Enquanto preparava o café da manhã, ouvi passos no corredor. Era Carla, a prostituta contratada, emergindo do quarto de hóspedes com uma aparência composta, mas com um leve cansaço nos olhos. Seus cabelos escuros estavam amarrados em um coque prático, e ela vestia as mesmas roupas casuais da noite anterior. Fernando, já de pé, acertou o pagamento com ela na sala, em voz baixa para não perturbar João, que ainda dormia.
– Combinamos trezentos pela noite inteira – disse ela, com tom profissional e direto, enquanto contava as notas que Fernando lhe entregava. – Mas se quiserem repetir, vai ter que ser quinhentos. O velho é incansável... não para nem por um minuto.
Suas palavras ecoaram como um comentário casual, mas carregado de implicações. Fernando corou visivelmente, sua pele morena clara ganhando um tom avermelhado, e murmurou um “obrigado” apressado enquanto a acompanhava até a porta. Eu, ouvindo da cozinha, senti uma pontada de curiosidade misturada a algo mais profundo – uma inveja sutil, talvez, ou uma excitação reprimida. Como mulher de 38 anos, casada e dedicada à família, eu não deveria me importar com tais detalhes, mas a imagem de João, vigoroso e dominante, persistia em minha mente como uma sombra tentadora.
Passamos o dia em uma rotina cautelosa. À tarde, levamos João de volta ao médico para uma consulta de acompanhamento. O consultório era simples, com paredes brancas e o cheiro asséptico de hospital que me deixava ligeiramente ansiosa. O doutor, o mesmo da noite anterior, examinou João com eficiência e confirmou:
– A prostatite está sob controle com os antibióticos, mas você precisa de mais cuidados. Evite estresse, mantenha a hidratação e, acima de tudo, siga a recomendação de atividade sexual regular. Sem isso, crises como essa podem se repetir.
João assentiu, os olhos baixos, sua careca reluzente sob a luz fluorescente refletindo uma vulnerabilidade que raramente mostrava. Fernando, ao meu lado, decidiu ali mesmo:
– Pai, você fica no nosso quarto de hóspedes por uns dias, até se recuperar por completo. Não quero riscos.
João protestou levemente, mas aceitou, grato pela proximidade familiar.
Fernando e eu fomos buscar algumas roupas e pertences na casa dele, uma tarefa rápida que nos permitiu um momento a sós no carro.
– Estou preocupado, Solange – confessou ele, os olhos fixos na estrada. – Ele sempre foi tão independente.
Eu o consolei, apertando sua mão:
– Não vai acontecer nada grave. Estamos aqui para ele.
À noite, João se recolheu cedo, por volta das nove horas, exausto pela medicação e pelo dia. Fernando e eu ficamos na sala, conversando em voz baixa sobre trivialidades – o trabalho dele, minha rotina na academia doméstica. Mas o tema voltou ao pai:
– Ele não é bom com computadores ou celulares – disse Fernando, pensativo. – Consegui um aparelho de DVD antigo no sótão e alguns filmes... você sabe, para ajudar com a recomendação do médico.
Ele corou novamente, evitando meu olhar. Eu concordei para não desfazer da ideia, embora lembrasse das palavras do doutor: “Com pessoas reais é melhor, mas quem sabe isso ajude por enquanto.”
No dia seguinte, cedo, Fernando instalou o DVD no quarto de hóspedes, explicando pacientemente a João como usá-lo. Deixou uma caixa de lenços na mesa de cabeceira, um gesto prático e silencioso. João, com sua voz grave e serena, murmurou:
– Não sei se adianta, filho. Nunca consegui gozar com filmes pornôs... é como se faltasse o toque real.
Havia uma ponta de vergonha em suas palavras, mas ele agradeceu, apertando o ombro de Fernando.
– Vou tentar.
Ao longo do dia, João mostrou sinais de melhora: caminhava com mais firmeza, seu corpo forte e imponente recuperando o vigor. Enquanto eu malhava na nossa academia caseira – um espaço bem equipado com pesos, esteira e aparelhos que eu usava para manter minha forma compacta e malhada –, ele apareceu na porta, vestindo um short folgado e uma regata que destacava seus músculos definidos para a idade.
– Preciso malhar um pouco, filha – disse ele, com um sorriso tímido. – O corpo pede movimento.
Eu o ajudei com exercícios leves, orientando-o no supino:
– Vá devagar, sogro, para não forçar.
Enquanto ele erguia os pesos, seu peito largo subindo e descendo, não consegui me controlar – meu olhar desceu involuntariamente para o volume aparente em seu short. Mesmo flácido, era notável, uma protuberância que sugeria o descomunal que eu havia espiado na noite anterior. Virei o rosto rapidamente, sentindo o calor subir às bochechas, e saí para pegar água, o coração acelerado por uma mistura de constrangimento e fascínio.
Naquela noite, João decidiu tentar o DVD. Fernando e eu estávamos no quarto quando ouvimos um barulho sutil – gemidos abafados do filme, misturados a movimentos. Curioso, Fernando se aproximou da porta semiaberta do quarto de hóspedes e espiou, sussurrando para mim:
– O pai tá batendo uma.
Ele riu baixinho, um riso nervoso, e eu fiz uma careta de reprovação fingida. De repente, João gemeu alto, um grito de dor em vez de prazer. Fernando observou por alguns segundos, tenso, e então entrou. Eu fiquei do lado de fora, ouvindo a conversa:
– Pai, você precisa gozar para aliviar – disse Fernando, urgente.
João respondeu, ofegante:
– Não consigo... dói. Preciso de toque físico. Chama aquela mulher.
Fernando tentou ligar para Carla, mas o telefone dava desligado – talvez estivesse ocupada com outro cliente. Desesperado, ele saiu e murmurou para mim:
– E agora?
Sem ideias melhores, e impulsionada por uma compaixão misturada a algo mais primal, eu sugeri:
– Se eu bater uma para ele, apenas com as mãos... será que dá certo?
Fernando me olhou, chocado:
– Solange, como assim?
Eu respondi, firme:
– Ele está passando mal. Se for o único jeito de salvá-lo, eu me sacrifico pelo seu pai.
Ele hesitou, os olhos cheios de conflito:
– Você faria isso por ele... ou por mim?
– Sim – afirmei, e ele cedeu: – Mesmo contra minha vontade, eu agradeço.
Entramos no quarto juntos. Lá estava João, sentado na cama, sua tora enorme já dura pelo estímulo do filme – grossa e alongada, veias pulsantes sob a pele escura. Eu me ajoelhei, fingindo desconforto, mas internamente em êxtase. Minhas mãos mal envolviam aquela circunferência; usei as duas em movimentos de vai e vem, e ainda sobrava muito. João olhou para cima, evitando meu olhar, mas relaxou quando Fernando insistiu:
– Pai, tenta. Goza, senão vai pro hospital.
Fernando observava, atônito, virando o rosto para disfarçar, mas espiando de rabo de olho, admirando o espetáculo.
– Vai, pai, goza pra ver se ajuda – incentivou ele.
João explodiu em um jato enorme, direcionado ao meu rosto – porra quente e abundante encharcando meu cabelo loiro, minha camisola, e pingando no chão. Levantei-me, dizendo:
– Vou ao banheiro me limpar.
Fernando verificou se o pai estava bem, mas no banheiro, sozinha, lambi as mãos meladas, provando o sabor salgado e intenso – eu estava gostando da porra do meu sogro, um segredo culpado que me excitava ainda mais. Limpei-me e voltei ao nosso quarto com Fernando.
– Para não haver mal-entendido, quero transar com você agora – disse eu, e transamos com uma intensidade feroz – meu tesão vindo da visão de João, e o pau de Fernando mais duro do que nunca, como se a cena o tivesse inflamado também.
Continua…
Sussurro Proibido
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Tipo votadíssimo já quero a parte 3 Muito tesão
Que delícia de conto tem mais dele quero ler