Acordamos no outro dia tarde, por volta das 8h. O celular já tinha tocado várias vezes. Quando fui ver, a líder da excursão havia ligado para nos chamar. Ela deixou mensagem dizendo que estávamos atrasados e que iríamos perder o passeio. Consegui ligar pra ela e disse que pegaríamos um Uber até o lugar marcado: um centro histórico da cidade.
Nos arrumamos depressa, tomamos café e fomos. Nem tivemos tempo de conversar com Miguel sobre as coisas da noite anterior. Apenas perguntei pra ele:
— E aí, taradão, ontem foi bom?
— Sim, foi muito bom. Ouvi vocês depois... haha...
— É, sua prima é fogo. Você ainda tem que comer muito feijão com arroz se quiser fazer isso também.
Ele riu e ficou com vergonha.
Depois fomos caminhando e conhecendo o lugar. Minha noiva parava em cada barraca pra olhar roupas e lembrancinhas pra levar pro pessoal quando voltássemos.
Parou numa loja pra ver cangas. Reparei num biquíni bem pequeno de crochê, azul claro.
— Esse aqui ia ficar show, hein?
— Não gosto muito de crochê, fica coçando depois.
— Mas depois que molha é mais de boa, não?
Ela não se decidia. Perguntei:
— E aí, Miguel, o que tu acha? A Letícia ia ficar como nesse biquíni?
Ele olhou pro biquíni, ficou vermelho:
— Aí, ainda tem dúvidas que ia ficar bom? hahaha.
Ela riu dele:
— Aí, Miguel, você é uma gracinha, viu?
Beijou a bochecha dele. Ela levou o biquíni.
Depois de umas duas horas, fomos pra praia. Letícia estava com um biquíni mais comportado — não enfiado na bunda, mas ainda bem pequeno na frente e não cobria todos os seios. Era preto com bolinhas brancas e lacinhos rosa. Bem fofo, mas nela ficava um tesão.
O chato era o pessoal da excursão por perto, então não podíamos aprontar muito. Mas no mar, fiquei bolinando ela na água. Miguel secava ela sempre que podia.
No almoço, falei pra ele:
— Você precisa comer bastante, garoto. Hoje à noite promete.
Sem entender:
— Vamos dançar de novo?
Letícia riu:
— Gostou, né, safado? Mas não. Hoje vamos ser mais diretos. Mas tudo vai depender de você.
— De mim? Como assim?
Expliquei:
— Olha, cara, ontem foi muito gostoso pra todo mundo. Mas você precisa se controlar mais, senão a brincadeira acaba antes de começar.
Ele entendeu, abaixou a cabeça:
— Também ficam me provocando o dia todo.
Letícia ficou alegre, foi pro lado dele:
— Oh, meu Deus, que tristeza. Vou dar um presente especial pra você mais tarde, bebezinho.
Riu bem safada.
Decidimos voltar pro hotel de Uber e aproveitar a piscina de lá também.
Letícia disse que iria no quarto primeiro. Adivinha: ela colocou o tal biquíni de crochê. Foi uma visão divina. Tinha pequenos detalhes de outras cores na calcinha— rosa e azul escuro. Ficava só o triângulo na bunda arrebitada dela. Na frente, minúsculo. Pra nosso deleite, também não tampava tudo nos seios, com uma flor amarela em cada um. Enfim, estava muito gostosa.
Na hora, fiquei animado. Só tinha a gente na piscina. Quando ela entrou na água, fui logo agarrá-la.
— Gostou, bebê? Você que escolheu.
— Você está uma delícia, meu bebê.
— Que bom que gostou. O Miguel não gostou não? Ele não disse nada, kkk.
Passou a bola pro garoto:
— Gostei sim, Let. Muito mesmo, kkkkk.
— Gostou foi? Vem aqui perto pra eu ver.
Ele veio. Por baixo da água, ela pegou no pau dele por cima da sunga, encarando-o. Ele não sabia se olhava pro rosto dela ou pra baixo.
— Hum... Gostou mesmo, hein, kkkkk.
Caralho, aquilo me deixou doido de tesão. O Miguel, coitado, nem sei se gozou. Ficou todo aéreo, kkkkk.
Ficamos brincando na piscina, pedimos petiscos, até tardezinha.
Quando voltamos pro quarto, à noite pedimos uns lanches pra entregar.
— Viadinho, hoje nós não vamos sair. Eu e Letícia temos uma brincadeira pra fazer com você.
— Mais uma? Kkk.
— Essa vai ser diferente. Se você ganhar, vai receber um prêmio muito especial. Depende de você, cara.
Letícia estava deitada de lado, usando uma camisa minha e um shortinho laranja curto. Só olhava pra ele com um sorriso safado no rosto.
Não sei se ele entendeu o recado na hora, mas ficou quieto — de nervoso, sei lá.
Quando acabamos de comer:
— Moleque, tu bateu uma hoje?
Ele riu, tentou desconversar. Insisti, já sério. Ele:
— Hoje não. Só ontem.
— Beleza. Então vai tomar um banho frio que a gente vai preparar a surpresa pra você. Um joguinho. E não demora no banho. Não é pra gozar, viu!?
— Tá bom, cara.
Foi. Letícia já veio me beijando. Eu, ficando com tesão:
— Vai, safada, se veste.
Ela trocou de roupa: conjunto vermelho de lingerie, bordado em renda. Lindo, deixava-a muito gostosa. Por cima, vestidinho preto de alça. Soltou o cabelo, se perfumou toda, passou batom vermelho.
Eu fiquei só de short. Ficamos esperando ele na cama, ela no meu colo.
Ele saiu e olhou pra gente. Comecei:
— Miguel, agora vamos brincar um pouco. Tá vendo a Letícia? Acha ela gostosa?
Sem jeito. Eu:
— Não, cara. Atitude, porra. Diz logo.
— Sim, muito gostosa.
— Pois hoje você vai ter a oportunidade de ver ela sem roupa alguma. E, dependendo de como se sair jogando, pode até ganhar um prêmio.
— Que prêmio?
— Relaxa, garoto. Se concentra em ganhar. É algo que você vai gostar muito.
Expliquei o jogo:
— Eu vou te pedir pra fazer ou pegar certas coisas. Você vai ter tempo pra realizar. Vão ser 10 coisas. Se completar cada uma, a Let vai mostrar mais o corpo dela. Mas só ganha o prêmio final se as 10 forem feitas no tempo certo. Só vale perder 2x. Depois, não ganha mais o prêmio final.
— Tá bom. Me fala logo o que são essas coisas.
— Aí sim, porra. Gostei.
Letícia ficou feliz:
— Miguelzinho tá doido pra ver a priminha pelada, né? Safado. Ganha o jogo que eu vou te dar um presente bem gostoso.
Ele se animou.
— Vamos lá. A primeira: você precisa me trazer uma folha de alguma planta que não seja verde.
Letícia me olhou estranho:
— Que porra de folha é essa, amor? haha.
— Se vira, peão. Dá teus pulos.
O moleque começou a procurar pelo apartamento. Gritei:
— O idiota! Aqui não tem planta. Procura lá fora. Você tem 5 minutos.
Saiu correndo, nem fechou a porta. Logo voltou com uma folha seca marrom. Era bem isso que eu tinha em mente.
Puxei Lelê pro meio das minhas pernas:
— Escolhe aí, caçador. Quer começar por cima ou por baixo?
Olhou pra bunda dela, mas disse:
— Por cima.
Letícia:
— Hum... Prefere meus peitos, então?
Riu, abaixou uma alça do vestido. Ele olhava atento.
— Ainda tem 9. Vai se segurando aí que tem muita coisa ainda.
— Tá bom. Qual o próximo?
— Miguelzinho, me traz algo que seja da mesma cor que os olhos da Letícia.
Coloquei a mão na frente dos olhos dela.
— São que cor mesmo?
Letícia:
— COMO ASSIM, MIGUEL? VOCÊ SÓ VIVE OLHANDO PRO MEU CORPO E NEM SABE A COR DOS MEUS OLHOS? SAFADO!
— Desculpa, Let.
— Vai logo. Você tem 3 minutos.
Saiu desesperado, trazia coisas:
— É dessa cor?
Toda hora “não”. Até que trouxe um shampoo do banheiro, azul.
— Essa aqui, então.
— Hum... Não tá igual, mas serve. Dona Letícia, veredito?
Tirei a mão. Ela olhou:
— Vou deixar passar. Deu sorte que hoje eu quero te ajudar.
Tirou a outra alça do vestido.
— Agora quero que você vá até a recepção pelas escadas, me traga um copo daquela água com abacaxi que tem lá embaixo e volte. Tudo sem usar o elevador. Em menos de 10 minutos.
Detalhe: estávamos no 8º andar, haha.
O coitado saiu correndo. Olhei: sim, foi pelas escadas.
Letícia:
— Coitado, amor, haha.
— Assim ele gasta as energias, haha.
Ele trouxe o copo, mas com só um pouquinho de água — derramou, haha.
Não aguentei. Letícia, vendo o esforço:
— Bebê, descansa um pouco.
— Não, vamos logo.
Letícia:
— Que maravilha, meu amor. Está bem empenhado. Quer muito ganhar o prêmio, né? Vou te dar um incentivo pra correr mais rápido.
Deitou-o na cama, levantou a blusa dele, beijou o peito, desceu pela barriga, cintura. Deu um beijo demorado no pau por cima da bermuda — tecido fino, de jogar bola. Ele deve ter sentido bem os lábios dela.
— Gostou do carinho da prima, meu amor?
— Sim, demais.
Rimos. Letícia abraçou-o sentado na cama, deu um selinho:
— Cuida, cuida, que quem tá ansiosa sou eu.
Fiquei olhando tudo, já de pau duro.
— Moleque, vai mais rápido. Aqui mesmo no apartamento, pega algo no frigobar.
Letícia gritou:
— VINHOOO!
Ele trouxe, serviu na taça pra ela. Ela levantou da cama, abaixou a parte de cima do vestido, deixando o sutiã à mostra. Pegou nos seios:
— Tá quase, hein. Falta 6. Na próxima você vai gostar muito! haha.
— Vai mesmo. O desafio agora é: vai lá embaixo, pelo elevador mesmo, e pede na recepção um cobertor extra.
Foi. Depois de uns 15 minutos, voltou.
— Que demora, hein. Essa você perdeu. Só passou porque poderia errar 2x. Agora só pode errar 1.
Ia dizendo que a recepção demorou. Eu:
— Quero saber não, peão. Agora a Lelê que vai dizer se você ganha ou não.
Ela:
— Hum... Deixa eu pensar. Olha, hoje eu estou boazinha. Vou dar sim.
Se levantou:
— Senta aí na cama, Miguel.
Colocou uma música leve:
— Você quer ver eles, bebê?
Hipnotizado:
— Sim.
Riu dele, pegou nos seios por cima do sutiã, colocou as mãos atrás, abriu. Segurou a frente com as mãos, virou de costas, terminou de tirar e jogou pra trás. Estava adorando aquilo.
Virou pra gente, uma mão em cada seio. Fazia como quem ia tirar, abria e fechava os dedos, ria bastante. Até que abaixou as mãos e mostrou os seios nus pra ele.
Chegou bem perto:
— O que achou, Miguel?
— São perfeitos.
— Nossa, que fofo, meu amor. Será que deixo você dar um beijinho agora? Hum... Vou pensar. Quem sabe no próximo desafio, hahaha.
Eu de pau durão:
— Gostou, hein, Miguel? Mas se concentra. Você vai ter a noite toda pra olhar. Pensa no grande prêmio. Agora você vai até lá embaixo, levando o celular, e vai ficar lá até uma ligação minha. Lá eu te conto o que quero.
Foi. Chegando lá, liguei:
— Vai em qualquer pessoa e pergunta as horas. Quando ela responder, você diz “já passou da minha hora de dormir” e começa a imitar um bebê chorando. Lembra de deixar o celular no viva-voz pra gente escutar.
O coitado fez exatamente assim. Ri muito.
Voltou cabisbaixo. Letícia fez carinho:
— Oh, meu bebêzinho tá chorando? Quer pepeito pra dormir? KKKKKK.
Ele nem ficou com raiva porque ela já colou os seios na cara dele pra chupar. Chupava um, corria pro outro. Aproveitou muito.
Letícia:
— Deita aí, vai.
Foi por cima dele, dando os seios. Comecei a bater uma de leve.
Depois Letícia:
— Tá bom, bebezinho. Segura pra mais tarde.
Miguel já de pau duro, igual a mim. Mas ainda faltavam 4.
Pedi pra ele ir pelos corredores e procurar um crachá “não perturbe”. Foi rápido, trouxe. Coloquei na porta, tranquei.
De prêmio, Letícia ficou de quatro na cama, mostrando a bunda empinada.
Queria acelerar o jogo:
— Garoto, procura na minha mala algo cinza e retangular.
Vasculhou tudo rápido. Eu rindo dele. Achou um pacote de camisinhas.
— Isso mesmo.
Letícia tirou o vestido, ficou deitada na cama com as pernas abertas, se tocando por cima da calcinha. Eu e Miguel ficamos doidos.
— Vai mais rápido, Miguel, que a Lelê tá no cio.
— O que agora?
— Agora é só diversão, meu consagrado. Vai no frigobar e pega água.
Pegou. Letícia:
— Miguel, vem tirar minha calcinha.
Tirou.
— Gostou? — passando a mão.
Todo besta:
— Sim.
— Agora você vai fazer o último desafio. Precisa se concentrar. Essa vai ser a tarefa mais difícil.
— Pode dizer.
— Você vai fazer uma massagem na Let com o hidratante, mas não pode gozar.
Virou de costas:
— Capricha, hein, Miguel.
Começou a passar nas costas, esfregando de qualquer jeito, agoniado.
— Vai com calma, menino. Precisa ser delicado.
Foi com calma, passando pela extensão das costas. Parecia não saber, mas estava indo bem.
Letícia:
— No bumbum também, meu amor.
Foi passando. Eu só olhando com tesão aquele moleque alisando minha mulher.
— Entre as pernas também, Miguel. Onde mora o perigo.
Letícia riu:
— Sim, bebê. Mas com calma.
Alisava a bunda, passava a mão entre as pernas, chegava perto da buceta, mas não ia em frente.
Letícia virou de frente. Começou na barriga, ameaçava ir pros seios. Ela teve que dizer:
— Sem medo, Miguel. Você estava com a boca neles há pouco.
Começou a passar com vontade, quase babava.
Letícia me olhou com tesão:
— Ele tá aprovado, amor. Já foram os 10 desafios, né?
— Sim. Parabéns, moleque. Hoje você se deu bem. Agora não vou ficar só de espectador não. Até porque essa mulher é minha.
Tirei toda a roupa, falei pro virgem tirar também. Dei meu pau pra ela chupar. Ela deitada, eu de joelhos do lado da cabeça, dando pra mamar.
Miguel olhando. Ela:
— Vem cá, Miguel. Chega mais perto.
Veio. Letícia pegou no pau dele também.
— Se for gozar, goza no lençol.
Nem 2 minutos e ele vira a pica pra fora da cama, goza no chão.
— Caraí, hein, Miguel. Limpa aí, vai. Pega o lençol.
Limpou. O pinto já foi ficando duro de novo.
— Aí sim. Goza mas não morre. Vem brincar também.
Enquanto isso, Letícia comia meu pau. Quando Miguel chegou, tirou o meu da boca, ficou punhetando nos dois.
— Que delícia. Hoje eu estou bem servida de pica.
Riu, puxou Miguel mais perto, deu um beijinho na pica dele:
— Não goza agora, tá bom, bebê?
Ele só acenou com a cabeça, gemeu.
Fui com a mão na buceta, meti dois dedos. Fez ela gemer:
— Aí, papai, que gostoso.
Colocou a boca no Miguel. O pinto dele menor facilitava: engolia todo. Eu doido vendo.
Fui chupar a buceta. Ela largou meu pau, ficou segurando as bolas dele e chupando. Só parava pra gemer meu nome.
Puxei-a pra ficar de quatro. Disse pro Miguel sentar na frente dela. Comecei a meter devagar — tesão querendo gozar, mas tinha que mostrar quem era o homem no quarto, haha.
Acelerei aos poucos. Quando ouvi os gemidos abafados dela por causa do pinto na boca, fiquei doido. Fui com força:
— Me come, amor. Fode sua putinha.
Engasgou. Vi: Miguel jorrou porra na boca dela. Ficou com o pau na boca até terminar, depois me mostrou de boca cheia:
— Olha.
— Caraí, hein, Miguel. É uma vaca leiteira, porra? haha.
Depois de engolir tudo, puxei-a pra meter de ladinho. Miguel veio pra frente, brincou com os seios, bateu punheta.
— Olha lá a buceta dela engolindo meu pau, Miguel.
Olhou, bateu mais. Eu metendo forte, fazendo ela gemer gostoso.
Miguel surpreendeu: colocou o pau na boca dela.
— Isso aí, moleque. Aproveita.
Fomos metendo nela. Ela fazia barulho com o boquete e a buceta molhada também.
Finalmente ela gozou, se tremendo toda, contraindo os músculos. Tive que sair. Fiquei batendo uma enquanto ela descansava.
— Quero gozar também, amor.
— Onde você quer? O Miguel já tomou conta da minha boca, haha.
— Dentro, então.
Veio montar em mim, cavalgou:
— Goza pra mim, meu macho. Goza na buceta da sua mulher.
Miguel foi pra trás dela, alisando os seios. De vez em quando ela movimentava os quadris pra frente e pra trás, virava o rosto de lado pra beijar ele. Eu embaixo via tudo. Tomei o controle da cavalgada, meti forte e rápido. Gozei tudo dentro dela. Fui no céu e voltei.
Letícia deitou por cima de mim, esperou meu pau amolecer pra sair de dentro. Miguel deitou do nosso lado. Depois Letícia foi abraçar ele, ficou deitada junto, beijando na boca e batendo punheta pra ele.
Fui pegar uma camisinha pra vestir — iria comer o cu dela. Ela se ajoelhou pra chupar Miguel. Ficou chupando.
Fiquei de olho, meu pau subindo. Dei o meu pra ela chupar. A safada tentava colocar os dois na boca. Muito tesão.
Miguel gozou: voou porra nos peitos e pescoço dela.
— Amor, quero comer sua bunda agora.
Foi no banheiro, voltou depois de uns minutos. Ficou de quatro na cama. Meti primeiro na buceta — cheia de porra, pra lubrificar —, depois pro cuzinho.
De início sempre apertado, mas depois mais de boa. Letícia dizia que doía, mas não era pra parar. Gemia, mordia a cama, urrava:
— Que gostoso, vida.
Vi Miguel de pau duro de novo, só olhando.
— Olha, bebê, o Miguel tá pra jogo de novo.
— Miguel tá no cio também, amor, haha.
Peguei ela, coloquei de frango assado, continuei metendo no cuzinho.
— Vem, garoto.
Deu a pica pra ela chupar. Mas eu:
— Miguel, vai lá colocar a camisinha também.
Letícia me olhou muito safada. Miguel teve dificuldade pra colocar.
— Deixa eu ajudar ele, amor.
Pareei de meter. Ela sentou na cama, trouxe ele pra perto, ajudou a colocar:
— Agora vem com calma, Miguel.
Deitou de frango assado. Ele na mesma posição que eu, em pé. Colocou o pau na entrada da buceta... e gozou. Se tremeu todo, caiu por cima dela.
Ela alisando as costas dele:
— Tá tudo bem, meu amor.
Achei fofo e patético, haha.
Depois que ele saiu de cima, deitei:
— Vem por cima agora, Let.
Montou no meu pau de costas pra mim. Encaixei na bunda de novo. Sentou devagar — doía —, mas acelerou aos poucos. Já pedia pra eu bater na bunda. Bati muito, deixei vermelhinha.
Disse que queria gozar na cara dela. Saiu de cima, gozei tudo na cara.
Deitei pra recuperar o fôlego. Ela limpou o rosto, veio se deitar me abraçando.
Miguel ficou deitado do nosso lado na cama.
— Fica assim não, Miguel. Você é só jovem, logo vai criar mais experiência. Vem tomar banho com a gente.
No banho, Letícia ensaboou Miguel, tentou masturbar o pinto dele, mas só ficava meia-bomba — acho que era o limite do moleque.
Eu fiquei duro de novo. Fui pra trás dela, meti de novo. Miguel do lado, passando a mão nos seios dela, beijando quando podia.
Ela gemia muito, eu fodia com força — cabeça dela ia pra frente e pra trás. Até que gozei na bunda dela.
Terminamos o banho e fomos dormir.
— Quer dormir com a gente, Miguel?
— Será que dá certo?
— Só tu não roçar o pinto em mim, haha.
Deitou de um lado, eu do outro. Letícia no meio, os três pelados.
Mais tarde acordei: vi Letícia agarrada comigo, Miguel deitado de lado virado pra lá. Acordei Letícia:
— Ei, amor, vai acordar o Miguel.
Ela entendeu. Pegou no meu pau, acariciou de leve, desceu e chupou gostoso. Foi no Miguel, virou-o de barriga pra cima. Pinto ainda mole. Ficou acariciando com a mão e chupando o meu. Depois inverteu: chupando ele, batendo punheta pra mim.
Ficou nisso até Miguel:
— Vou gozar.
— Espera aí.
Coloquei ela de joelhos:
— Abre a boca.
Ele gozou na boca dela. Depois foi minha vez. Enchemos a boquinha dela de leite.
Já estava tarde, quase 9h. Precisávamos tomar café pra depois pegar a estrada às 12h.
Letícia foi tomar banho:
— Miguel, quer aproveitar a prima pela última vez?
— Quero.
Antes dele ir:
— Pega uma aqui, lerdo. — apontei pras camisinhas.
Letícia vendo:
— Esse menino é bestinha, viu.
Puxou ele pelo braço, foram juntos pro banheiro. Ajudou a colocar a camisinha de novo:
— Não precisa ir rápido, meu amor. Vai com calma até se acostumar, tá bom?
Puxou-o pro box, empinou a bunda. Ele foi pra trás, colocou, começou a movimentar com calma.
— Isso, Miguelzinho. Vai com calma. Mete devagar pra durar mais tempo.
Gemia gostoso:
— Hummm... Isso, meu amor. Come a priminha, vai.
Fechava os olhos.
Fiquei olhando aquele moleque comer ela, bati punheta com o pau muito duro.
Ele acelerou aos poucos. Letícia não falava mais, só gemia ofegante. Não demorou muito: acelerou no finalzinho, gozou na camisinha dentro dela.
Letícia ainda movimentou os quadris, olhou pra ele, riu. Tirou o pau dele:
— Hum... Que gostoso, Miguel. Parabéns pela primeira bucetinha que você comeu.
Beijou-o.
— Você gostou, meu amor?
Todo ofegante:
— Gostei muito.
Sorriu. Letícia ficou feliz, deu mais beijos nele. Olhou pra mim, brincando:
— PRÓXIMO.
Riu.
— Boa, Miguel. Agora virou um homem de verdade. Só dá licença aí que eu tô doido de tesão.
Letícia:
— É muita rola pra pouca mulher, meu Deus!! haha.
Riu bastante, mas ficou na posição. Meti com força e rápido — quase gozando. Mas ela:
— Segura que eu quero gozar.
Fiz milagre, segurei. Ela começou a gemer alto, gozou. Tive que segurá-la pra não cair no chão. Gozei junto com ela. Muito, muito gostoso.
Trocamos carinhos no chuveiro. Letícia chamou Miguel, deu vários beijos também.
Tomamos banho, nos trocamos, fomos tomar café. Miguel estava mais tranquilo, não tão nervoso quanto antes. Quase uma pessoa normal. Ria mais despreocupado.
Depois voltamos pra arrumar as malas. Às 11h, já estávamos fazendo checkout e indo embora.
Miguel não mora na mesma cidade que a gente. Disse que não falaria pra ninguém. Bom, a mãe dele nunca nos disse nada que levantasse suspeita. Ele já mandou mensagem pra Letícia perguntando se podia ir nos visitar. Ela:
— Quem sabe a gente te leve de novo nas próximas férias.
Depois não nos falamos mais há uns meses. Mas ainda assim foi muito gostoso. Foi a primeira vez que dividi a Lelê com alguém. Queria ter feito uma DP, mas o Miguel era muito precoce. Enfim, tudo foi muito gostoso. E no fim ele ainda gozou mais que eu...
Fim…
Sussurro Proibido
Gostou? Não deixe de votar e comentar!





Super gostosa vc...suuuuuuuper
Muito bom!
Conto muito excitante e gostoso. Hora me imaginava no Lugar do Miguel e hora na do Noivo da Letícia. Delicioso esse conto.