitorando suas conversas pelo computador. Sentia-me um idiota fazendo isso, mas ao mesmo tempo mais seguro.

Tínhamos poucos amigos. A maioria era da igreja, além de Pedro, um amigo de infância nosso. Ele estudou comigo desde a primeira série e, quando conheci Camila no ensino médio, os dois também se tornaram amigos.

Pedro era como um irmão para mim. Nunca frequentou igreja, é um cara bacana, bom de papo, metido a comedor, mas nunca babaca. Tanto eu quanto Camila gostávamos muito dele. Considerávamos ele um verdadeiro irmão, mais parceiro que muitos irmãos da igreja que frequentávamos. Em todas as nossas dificuldades, era ele quem estava sempre por perto.

Não somos ricos, mas graças a Deus sempre trabalhei e ganhei o suficiente para sustentar nossa família: eu, Camila e nossos dois cachorros. Camila também veio de família humilde e batalhou muito comigo desde cedo. Quando passamos por dificuldades financeiras, ela fazia hora extra no trabalho e todo o dinheiro que ganhava era destinado ao nosso lar. Eu valorizo muito a mulher que está ao meu lado todos esses anos.

Eu trabalhava em uma empresa de engenharia e fui promovido. Precisei começar a trabalhar na cidade vizinha, a cerca de uma hora e meia de viagem. Isso atrapalharia bastante minha rotina de levar Camila para a faculdade. Tínhamos apenas um carro, que eu usava para trabalhar. Camila tinha medo de ir de moto à noite, pois nossa cidade é perigosa e motos são muito visadas.

Contei meu dilema para Pedro, para ver se ele poderia me ajudar com alguma solução. Ele prontamente respondeu que, apesar de não ser caminho da casa dele, poderia dar carona para Camila sem problema algum. “Irmão é pra isso mesmo”, disse ele. Fiquei muito feliz. Camila também gostou da ideia. Com isso, aproveitei para fazer horas extra e o dinheiro que eu iria ganhar conseguiríamos quitar as dívidas em pouco tempo e ter mais tranquilidade financeira.

Na semana seguinte, comecei a sair cedo para o trabalho e Camila passou a ir para a faculdade com Pedro. Tudo ocorria naturalmente. À noite, eu voltava para casa por volta das vinte horas. Duas horas depois, Camila chegava com ele. A vida seguiu fluindo assim.

Certa noite, cheguei em casa como de costume liguei a TV e o notebook, aproveitei para vasculhar as conversas de Camila nas redes sociais. Nada fora do normal. Havia até conversas dela com Pedro, mas eram apenas sobre combinar as caronas.

Quando deixei o notebook de lado, fui até a geladeira, peguei um suco e preparei um sanduíche. De repente, ouvi duas notificações do WhatsApp dela no computador. Fiquei tranquilo. Enquanto terminava o sanduíche, várias notificações chegaram ao mesmo tempo. Achei estranho. Fui até a sala e vi que era Pedro conversando com ela — era a última conversa aberta.


Como ela já tinha lido as mensagens, abri a conversa. Vi duas mensagens apagadas e, logo em seguida, vários pedidos de desculpas de Pedro. Camila havia respondido com uma figurinha de meme: “Eu vi o que você apagou”.

Pedro continuou pedindo desculpas, dizendo que tinha mandado errado, que não era para ela, e sim para outra menina que também se chamava Camila, com quem ele estava ficando. Para provar, enviou um print da tela.

Camila respondeu: “Tudo bem, só me assustei com o conteúdo. Nem sabia que coisas assim podiam ser reais!!! kkkk. De onde tu tirou isso? E quem é essa menina no vídeo?”


Pedro: “Nossa, eu apaguei tão rápido… deu tempo de ver até o vídeo, Camila?”

Ela, mandando uma carinha envergonhada: “Sim!!! Kkkk... estava com celular na mão… fica mandando filme pornô para as meninas agora é? Que coisa feia, rapaz, não se garante na conversa? Kkk…”

Camila deu uma zoada na cara de Pedro, o que era normal entre nós. A zoeira sempre foi grande.

Ele respondeu: “Mas não é filme pornô. É um vídeo meu e dela. Aquela menina de balaclava era ela.”

Camila ficou alguns minutos sem responder e depois escreveu: “Para de mentir, garoto. Nunca que é você nesse vídeo. Até parece que tu tem a rola desse tamanho!!!”

Para não dar o braço a torcer, Pedro tirou um print da conversa com a outra moça e mandou para Camila, provando que realmente era ele. Ela reagiu com uma figurinha envergonhada e não falou mais nada.

Pedro mandou outro pedido de desculpas. Ela respondeu que estava tudo bem, mas pediu para ele ter mais cuidado da próxima vez, porque se eu visse, daria morte.

Naquele momento, fiquei neutro com o acontecido. Acho que por conhecer muito bem os dois e confiar neles, não tive ataque de ciúmes. Apesar de saber que Camila assistiu o vídeo e que voltaria para casa com ele, sozinhos, para mim não passou de um engano do Pedro.

As horas passaram. Ninguém falou mais nada. Comi meu sanduíche e tomei meu suco. Até que ouvi outra notificação.

Era Pedro avisando Camila que já tinha saído da aula e estava no estacionamento com uma amiga.


Camila respondeu: “Tá bom, pé de mesa! Vai fazer outro vídeo? kkkk”


Pedro: “Poxa, Camila, vai ficar me zoando agora? Kkk… Mas eu acho que rola um vídeo com ela sim! Kkk… te mando depois, tá?”


Camila mandou uma carinha envergonhada: “Você nem é louco kkk. Meu marido ver isso, ele capa fora essa sua rolona e enfia no seu cu kkk…”


Pedro mandou vários emojis de risada: “Vou querer minha rolona onde ela está e meu cu virgem ainda kkk…”


Camila respondeu com vários risos: “Ela fica perfeita onde está mesmo. Assim como nossa amizade e meu casamento.”

Pedro parou de responder. Nessa hora, eu li e reli aquele trecho várias vezes. Nas entrelinhas, percebi que Camila tinha gostado de ver a rola de Pedro, mesmo no tom de zoeira. Fiquei incomodado, mas apesar dos ciúmes, conhecia muito bem os dois. A zoeira entre nós três sempre foi sem limites. Afinal, éramos amigos de infância.

Depois de meia hora, vi uma nova mensagem de Camila para ele: “O pau de mel!!! Já posso ir ou seu carro virou motel? kkkk”

Pedro mandou várias gargalhadas e disse que ela podia ir, que já tinha acabado. Camila respondeu “OK” e, logo em seguida, chegou um vídeo para ela.

Naquele momento eu gelei. Como o download era automático, percebi que era um vídeo de sexo. Antes que ela pudesse apagar, salvei no meu PC e abri. A cena mostrava uma moça vestida com uma balaclava rosa. De início, reconheci o carro de Pedro. Ela terminava de arrumar a balaclava, rindo e chamando ele de doido enquanto ele filmava. Depois, ela puxava o pau de Pedro.

Naquele instante, pude ver que era um senhor caralho. Não sei quantos centímetros exatamente, mas devia ter mais de vinte e era bem grosso. A moça não tinha nenhuma dificuldade em colocar tudo na boca e mamar com maestria. O vídeo tinha poucos minutos e cortava na metade por causa da limitação do WhatsApp.

Achei que a brincadeira dos dois tinha ido longe demais. Pedro mandar um vídeo dele sendo chupado para minha esposa, mesmo com toda nossa amizade, me pareceu desnecessário.

Olhei novamente para o computador. Para meu desgosto, Camila respondeu com várias carinhas envergonhadas.

Pedro: “Viu, como era eu mesmo? Reconhece o carro?”


Camila: “Eu já tinha acreditado que era você no começo. Sim, dá pra ver que é seu carro. Falando nisso, tô chegando aí.” Ela mandou mais uma carinha envergonhada e o assunto acabou.

Fiquei ansioso, angustiado, imaginando o que poderia acontecer no caminho da faculdade até em casa. Minha apreensão só aumentava. Mas, para minha alegria, no horário de sempre, Camila chegou.

Eu a observei atentamente. Ela estava exatamente como sempre: linda e maravilhosa. Me deu um beijo quente assim que entrou. Naquele beijo, percebi que ela estava excitada e com vontade de me dar.

Começamos a nos beijar ali mesmo, na sala. Ela tirou minha roupa e eu a dela. Quando ficamos nus, ela me colocou sentado no sofá, ajoelhou-se entre minhas pernas e começou a me chupar com vontade. Engolia meu pau cheia de tesão, como nunca havia feito antes.

Aproveitando sua “fome”, segurei sua nuca e comecei um vai e vem forte, enfiando fundo em sua boquinha. Ela se engasgava algumas vezes, mas sempre voltava a mamar, dando uma risada safada.

Depois de me chupar bastante, Camila subiu em mim e sentou no meu pau, quicando forte. Eu sentia sua bucetinha apertada e muito molhada. A intensidade das quicadas estava muito maior. Ela estava com bastante tesão aquela noite. Camila gozou quicando no meu pau, mas não parou de se movimentar. Quando avisei que também ia gozar, ela desceu, colocou meu pau na boca novamente e, olhando para mim com cara de puta, disse:

— Goza na minha boquinha, vai, seu caralhudo gostoso!!!”


Meu tesão estava a mil. Depois daquele pedido, gozei bastante dentro da sua boca. Camila, como sempre, engoliu cada gotinha da minha porra e ainda brincou com a língua, chupando e lambendo. Depois sentou no meu colo novamente, me beijou e disse:

— Amo você, meu pintudo.”


Eu dei uma risada, não disse nada além de que também a amava. Mas na minha cabeça eu sabia: todo aquele tesão e aquele diálogo safado eram por causa do que ela tinha visto a rola de Pedro. Depois do sexo, tomamos um banho juntos e fomos dormir.

No meio da noite, acordei para ir ao banheiro e resolvi pegar o celular dela para ver se havia mais alguma coisa. Não tinha nada além daquela conversa. Rolei para cima e encontrei o vídeo completo que eu não tinha conseguido ver antes. Era a outra menina, mamando o pau de Pedro e dizendo exatamente a mesma frase que minha esposa havia dito para mim: “Goza na minha boquinha, vai, seu caralhudo gostoso.”

Dei risada daquilo. Percebi que minha esposa tinha ficado com muito tesão e gostei de ter recebido todo aquele fogo. Mas, claro, continuaria monitorando para ver se Pedro não mandaria outro vídeo ou se o papo entre eles mudaria.

A vida seguiu normalmente. Apesar disso, Camila estava bem mais fogosa comigo na cama. Passava mais tempo que o normal mamando meu pau. Às vezes até me surpreendia à noite, acordando-me e pedindo para mamar. Confesso que nosso sexo, que já era bom, foi de dez para mil.

No WhatsApp, as conversas com Pedro continuavam exatamente como antes, sem tocar no assunto dos vídeos.

Continua…


Gostou? Não deixe de votar e comentar!
Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 1

Foto 2 do Conto erotico: Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 1

Foto 3 do Conto erotico: Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 1

Foto 4 do Conto erotico: Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 1


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


258984 - Viagem ao Sítio do Meu Tio - Parte 4 - Categoria: Cuckold - Votos: 12
258958 - Viagem ao Sítio do Meu Tio - Parte 3 - Categoria: Cuckold - Votos: 13
258955 - Viagem ao Sítio do Meu Tio - Parte 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 11
258926 - Viagem ao Sítio do Meu Tio - Parte 1 - Categoria: Cuckold - Votos: 11
252069 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 9 - Categoria: Heterosexual - Votos: 10
252067 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 8 - Categoria: Cuckold - Votos: 11
252065 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 7 - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
252002 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 6 - Categoria: Cuckold - Votos: 16
251965 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 5 - Categoria: Heterosexual - Votos: 13
251962 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 4 - Categoria: Cuckold - Votos: 12
251961 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 12
251959 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 13
251949 - Eu, Meu Novo Namorado e Seus Amigos - Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 15
251631 - A Doença do Meu Sogro - Parte 10 - Categoria: Cuckold - Votos: 18
251542 - A Doença do Meu Sogro - Parte 9 - Categoria: Cuckold - Votos: 21
251520 - A Doença do Meu Sogro - Parte 8 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 21
251518 - A Doença do Meu Sogro - Parte 7 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 21
251505 - A Doença do Meu Sogro - Parte 6 - Categoria: Cuckold - Votos: 25
251504 - A Doença do Meu Sogro - Parte 5 - Categoria: Cuckold - Votos: 20
251502 - A Doença do Meu Sogro - Parte 4 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 28
251500 - A Doença do Meu Sogro - Parte 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 21
251405 - A Doença do Meu Sogro - Parte 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 23
251403 - A Doença do Meu Sogro - Parte 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 24
251319 - Fiz Minha Noiva Se Exibir Para Seu Primo Lerdo - Parte 3 - Categoria: Exibicionismo - Votos: 19
251308 - Fiz Minha Noiva Se Exibir Para Seu Primo Lerdo - Parte 2 - Categoria: Exibicionismo - Votos: 16
251295 - Fiz Minha Noiva Se Exibir Para Seu Primo Lerdo - Parte 1 - Categoria: Exibicionismo - Votos: 15
251214 - Alessandra, A Mulher do Meu Amigo - Parte 4 - Categoria: Heterosexual - Votos: 9
251100 - Alessandra, A Mulher do Meu Amigo - Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 9
251072 - Alessandra, A Mulher do Meu Amigo - Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
251060 - Alessandra, A Mulher do Meu Amigo - Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 1

Codigo do conto:
259108

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
10/04/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
4