Antes de mergulharmos nesta história excitante, o responsável por postar/escrever este relato é o “Anonimo1/Marcos”. Não posso confirmar que ele é o criador, mas o conto foi localizado em seus domínios. Todos os contos de terceiros serão claramente identificados.
Meu nome é Marcos. Hoje quero contar uma das experiências mais gostosas que tive o prazer de vivenciar com minha noiva, Letícia, durante uma viagem que fizemos a Porto Seguro, há cerca de seis meses, nas minhas férias.
Isso será mais um relato do que um conto propriamente dito. Foi tudo muito gostoso, e espero que vocês se divirtam lendo tanto quanto eu me diverti realizando um dos meus maiores fetiches.
Minha noiva é espetacular: mede aproximadamente 1,60 m, pesa cerca de 50 kg, é loira, tem seios de tamanho médio, bunda proporcional, barriga definida e pernas lisas e macias. Seu corpo é todo harmônico, e eu a considero uma deusa. O rosto tem formato retangular, com cabelos cacheados. Ela me deixa louco de tesão sempre que tira a roupa na minha frente.
Eu sou alto, com cerca de 1,95 m e 98 kg, pele morena, cabelo curto. Gosto muito de musculação e de treinar boxe. Perto dela, pareço um cara grande e assustador, como já nos disseram. Isso sempre a excita bastante. Ela é submissa na cama, adora que eu a coma com força e, às vezes, pede para eu ser bem bruto — o que me impressiona, dada nossa diferença de tamanho. Eu tenho 27 anos, ela 24, e estamos juntos há 7 anos.
Eu nunca fui o tipo de cara que sente tesão em ver a namorada com outros homens. Sempre tive a ideia muito clara: “traição é término, e isso é indiscutível”. Ela pensava igual e não gostava de dar ousadia a outros caras.
Mas há pouco mais de dois anos, comecei a ler contos aqui sobre maridos e namorados exibindo as esposas e até vendo elas fazerem sexo com outros na frente deles. Não tinha interesse em realizar isso, mas sentia um tesão incrível ao ler. Aos poucos, comecei a imaginar Letícia em situações assim e percebi que, contanto que eu estivesse no comando, esse voyeurismo e exibicionismo poderia ser mais excitante do que eu pensava.
Ainda tinha receio, pois moramos em uma cidade pequena. Aqui, qualquer coisa em pequena escala vira fofoca no dia seguinte, e a fama de “corno” ou “traidora safada” não me agrada. Mesmo assim, decidi começar devagar com algumas brincadeiras para apimentar nosso tesão.
No início, Letícia não gostou. Disse que poderíamos ser pegos e que isso arruinaria o relacionamento. Expliquei que não precisava ser na nossa cidade, que poderíamos tentar com estranhos que nunca mais veríamos. Não seria necessariamente sexo, só ser vistos, observados — ver um cara babando de tesão por aquele corpo seria excitante. Ela topou, com a condição de que, se não gostasse, pararíamos imediatamente, como na cama.
Assim começou nossa vida de exibicionismo.
Aos poucos, em viagens, pedi para ela ir mais longe. Lembro de uma das primeiras vezes: uma viagem de ônibus de 6 horas. Levamos cobertores e travesseiros. Quando as luzes apagaram, pedi que mostrasse os seios. Ela fazia rápido e se cobria. Meu coração acelerava, meu pau ficava duríssimo.
Outra vez, no carnaval em outra cidade, ela usou um maiô amarelo e saia rodada quase transparente. Nos beijamos no meio da multidão, tirei um seio dela e chupei. Alguns viram, gritaram, ela riu. Parei, vi um cara olhando fixo, mostrei o seio pra ele, escondi e saímos dançando.
Em Fortaleza, ano passado, tarde da noite, pedi que tirasse a calcinha na rua e me entregasse. Com vestido curto, pegava na bunda e levantava a barra. Não aguentei e pedi um boquete ali. Ela resistiu — “é perigoso, alguém pode ver” —, mas cedeu. Dei beijinhos no pau, depois abocanhou e chupou gostoso. Um cara passou perto, olhando nos meus olhos. Frio na barriga, mas ela continuou. Ele passou, ela parou o boquete, punhetou e olhou ele indo embora. Foi foda. Trepamos muito no hotel depois.
Agora, as férias em Porto Seguro. Íamos em excursão de ônibus, com quarto no mesmo hotel. A tia de Letícia, próxima dela, ia também, mas cancelou de última hora por trabalho. Não me importei — ela é intrometida e atrapalharia.
O filho dela, primo de Letícia, perguntou se podia ir conosco. Quis recusar — não queria ser babá —, mas Letícia achou ótimo. Aceitei, como sempre faço as vontades dela.
O pior: ele ficaria no nosso quarto. A tia não via problema por ser primo. Eu via: queria comer Letícia em todos os cantos e aprontar pela cidade. Mas isso se provaria ótimo depois.
No ônibus, Letícia pediu que me comportasse — tinha gente conhecida na excursão.
Chegamos cedo, fomos direto à praia em frente ao hotel. O quarto tinha cama de casal com banheiro e cama de solteiro numa sala.
Letícia usava legging, camisa marrom de manga longa mostrando a barriga e casaquinho. Ao abrir a mala, debruçou-se por ser baixinha. O primo saiu do baneiro e fixou na bunda empinada dela. Ficou olhando descaradamente.
Estalei os dedos:
— Aí, moleque, pega teu short de banho e troca logo, vamos sair daqui a pouco.
Letícia olhou pra trás, viu, ele saiu do transe e foi se arrumar. Ela riu:
— Outro tarado. Vocês são todos iguais.
Fechou a porta e trocou de roupa.
Ao vestir a sunga, ela viu meu pau meio duro:
— Nam, relaxa. Vai ser difícil com meu primo aqui o tempo todo.
Fiquei chateado, mas pensei: e se ele vir? Não seria o primeiro tarado. Ele é lerdão, ficava secando na cara dura.
Na praia, ela de biquíni vermelho de laços laterais, fio-dental enfiado na bunda, sutiã comportado. Pele clara contrastava lindamente. Ele não tirava os olhos.
Ela passava protetor nas minhas costas virada pra ele. Peguei na bunda dela, levantei um pouco. Ela riu:
— Para, senão te deixo queimar.
— Só dando um showzinho pro pervertido.
Ela virou a cabeça, viu ele olhando fixo, sorriu:
— Eita, meu Deus! Nessa viagem vou ter que dar conta de dois? haha.
Deixou ele olhar enquanto terminava.
Chamou-o pro mar pra “esfriar”. Ele resistiu, mas ela puxou pelo braço. Ao levantar, bermuda estufada — magricela, qualquer volume aparecia. Óculos caíram, pegou e saiu correndo envergonhado. Ri muito.
Ficamos até umas 15h, voltamos pra descansar.
Miguel não perdia uma olhada. Gostei: primo dela, não contaria nada. Entrei no jogo: deixei olhar à vontade e planejei aprontar mais.
No quarto, Letícia só com canga na cintura, chapéu e óculos. Lavamos roupas de banho.
Ela disse:
— Miguel, vai primeiro. Deixa a sunga na pia, passa sabão pra tirar o sal. Se não conseguir, eu faço.
Pensei rápido:
— Não, Miguel. A Let vai primeiro.
Olhei safado pra ela:
— Deixa o biquíni em cima da pia.
— Pra quê?
— O moleque tá tarado em você. É um presentinho.
— Hum, sei não. Vai que conta pra alguém.
— Ele é lerdão, amor. Viu na praia quase afogando no raso. Não conta, e se contar, ninguém acredita que foi de propósito.
— Você gosta, né, safado? Tá bom. Mas se ele gozar no meu biquíni, você limpa.
— Eca! Faço ele limpar. Ei, não lava não. Só tira e deixa lá.
Ela me deu um beijo safado, pegou vestidinho e calcinha, foi pro banheiro:
— Miguel, você demorou. Eu vou primeiro.
Ele, chateado:
— Tá bom, não demora, Let.
Ele queria bater uma, mal sabia do prêmio.
Letícia saiu enrolada na toalha. Nós secando. Ela percebeu, brincou:
— Estavam me esperando, meninos!?
Abriu a toalha rápido, segurando uma ponta em cada mão. Frio na barriga — mas ela já vestida. Riu da nossa cara.
Ri:
— Que pena, Miguel. Quase ganhou o presente de Natal cedo.
Ele nervoso riu e foi pro banheiro.
Beijei ela, rola dura pra fora. Ela pegou, punhetando:
— Queria que eu estivesse pelada pra vocês verem tudo, né?
— Ainda não. Quem sabe no fim da viagem eu deixo.
— Então você que decide?
— Sim. Você é minha. Só mostra se eu quiser.
Acelerou a punheta, beijou mais. Levantei o vestido, chupei os seios. Eu na beirada da cama, ela de joelhos ao lado, gemendo baixo.
Chuveiro ligou. Ela tirou o vestido, fez boquete guloso:
— Eu sou putinha?
— Sim, minha putinha gostosa.
Chuveiro parou.
— Mais tarde sua putinha te faz gozar, safado.
Vestiu-se.
Letícia olhou o banheiro:
— O biquíni não tá na bancada. Tá dentro da pia, embaixo da torneira.
— Pelo menos lavou — ri.
— Deu sorte. Não precisou tirar a porra dele.
Tomei banho enquanto ela lavava as roupas. Descansamos. Deixei a bunda dela pra cima abraçados, vestido subido. Miguel olhava volta e meia. Ela percebia, ria e mexia no celular.
À noite, jantamos com a excursão. Ela deliciosa de vestido preto colado, mas comportado — sexy e recatada.
Na volta, vinho a deixou tesuda. No ônibus, pegava no meu pau por cima da calça. Não sei se viram, mas não importava.
No quarto, Miguel deitou. Letícia me puxou, fechou a porta:
— Bebezinha, quero você. Tira o vestido.
— Sim, papai — dengosa.
— Vai lá. Pede pro Miguel baixar o zíper.
Zíper nas costas, do pescoço até perto da bunda. Ela sorriu:
— Safado.
Abriu a porta:
— Miguel, abre esse vestido pra mim? O Marcos é chato, não quer.
Ria pra mim. Da cama, via ela de costas pra ele.
Fui pro pé da cama ver melhor. Ele largou o celular (em pornô, ela contou depois), abriu o zíper.
Ela fez menção de voltar, parou:
— Me ajuda aqui, vai.
Ele levantou, bermuda estufada, ajudou nas mangas longas. Tirou uma, disse que conseguia a outra sozinha. Tirou a parte de cima, abaixou pra tirar a de baixo. Ficou de lingerie preta de renda — gostosíssima.
Miguel via pela primeira vez a loirinha bronzeada só de lingerie na frente dele.
— Obrigada, Miguel. O Marcos é chato pra tirar minha roupa. Boa noite!
Pegou o vestido e veio.
Meu pau quase explodiu. Beijei, peguei na bunda, deitei na cama. Beijei até a buceta lisinha, cheirosa, rosada por dentro. Chupei loucamente, como cachorro lambendo fundo. Ela gemia baixo.
— Geme alto pro teu primo ouvir, putinha.
— Sim, papai.
Gemeu alto, pediu dedos. Masturbei forte, ela gozou rápido.
Pedi boquete. Veio de quatro, chupou pouco:
— Me come logo, amor.
De bruços, pés no chão. Segurei cotovelos, meti forte. Ela gemia muito. Levantei o corpo dela puxando, pra gemer mais alto. Imaginei o imbecil ouvindo — devia estar batendo várias, kkk.
Ela por cima 15 minutos. Pediu pra ver a bunda, virou de costas, cavalgou forte. Gemeu demais. Gozou de novo, pediu gozo na cara.
Por cima, posição frango assado, meti em pé ao lado da cama. Doía mas gostoso, não parasse. Arranhava, urrava, mordia lençol. Explodi no rosto dela.
Deitei morto após mais de uma hora. Cara suja de porra, ela ria:
— Nós somos loucos.
— Essa foda foi incrível.
— Achei que ia me matar por cima.
— Será que o Miguel tá acordado? Tentei não gemer alto, mas não consegui, kkk.
Tirei a calcinha molhada. Trepamos mais uma vez, carinhoso, de leve, dizendo “te amo”, beijos calmos. Dormimos agarradinhos.
Pensei: “Será que o idiota sujou tudo de porra? Vou dar bronca se sim.”
A excursão durava 3 dias e meio — só de lembrar, meu pau fica duro. Aprontamos muito mais com o moleque. Letícia ficou mais safada, dei mais liberdade do que imaginava.
Continua…
Sussurro Proibido
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Muito bom, comseguiu deixar meu pau duro durante todo conto!!!