– Volto à tarde, filha – disse ele com um sorriso cálido, mas seus olhos traíam uma fadiga sutil, talvez resquícios da prostatite ou da tensão acumulada.
Fiquei sozinha, a casa silenciosa ecoando meus pensamentos proibidos.
À tarde, o tesão me consumia de forma insaciável, como uma chama que se alimentava de si mesma. Andava de um lado para o outro, sentindo o calor entre as pernas, a buceta inchada e úmida só de lembrar das sensações com João – aquela tora descomunal me preenchendo, os orgasmos múltiplos que me deixaram trêmula. Mas ele não estava lá, e Fernando ainda no trabalho. Tentei me distrair com exercícios na academia caseira, suando na esteira até as coxas tremerem, mas nada apagava o fogo. Meu corpo malhado, compacto e tonificado, parecia traí-lo a cada movimento, os mamilos endurecendo sob o top, a calcinha encharcada. Masturbei-me rapidamente no chuveiro, imaginando as mãos grandes de João na minha bunda, mas foi superficial, insuficiente para saciar o vício que se instalava.
Fernando chegou mais cedo naquele dia, por volta das quatro da tarde, o rosto moreno claro marcado pelo cansaço do escritório, mas com um brilho nos olhos ao me ver. Mal ele passou pela porta, eu o puxei para cima de mim no nosso quarto, sem palavras, só urgência.
– Solange, o que... – murmurou ele, surpreso, mas eu já o beijava com fome, minhas mãos desabotoando sua camisa, sentindo o peito liso e quente.
Empurrei-o na cama, ajoelhando-me entre suas pernas, baixando a calça e a cueca para revelar seu pau – duro, de bom tamanho, mas metade do monstro de João, com veias sutis e a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Chupei com voracidade, envolvendo-o inteiro na boca, a língua rodopiando na glande, lambendo da base às bolas, sentindo-o pulsar contra meu palato. Ele gemeu, as mãos no meu cabelo loiro:
– Ah, amor... assim você me mata.
Não esperei mais – subi nele, guiando seu pau para dentro de mim, sentindo as paredes da minha buceta se abrindo para acomodá-lo, úmida e pronta. Montei com força, cavalgando como uma amazona selvagem, os quadris rebolando, os seios balançando sob a blusa. Ele gozou dentro de mim em minutos, jatos quentes me preenchendo, o corpo convulsionando debaixo do meu.
– Solange... que delícia – ofegou ele, virando-se de lado, cansado, o suor perlando sua testa.
Mas meu fogo não se apagava – eu ainda pulsava, insaciada, o clitóris inchado pedindo mais.
– Amor, que tal mais uma? – sugeri, beijando seu pescoço, a mão descendo para massagear seu pau mole.
Ele riu, exausto:
– Vamos mais tarde, tô cansado. Você está insaciável desde que começamos isso com meu pai.
Confessei que sim, aquilo nos acendera, mas pensei internamente: *Mal sabe ele que o pai dele me comeu, me fodeu como nunca, e é isso que me deixa assim.*
Tive uma ideia ousada, impulsionada pelo desejo.
– Fernando, que tal algo diferente?
Ele ficou curioso, erguendo uma sobrancelha com aquela cara de safado que eu adorava.
– O quê?
Eu sorri, mordendo o lábio:
– Que tal meu cuzinho? Nunca dei, e olha que você pediu tanto.
Ele se espantou, os olhos arregalados:
– Nossa, Solange, você nunca quis... Tem certeza?
Ri, puxando-o para um beijo:
– Quero aproveitar esse fogo que temos agora. Vamos tentar.
Ele se animou, o pau endurecendo só com a ideia. Peguei o lubrificante da gaveta – um gel transparente e frio que eu comprara há anos, mas nunca usara –, e passei generosamente no pau dele, massageando da base à ponta, sentindo-o crescer na minha mão, as veias inchando, a cabeça reluzente.
Deitei de bruços na cama, empinando a bunda malhada e redonda, as nádegas firmes se abrindo levemente para expor o cuzinho virgem, rosado e apertado, piscando de ansiedade. Fernando se posicionou atrás de mim, as mãos acariciando minhas costas, descendo para apertar minhas nádegas, separando-as com gentileza.
– Vou devagar, amor. Diga se doer – murmurou ele, romântico, beijando minha nuca, o corpo colado ao meu em um abraço protetor.
Senti a cabeça do pau encostando no meu ânus, lubrificada e quente, pressionando devagar. Gemi baixinho, uma mistura de dor e prazer inicial – o anel muscular resistindo, mas cedendo aos poucos à invasão.
– Ah... vai, amor... devagar – sussurrei, mordendo o travesseiro, as unhas cravadas nos lençóis.
Ele empurrou centímetro por centímetro, o pau deslizando no gel, preenchendo meu cu apertado como nunca fora preenchido. A sensação era intensa – sentia cada veia roçando as paredes internas, o esticamento delicioso que misturava ardor com ondas de prazer irradiando para a buceta.
– Tá gostoso? – perguntou ele, a voz rouca de tesão, começando um vai e vem lento, romântico, as mãos nos meus quadris guiando o ritmo.
– Sim... ah, Fernando... mais fundo – respondi, empinando mais, sentindo-o entrar inteiro, as bolas batendo na minha buceta a cada estocada suave.
O quarto enchia-se de sons molhados – nossos gemidos entrelaçados, o cheiro de sexo no ar. Ele se deitou sobre mim, o peito colado às minhas costas, beijando meu ombro, sussurrando “Eu te amo” enquanto metia com carinho, acelerando aos poucos, o pau pulsando dentro do meu cu, esticando-me ao limite.
Virei o rosto para beijá-lo, nossas línguas dançando em um beijo molhado e apaixonado, enquanto eu rebolava contra ele, sentindo o prazer crescer – uma bola de fogo no ventre, o clitóris roçando nos lençóis a cada movimento.
– Mais forte, amor... me fode o cu – pedi, e ele obedeceu, metendo com mais vigor, mas ainda romântico, uma mão descendo para massagear minha buceta, os dedos circulando o clitóris inchado, me levando à beira do orgasmo.
Gemi alto, o corpo tremendo:
– Ah... tô gozando... no meu cu... sim!
O clímax veio como uma onda, contraindo meu ânus ao redor do pau dele, apertando-o em espasmos que o fizeram gemer. Ele acelerou, as estocadas profundas e ritmadas, o pau inchando dentro de mim, até gozar – jatos quentes e espessos enchendo meu cu, escorrendo levemente quando ele se retirou devagar, cuidadoso para não me machucar.
Deitamos lado a lado, ofegantes, suados, ele me abraçando por trás, beijando minha orelha.
– Foi incrível, amor. Você é perfeita – murmurou, romântico como sempre.
Fernando confessou que amou e queria de novo, os olhos brilhando de excitação renovada. Eu ri, sentindo o cu dolorido, mas satisfeito:
– Meu cu precisa descansar, ficou bem aberto, amor. Foi a primeira vez... mas prometo que repetimos.
Nos beijamos longamente, o momento íntimo selando nossa conexão, mesmo que meu desejo secreto por João pairasse como uma sombra.
Naquela noite, quando João chegou – cansado dos compromissos, mas ainda vigoroso –, batemos a punheta nele como combinado, eu masturbando aquela tora descomunal na frente de Fernando, que observava com seu misto de desconforto e fascínio. Mas João não gozou; seu corpo resistia, talvez pelo estresse do dia. Como passamos muito tempo tentando, resolvemos parar, deixando para o outro dia para não forçar.
Mais tarde, na calada da noite, ouvimos João gritar de dor do quarto de hóspedes – um grito gutural, angustiado, que nos fez pular da cama. Saímos os dois correndo, eu de camisola fina, Fernando de cueca, o coração acelerado. Encontramo-lo na cama, nu, o pau duro como rocha, descomunal e pulsante, veias inchadas, a cabeça vermelha de tensão. Ele tentava bater uma, a mão grande envolvendo parte da tora, mas gemia de dor, o rosto contorcido. Na TV, o DVD rodava uma cena pornô: uma mulher voluptuosa com dois homens, um metendo na buceta, o outro no cu, gemidos altos preenchendo o quarto.
– Pai, o que houve? – perguntou Fernando, alarmado.
João confessou, ofegante:
– Começou a doer de novo... precisei gozar... mas não consigo sozinho.
Ele estava de pau duro, gemendo de dor, o corpo suado brilhando sob a luz fraca. Fernando olhou para mim, desesperado:
– E agora, o que faremos?
Eu pensei rápido e disse...
Continua…
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Sussurro Proibido



Li esse conto em outra casa, e da mesma forma q lá, aqui também fico indignado com o tamanho da canalhice do pai Talarico e da esposa vagabunda, ela só está dando o cu pro marido se preparando pra dar pro sogro Talarico e canalha, a trairagem será inadmissível, ao ponto da piranha chamar a mãe dela pra dar pro marido pra não ter q parar de dar pro filho da puta do sogro, infelizmente mais um marido sendo feito de trouxa por uma mulher mau mau caráter, egoísta e leviana
a consumação do trisal!