Antes de acordá-la e fazer mais alguma safadeza, fui ver o estado da sala. Abri a porta devagar, para não acordar ninguém. Vi o pervertido jogado de qualquer jeito na cama, apenas de shorts, com o lençol de lado todo embolado. Pensei: “Deve ter gozado ali a noite toda”. Normal, eu não teria feito diferente depois daquele presente espetacular da noite anterior.
Decidi ser mais ousado. Voltei até Letícia e a acordei com calma, para não fazer barulho. Disse bem baixinho:
— Lelê, teu primo tá na cama dele, gozou no lençol todo, mas ainda está dormindo. Vamos até lá pra você ver.
Ela, ainda com voz de sono, foi comigo na ponta dos pés. Olhou o moleque dormindo e disse:
— Deve tá com o saco murcho de tanta punheta.
Realmente, Miguel nem se mexia. Devia estar exausto. Olhei no relógio: quase 6h. No roteiro da excursão, só iríamos a um shopping de artesanato às 8h. Poderíamos voltar a dormir um pouco mais.
Estávamos ambos pelados. Eu não aguento ficar muito tempo olhando aquela loirinha deliciosa nua sem ficar com tesão. Comecei a pegar em um dos seios dela e disse:
— Vem, amor, tô afim de mais uma.
Ela se animou, mas respondeu:
— Não, bebê, ainda estou cansada de ontem. Vamos dormir juntinhos. A gente toma banho mais tarde.
— Tá bom, mas vamos fazer algo antes.
Ela me olhou desconfiada:
— O que agora, hein, Marcos?
Peguei na bunda dela:
— Quero que você deixe a porta aberta e durma sem cobertor.
— Não mesmo.
— Relaxa, não vai ficar nua não. Coloca só a calcinha e dorme agarrada comigo, de bruços.
— Tá bom, mas somente isso. Sem gracinhas, quero dormir.
Fomos pro quarto. Ela colocou uma calcinha básica de tecido, mas pequena, que entrava bastante na bunda, ficando quase fio dental. Era rosa. Fiquei com muito tesão, mas me controlei por enquanto. Coloquei um shorts normal.
Ela me abraçou de bruços: uma perna esticada, outra por cima da minha, braço sobre o peito e o outro esticado, usando meu ombro como travesseiro. A bunda apontada para a porta. Assim que ele levantasse, teria uma visão privilegiada da minha mulher.
Eu nem dormi. Fiquei louco pra ver a reação dele. Passaram bons minutos até ele acordar. Vi o movimento na cama. Quando veio pro banheiro, parou e olhou para a bunda de Letícia. Congelou.
Eu vi tudo. O moleque nem sabia o que fazer. Fingi que acordei, me inclinei um pouco:
— Bom dia, guri. Vai tomar banho agora?
— Vou sim.
Antes de fechar a porta do banheiro, Letícia disse:
— Miguel, lembra de colocar a sunga também. Vê se secou lá na varanda, tá com os cordões amarrados numa cadeira plástica.
Miguel voltou e foi olhar. Não vi se a bermuda estava estufada, mas ele foi com a cabeça baixa, andando rápido.
Falei:
— Então você estava acordada, né, amor?
— Não é você que estava com tesão?
Enquanto falava com ele, ela já tinha pegado um travesseiro e colocado na frente do corpo, abraçando-o.
Pensei em mais safadeza. Tomei o travesseiro dela:
— Cobre só com as mãos, putinha.
Ela fez, me olhando com cara de safada. Imagina a cena: aquela loirinha só de calcinha rosa, sentada com as pernas dobradas na cama, uma mão em cada seio.
Fiquei louco de tesão. O Miguel, coitado, olhou e suspirou fundo. Perdeu os sentidos. Só se lembrou quando Letícia perguntou:
— Secou?
— Sim.
E correu pro banheiro.
Letícia me disse:
— Amor, você é muito safado. Esse menino vai contar pra mãe dele.
— Vai nada. Se for esperto, fica na dele e aproveita.
Puxei-a para um beijo.
Miguel demorou no banheiro, como esperado. Aproveitei para começar as preliminares. Chupei forte aqueles seios macios — um na boca, o outro apertado na mão. Ela gemia gostoso.
Deitei-a na cama de comprido, fiquei em pé ao lado. Masturbei o grelinho dela com os dedos, apertei o pescoço. Ela pegou no meu pau. Ainda não tinha tirado a calcinha, só meti a mão por dentro.
Quando o chuveiro parou, peguei a toalha, coloquei no ombro, vesti o shorts:
— Você vai assim pro banheiro. Pode escolher se esconde os seios.
Ela me olhou surpresa, deu um sorriso safado, me beijou e gritou:
— Acabou, Miguel? Que demora!
Quando ele saiu, já de sunga e bermuda, Letícia, toda safada, mãos nos seios, só de calcinha:
— Até que enfim, hein. Só vapor nesse banheiro, menino.
Ele secava nela, olhando e tentando andar. Ela entrou no banheiro:
— Eita, Deus! Por isso tá assim. Na próxima, toma banho com água gelada.
Eu entrei atrás. Ela se virou pra mim e foi fechar a porta. Tirou as mãos dos seios para isso. Enquanto ele olhava, fez rápido: tirou as mãos e fechou a porta. Coisa de um segundo, mas deu a ele uma visão rápida dos seios nus.
Assim que fechou, veio pra cima de mim, me beijou:
— Vem, papai. Agora eu quero você na minha buceta. Vem me comer gostoso.
Apoiou as mãos na parede. Meti por trás, debaixo do chuveiro. Ia com calma, senão gozava logo de tanto tesão. Batia na bunda:
— Putinha, gostosa.
Comi no jeito até gozar dentro. Ela urrou quando enfiei fundo. Quase perdi as forças nas pernas.
Terminamos o banho, vestimo-nos para a feira de artesanato e depois praia. Minha mulher usava a parte de cima de um biquíni preto, saia cor palha, chapéu de sol e óculos. Nada muito revelador, mas atraía olhares. Miguel não tirava os olhos dela.
Na praia, foi tranquilo — toda a excursão na mesma barraca, não aprontamos muito. O safado mirim secava Letícia como sempre. Ficou nervoso quando, numa brincadeira, ela sentou no colo dele de lado.
— Na cintura, menino. Nunca teve contato com mulher não? Marcos, dá uma aula pra esse menino, ele precisa, haha.
Veio pro meu colo. Peguei na cintura dela:
— Viu? Assim que deve fazer.
Peguei na bunda. Ela:
— Assim só se quiser tomar um tapa.
Deu um tapa leve na minha mão e riu.
Mais tarde, voltamos. Chegamos ao hotel já à noite. Precisávamos ser rápidos: o programa era um lugar com forró e churrasco, só tínhamos 1 hora para nos arrumar.
No restaurante, enquanto esperávamos a bebida, tocaram músicas leves. Letícia me puxou pra dançar. Dançamos coladinhos — não sou pé de valsa, mas não faço feio.
Quando ela ia chamar o primo, a comida chegou:
— Depois de comer é você, hein.
— Eu não sei dançar, Lelê — meio sem graça.
Não me surpreendi. Ela:
— Que nada, menino. Pra ganhar mulher tem que saber dançar. Eu te ensino depois. Agora come pra repor as energias.
Quando dançaram, Miguel não sabia onde colocar as mãos. Letícia:
— O que te ensinei na praia?
Ele colou na cintura. Ela usava saia vermelha colada até o joelho e camisa preta sem manga, comportada. Estava linda, uma princesa.
O menino era desengonçado e nervoso. Letícia ria, tentou, mas desistiu por hora.
Pagamos e fomos embora de ônibus.
No hotel, não estava tão tarde. Decidimos assistir TV juntos. Passava jornal, mas conversávamos — a TV era só fundo.
Letícia implicava com o garoto:
— Tem que ter mais confiança em si mesmo. Ninguém nasce sabendo tudo, é prática.
Se inspirou, pegou o celular, colocou música, me entregou:
— Vem, Miguel. Você aprende hoje.
Puxou-o pra dançar. Dessa vez, empenhada: parava, corrigia:
— Assim não. Pega aqui, faz assim com os pés.
Aos poucos, ele melhorava. Era só timidez. Letícia ficou feliz, abraçou-o. Ele sem graça.
— Menino, você é muito tímido. Como chega em mulher assim? Mulher gosta de confiança e atitude.
Pegou na mão dele, colou na cintura. Olhou no rosto dele — ele pra baixo. Pegou a outra mão, colou mais abaixo, na parte de cima da bunda.
Fiquei apreensivo. Ela:
— Não precisa ter medo de mulher, menino.
Riu dele, deu um beijo no rosto, se soltou. Veio pra mim:
— Liga o ar aí, amor. Fiquei com calor de dançar.
— Por mim fica mais quente aqui, bebezinha.
Ela tentou entender. Falei baixo:
— Vamos brincar mais um pouco com ele.
Entendeu:
— Vamos ver o que tem no frigobar.
Pegou um vinho, pediu pra abrir. Enchi o copo. Ela bebeu:
— Miguel, e aí, nem uma namoradinha?
— Nada sério, Let.
— Nada sério? Então anda trocando uns beijos, né? haha.
Me liguei onde podia chegar:
— Será mesmo que o Miguel desenrola?
Letícia:
— É dos quietos que a gente tem que ter medo, né, Miguel?
Riu, copo pela metade. Miguel só ria, nervoso.
Letícia colocou músicas animadas, me chamou pra dançar. Fomos lento e colado. Subi a saia, beijei pescoço e boca. Ela no meu ouvido:
— Tô ficando com tesão.
— Chama o Miguel agora.
— Miguel, vem. Sua vez.
Sentei na cama dele:
— Vai, moleque.
Ele foi. Ela colou nele como em mim, pegou as mãos dele, colocou na bunda. Rostos próximos, boca dela perto da dele. Rebolava lento. Volume na bermuda dele cresceu.
Letícia percebeu:
— Calma, garoto. Não se anima demais. É só uma dança.
— Desculpa, Let. É que tá muito bom.
Gostei da sinceridade. Letícia deu beijinhos no pescoço e bochecha dele. Ele apertou mais a bunda. Eu só olhando, pau duro.
Letícia parou, tomou mais vinho:
— Amor, enche meu copo.
— Tá com sede, hein, gostosa.
— É porque tá calor, né, Miguel?
Ele balançou a cabeça sim.
— Verdade. Mas não quero ligar o ar. Vamos aproveitar a brisa.
Abri a porta da varanda, tirei a camisa, fiquei de bermuda.
Letícia:
— Vai, Miguel. Tira também, tá calor mesmo.
Ele tirou. Letícia tirou a blusa, ficou de sutiã e saia. Conjunto amarelo, quase cor da pele. Não tão provocante quanto o de renda anterior, mas sensualíssimo no corpo dela.
A noite esquentava. Letícia:
— Miguel, ainda quer dançar um pouco?
— Quero sim.
Ela me puxou primeiro, colocou reggaeton. Rebolava lento, pequenos beijos nos meus lábios. Subi a saia até cobrir só a bunda.
Parou, puxou Miguel. Fez o mesmo: beijos na bochecha.
— Pega na minha bunda, Miguel.
Ele pegou.
— Tá gostando?
— Sim.
— Que bom.
Deu um selinho subindo o corpo. Abraçou-o, cabeça no pescoço dele.
Eu:
— Hum, Miguel tá nas nuvens, hein.
Riram. Letícia:
— Só uma bitoquinha, né, Miguel? Gostou?
— Sim, muito.
— Da minha bunda?
— Também — ainda nervoso.
— Fica nervoso não. Eu tô gostando também, bebê.
Deu outro selinho, mais demorado. Riu, olhou pra mim, me chamou. Ficamos os três dançando lento. Braço dela no meu pescoço e no dele. Beijava-me de língua, dava selinho nele.
Tesão a mil. Uns 10 minutos assim.
Letícia tirou a saia:
— Fiquem à vontade, meninos, haha.
Bebeu mais. Tirei a bermuda, fiquei de cueca — pau quase pulando. Miguel doido, mas de bermuda.
Agarrei Letícia, beijei pescoço, passei a mão:
— Amor, estamos ensinando o Miguel a dançar, né?
— Sim, é claro.
— Vem, Miguel. Vem dançar mais.
Ele foi. Ela agarrou o pescoço dele, rostos próximos. Ele pegou na parte de cima da bunda. Dançaram lento. Selinhos. Ele baixou a mão.
— Com calma, Miguel. Sem pressa.
Beijou-o devagar, com língua.
Coloquei o pau pra fora, alisando de leve.
Letícia parou:
— Hum... Agora sabe beijar também.
Riu, deu mais um selinho demorado. Me viu:
— Nossa, amor, que delícia, hein.
Abaixou-se, chupou meu pau. Miguel olhando ela engolir.
— Vai, garoto. Tá vendo um pornô ao vivo. Ainda tá de roupa?
Ele tirou. Pau dele bem menor que o meu, todo melado — acho que já tinha gozado.
Letícia chupava gostoso, parou nas bolas, gemendo. Forcei a cabeça, engasgou, respirou, voltou.
— Que putinha mais dedicada.
Riu com o pau na boca. Olhou pro pau dele:
— Tá gostando, Miguel, de ver a priminha chupando um pau?
Ele acelerava a punheta, sem falar.
— Calma aí, mané. Não goza ainda. Lelê, passa a mão nele.
Ela estendeu o braço, pegou. Quando mexeu a pele, ele jorrou porra na mão e punho dela.
Ri:
— Porra, véi. Era pra ter segurado. Que pena, vou gozar sozinho então.
Fodi aquela boca como buceta, jorrei dentro.
— Mostra a boca, putinha.
Mostrou, cheia de porra. Miguel viu. Ela engoliu tudo, foi lavar a mão.
Voltou:
— Amor, vem me comer vai. O Miguel hoje vai arrancar o couro da pica. haha
Ri:
— Se for gozar, pega uma toalha.
Fomos pro quarto. Fui bacana: tirei a calcinha dela, joguei pro Miguel:
— Presentinho. Aproveita aí, viado.
Comi minha princesa gostoso. Tesão a mil.
No quarto, ela:
— Queria ver ele gozando na minha boca também, papai?
— Queria ver você engasgando com duas rolas na boca.
Ela morreu de tesão, deitou, puxou pra eu chupar. Chupei forte, sugando o mel que escorria. Ela tremia:
— Quero seu pau, amor. Bem fundo. Fode com força.
Papai e mamãe, soquei até as bolas. Parava pra não gozar, mas ela sedenta, arranhava as costas:
— Me come, papai.
Virei de bruços, meti forte — barulho da cintura batendo na bunda. Ela gemia de prazer. Gozei dentro de novo.
— Assim você vai virar papai mesmo.
Fui ao banheiro:
— É bom você estar duro quando eu voltar. Hoje eu acabo com você.
Fizemos mais duas vezes. Quase sem forças:
— Pqp, tô quase morrendo — ri.
— Essas brincadeiras estão dando muito tesão também. Você vai deixar ele ir até onde? A gente já se beijou. Quer que ele me coma também? haha.
— Comer não. Sei lá, ainda não. Mas pensei num jogo pra amanhã. Vamos fazer ele ficar doido de vez.
— Jogo? Eu vou ser o prêmio do ganhador, é?
— Não, bebê. Você é minha. Só vou deixar ele brincar um pouquinho com a gente. Isso se ele conseguir.
Conversamos mais e dormimos. Miguel na sala devia estar batendo muita punheta. Mas era bom — no outro dia ele ia se dar muito bem.
Só tinha mais um dia e meio de excursão, pois iríamos embora ao meio-dia da terça-feira. Até lá, ainda ia rolar muita safadeza.
Continua…
Sussurro Proibido
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Ansioso pela terceira parte. Parabéns. Esse conto mexeu comigo. Fiquei super excitado.