Levantamos e fomos até a cozinha. Meu tio estava sentado à mesa, tomando uma xícara de café e lendo o jornal.
— Finalmente os pombinhos acordaram, né? Tava achando que iriam dormir o dia todo.
— Bom dia, tio. É que foi difícil dormir essa noite, sabe… — respondeu a Isa.
— Acredita que ela dormiu na área da piscina, tio? Saí caçando ela pela fazenda e a bonita estava dormindo na espreguiçadeira.
— Ah, mas ali nesse calor é um lugar ótimo para dormir, não é mesmo, Isa? Olhando as estrelas, com a brisa da madrugada. Eu também gosto.
Meu tio continuou:
— Mas venham, tomem um café, comam um pão e vamos para a cachoeira. Pensei em fazermos um piquenique lá e passarmos o dia todo aproveitando. O que acham?
Eu e a Isa adoramos a ideia. Tomamos um café rápido, pegamos uma bolsa, enchemos de guloseimas, pegamos uma toalha para forrar o chão e fomos para a cachoeira.
Chegamos por volta das 11h. Como o local tinha bastante sombra de árvores, ainda conseguimos aproveitar a água. Entramos os três, nadamos, nos refrescamos e conversamos sobre tudo.
Quando eram quase 13h, o sol já havia tomado conta do rio e não tinha mais como ficar dentro d’água. Saímos e almoçamos o que havíamos trazido para o piquenique. O dia estava sendo maravilhoso. Meu tio começou a contar piadas e rimos bastante enquanto comíamos.
Depois do almoço, deu aquela preguiça em todo mundo. Cada um se jogou para um canto, mexendo no celular, e o sono foi batendo. Tínhamos que esperar a comida baixar e o sol dar uma trégua para voltar à água. Acabei pegando no sono.
Após algumas horas e um cochilo revigorante, acordei escutando a voz da Isa e do meu tio ao longe. Abri os olhos, me levantei e não vi os dois por perto. Fui mais próximo do rio e avistei os dois lá no meio, quase na parte mais funda. Meu tio carregava a Isa no colo. Ela estava abraçada na cintura dele, de frente para ele, com os braços em volta do seu pescoço.
— Hey, o que vocês estão fazendo aí? O que está acontecendo?
— Acordou, Lucas? Você não sabe o que aconteceu. Sua namoradinha resolveu sair nadando pelo rio e esqueceu que ele fica fundo. Acordei e ela estava quase se afogando. Por sorte, deu tempo de eu chegar e salvar ela.
— E precisa carregar ela no colo desse jeito?
— Ai, amor, eu fiquei com muito medo e tive que pedir pro tio me trazer carregada. Estou tremendo até agora. Vai dar ciúmes do seu tio agora, é?
— Não, não é isso. Mas é que a posição, né…
— Ihhh, Lucas. Relaxa. Não vai falar que acha que estou transando com sua namoradinha virgem, né?
Nisso, ele começou a fazer movimentos como se realmente estivesse comendo ela.
— Ai, tio, isso… come minha bucetinha, vai… kkkkk
— Uhnnn, vou comer ela bem gostosinho, Isa. Já que o Lucas não comeu ainda, vou estrear ela.
— Isso, tio. Faz assim bem gostosinho… kkkk
— Nossa, que delícia, Isa. Vou gozar nela todinha, tá? kkkkkk
Eles foram chegando mais perto. A Isa desmontou do colo do tio e olhou para mim com um sorriso no rosto.
— Ai, amor, não seja bobinho. Eu jamais faria isso, né?
— Ainda mais com você aí do lado, podendo acordar a qualquer momento. Seria muita burrice nossa, né?
Realmente, onde eu estava com a cabeça achando que meu tio poderia me trair com a Isa? Além do mais, ele já era velho, bem casado, e a Isa nunca tinha dado nenhum motivo para eu desconfiar dela. Acabei rindo junto com eles e percebi como estava sendo infantil.
A Isa saiu da água arrumando a parte de baixo do biquíni, que ela disse ter desarrumado por causa de ter ficado no colo do tio Roberto. Meu tio ainda ficou um tempo dentro da água, dizendo que estava com muito calor e precisava se refrescar um pouco. Resolvi entrar também para me refrescar, enquanto a Isa ficou tomando sol, só nos observando.
No final da tarde, voltamos para a casa. Meu tio resolveu se aventurar na cozinha e fazer o jantar para nós. Até que ele era bom de cozinha: fez arroz com virado à paulista, torresmo e linguiça. Tudo uma delícia.
Todos já de banho tomado e com roupas leves de ficar em casa, nos esparramamos no chão da sala e começamos a assistir um filme na TV. O escolhido da noite foi “A Festa da Salsicha”, um desenho bobinho que a Isa estava morrendo de vontade de ver. Resolvemos fazer a vontade dela.
O filme começou e eu achei um pouco chato. Meu tio estava mexendo no celular mais do que assistindo, e a Isa estava toda entretida, rindo das piadas. Fui ficando com sono e perguntei a ela se acharia ruim eu ir me deitar. Ela disse que não, que assistiria o filme até o final e depois também iria deitar.
Fui para o quarto e comecei a mexer no celular. Estava jogando aqueles joguinhos típicos de celular, depois comecei a fuçar no Facebook. Vi um meme engraçado que sabia que a Isa iria gostar e enviei para ela pelo WhatsApp. Só que o telefone dela vibrou do meu lado. Foi aí que percebi que ela havia largado o celular no quarto.
Apesar da confiança, a situação daquela tarde e as conversas anteriores me deixaram meio cabreiro. Resolvi fuçar o celular dela novamente para ver se tinha conversado mais com o meu tio. Abri o aplicativo e procurei a conversa, mas não achei nada recente. Só havia conversas com familiares, uma ou outra amiga da escola e, um pouco mais abaixo, a conversa com a Sophie da noite anterior. Resolvi ler o que havia acontecido com a Sophie. Porém, a conversa não era exatamente o que eu esperava:
Sophie: E aí, miga. Como está o feriado na fazenda com o love?
Isa: Vixi, nem te conto, So. Está muito melhor do que eu imaginava kkkkk
Sophie: Ah, safadinha. Finalmente resolveu liberar pro Lucas?
Isa: Kkkkkkkkkk
Sophie: E aí, como foi? Ele percebeu que você não era mais virgem? Aliás, nem sei porque você disse pra ele isso. Aconteceu antes de você conhecer ele, não tinha porque negar. Ele também já não era mais virgem.
Isa: Ai, amiga. Você não está entendendo…
Sophie: Como assim? O que não estou entendendo? Me conta direito então…
Isa: Acho melhor não. Deixa quieto essa história. Apenas acredite que está sendo ótima a viagem.
Sophie: Ah, não. Agora você vai me contar.
Isa: Promete que fica apenas entre nós?
Sophie: Claro, né. Jamais falaria nossos segredos pra ninguém.
Isa: Então, na verdade não foi com o Lucas que eu transei. Foi com o tio dele.
Sophie: Não, mentira que você deu dessa. Você deu pro tio do seu namorado com ele aí? E ele, como não percebeu nada?
Isa: Ah, também não sei. Porque ele praticamente me pegou com a boca na botija. Na primeira noite que passamos aqui, estávamos na cachoeira à tarde e uma hora fiquei conversando sozinha com o tio enquanto o Lucas nadava. Papo vai, papo vem, o cara é um safado e você sabe do meu fraco por caras mais velhos, né? A conversa foi esquentando e ele combinou que me levaria à noite na área da piscina para “ver estrelas”. Bom, de madrugada, quando todos foram dormir, demos um tempo pro Lucas e a esposa dele pegarem no sono. Ele me mandou uma mensagem falando pra eu ir encontrar ele. E de fato ele me fez ver estrelas, amiga. Chegando na área da piscina, aquele puto estava apenas de short e, ao me ver, já colocou o pau pra fora. E que pau… acho que tinha uns 18cm, mas era muito grosso, lindo e pronto pra ação. Ele viu que eu fiquei paralisada admirando o pau dele e falou firme comigo, mandando eu ajoelhar e cair de boca. Nem pensei duas vezes. Abaixei e comecei a enfiar na boca aquela tora. Não conseguia enfiar mais do que um terço de tão grosso que era, mas fui me esforçando. Ele pegava meu cabelo e tentava enfiar mais, tirava e batia na minha cara, falando que putinha tinha que tomar surra de rola, que era disso que as cadelinhas dele mereciam. Colocou eu pra chupar as bolas, enfiou mais na minha boca, me levantou e me jogou de quatro numa espreguiçadeira. Pedi pra ele ir com carinho, porque apesar de não ser virgem, só tinha feito uma vez. Você acredita que ele me disse: “Cala a boca, putinha. Você é minha cadelinha e eu vou te usar como eu quero.” Aquilo me deu um tesão do caralho, escorrendo pela minha perna. Ele chegou por trás e enfiou tudo de uma vez só. Foi nessa hora que eu vi as estrelas… e como vi. O bruto não deu nem tempo de eu respirar. Tirou o pau quase inteiro e já socou de novo, e de novo, e foi aumentando o ritmo. Eu já estava virando os olhos de tanto tesão que sentia. Estava gozando horrores no pau do canalha e ele socando com força. Então ele pegou e encheu a mão, dando um tapa na minha bunda. Não sei por quê, mas nessa hora eu gritei: “Isso, filho da puta. Come sua putinha como ela merece. Me arromba toda, seu desgraçado!” E ele me respondeu: “Agora sim, assim que gosto. Putinha tem que saber seu lugar, que é pedindo vara do macho. Diz pra mim, o que você é minha?” — “Ai, tio, que delícia. Eu sou sua putinha. Arrebenta a bucetinha da sua sobrinha, vai, tio!” — “Isso, safada. Quer pica? Então toma pica!!!” E começou a bombar ainda mais forte. Enrolou meu cabelo na mão e me puxava pra trás, de encontro a ele. Nisso, já tinha gozado umas três vezes. Até que chegou uma hora que percebi ele ofegando mais forte e disse: “Agora vou encher sua bucetinha de porra e, na hora que entrar no quarto, você vai acordar o corno do seu namorado e fazer ele beber tudinho, tá ouvindo?” — “Ai, tio. Não vou fazer isso com o Lucas, coitado.” — “Você não entendeu, né, putinha? Eu sou seu macho. Eu mando e você obedece!” Nisso ele socou bem lá no fundo e despejou muita porra. Era tanta porra que começou a escorrer pela minha perna. Nessa hora eu tive um orgasmo que me fez cair sem forças na cadeira e disse que iria obedecer ele no que ele quisesse. Então ele tirou de dentro de mim, que parecia que ficou até um vazio… kkkk. Nisso ouvi a descarga do banheiro e resolvemos entrar correndo. Entrei na frente e dei de cara com o Lucas saindo do banheiro. Acredita?
Sophie: Meu Deus, amiga. Eu não tô acreditando no que eu tô lendo. E como você se sentiu com tudo isso? Você sabia que ele ia te tratar assim?
Isa: Ah, saber eu não sabia. Mas eu me senti muito bem. Ali eu aprendi o que era transar de verdade. E sei que essas coisas foram apenas na hora da transa. Ele me trata super bem durante o dia, mas pra transar ele é meu dono e eu a putinha obediente dele… kkkkkk
Sophie: Meu Deus. Estou pasma até agora. Mas me conta, e o Lucas? Você não fez o que o tio pediu pra você fazer, né?
Isa: Ah, então né… Acho que ele nunca vai chupar uma buceta tão gostosa igual à que ele chupou naquela noite… kkkkkk
Sophie: Você é muito safada, mas cuidado, amiga. Isso pode dar ruim pra você.
Isa: Estou tentando, mas hoje à tarde a tia Sônia viajou e o tio já disse que a noite é pra eu ir pro quarto dele, que vai me dar um tratamento especial.
A conversa terminava aí.
Eu não estava acreditando no que estava acontecendo. Quer dizer que o “pornozão” que ouvi meu tio assistindo na verdade era ele com a Isa. E essa não era a primeira vez. Eles já tinham transado na noite que ela disse que foi ver o céu e as estrelas. Não… pior ainda: eu tinha chupado a buceta da Isa com a porra do meu tio dentro. Não podia ser verdade aquilo. Como ela teve coragem de fazer tudo aquilo comigo? E ainda disse que era a putinha obediente dele e que faria tudo que ele mandasse. Como meu tio conseguiu dominar ela desse jeito?
Não aguentei de nervoso e raiva. Decidi que iria tirar satisfação com ela naquela hora. Saí do quarto e fui até a sala. Chegando lá, vi algo que jamais imaginaria que veria na minha vida.
Continua…
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