Alessandra, A Mulher do Meu Amigo - Parte 1

Olá, Amigos da Literatura Erótica!


Antes de mergulharmos nesta história excitante, o responsável por postar/escrever este relato é o “Godil/André”, não posso confirmar que é o criador, mas o conto foi localizado em seus domínios. Todos os contos de terceiros serão claramente identificados.

O meu nome é André... Poucas coisas me excitam mais do que relatos verdadeiros de outras pessoas ou casais em suas aventuras. Graças a Deus, sempre tive uma vida sexual bastante ativa, antes e durante o meu casamento. Neste momento estou divorciado e, como é óbvio, isso fez com que a atividade aumentasse ainda mais.


É exatamente sobre isso que vos queria escrever hoje. Contar uma das histórias que têm acontecido comigo desde que me divorciei.


Durante os anos em que fui casado, sempre fui fiel à minha ex-mulher, e penso que do lado dela também nunca houve “pular a cerca”. No entanto, chegámos a um ponto em que decidimos dar um basta e explorar novos caminhos. A minha ex-mulher sempre foi muito sarada, sexualmente muito atraente e com um apetite voraz por sexo. Mas não é sobre as nossas histórias que vos vou falar, até porque essas gostaria de as manter para mim. Vou falar-vos sobre a melhor amiga dela, a Alessandra, uma mulher super atraente, com um corpo de sereia, cabelos longos e negros, olhos pretos, cara sardenta, peitos firmes e empinados de tamanho médio e, provavelmente, o melhor bumbum de todas as amigas que frequentavam a nossa casa.


Eu conheço a Alessandra desde os tempos em que comecei a namorar a minha ex-mulher. Praticamente ao mesmo tempo, ela começou a namorar o Felipe. O Felipe era um cara bacana, que se apaixonou por ela assim que a viu. Eles trabalhavam no mesmo local, porém o Felipe era um cara com baixa autoestima e algo desleixado. A paixão que desenvolveu pela Alessandra fez o cara mudar completamente: frequentar ginásio, tomar banho com frequência, andar sempre bem vestido, etc. Aos poucos, Alessandra foi-se interessando por ele (como ela sempre contou) e, passados uns meses, começaram a namorar.


Eu e o Felipe sempre nos demos muito bem durante todos estes anos. Fazíamos férias juntos na praia, fins de ano, etc. Com o passar do tempo, o Felipe foi-se desleixando novamente: voltou a engordar, enchia a cara de bebida de vez em quando… A Alessandra queixava-se à minha ex-mulher e eu, por vezes, ouvia (ela não se importava que eu ouvisse). Dizia que ele já não era o mesmo, que ela queria sempre transar todas as noites, mas que ele ou estava bêbado querendo dormir, ou estava cansado (possivelmente devido ao excesso de peso com que foi ficando). Muitas vezes ele queria durante o dia, mas ela não dava para ele (calculo que porque ficava puta da vida de ele recusar à noite). Ele não colaborava em casa e ela ficava cada vez mais brava com ele… Até que um dia houve uma rutura entre eles.


Eu falei com o Felipe, que também tinha uma série de queixas. Dizia que ela nunca queria dar para ele quando ele queria, que ela só queria que ele limpasse a casa, que gastava todo o dinheiro em roupas e perfumes e outras queixas…


Eu e a minha ex-mulher (na altura ainda casada comigo) sempre tentámos que eles se reconciliassem, mas era praticamente impossível. Ambos frequentavam a nossa casa, separadamente… O Felipe cada vez pior, engordando, bebendo cada vez mais. A Alessandra, a cada dia que passava, mais gostosa, com mais tesão, mas ao mesmo tempo apaixonada pelo Felipe e sem dar espaço a mais ninguém para entrar na vida dela.


Um ano mais tarde, eu e a minha mulher decidimos separar-nos amigavelmente e, pouco depois, Alessandra e Felipe fizeram as pazes e recomeçaram a relação, cada um ainda na sua casa. Convidavam-me para jantares, ora em casa de um, ora em casa do outro, tentando dar-me ânimo.


Durante um tempo, mantive-me afastado de qualquer relação, mas sexo sempre é tema entre amigos. Apesar de se passarem alguns meses em que só batia punheta, numa das visitas à casa do Felipe, durante a refeição, começámos a falar sobre sexo e sobre a minha abstinência desde o divórcio. Eu queixava-me de que estava a ser um período complicado e o Felipe escutava, até que falou:


— É, cara, como eu entendo você…


Nesse momento, olhei para a Alessandra e ela estava a olhar para o Felipe com uma cara nada contente, mas não se intimidou e falou:


— É, ele entende você, mas também me entende a mim… O André conhece bem a nossa história, desde sempre, e se você não tem sexo de novo, é pelos motivos de sempre… Aliás, basta olhar para o seu copo e para você para entender…


O Felipe já tinha bebido sozinho mais de uma garrafa de vinho, para não falar dos chopinhos durante a tarde quando cheguei. O cara aguentava bem a bebida, mas quando “aterrava”, ninguém o levantava…


A conversa continuou por outros caminhos mais amigáveis, mas eu percebi que a ferida não estava sarada entre eles; estava novamente aberta. No final do jantar, vim para casa.


Passados uns dias, precisei de apoio jurídico e contactei a Alessandra pelo whatsApp (ela é advogada) com algumas dúvidas. Ela disse-me para ir à casa dela depois do jantar, que cozinharia algo e falaríamos sobre o que eu necessitava. Assim fiz. Dirigi até casa dela e, quando cheguei, ela estava à minha espera.


Agora que sou divorciado, posso falar à vontade aqui só para vocês… Aquela mulher dava-me um tesão imenso… Eu não casaria com ela, não teria feitio para viver com ela, mas para foder… não tem como resistir… Ela estava gostosa, super bem vestida, com uma calça bem justa naquele bumbum — dava para perceber o fio-dental por baixo —, uma blusa de malha colada ao corpo, deixando ver todas as formas e perceber que não usava nada por baixo.


Perguntei pelo Felipe e ela nem respondeu. Fomos sentar-nos à mesa e aí sim me falou que não falava com o Felipe fazia quatro dias… Tinham brigado e que precisava de espaço. Que estava arrependida do tempo em que esteve sozinha e que não aproveitou para olhar para outros homens. Contou-me, como sempre contava à minha ex-mulher, que era louca por sexo, que todas as noites procurava por ele, mas que nunca tinha nada. Que teve homens a dar em cima dela durante todo o tempo em que estiveram separados, mas que, porque gostava do Felipe, nunca quis nada. Mas que já não aguentava de tesão, que durante todos os anos em que namoraram o Felipe nunca conseguiu satisfazê-la.


Toda aquela conversa estava a deixar-me com um tesão incrível. Eu já nem conseguia sentar direito; o meu pinto, que não é enorme, mas também não é fácil de esconder, pulsava dentro das calças, querendo saltar para fora. Nisto, a Alessandra mudou de assunto e disse:


— Mas então, o que você precisa de mim? Mostra os papéis para mim.


Levantei-me para ir buscá-los e, nesse momento, percebi que não tinha como esconder tudo aquilo…


Quando olhei para ela, reparei que ficou a olhar para o meu pinto, que estava enorme e não tinha como esconder. Virei-me de costas e fui buscar as folhas. No regresso, ele estava ainda mais duro. Coloquei as folhas tapando o meu pau, mas, ao chegar ao pé dela, ela arrancou-as da mão e continuou a olhar (disfarçadamente). Depois, olhando as folhas, disse:


— Senta aqui do meu lado para vermos esse negócio juntos.


(Ainda hoje penso que ela se estava, nesse momento, a referir aos documentos… haha.)


Começámos a olhar os papéis, mas aos poucos a tensão foi-se instalando. Comecei a sentir o calor que saía do corpo dela, bem junto de mim… Um cheiro forte, muito tesão no ar… Ambos começámos a ficar ligeiramente ofegantes e, do nada, a Alessandra largou as folhas, empurrou-me para trás e sentou-se em cima do meu pau duro. Falou para mim:


— André, eu quero que você me faça gozar como fazia com a minha amiga…


Ainda hoje estas palavras ecoam na minha cabeça e me provocam tesão. Eu não tive reação… Ela abriu-me a calça, afastou a cueca e agarrou forte o meu pinto, que saltou duro, enquanto ela se colocava de pé à minha frente. Ficou a olhar o pau com um sorriso guloso na cara. Apanhou o longo cabelo escuro e segurou-o no cimo da cabeça. Em menos de vinte segundos, estava toda nua à minha frente. Uma deusa com um corpo fenomenal, morena do sol, bem cuidada e muito cheirosa.


Abriu-me as pernas, ajoelhou-se no meio delas, caiu de boca no meu pau duro e fez desaparecer metade dele de uma só vez. Pegou na minha mão e fez-me agarrar o cabelo que eu havia apanhado segundos antes, pedindo para empurrar a cabeça dela cada vez mais para baixo, fazendo-me sentir a sua garganta alargar na ponta do meu pau. Quando parou, as lágrimas escoriam-lhe pela cara, tal era o esforço que fazia para engolir a rola. Cuspiu direto nela e começou uma punheta muito gostosa, que eu adoro.


— Eu sei que você gosta assim, a sua mulher me contava, sei de tudo… e vou mostrar para você…


Aquela punheta tirou-me do sério… Sempre que eu estava para gozar, ela parava… Fez isso três vezes até que pediu para eu chupar ela. Deitou-se no sofá e enrolou as pernas à volta do meu pescoço, começou lentamente a puxar-me na direção daquela xoxotinha toda molhada. Não tinha nem um pelo, era suave como a pele de um bebé. Enquanto eu enfiava a língua e brincava com o seu clitóris, reparei que ela pegava no celular. Agarrou o meu cabelo e puxou-me forte bem na direção daquela buceta, apertou-me forte com as coxas e, passados uns segundos, comecei a ouvir:


— Alô, amor, sou eu… Onde você está? Como você tem estado nesses dias?


Enquanto eu saboreava aquele suco, ela resolveu ligar para o Felipe… Aquilo deixou-me louco, a mim e a ela. Notei logo que ela ficou ainda mais molhada enquanto eles falavam. Ela falava pausadamente para ele não perceber que estava a ser chupada:


— Amor, tenho saudade sua… Amanhã vou à sua casa, você me quer…? Estou cheia de tesão, quero que você me coma com a sua rola…


Enquanto dizia isto, puxou-me para cima e, fazendo sinal com o dedo indicador em frente dos lábios para eu ficar em silêncio, abriu as pernas para deixar entrar a minha rola. O telefone estava em cima do peito dela, com o alto-falante ligado. Eu podia ouvir agora o Felipe falando, enquanto comia a gata dele.


— Você não quer vir jantar na minha casa? Podia ficar cá esta noite…

— Não, amor, eu já jantei. O André veio cá pedir uns conselhos, jantou comigo e foi para casa. Ele me pareceu triste, você deveria ligar para ele… Eu vou dormir, estou muito cansada, mas antes vou querer gozar a pensar em você. Um beijo, amor…

— Alessandra, você é louca, ele agora vai me ligar… — disse eu.

— Claro que vai… e você vai estar me comendo de quatro, como você gosta… Vou pegar o seu telefone.


Eu nem queria acreditar: na casa da mulher do meu melhor amigo, comendo-a e, daqui a pouco, falando com o meu amigo ao mesmo tempo…


Alessandra chegou, largou o meu celular ao nosso lado no sofá e sentou direto no meu pau, sem pedir licença… O pau entrou direto e ela soltou um gemido seco enquanto colocava a minha cara no meio dos seus peitos suados. Enquanto ela subia e descia pela minha rola, eu chupava aquelas tetas duras e excitadas. Alessandra falava:


— Que pau enorme que você tem… É o dobro do pau do Felipe, você vai me alargar todinha… Gostoso!


Ela rebolava gostoso sentada no pau, tinha soltado o cabelo que se colava a nós, tal era o suor que nos escorria nos corpos melados pelo calor. Nesse momento, o meu telefone começou a tocar. Era o Felipe, que provavelmente estava a ligar depois do que ela tinha falado. Ignorei e continuei a comê-la gostoso, mas ela logo falou:


— Vai ter que atender o meu corninho… Eu quero que você me soque forte por trás enquanto fala com ele…


Ela pulou de cima de mim e colocou-se de quatro… Aquele corpo atlético, todo suado, com o cabelo caído de um lado, mãos no chão, braços esticados, joelhos no chão e aquela bunda e buceta viradas para mim, pedindo para eu comê-la gostoso. O celular parou de tocar. Alessandra falou:


— Para me comer de quatro, vai ter que lhe ligar primeiro. Coloca o celular no alto-falante nas minhas costas enquanto me socas forte…


Assim fiz. Liguei para o Felipe, que rapidamente atendeu. Coloquei o telefone no alto-falante e em cima das costas suadas da Alessandra.


— Oi, Felipe, você me ligou?

— Oi, cara, como é, tudo legal? Como você tem passado? A Alessandra me falou que você esteve com ela e que está um pouco em baixo…?

— Não… impressão dela… Eu estou em casa, malhando, mas tá tudo legal…


Assim conseguia justificar a minha voz trémula por estar a comer aquela buceta gostosa e com estocadas cada vez mais fortes…


Alessandra tinha colocado um travesseiro na cara para não fazer barulho, mas eu conseguia ouvir os gemidos abafados dela, o que me dava ainda mais tesão…


— Estou notando algo na sua voz… — disse o Felipe.

— …É, estou dando duro aqui… Sabe como é, as gatas são exigentes, tenho que estar preparado.

— Você já anda comendo alguém? Conta para mim, cara…

— É, Felipe, ando sim… Uma gata bem gostosa…


Quando falei isso, Alessandra não aguentou e gozou forte. Começou a tremer, empinou ainda mais a bunda e pediu baixinho para socar mais forte enquanto dizia que estava a gozar.


— Onde você pegou ela? No Tinder? Vai apresentar para a gente?

— Nada disso, eu ando só comendo ela gostoso, nada sério… Ela é casada, mas anda cheia de tesão…

— Hahaha, muito bem, comendo a mulher de um cornudo… Soca ela gostoso, dá para ela o que lhe está faltando.


Felipe mal sabia o que estava a acontecer. Se por momentos tive alguma pena dele, ao mesmo tempo ver Alessandra completamente entregue ao meu pau deu-me uma vontade enorme de gozar. Tirei o meu pau de dentro dela, virei-a rápido para colocar dentro da boquinha dela. O telefone caiu para cima do sofá e, enquanto ela chupava gostoso, eu fui tentando falar normalmente com o Felipe, mas nada saía… Comecei a ficar ofegante, ali de pé em frente a Alessandra, que ajoelhada no chão mamava aquela rola com ar de gulosa… Ao longe ouvia o Felipe falando:


— Alô, André? Cê tá aí?


Eu já não aguentava muito mais e só tive tempo de falar:


— Quero gozar…

— Goza na minha boquinha — disse Alessandra num tom baixo para não ser audível.


Os lábios dela apertavam forte o meu pau, a mão direita afagava o meu saco com cuidado e andava para trás e para a frente até que não aguentei mais…


O meu leite jorrou para dentro da boca dela, numa quantidade que a fez engasgar e tossir. No entanto, não deixou fugir nem uma gota. Fez questão de, com o dedo, pegar cada gota e lamber enquanto engolia tudinho.


Eu nem me apercebi, mas soltei um gemido forte enquanto gozava. Quando fui ver o telefone, Felipe já tinha desligado.


Quando estava a contar para Alessandra, o telefone dela começou a tocar. Era o Felipe… Ela estremeceu, mas resolveu atender:


— Amor, sou eu… Acabei de falar com o André e, quer saber? Ele estava comendo uma gata na casa dele… Acabei ouvindo o cara.

— Fala sério, Felipe… — Alessandra sorriu para mim enquanto ficou a falar com o seu maridinho cornudo.


Eu aproveitei e fui tomar uma ducha, que bem estava precisando.


Passados uns minutos, Alessandra juntou-se a mim. Ficou a contar como Felipe estava empolgado de me ter ouvido comer outra mulher, mal ele sabia que era a sua própria mulher.


Alessandra, depois de tomar banho, deixou a água correr em mim e novamente se ajoelhou, pegando no meu membro. Foi falando:


— Eu quero mais! Vamos para a minha cama…?


Não tive como dizer que não. Em segundos, ainda no duche, Alessandra já estava com a minha rola toda dura dentro da sua boca. Nunca eu tinha comido alguém por duas vezes num intervalo tão pequeno.


Quando tirou o membro da boca, ficou a punhetar e a falar:


— Você me come tão gostoso… Seu pau é enorme, cheio de veias gostosas… Felipe nunca me come por trás, ele sempre goza logo assim que se coloca por cima de mim. Eu sabia que de quatro era a sua posição preferida.


A minha ex, em conversas com ela, certamente lhe contou, pois ela sabia como eu gostava e também como a faria gozar gostoso de quatro.


Chegados ao quarto, ela jogou-me na cama e sentou-se na minha cara. Comecei a chupá-la gostoso e ouvia-a gemer de prazer. Aos poucos, foi pegando na minha rola e deitando-se num 69 bem gostoso.


Quando já estava bem molhada, saiu e sentou-se no meu pau. Começou uma cavalgada louca em cima de mim enquanto segurava o cabelo no alto da cabeça. Aquela visão era um tesão: ter a mulher gostosa do meu amigo, me comendo, gozando e pedindo mais e mais, era algo que me deixava louco.


Passado um pouco, ela resolveu virar-se e falou:


— Você não se pode vir ainda… Vou querer mais…


Aquela bunda virada para mim estava agora a deixar-me louco. Rebolando em cima de mim, ela pedia:


— Dá umas palmadas gostosas para mim…


Comecei a bater naquela bunda enquanto comia aquela bucetinha toda… A minha rola quase explodia de tanta porra que já tinha acumulado novamente. Alessandra saltava louca e gemia alto enquanto pedia:


— Fode… fode forte a mulher do seu amigo corno… André, eu sempre quis comer a sua rola…

— Vem… me come gostoso por trás de novo… Quero fazer você gozar…


Quando ela se colocou de quatro na cama, eu levantei-me e preparei-me… O meu pau pulsava de tesão… carregado de porra, cheio de sucos daquela buceta que ainda pingava…


Agarrei o meu pau e, ajoelhado por trás daquela bunda, apontei para a buceta, mas parei. Olhei para aquele cuzinho que parecia sorrir para mim… e pensei: “Vou comer o cuzinho dela.”


Eu e a minha ex-mulher fazíamos sexo anal com frequência, mas muitas amigas dela não faziam. Na verdade, eu não tinha a certeza, mas achava que Alessandra era uma das que não fazia, muito possivelmente porque o Felipe nem tentava. Então resolvi tentar a minha sorte. Larguei uma boa quantidade de cuspe e fui espalhando com o dedo. Fui descendo pela bunda e enfiei o dedo na buceta dela, puxando de lá também alguns sucos. Voltei a subir por aquela bundinha empinada e, com o dedinho, fui espalhando todo aquele mel. Alessandra estava impaciente:


— Soca a minha buceta… Vamos… Quero esse pau bem forte dentro de mim…


Quando ela falou isso, peguei no meu pau com a mão direita e, com a esquerda, peguei forte no quadril dela. Apontei ao cuzinho e comecei a fazer pressão. O cuzinho começou a abrir e a pontinha do meu pau começou a entrar. No entanto, Alessandra falou:


— Que cê tá fazendo, tá louco??

— Ué, pensava que você ia querer…

— Nem pense… Eu nunca dei o meu cuzinho, não… O Felipe bem quer, mas eu não deixo o pinto dele entrar… Muito menos o seu, que é o dobro…


Eu nem falei mais nada. Peguei nela de novo e apontei naquela buceta gostosa… Comecei a martelar forte, agarrando o quadril dela. Os gemidos faziam-se ouvir por todo o condomínio, que certamente acordou todo, dada a hora avançada.


— Meu Deus, André, o que é isso? Você vai me deixar toda arregaçada… Que gostoso… Me come como uma puta…


Aquilo estava a deixar-me louco. No entanto, aquela bundinha não parava de olhar para mim… Agarrei os peitos dela e continuei a socar gostoso por trás, puxei-a para cima e beijei-a gostoso no pescoço e na boca enquanto a comia por trás. Depois joguei-a para a frente e, quando ela estava quase a gozar, tirei o meu pinto para desespero dela, virei-a para mim e vim-me bem na cara dela:


— Toma, sua puta gulosa, bebe a minha porra toda…

— Você quer gozar com a minha rola? Não vai ter, não… Só quando eu puder comer esse cuzinho…


Alessandra ficou estupefata, olhando para mim, sem perceber o que tinha acontecido. Eu mesmo fiquei surpreso com a minha reação. Agarrei o cabelo dela por trás e mandei abrir a boca. Ela obedeceu. Enfiei o membro ainda latejante dentro dela e pedi que bebesse as últimas pingas que ainda sobravam. Toda a cara dela escorria porra. Peguei algumas gotas com o dedo e coloquei na boca dela. Ela começou a chupar o meu dedo forte e deitou-se para trás.


Tive pena dela e caí de boca naquela buceta, chupando até ela começar a gozar. Ela ainda pediu:


— André, enfia o seu pau gostoso em mim para eu gozar…

— Já disse que não vai ter mais rola…


Alessandra gozou na minha boca, usando a minha língua. No final, levantou-se e foi-se lavar. Eu vesti-me, peguei nos meus papéis e voltei para casa.


No caminho, enquanto dirigia, fui pensando em toda aquela loucura que tinha acontecido. Tinha comido a mulher de um dos meus melhores amigos, uma das mulheres mais gostosas que conheço. O meu amigo ouviu sem saber que era a sua mulher. No final, quase comi aquela bundinha gostosa que nunca foi comida por ninguém.


Fiquei durante semanas pensando naquele cuzinho gostoso. Alessandra não me disse nada, nem o Felipe, durante esse tempo. Mas, passadas algumas semanas, recebi um convite para ir jantar com ambos na casa do Felipe...


Continua…


Sussurro Proibido
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Comentários


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sussurroproibido Comentou em 05/01/2026

Muito obrigado, Edu! Sidnelson, também gosto muito desse tema. Estarei dando uma conferida em seus contos. Abraço!

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sidnelsondf Comentou em 05/01/2026

Tesão de relato. Meu tema favorito de contos, já comi algumas namoradas e esposas de amigos, inclusive a companheira do meu melhor amigo, senti um remorso enorme enquanto fodia a mulher dele de 4, sem camisinha. Quase chorei quando esporrei no fundo daquela bucetuda... ja relatei alguns desses casos em meu perfil.

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edu aventureiro Comentou em 05/01/2026

Que tesão esse seu conto... votado...




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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Alessandra, A Mulher do Meu Amigo - Parte 1

Codigo do conto:
251060

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/01/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
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