Era o Felipe quem estava a ligar. Olhei por cima do ombro e a Alessandra estava deitada na cama, do lado oposto. Tinha vestida uma camiseta “Converse” bem velhinha do meu tempo de adolescente; para baixo, estava completamente nua. Conseguia ver aquela bunda maravilhosa meio coberta pela minha camiseta. Se me baixasse um pouco e espreitasse junto ao colchão, conseguia ver aquela gruta de perdição onde, ontem, eu e o Pedro nos lambuzámos.
— Alô, Felipe… — falei eu com voz ensonada, enquanto olhava para o relógio, que marcava 7h da manhã.
— Algum problema? — perguntei.
— Cara, deu merda… Ontem fiquei a roncando na sala depois de vocês saírem e não lembro de mais nada… Acordei eram 5h, fui até ao quarto e não sei da Alessandra… Você sabe dela? — perguntou o Felipe com uma voz preocupada.
Eu fiquei sem saber o que dizer ou fazer… A Alessandra estava ali na minha frente. Dormia profundamente depois de uma noite em que foi totalmente arrombada por mim e pelo Pedro, naquela que foi a sua primeira experiência a três. Pensei em acordá-la, mas só iria criar confusão… Ela não queria certamente que ele soubesse que estava ali…
— Felipe, eu não faço ideia, mas pela forma que ela falava ontem, provavelmente foi para casa dela de novo — arrisquei.
— Não, cara, já fui até lá… O carro não está, tudo continua fechado, o celular está desligado…
— Vou tentar falar com a Tânia ou o Pedro, talvez eles saibam dela. Obrigado! — disse o Felipe.
— Quando souber de alguma coisa, avisa… — falei eu, sem saber o que dizer.
Desliguei o telefone e ia acordar a Alessandra para lhe contar, mas acabei por deixá-la descansar. Se ela ligasse de seguida para o Felipe, iria levantar suspeitas. Fui até à cozinha preparar o café da manhã.
Passei na sala e estava a maior zona… O sofá bagunçado, no chão pingos de porra já secos, a calcinha da Alessandra toda melada junto da sua bolsa — ali bem no sítio onde tudo começou —, muitos cabelos compridos pelo sofá e chão, e o vestido bem amassado que eu tinha atirado para as costas de uma cadeira.
Dei um jeito rápido em tudo e fui até à cozinha. Coloquei água a ferver para fazer um café, pão a torrar e comecei a preparar uns ovos.
Passados uns minutos, senti a Alessandra aproximar-se. Vinha ainda a esfregar os olhos, nua da cintura para baixo, apenas com a minha camiseta vestida, o cabelo bagunçado, mas mesmo assim estava o maior tesão.
Falei para ela se sentar e contei-lhe:
— O Felipe ligou à procura de você. Está aflito. Diz que caiu no sofá e só de madrugada, quando acordou, deu pela sua falta… — expliquei.
— Não tô nem aí… Deixa o filho da puta procurar… Tô farta daqueles porres, de não ser desejada todas as noites, de ter alguém irresponsável que não cuida de si nem de ninguém perto dele e que ainda me acusa de só gastar dinheiro… — disse ela, bastante alterada.
— Mas vamos mudar de assunto, porque isso para mim está fechado… — disse ela, despreocupada.
— Desculpa ter ficado aqui, mas ontem não estava bem para ir para casa e, depois de tudo o que aconteceu há umas semanas atrás, eu sabia que podia contar com o seu silêncio e apoio. Você acha que podemos confiar no Pedro? — perguntou a Alessandra.
— Creio que sim. Ele ontem, quando entrou na sua cozinha e viu você a lamber-me a orelha, percebeu, mas ficou em silêncio até estarmos a sós. Depois, já no caminho para aqui, falou de você e do tesão que você lhe provocava. Quando vi você de boca no pinto dele, não quis nem acreditar: o cara deve ter pensado que tinha morrido e ido para o céu — falei eu, soltando uma gargalhada.
— É, eu ontem já tinha bebido um pouco demais… Depois de vocês saírem, fiquei a olhar aquele estupor a roncando no sofá e bebi alguns goles de whisky. Depois tentei arrumar a cozinha, mas puta que o pariu… Deixei tudo lá e saí para foder…
— Quando cheguei aqui, pensava que ia encontrar só você… — contou a Alessandra.
— E chegou aqui e encontrou a mim e um pinto ainda maior — falei eu no meio de uma risada.
— É… O cara tem um pinto grande, eu nem imaginava. Quando cheguei no sofá, em pé na frente dele — ele estava sentado —, percebi que estava com o pau duro. Daí tentei provocar. Virei-me de costas para ele e pousei a minha bolsa no chão, mas fiz-me inclinando toda para a frente e deixando o vestido subir, a minha bunda e buceta bem perto da cara dele. Pensei que o cara ia ficar atrapalhado, mas nada: quando me virei, já tinha o pinto de fora e fez-me cair de joelhos… — descreveu a Alessandra.
— É… Ele estava a fazer filmes na cabeça dele consigo e com a Tânia até… — contei eu…
A Alessandra sorriu e ficou em silêncio.
— Como vai fazer? Vai deixar o Felipe preocupado à procura de você? — perguntei eu.
— Ainda não sei… Vou ter que pensar…
Nesse momento, resolvi ligar para o Pedro. Possivelmente a Tânia já estaria em casa, no entanto deveria estar a dormir, pois trabalhara até tarde.
O celular chamou, mas o Pedro não atendeu…
Passados nem dois minutos, o meu celular começou a tocar. Era o Pedro. Atendi:
— Oi, Pedro, desculpa, acordei você e a Tânia?
— Que nada, cara… Eu nem dormi hoje… A Tânia está a dormir. Eu vim dar uma caminhada e pensar na noite de ontem… O Felipe me ligou, faz nem cinco minutos, perguntando pela Alessandra. Está preocupado. Ela ainda está com você? — perguntou o Pedro.
— Sim, ainda está cá em casa, mas não vai dizer que passou aqui a noite. Como lhe pedi ontem, máxima discrição sobre o que se passou, ok?
— Claro, cara, fica descansado… Eu falei que ontem, depois de me deixar em casa, não falei com mais ninguém. Essa foi a versão para ele e também para a Tânia. E hoje vai rolar alguma coisa? — perguntou, curioso.
— Não, cara. A Alessandra vai para casa daqui a pouco, creio eu. Aquele episódio de ontem aconteceu por acaso, pela situação de desespero dela e pela bebida… Penso que não vai ser algo a repetir… Não que eu não queira, mas sabe como é… — disse eu, rindo e olhando nos olhos da Alessandra, que disfarçou.
Do outro lado, o Pedro soltou um riso nervoso e despediu-se.
— Pode ficar descansada, ele não vai falar nada! Mas queria repetir, claro…! — falei eu para a Alessandra, sorrindo.
A Alessandra ficou com um ar sério, olhando para mim, mas sem responder…
Levantei-me e comecei a arrumar a mesa do café da manhã. A Alessandra ficou sentada, a observar-me.
Quando terminei, falei para ela que ia tomar um banho e deixei-a sentada ainda na mesa da cozinha, pensando com os seus botões…
Tomei um banho bem relaxante, enrolei a toalha na cintura e fui para o quarto. A Alessandra estava deitada na cama, a olhar-me. Sentei-me na beira da cama e olhei para o meu celular: o Felipe tinha tentado ligar-me. Falei para a Alessandra, mas ela disse para eu, por já, ignorar.
Ia pousar o telefone quando me lembrei que, ontem à noite, quando tudo começou, eu tinha filmado. Resolvi ver como tinha ficado o vídeo.
Começava bem tremido e bagunçado — tal foi o meu nervosismo —, depois fui-me aproximando e a filmagem quase parecia um desses filmes pornôs semiamadores: um cara bem constituído com um pau enorme, uma gata gostosa e tesuda caindo de boca e tentando engolir um pau.
A Alessandra aproximou-se e, quando viu o filme no meu celular, ficou em pânico:
— Porque você filmou isso? O que vai fazer com isso? Vai me entregar ao Felipe? Vai mostrar para os amigos?
— Calma, eu não vou fazer nada disso… Apenas filmei no momento. Quando ia entrar na sala, nem sabia o que fazer: pousei o que tinha na mão e pensei em te filmar a foder. É algo que certamente irei usar quando estiver sozinho a tocar uma… — disse, sorrindo.
— André, apaga isso imediatamente. Se isso cair nas mãos erradas, é um problema… — disse a Alessandra.
— Fica fria. O meu celular está protegido, mais ninguém tem acesso a ele, e eu vou querer ver isso mais logo com atenção… Olha só que tesão… — mostrei eu.
A Alessandra ficou a olhar comigo. O meu pau foi ficando cada vez mais duro à medida que ia vendo aquelas imagens: o Pedro a empurrar a cabeça dela para engolir o pau… Quando a Alessandra se senta e exclama: “Ahhh, que caralho comprido…”, tive que parar o vídeo. Já não aguentava mais de tesão… A Alessandra olhou para mim e perguntou:
— Uai, porque você parou? Ficou ofendido por eu dizer que o caralho dele era maior que o seu? — disse ela em tom de brincadeira.
— Nada disso… — disse eu.
— Fique descansado: o seu pau é bem mais grosso e você faz bem mais gostoso… — disse a Alessandra num tom melado, já procurando encaixar-se em mim.
A Alessandra meteu a mão por baixo da toalha que eu tinha enrolada na cintura e agarrou fácil o danado. Empurrou-me para trás e ficámos ambos deitados em cima da cama, ela por cima de mim, segurando o meu pau entre as pernas dela. Aos poucos, começou a esfregar a cabeça do pau na xaninha dela, que aos poucos foi ficando molhada.
— Hoje você vai me comer sozinho. Tá com medo? Vou dar só para você — disse ela com uma voz provocadora.
— Tá sentindo medo nesse caralho? Tá prontinho para entrar… Pode meter… — retorqui.
— Ainda não… Deixa eu brincar com ele… — disse, enquanto continuava a esfregá-lo na buceta.
Passado pouco tempo, a Alessandra parou, desceu e ficou a olhar o meu pau de perto. Agarrou-o bem pela base, cuspiu forte nele e começou a massageá-lo bem devagar.
— Seu pau é uma delícia, bem grosso como eu gosto… Acho que ele vai me rasgar, quando você me soca com força por trás. Que delícia… — Dito isto, fez como que por magia o meu pau desaparecer na sua boca e garganta. Ficou assim por seis ou sete segundos, com ele bem entalado. Eu sentia a garganta a sugá-lo e empurrava a cabeça dela ainda mais para baixo, mas não havia mais pau para entrar. A Alessandra, na nossa primeira foda, não conseguia engolir o meu pau, mas agora o fazia com facilidade e mestria.
Quando o pau saiu, vinha coberto de saliva e, diria eu, prontinho para começar a comê-la. Mas tive ainda direito a uma boa punheta. A Alessandra tentou ainda meter o meu pau entre as suas tetas empinadas.
— Eu sei que você gosta de uma boa punheta espanhola, mas com as minhas mamas e um pau desse tamanho fica difícil… — disse.
Apesar de serem bonitas e deliciosas, não eram as ideais para aquela punheta que eu sempre gostei: precisavam ser mais fartas.
— Como você sabe do que eu gosto? — perguntei, curioso.
— Sempre estive atenta ao que a sua ex-mulher dizia quando vocês eram casados. Falávamos muito sobre sexo: o que você dava para ela e o que eu não tinha. Em muitas noites, me masturbei ao lado daquele corno bêbado pensando em você a comer a sua ex-mulher… e a mim.
— Sei também que você gosta de um bom boquete, e penso que nisso caprichei…? — perguntou.
— Demais! — disse eu.
— Sei que ela adorava quando a pegava por trás, e eu já percebi porquê…
— Sei que ambos gostavam de anal… — disse ela, ficando depois calada.
Eu estremeci. O quanto eu queria comer aquele cuzinho, mas não me parecia que ela fosse deixar.
— Não tenha ideias, porque este cuzinho você não vai comer… — disse ela.
— Não era só eu que gostava, não… De início ela não queria, mas aprendeu a gostar, e olhe que gostava muito — disse eu, tentando convencê-la.
A Alessandra ficou calada, tirando o pau de entre aquelas tetas já todas meladas. Prendeu a ponta entre os lábios enquanto batia uma punheta gostosa, depois desceu bem gostoso para as minhas bolas e lambeu, deixando o pau melado e com um tamanho monstruoso.
— Vou querer ele agora — disse, deitando-se na cama de barriga para cima e abrindo as pernas.
Eu, antes de enfiar, não resisti a passar a minha língua naquela cona gostosa. Cedo percebi que não era preciso muito, pois estava já toda melada. Brinquei um pouquinho com o grelinho, que estava já a pular para fora, e assim que ela começou a gemer e a arrancar os lençóis, resolvi parar.
Levantei-me, coloquei as pernas dela nos meus ombros e, com cuidado, apontei o meu membro inchado na entrada daquela gruta úmida. Depois coloquei as mãos por baixo nas suas nádegas, levantando-a um pouco e, sem deixar o pau escapar, de uma estocada enterrei o meu caralho todo de uma vez.
A Alessandra soltou um grito, como se estivesse a ser exorcizada. Aquele caralho deslizou como se estivesse coberto de óleo. Nem consigo descrever o prazer que aquilo me dava. Voltei a repetir: retirei suavemente até ficar só a pontinha na entrada. Depois, com força e num golpe rápido, voltei a enterrar todo o pau. Novo grito:
— Seu filho da puta, assim você me deixa louca. Me come logo, vai…
Enrolei as pernas dela à volta do meu corpo, apoiei as mãos no colchão e comecei, compassadamente, a enfiar o meu pau bem fundo. A Alessandra colocou as mãos nas minhas costas e, agarrada a mim, tentava fazer o movimento oposto para enfiar ainda mais o pau. Ao fim de uns minutos assim, resolvi rodar, passar para baixo e deixar ela montar aquele monstro tesudo.
Adorava vê-la em cima de mim: aqueles cabelos longos, os peitos firmes a saltarem, uma mão na xereca a massagear, a outra a segurar o cabelo. Ela rebolava como uma cobra naquele pau e revirava os olhos:
— Estou quase a gozar… Vem me comer por trás… — pediu ela.
Ao ouvir aquilo, de um pulo saí debaixo dela. A Alessandra continuava a masturbar-se de quatro, com o rosto na cama e aquela bunda deliciosa toda aberta e virada para mim.
Coloquei ambas as mãos nas nádegas, abrindo ainda mais aquele cuzinho delícia. Enquanto ela se masturbava, enfiei a minha língua o mais fundo que pude naquela xereca gostosa, depois fui subindo e largando toda a saliva que conseguia por todo aquele regozinho. Depois, com o meu pau, fiz questão de espalhar todo aquele suco por todo o lado, passado naquele cuzinho que eu estava louco para comer.
O meu pau pulsava de tesão: podia sentir o sangue a correr nas veias. Mas a Alessandra, com a mão que tinha livre, pegou no meu pau — ele estava tão grosso que os dedos dela não se tocavam ao agarrar. Devagar, foi direcionando o meu pau até a cabecinha entrar na buceta, não fosse eu ter a tentação de o empurrar noutro buraco. Novamente, de uma estocada, enterrei todo, direto. A Alessandra urrou de prazer. De seguida, agarrei-a pela cintura e comecei em repetições loucas, sem parar. A Alessandra gritava:
— Não para, não para! Que delícia, me fode, sim… Mais…! Vou gozaaaar!!
A Alessandra estremecia forte nas minhas mãos, ficou tensa — parecia que tinha corrente elétrica no corpo —, arfava como se tivesse acabado de fazer uma corrida.
Assim que senti ela acalmar, recomecei, enterrando fundo o meu pau, que ainda não tinha saído de dentro dela. A Alessandra estava agora com os braços estendidos na cama, cara enterrada na almofada, cu empinado e só levando com ele, totalmente relaxada.
Ainda não era altura de gozar: queria desfrutar daquele momento. Tirei o meu pau de dentro dela e sentei-me na cama.
— Vem aqui. Chupa o meu pau, quero sentir essa garganta bem fundo…
A Alessandra nem pensou duas vezes: abocanhou o membro sofregamente enquanto deixava escorrer baba da sua boca e fazia movimentos para cima e para baixo, começando a engolir o pau. Logo foi pegando na minha mão e colocando na sua cabeça, pedindo que eu a empurrasse e a fizesse engolir todo o caralho.
Assim fiz. Empurrei a cabeça dela para baixo e mantive-a lá com o pau entalado na garganta até ela forçar a saída.
— Chupa tudo, minha putinha gostosa… Olha só como você agora sabe chupar um pau grosso — falei.
— Adoro a sua pica: me enche a boca e a buceta toda. É uma delícia, sempre dura… — falou ela, tirando o caralho da boca e já com lágrimas nos olhos.
Peguei nela pelo cabelo e forcei novamente uma mamada bem funda. Apenas ouvia a garganta dela a trabalhar, engolindo a pica e engasgando-se naquela mistura de saliva e porra que saía em gotas do meu pau.
Enquanto ela chupava, peguei no meu celular e resolvi colocar de novo o vídeo de Alessandra a foder o Pedro.
Sem parar de mamar o membro, ela olhou o celular e eu falei:
— Qual das picas você gostou mais de chupar? — perguntei.
— Qual é a sua dúvida? Óbvio que prefiro a sua, mas adorei ser comida pelos dois. O Pedro também sabe usar aquele pau. Não me importava que me estivesse a comer agora por detrás enquanto chupo este danado.
Resolvi satisfazer o desejo da Alessandra. Voltei a colocar-me bem por detrás dela, debrucei-a para a frente, juntei as pernas dela de forma a que a buceta ficasse mais fechada e fui arrombando-a.
— Aiiin, delícia… Tá custando a entrar, mas é bom demais… — falou Alessandra.
Enquanto empurrava o caralho para dentro da buceta, fui cuspindo naquele cuzinho: não tinha ainda desistido de comer aquele buraco. Coloquei a minha mão bem no fundo das costas, posicionando o meu polegar entre as nádegas e, como se estivesse a segurá-la, fui devagar massageando aquele olhinho.
O meu pau estava todo enterrado naquela buceta linda, o cuzinho dela bem empinado. Eu, com a mão, ia puxando para trás e para a frente, mas ao mesmo tempo empurrando e tentando que o meu polegar fosse entrando devagarinho naquele cu virgem. O meu celular continuava a passar em loop o vídeo do Pedro e da Alessandra. Cada vez eu tentava forçar mais aquele cuzinho, mas aí a Alessandra falou:
— Você não desiste, não é, André?
— Alessandra, eu quero muito comer o seu cuzinho. Não penso noutra coisa! Você sabe que eu adoro comer um cuzinho. Prometo que vou te iniciar com todo o cuidado e paro assim que você quiser!
— Não sei… Acho que não vou conseguir… Ainda por cima o seu pau é muito grosso: vai rasgar o meu cuzinho virgem — disse a Alessandra, ficando depois em silêncio.
Aproveitei o silêncio para continuar a foder aquela buceta enquanto afastava as nádegas e fazia aquele buraquinho abrir para mim. Depois lembrei-me que tinha lubrificante na mesinha ao lado da cama. Estiquei um braço — sem a Alessandra se aperceber —, abri a gaveta e tirei o frasco.
A última vez que tinha usado fora com a minha ex-mulher, que eu próprio iniciei no anal e que ficou adorando.
Sem parar de foder, abri o frasco e fui deitando delicadamente lubrificante naquele olhinho. Pousei o frasco ao lado da cama e, novamente com o dedinho, massageei… O caminho estava agora “mais macio”. Creio que a Alessandra se apercebeu, porque resolveu esticar os braços para a frente e empinar ainda mais o rabão. A dúvida estava no ar, mas resolvi arriscar e forçar aquela portinha.
Tirei o meu pau e, bem devagarzinho, encostei.
— Aiin, André, tenha cuidado! — falou a Alessandra.
— Relaxa, eu vou te levar às nuvens — falei, já empolgado por perceber que ela ia deixar eu tentar.
Fui empurrando o meu pau enquanto o segurava contra aquele olhinho. Devagarinho, senti ele a abrir.
— Relaxa, Alessandra , respira fundo… Enfia um dedinho na buceta e tenta relaxar. — Ela assim fez.
Aquele cuzinho estava a ser estreado. A cabeça do meu pau sentia a força daquele músculo à volta dele, apertando muito, mas fui forçando devagar. Peguei no lubrificante e fui deitando mais, agora de forma mais abundante. Em pouco tempo, a cabecinha já estava entalada: sentia aquele calor bom enquanto a Alessandra gemia de dor e prazer.
— Aguenta um pouco, já vai passar… Relaxa! — disse eu para a acalmar.
— É muito grosso, André… Você está a rebentar o meu cuzinho…! — disse a Alessandra, aflita mas excitada.
— Calma… Está quase todo lá dentro e depois vai ser mais fácil — falei.
Em menos de nada, a minha pica estava enfiada até ao talo.
— Já está… Agora a dor vai começar a passar. — Devagar, comecei a entrar e sair devagar.
— Está melhor? — perguntei.
— Sim… Ainda está a doer, mas estou a gostar. A dor compensou…
Aquele cuzinho era uma delícia: firme, redondo e completamente virgem, só para mim. Comecei a socar devagarinho e mandei a Alessandra masturbar-se.
— Da próxima vez que quiser foder dois machos, já vai poder fazer uma DP: este cuzinho está pronto para devorar pau — falei.
— Aiiin, me come gostoso, me enraba todinha. Aquele corno nunca quis tentar, você acredita? Você tanto pediu que conseguiu. Me excitava tanto lhe dizer que não… — disse ela com ar de puta.
A Alessandra começava a soltar-se. Eu nem queria acreditar que finalmente estava a comer aquele cu maravilhoso.
— Você nem sonha o quanto eu sonhei em comer esse cu. A minha ex-mulher percebia que eu ficava a olhar e, muitas vezes, enquanto comia o cuzinho dela, ela perguntava se estava a pensar no seu cu.
Tal revelação deve ter servido de gatilho: senti os espasmos e ela começou a gritar:
— Aiiin, caralho, dá forte nesse cu! Acho que vou gozar… Que loucura… Por favor, me come…
Agarrei a Alessandra pela cintura e novamente comecei a socar forte, sem dó nem piedade.
— Sua puta, afinal gostou do caralho bem enterrado no cuzinho… Eu sabia: um cuzinho destes não pode ficar por comer… — falei.
— Fode, fode… Não para, por favor… Que delícia! — falava Alessandra.
— Enche o meu cuzinho com essa porra, eu quero sentir a sua porra no cu!
Não aguentei ouvir aquilo e comecei a urrar de prazer. Várias imagens daqueles dias me passaram pela cabeça enquanto gozava forte dentro dela. Que delícia de mulher. Comer aquela bunda linda tinha sido o auge daqueles dias. Sentia-me esgotado mas satisfeito. A Alessandra deitou-se, eu deixei-me cair ao seu lado, dei-lhe um beijo bem molhado de língua e adormeci profundamente…
Perdi a noção do tempo…
Estava escuro, ouvia vozes ao longe, risos… O que tinha passado?
Continua…
Sussurro Proibido
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