Felipe sempre foi um bom amigo. Passámos muitas férias juntos, celebrámos aniversários e outras datas importantes. A sua companheira, Alessandra, era uma mulher fantástica, uma excelente advogada com quem muitas vezes me aconselhei. Bonita, sensual, sempre bem arrumada, cheirosa… Um verdadeiro tesão.
Todos estes acontecimentos me perturbaram. Não sabia ao certo o que iria acontecer depois de tudo aquilo. Nenhuma mulher me tinha feito perder o controlo daquela forma. Nunca esperei um dia envolver-me com a Alessandra, apesar de que, confesso, o imaginei muitas vezes. Talvez por sempre o imaginar, é que naquela altura, ao tentar comer aquele cuzinho e ser recusado, fiquei puto da vida…
Mas era agora altura de esquecer tudo isso e tentar encarar a realidade. Várias semanas se passaram e eu não sabia ao certo o que se estava a passar. Alessandra iria contar algo ao Felipe? Teria o Felipe desconfiado de alguma coisa quando me ouviu gemer no celular? Por que todas estas semanas sem me dizerem nada?
A resposta chegou numa sexta-feira de manhã. Eu estava a dirigir para o trabalho e o Felipe ligou-me:
— André, como você anda? O que tem feito?
— Oi, Felipe, tudo legal. Tenho estado recatado, um pouco cansado nos últimos tempos — inventei eu para justificar o meu silêncio.
— E por aí? Como estão as coisas? — perguntei eu, algo a medo.
— Tudo ótimo. Eu e a Alessandra temos estado muito bem. Ela voltou para a minha casa… Era precisamente sobre isso que eu queria falar consigo.
O meu coração quase parou… Qual seria o tema que ele queria abordar?
— Hoje vamos fazer um jantar lá em casa e resolvemos convidar o Pedro e a Tânia. Você lembra deles do último Réveillon? E claro, queremos que você vá também.
Fiquei mais descansado. Afinal, tudo estava normal: iriam fazer um jantar de amigos e queriam convidar-me.
— André, nem preciso dizer que, se você quiser trazer alguém, fique à vontade…
— Pode levar a gata que estava arrombando no outro dia quando lhe liguei — disse o Felipe no meio de uma gargalhada.
Mal sabia o Felipe que a gata era a sua mulher. Só de ouvir aquilo, o meu pinto ficou logo duro.
— Obrigado, Felipe. Eu devo ir sozinho. Naquele dia eu estava a comer uma putinha do Tinder, nada sério — disse aquilo porque sabia que certamente ele iria contar à Alessandra e, de alguma forma, aquilo ia mexer com ela. E não sabia neste momento exatamente porquê, mas tinha essa vontade.
Nesse dia não mais fiquei tranquilo. Apesar de tudo parecer normal, o facto de saber que ia encarar a Alessandra estava a deixar-me nervoso. Como iria ser encará-la depois daquela foda maravilhosa com um final aparatoso e constrangedor? Relembro, para quem não leu o meu relato anterior, que depois de ela se recusar a deixar-me comer aquele cuzinho maravilhoso, eu acabei por comê-la de quatro de um jeito bem na marra (que ela aparentemente amou) e, antes de ela se vir, de castigo, tirei fora e gozei na cara dela.
Chegado o final do dia, fui até casa, escolhi uma boa roupa, tomei um bom banho, preparei-me e pus-me a caminho com as três melhores garrafas de vinho português que tinha em casa. Ao chegar, quem me abriu a porta foi o Felipe. Estava com ótimo aspecto — diria que até mais magro —, todo arrumado. Parecia outro homem. Fui entrando e dirigi-me à cozinha com o Felipe para preparar o vinho. Ao entrar, dei de caras com a Alessandra. Linda como sempre, olhou para mim e deu o seu melhor sorriso. Notei no seu olhar que havia cumplicidade: percorreu-me e comeu-me com os olhos. Falou:
— Estou atrasada com o jantar e ainda nem me arrumei. Me desculpem, eu volto já… Felipe, dê uma olhada no arroz, não deixe secar.
Eu fiquei a preparar o vinho calmamente e o Felipe ficou a olhar-me. Assim que a Alessandra saiu, perguntou-me:
— Então, cara, que tal era aquela putinha? Me mostra fotos…
Fiquei sem saber o que dizer.
— Errr… Tive um problema com o meu Tinder e tive que apagar — inventei.
— Mas como era ela? Valeu a pena? Você parecia estar a gostar, estava ofegante…
Toda aquela conversa estava a tornar-se insana. Ele não sabia, mas estava a falar da própria mulher que eu arrombei naquele dia…
Entretanto, fui salvo pela campainha. O Felipe foi abrir a porta. Eram o Pedro e a Tânia. Foram entrando e cumprimentando-nos.
A Tânia era uma mulher não muito bonita, mas muito vistosa: alta, peitos fartos, loira, com uma bunda bem redonda e grande, muito gostosa. Compensava a pouca beleza do rosto com uma enorme simpatia. Vinha vestida de forma simples, pois iria trabalhar depois do jantar. Tânia era enfermeira e iria iniciar o seu turno à meia-noite.
O Pedro era um homem alto e magro, pele clara, olhos claros. Estava sempre atento a tudo. Simpático, porém pouco falador.
Estávamos já em amena conversa quando a Alessandra voltou. Todos nos calámos e eu e o Pedro quase babámos… Alessandra usava um vestido preto curtinho, sem costas — deixando perceber que não tinha soutien —, um salto alto que fazia exibir as suas pernas longas e morenas e aquele bumbum que me deixava louco. A Tânia quebrou o gelo, elogiando a roupa e puxando o Pedro para a cumprimentar. Eu disfarcei, servindo o primeiro copo de vinho.
Alessandra, enquanto conversava com a Tânia, ia olhando para mim, mexendo no cabelo. Por vezes sorria e olhava-me pelo canto do olho. Eu conversava com o Pedro e com o Felipe, mas sem nunca conseguir tirar os olhos daquele pedaço de pecado.
Na hora de ir para a mesa, Alessandra aproximou-se de nós, abraçou-se ao Felipe e, encarando-me ao mesmo tempo que mordiscava a orelha dele, falou baixinho, mas de forma a que eu ouvisse:
— Amor, hoje tenha atenção à bebida, porque toda eu sou fogo e, logo à noite, tem que cuidar de mim…
Ao dizer isto, passou a mão disfarçadamente no pinto do Felipe e dirigiu-se à mesa, sempre a olhar para mim.
O Felipe ficou meio sem jeito, mas sorriu e piscou-me o olho, como que dizendo que iria faturar nessa noite. Lembro como se fosse hoje: fiquei com inveja, mas não podia dar margem para que desconfiassem.
Sentámo-nos à mesa, onde já estava a comida, e iniciámos a refeição. A conversa rolou, a comida foi desaparecendo e o vinho também. Alessandra bebeu um copo de vinho tinto. A Tânia, como ia trabalhar, não pôde beber. O Pedro e eu bebemos o resto da garrafa que estava junto da Alessandra. No entanto, as três garrafas de vinho tinto que tinha levado para casa dos meus amigos estavam vazias em cima da mesa. Quem as tinha bebido? Para quem já conhece os meus amigos, sabe a resposta. O Felipe ainda hoje (continuamos amigos) tem o mesmo problema com o álcool: apesar de não ficar de porre, bebe demais.
Fomos conversando e diria que tudo correu com normalidade à mesa. Alessandra, que era a pessoa em quem eu me focava sempre mais, olhava para mim enquanto falava. Não sei se sempre foi assim ou se era sugestão pelo que se passou. O Felipe foi buscar os doces e a Alessandra foi ajudar. No regresso, começámos a conversar sobre o facto de a Tânia ir trabalhar e como era chato fazer turno da noite. Esse foi o mote para se falar de dormir sozinho. Alessandra olhava para o Felipe e percebia que o problema de sempre continuava ali… O Felipe sempre bebia demais ou não tinha energia para, à noite, quando iam dormir, cuidar dos desejos dela. E que desejos!
— Você bebeu essas duas garrafas sozinho, Felipe? — perguntou Alessandra.
— Não sei, penso que não… — respondeu o Felipe, meio aflito e já percebendo que vinha aí uma discussão.
— Vou preparar os cafés — disse eu, por forma a escapar do “terremoto”, e levantei-me, indo para a cozinha.
A conversa continuou na sala, já em modo de discussão. As queixas da Alessandra eram as mesmas de sempre e as desculpas do Felipe também.
Eu estava a preparar uma bandeja com os cafés espressos quando o Pedro entrou na cozinha, fazendo com a cara uma expressão que indicava que “o bicho estava a pegar”. Dirigiu-se a uma sacola que tinham trazido e retirou de lá uma garrafa de whisky, que levou de volta com ele para a mesa, junto com vários copos. Eu continuei a preparar os espressos e reparei, por cima do ombro, que a Alessandra tinha entrado na cozinha trazendo algumas louças já sujas. Não me disse nada, mas, ao voltar-se para mim, certificou-se de que estávamos sozinhos na cozinha, encostou-se a mim e falou junto da minha orelha:
— Não vai querer?
E pegou na minha mão, colocando-a entre as pernas, por dentro da calcinha. Senti aquela bucetinha toda molhada e, quase instintivamente, enfiei o mais fundo que consegui o meu dedo. Alessandra estremeceu e rapidamente retirou a minha mão, segurou o dedo e enfiou-o todo na boca, fazendo-o deslizar devagar para fora, sempre a olhar nos meus olhos. Depois, por fora das calças, agarrou o meu pau, que já estava a pulsar de tesão, no seu tamanho máximo.
— Vai gozar na minha cara ou me deixar na mão de novo, seu filho da puta? — falou baixinho. E, terminando de falar, lambeu-me a orelha.
Nesse preciso momento, o Pedro entrou na cozinha e ficou meio assustado e sem jeito. No momento, não entendi se ele percebeu alguma coisa ou não, mas falou:
— Alessandra, tem gelo aí para colocar no whisky?
Alessandra, meio atrapalhada e com o coração certamente aos pulos, falou:
— Tem sim, vou pegar para você e levo para a mesa…
Eu saí junto com o Pedro e fui-me sentar na mesa, onde o Felipe seguia a conversar com a Tânia.
Continuámos a beber os cafés e alguns whiskies — que, para desespero da Alessandra, no caso do Felipe foram mais do que a conta — até que o Pedro falou:
— Amor, vou chamar o nosso Uber para te deixar no trabalho e sigo para casa. — O Pedro tinha o carro avariado.
— Que isso, eu levo vocês. Faço questão. Qual o hospital em que você está?
E esse foi o mote para sairmos de casa da Alessandra. Despedimo-nos e notei que a tensão entre Alessandra e Felipe era enorme. Ele já estava bem bêbado e isso certamente não ia agradar à Alessandra.
Na saída do condomínio, o Pedro manteve-se calado, mas a Tânia comentou:
— Isso não vai dar certo… A Alessandra está puta da vida… Pelos vistos, nada mudou. Essa mulher é um vulcão e o Felipe não tá dando conta do recado. Ele não pode continuar assim…
Ao entrarmos no carro, o Pedro falou:
— É, eu não sei como o cara aguenta toda aquela bebida. Eu não ficava mais de pé…
— Ele fica de pé, mas depois, segundo a Alessandra diz, ele não mantém é o pinto dele de pé… — disse a Tânia, sorrindo e fazendo eu e o Pedro soltarmos uma gargalhada.
Chegando ao hospital, deixámos a Tânia. Assim que ficámos a sós, o que eu temia aconteceu:
— Cara, a Alessandra tá dando em cima de você? — perguntou o Pedro.
— Nada disso! — tentei eu rebater.
— Ahh, cara, qual é… Eu vi… Ela estava a passar a língua em você… E esteve a olhar para você todo o jantar com ar de tesão. Aquela mulher é foda. Tu tens que faturar. O Felipe é corno mesmo, prefere ficar na bebida.
Com o nervoso da conversa, fui dirigindo na direção da minha casa e, enquanto falávamos, o Pedro chamou-me a atenção:
— Cara, você esqueceu de me levar, mas não tem mal… A gente conversa e eu depois tomo um Uber da sua casa para a minha.
Enquanto eu tentava mudar de assunto (o Pedro só falava da Alessandra e de como deveria ser boa de comer), senti o meu celular vibrar. Tinha uma mensagem da Alessandra no WhatsApp: “Este corno pegou no sono de novo, não vai me foder...”
Pousei o celular e entrei na garagem da minha casa. O meu coração pulava. De todos os lados, as informações que entravam na minha cabeça eram sobre a Alessandra.
— Me imagino a debruçar ela sobre a mesa da cozinha, levantar aquele vestidinho preto que ela tinha hoje, afastar a calcinha para o lado e empurrar o meu caralho para dentro daquela xoxota úmida. Tudo isto enquanto você e a minha mulher conversavam com o Felipe na sala — dizia o Pedro.
Eu sorri e convidei-o para subir e tomar qualquer coisa.
Enquanto subíamos no elevador, nova mensagem no WhatsApp: “Estou louca de tesão… Porque você fugiu? Vem me comer, esse viado está dormindo.”
Não quis responder, disfarcei o melhor que pude e tive que entrar na conversa:
— É, a Alessandra deve ser um fodão…
— Qual é, cara? Não precisa disfarçar… Da forma que eu peguei vocês, tá na cara que já muito rolou entre os dois… — disse o Pedro, sorrindo para mim.
— A Tânia sempre fala que a Alessandra é a mulher com mais tesão que ela conhece. Que sempre foi fiel ao Felipe, mas que desde a última separação ela não garante. Que lhe pareceu que a Alessandra estava outra mulher.
Fiquei calado e sem saber o que dizer… O Pedro ficou a olhar para a minha expressão e sorrindo.
— Cara, confessa… Você já comeu aquele pedaço… Tá na sua cara… — falou o Pedro.
Nesse momento, o meu WhatsApp avisou que nova mensagem tinha chegado: “Vem me comer… Por favor… Quero ser socada com força de novo!”
— Aposto que ela tá te enviando mensagens! — disse o Pedro.
O filho da puta é astuto. Ele sempre fica em silêncio, observando, e sempre topa tudo. Deixou-me desarmado e soltei um sorriso.
— Eu sabia! — falou ele de novo.
Aí eu falei:
— É ela sim, mas está apenas dizendo que o Felipe caiu no sono de bêbado.
Nova mensagem: “Se você não vier me comer, não sei o que vou fazer…”
E eu disfarcei:
— Ela está dizendo que ficou com tudo para arrumar sozinha e que ele nem ajudou a levantar a mesa. Foi direto para o sofá e está roncando.
O Pedro escutou e continuou a comentar as ideias que ia construindo na sua cabeça:
— Comer ela e a Tânia ao mesmo tempo seria ótimo… Pena que a Tânia não ia aceitar…
Aos poucos, consegui ir mudando o rumo da conversa e, quando o Pedro já estava quase de saída, tocou a campainha da minha casa.
Era 1 da manhã e, quando fui abrir a porta, tinha a Alessandra a olhar para mim. Notava-se que tinha bebido, apesar de estar bem. Fiz sinal que tinha o Pedro na sala, no momento exato em que ele surgiu atrás de mim.
— Alessandra, tudo bem com você? O que se passa? — perguntou o Pedro.
Ela tentou disfarçar:
— Eu vim embora de casa do Felipe. Basta para mim… Eu bebi um pouco demais e não quis ir assim para casa.
— Me perdoem que eu não sabia que estavam tendo uma noite de homens. Espero não ter interrompido nada — disse ela, sorrindo e um pouco cambaleante.
— Senta aqui um pouco no sofá que eu vou preparar um café para você. Pedro, quer também alguma coisa? — perguntei eu.
— Estou bem assim — falou o Pedro.
Fui para a cozinha fazer o café, mas estava a tremer. Aquela putinha veio preparada para me foder e fomos pegos pelo nosso amigo. E agora?
Enquanto a água fervia, fui preparando tudo e nem cinco minutos demorei. Quando me dirigia à sala com o café na mão, reparei que a Alessandra estava de joelhos na frente do Pedro. O Pedro, com a cabeça para trás, parecia desfrutar de um maravilhoso boquete. Não me enganei: logo em seguida ouvi a garganta da Alessandra engolindo o pau e o Pedro gemendo de prazer.
Voltei atrás para pousar o café e fiquei sem saber o que fazer…
Peguei no telefone e resolvi filmar sem que se apercebessem. Aquela cena estava a deixar-me com muito tesão. Consegui colocar-me num local por detrás de outro sofá, muito perto dos dois, mas perfeitamente escondido.
Alessandra chupava aquele pau com vontade. O Pedro tinha um pau bem grande — mais comprido que o meu, porém não tão grosso. Mesmo assim, Alessandra fazia questão de tentar engolir todo, apesar de não ficar nem perto.
O Pedro empurrava a cabeça dela para baixo e falava:
— Ahh, como você sabe chupar…
Alessandra rapidamente tirou a calcinha enquanto chupava o membro sem mãos. Aquele pinto escorria uma mistura de saliva com alguma porra que o Pedro não tinha conseguido conter. Alessandra, que estava de joelhos, levantou-se e esticou as pernas, empinou aquele cuzinho maravilhoso, mas sempre sem tirar o pau da boca. O Pedro permanecia sentado. Alessandra estava completamente debruçada para a frente; o vestido curto subia e aquela buceta ficava a sorrir para mim. O Pedro empurrava a cabeça dela para baixo. Aquelas pernas de saltos altos ficavam enormes e terminavam numa bunda em forma de coração que implorava para ser comida.
Eu não conseguia parar de filmar aquilo. Nisto, Alessandra levantou a cabeça e, segurando o vestidinho na cintura, falou:
— Segura esse pau para eu sentar nele.
E colocou um joelho de cada lado do Pedro e, suavemente, fez aquela cobra desaparecer.
— Ahhh, que caralho comprido… Ainda maior que o do seu amigo. Onde foi ele? Quero ser comida pelos dois! Andrééé…!! — gritou ela.
Se eu já estava rebentando de tesão, quando ouvi ela gritar o meu nome, quase deixei cair o celular. Guardei-o e apareci, já com o pau de fora e pronto para entrar na zona.
Surgi bem por detrás da Alessandra. O Pedro percebeu que eu os estava a observar fazia algum tempo; o seu sorriso não disfarçou a satisfação que estava a ter ao comer aquela cadela no cio.
Peguei nos seus longos cabelos com uma mão e guiei a cabeça dela por forma a encaixar aquela boquinha gulosa no meu pau enquanto ficava de pé no sofá. Alessandra não parou de cavalgar o mastro do Pedro, que gemia no sofá. Já da boca de Alessandra não saía nada, tal era a grossura do meu pau que ocupava toda a sua boca.
— Que delícia de garota. Chega em minha casa e vai logo sentando num pau e chupando um picolé… — falei eu.
— Pedro, aposto que não estava à espera disto. Ainda bem que me esqueci de o levar em casa…
— André, não podia ser melhor. Olha que gata! Rebola gostoso, sua puta…!!! Tá gostando de levar com duas picas? — falou o Pedro.
Alessandra mal conseguia respirar. Resolvi tirar o pau de dentro da boca dela. Desci do sofá e sentei-me, observando aquele corpo de sereia serpenteando em cima daquele pau, de olhos fechados. Agora sim, gemia e falava:
— Que delícia, sendo arrombada por dois amigos gostosos e aquele corno dormindo em casa!
— Ele nem imagina que estou sendo comida por duas picas gostosas. Nunca tinha dado para dois ao mesmo tempo, e logo dois caralhos grandes desse jeito… Vou ficar toda arrombada, amanhã nem vou conseguir andar.
Alessandra levantou-se e pediu ao Pedro para se sentar no braço do sofá. Deitou-se ao comprido e caiu de boca naquele pau. Depois parou e falou para mim:
— André, está esperando o quê para me comer como uma cadela… Vem, dá gostoso para mim…
Ao dizer isto, empinou aquela bunda gostosa, mostrando a sua deliciosa buceta lisinha, sem qualquer pelo. Passou a mão pela língua e, de seguida, humedeceu os lábios inferiores e abriu-os com os dedos.
— Vem… Enterra gostoso esse pau grosso! — pediu ela.
Eu nem esperei. Coloquei-me de joelhos por detrás dela, com a mão esquerda segurei e afastei aquela bunda deliciosa e, segurando o caralho com a mão direita, fui enterrando devagar naquela buceta quente.
Alessandra batia punheta ao Pedro e gemia:
— Nossa, André, que caralho grosso… Vem devagarzinho… Um me espeta fundo, o outro me alarga…
O Pedro pegou no pau e meteu dentro daquela boquinha gulosa e os dois, quase ao mesmo tempo, começámos a socar forte.
Alessandra deixava-se levar. O seu corpo tremia e relaxava; por vezes, quase parecia desmaiar… Estivemos assim a socar forte por sete ou oito minutos. Ela gozou, no mínimo, duas vezes. Depois tive que parar para não inundar aquela buceta de porra.
O Pedro, assim que viu que eu tirei fora, saltou logo do sofá e quis tomar o meu lugar.
— Nossa, que sonho de bunda… Sempre desejei comer você assim — falou.
— Então aproveita. Dá para mim gostoso como você dá para a Tânia! Todas as minhas amigas têm um garanhão em casa que come elas. Só eu que peguei um frouxo dum cachaceiro — disse Alessandra, revoltada.
O Pedro começou a socar ela por detrás. Alessandra olhava-me nos olhos enquanto eu os observava. O Pedro quase uivava de prazer a comer aquela buceta. Alessandra estava como que indiferente de início, mas depois começou a gemer e a procurar o meu pau. Começou a punhetar e a cuspir nele para lubrificar.
— Dá uns tapas nessa bunda. Aposto que esta putinha adora uns tapas fortes enquanto é comida — falei eu para o Pedro.
O Pedro não hesitou e deu um tapa forte na bunda dela, que a fez gritar de prazer.
— Aiii, que delícia… Adoro… Dá mais para mim — falou.
Quando o Pedro repetiu a dose, aproveitei para empurrar todo o meu caralho pela garganta desprevenida de Alessandra, que se engasgou mas controlou, ficando com o meu caralho todo enterrado até ao talo na sua gargantinha. Aquilo deixou o Pedro cheio de tesão e começou a martelar forte, agarrando na cintura de Alessandra. Quando tirei o meu pau da sua garganta, ela estava ofegante e as lágrimas escoriam pela rosto. Gemia agora de prazer e dizia:
— Vou gozar, vou gozar… Não para, Pedro! André, me dá essa pica na boca também!
Peguei no meu caralho e comecei a espancá-la na cara com ele. O meu pau estava duro e acredito que aquilo doesse, mas Alessandra estava a adorar. De boca aberta, tentava abocanhar o membro enquanto gemia e tremia de prazer. Quando enfiei o meu pau na boca dela, foi o auge: mal conseguia respirar, toda ela tremia e sons abafados de prazer podiam-se ouvir. Ela estava a gozar forte.
O Pedro tirou o pau para fora e ficou a segurar a ponta para não largar toda a porra logo ali. Eu deitei-me no sofá e peguei na Alessandra, que ainda estava meio tonta do orgasmo, e deitei-a em cima de mim. Afastei-lhe as pernas e enfiei o meu pau nela. Ela parecia quase desmaiada. O pau entrou facilmente de tão molhada que ela estava. Agarrei-a pela cintura e comecei a malhar desenfreadamente aquela buceta enquanto chupava aqueles peitos. Alessandra e eu estávamos todos suados; os cabelos dela, uns colados ao seu corpo, outros já arrancados colados ao meu. O seu cheiro gostoso espalhava-se no meu corpo: era um cheiro forte, a sexo. Alessandra começou a recuperar novamente e já me xingava:
— Me fode, me fode forte, filho da puta… Quero esse pau todinho para mim… Vai me dar essa porra na boquinha?
Nisto, o Pedro, que já se tinha recomposto, aproximou-se por detrás da Alessandra e, com ambas as mãos, começou a afastar aquelas nádegas perfeitas. Aproximou a boca e cuspiu direto naquele cuzinho delícia. De seguida, enquanto eu socava gostoso na buceta, ele começou a espalhar os sucos naquele olhinho e, quando se preparava para comer gostoso aquele buraco:
— Pedro, nem pense que vai meter aí esse pau… Meu cuzinho não vai ser comido…
— Vem aqui que eu trato desse pau… — disse Alessandra.
O Pedro ficou sem reação. Eu sabia o que ele sentia naquele momento: eu mesmo passei por isso e fiquei frustrado. Um cuzinho delícia daqueles, passeando virgem diante dos nossos olhos e das nossas picas gulosas. Aquilo era um crime. Alessandra teve que falar para ele de novo:
— Vem aqui com esse caralho comprido e gostoso. Quero chupar ele e beber todo o seu leite.
Alessandra parecia uma garota de programa, uma atriz pornô — nem sei descrever. Aquela advogada charmosa e arrumada, séria, que eu sempre conheci, ali entregue a dois cachorros esfomeados, levando forte e pedindo por leite. Enquanto ela cavalgava o meu pau, assisti a uma mamada impressionante ao pau do Pedro. Alessandra agora quase conseguia engolir aqueles mais de vinte centímetros de pau, alternando com uma punheta deliciosa. Lembro-me de olhar para o Pedro e perceber que ele estava quase a gozar e que era altura de eu sair de baixo dela. Pus-me de pé e, enquanto o Pedro gozava que nem louco na boquinha de Alessandra, eu comecei a bater uma punheta, olhando-os.
Alessandra fez questão de mostrar a porra toda na sua língua antes de engolir. O Pedro caiu direto no sofá para descansar e eu, ali de pé, recebi a Alessandra de joelhos na minha frente:
— Agora você… — disse ela.
E começou uma punheta bem devagar. O meu pau estava duro, inchado; as veias pareciam que iam explodir… Ela colocou a língua no meu saco e começou a percorrer desde a base até à ponta. No final, apenas com a língua, trouxe aquele mastro para dentro dos seus lábios grossos, já inchados de tanto chupar. Alessandra tinha as mãos atrás das costas, o meu pau todo enfiado naquela boquinha e socava naquela garganta para a frente e para trás. De cima, eu podia ver aquela curva do seu corpo, terminando naquele cuzinho delicioso que eu e o Pedro tanto queríamos comer, mas ela não deixava. Foi a sonhar comer aquele cuzinho que me lembro de gozar naquele dia na boca de Alessandra enquanto ela chupava forte.
Quando sentiu o meu leite a explodir na sua garganta, ela fez questão de engolir todo o meu pau bem fundo, o que me fez tremer ainda mais de prazer. Vim-me bem fundo naquela garganta apertada.
No final, Alessandra pediu para ir tomar um banho e dormir na minha casa, pois não queria nem ver o Felipe. Pediu total discrição sobre o que tinha acontecido ali naquela noite ao Pedro, que obviamente prometeu silêncio.
Enquanto Alessandra tomava banho, o Pedro arrumou-se e falámos um pouco:
— Que delícia de mulher… Pena não ter comido aquele cuzinho. Tenho que ir para casa. Daqui a pouco a Tânia chega em casa e eu tenho que estar dormindo. Espero que não me acorde querendo foder; eu, depois disto, não aguento mais… — falou o Pedro.
— Tenha cuidado, amigo, senão, se você recusa, ainda lhe acontece como ao outro cornudo… — disse eu, sorrindo!
Entretanto, o Uber do Pedro chegou e ele foi embora.
Eu fui ao banheiro, onde a Alessandra ainda estava a tomar banho, entreguei-lhe uma toalha e uma camiseta para dormir. Depois dela sair, entrei eu e tomei uma ducha rápida. Entrei na cama e dormi direto com ela do lado.
Na manhã seguinte…
Continua…
Sussurro Proibido
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