Saltei da cama e abri a janela, que estava totalmente fechada, impedindo a claridade de entrar. O ar da rua invadiu o quarto e fez-me respirar fundo. Que delícia de manhã tínhamos tido eu e a Alessandra. Olhei para o relógio: já batiam as 5 da tarde. Tinha dormido bastante — era normal depois de tanta energia bem gasta naquele sexo delicioso.
Enquanto vestia um boxer, tentava perceber os sons que vinham da sala. Parecia a voz da Alessandra; a outra voz era masculina, mas não estava a conseguir identificar. Saí do quarto apenas de boxer e espreitei na sala. Era o Pedro, sentado no sofá, enquanto falava com a Alessandra, que andava entre a sala e a cozinha, preparando algo.
O Pedro, ao ver-me, levantou-se:
— Como é, cara? Acordou do sono de relaxamento? — disse, sorrindo.
A Alessandra apareceu à porta da cozinha, sorrindo. Estava com uma roupa diferente da que tinha antes.
— Oi, André! Aproveitei que você estava a dormir, peguei na sua chave e fui à minha casa buscar umas roupas limpas. Depois voltei e dei um jeito na casa. Espero que esteja tudo como você gosta — falou a Alessandra.
— Não precisava. Eu mesmo dava um jeito! — falei eu.
— O seu celular tem tocado. Eu trouxe-o para aqui para não te incomodar. Pode pegar ali na mesa. Primeiro foi o Felipe, que ligou umas quatro vezes, e depois o Pedro. Para o Pedro, eu liguei do meu celular — disse a Alessandra, tentando dar pouca importância ao facto de o Felipe estar a insistir.
— Cara, eu liguei para você apenas para saber como você estava. Você me pareceu estranho esta manhã — disse o Pedro, meio sem jeito.
De fato, não era habitual o Pedro ligar para mim… Deveria querer dizer algo que agora, ali na presença da Alessandra, não podia falar. Tentei disfarçar…
— Não, tudo bem… Estou apenas preocupado com o Felipe… Seria bom você falar com ele, Alessandra … — disse eu, falando um pouco mais alto para ela me ouvir da cozinha.
A Alessandra apareceu na porta da cozinha e disse:
— Eu quero mais é que ele se foda… Vá tomar porre, vá bater punheta… O que ele quiser…
— Eu acho que, no mínimo, você deveria dizer que está bem, para ele parar de procurar… Senão ele ainda vai achar… — disse eu, preocupado.
— É, talvez…! — disse ela, pensativa.
— Eu vou ligar de volta para ele… — disse eu, pegando no meu celular.
— André, eu convidei o Pedro para vir até cá jantar conosco. A Tânia trocou o turno e ele ia jantar sozinho. Que tal pizza?
— Tudo bem! Vocês podem tratar? Eu vou ligar para o Felipe. Vou para o quarto para estar em silêncio.
No quarto, fechei a porta e liguei para o Felipe, que atendeu de pronto:
— Oi, cara, já tinha ligado para você… — disse o Felipe.
— Desculpa, Felipe. Eu acabei por dormir aqui no sofá. A minha manhã foi algo complicada — disse eu, tentando ser vago.
— Eu não consigo achar a Alessandra… Celular desligado. Ontem passei na casa dela e estava tudo fechado. Nenhuma amiga sabe dela. Acho que vou procurar na delegacia e nos hospitais… Você não lembra se ela falou alguma coisa naquela noite? — perguntou o Felipe.
— Felipe, todos comentámos que ela estava puta da vida contigo… Possivelmente saiu para algum local para refletir e não tá querendo falar. Aguarda mais um pouco. Possivelmente ela vai-te ligar dizendo algo… — disse eu, tentando acalmá-lo.
— É, André… Tenho que perceber o que quero para mim. As coisas assim não funcionam… Não vejo futuro nesta relação deste jeito…
— Certo… Vocês têm que perceber o que é melhor para cada um de vocês e decidir o vosso futuro — disse eu.
— Tente se acalmar. Aproveite para refletir… Certamente a Alessandra está a fazer o mesmo e depois irá falar consigo. Da minha parte, se precisar de algo, me liga — falei de novo.
— Obrigado, André!
Desliguei o telefone e percebi que ali não tinha mais futuro… O Felipe sentia que a Alessandra não estava ao seu alcance — algo que, eu penso, a Alessandra já há muito tinha percebido, mas por pena ou acomodação se foi deixando ficar. A frustração entre ambos levou-os a extremos: o Felipe procurando a bebida e a Alessandra reprimindo os seus desejos e sentimentos.
Voltei para a sala para contar à Alessandra, mas, quando abri a porta do quarto, tive uma lembrança do que tinha visto no dia anterior e sorri. Será que ia encontrar algo idêntico?
Entrei como que a medo na sala, mas tudo estava normal… O Pedro tinha ligado a TV e a Alessandra estava na varanda, relaxando numa espreguiçadeira. Quando deu pela minha presença, perguntou:
— Então? Falou com ele?
— Sim — respondi.
— O Felipe está a pensar começar a procurar nos hospitais e delegacias. Talvez seja melhor você descansá-lo — falei.
— Sim, é melhor — concordou ela.
— Falei um pouco mais com ele… — disse num tom mais baixo, enquanto encostava a porta que dava acesso à sala, de forma a termos alguma privacidade.
— Ele me falou que tem que refletir sobre vocês, que as coisas não estão a resultar… — disse eu.
O Pedro continuava a assistir TV. Ele percebeu que eu estava a falar a sós com a Alessandra e manteve-se para nos dar alguma privacidade.
— Não tem o que refletir. Eu já tomei as minhas decisões. Quero viver a minha vida. Não quero mais ficar presa com alguém que só me puxa para baixo, me deixa infeliz, não me faz sentir mulher… — Foram as palavras da Alessandra, como que querendo mostrar que estava a colocar um ponto final numa relação de anos e altos e baixos constantes.
— Sim, mas pelo menos, para já, descansa o cara… — pedi eu.
— Sim, vou fazer isso. Vou dizer algo no WhatsApp — disse a Alessandra.
Fui ter com o Pedro na sala enquanto a Alessandra, na varanda, digitava para o Felipe. Fechei novamente a porta e fui tentar saber com o Pedro porque me ligou.
Assim que me aproximei, o Pedro — percebendo que a Alessandra não nos estava a escutar — falou:
— André, te liguei há pouco porque aconteceu algo complicado para mim… e para você… — disse o Pedro com cara de caso.
— Ontem, enquanto estávamos a comer a Alessandra, teve um momento que eu parei, antes de tentar comer aquele cuzinho delícia. Peguei no meu celular e tirei umas fotos dela a cavalgar em você — disse ele com cara de bunda.
— Aiii, caralho… O que foi?? O que aconteceu com as fotos?? — perguntei eu, fodido da vida.
— A Tânia… Cara, ela pegou no meu celular e viu as fotos de vocês os dois. Eu falei que você tinha enviado naquela noite. Inventei uma história: que, quando me estava a deixar em casa, a Alessandra ligou para você e que ela tinha combinado encontrar-se consigo aqui em sua casa e levava uma amiga. Que a amiga tirou as fotos e você acabou por enviar para mim… — respondeu ele.
— Que história mais sem jeito é essa, cara… Mas porque caralho eu haveria de enviar fotos para você… Ela engoliu isso?? — perguntei eu.
— Sim, ela sabe que eu sinto o maior tesão pela Alessandra. Sempre me pega a olhar para a bunda dela e brinca com isso… Eu falei para ela que você sabia disso e que mandou as fotos para judiar de mim… — contou o Pedro.
— Puta que pariu, caralho!!! Isso tá fedendo… Vamos ter que contar para a Alessandra… Vai que isso chega aos ouvidos do Felipe? Vou me ferrar… Se a Tânia liga para a Alessandra contando, vai ser ainda pior… — disse eu em pânico.
Lembro esse momento até hoje… Como o meu peito estava apertado, suando, sentindo formigueiro nos dedos… A Alessandra, lá fora, fechada, estava a falar ao celular — provavelmente com o Felipe. Parecia estar a discutir. Eu estava completamente desorientado, sem saber o que fazer.
— Por isso eu te liguei… A Tânia foi puta da vida trabalhar… Mas daí a Alessandra me ligou de volta, dizendo que tinha acabado de chegar na sua casa, que tinha ido a casa trocar de roupa, que você estava a descansar e que podíamos nos encontrar para jantar aqui em sua casa. Eu aceitei e vim até aqui… — contou o Pedro.
Entretanto, a Alessandra estava a terminar a conversa. Ficou sentada na beira da espreguiçadeira. Parecia estar a chorar…
Não tive coragem de ir ter com ela ou sequer dar início a uma conversa, por todos os motivos. Fiquei imóvel, sentado no sofá, pensando em tudo o que poderia aí vir…
O meu telefone começou a tocar. Era o Felipe… CARALHO!!! O que mais podia acontecer.
— Fica quieto aqui, Pedro… — ordenei eu.
— Quando a Alessandra entrar, avisa que estou a falar no quarto com o Felipe.
Fui correndo para o quarto e atendi, até um pouco ofegante de toda a inquietude.
— Alô, Felipe, então? — perguntei eu, a medo.
— André, consegui falar com a Alessandra. Está em casa de uma amiga da academia. Está tudo bem com ela. Estivemos a falar um pouco depois de uma troca de mensagens…
— E então? — perguntei eu.
— Acabámos concordando que estamos a perder tempo os dois… Vamos conversar melhor mais tarde, daqui a uns dias ou semanas. Para já, eu vou fazer chegar para ela as coisas básicas que ela tem aqui em minha casa. Depois ela vem buscar o resto e conversar quando estivermos mais serenos.
— Legal, então. Você está se sentindo aliviado? — perguntei.
— Sim, cara. Foi melhor assim… Preciso pensar, mas acho que este é o melhor caminho para os dois.
Falámos um pouco mais de trivialidades e desliguei. O meu coração estava pequenino só de pensar no que ainda tinha que falar para a Alessandra…
Chegando na sala, a Alessandra e o Pedro estavam sentados no sofá. A Alessandra com os olhos vermelhos de chorar, o Pedro com uma cara de quem não sabia o que havia de dizer.
— Como você está se sentindo? — perguntei.
— Aliviada! Mais que tudo, aliviada… Agora me sinto livre! — disse ela, tentando sorrir.
— Olha, Alessandra, temos um problema para resolver, ou pelo menos para falar… — disse eu com ar preocupado.
— Algo que falou agora com o Felipe? — perguntou ela.
— Não… A conversa com o Felipe foi normal, nada de mais. Ele também falou que estava aliviado…
— A questão é aqui com o Pedro. Ele me falou à pouco de um negócio que aconteceu para ele, que pode ser complicado.
A Alessandra ficou a olhar para o Pedro, à espera que ele prosseguisse. O Pedro ficou como que engasgado, porque nunca pensou que eu fosse passar “a bola” para ele.
O Pedro contou a história e tudo o que inventou para a Tânia. A Alessandra estava como que incrédula, ouvindo, e, com uma calma que me assustou, pediu:
— Posso ver as fotos?
— Claro! — falou o Pedro, pegando no celular.
A Alessandra olhou as fotos, baixou o celular e perguntou para o Pedro:
— Quem mais viu ou recebeu essas fotos?
— Só a Tânia viu, e não enviei para ninguém… Nem para ela — disse o Pedro.
Aí a Alessandra explodiu:
— Mas que caralho se passa com vocês, homens??? Não chega me arrombar??? Tem que tirar foto, fazer filme? Deviam ter vergonha na cara. Em vez de me comer, foi brincar com o celular…
— E a Tânia? O que ela falou? — perguntou, com um ar curioso.
— A Tânia ficou brava de eu ter suas fotos no celular e me perguntou se eu sabia quem era a sua amiga que veio consigo à casa do André. Eu falei que não sabia.
Eu não sabia o que falar. Fiquei a olhar para os dois… Mas a Alessandra virou-se para mim e falou:
— E você não fique nos olhando com essa cara… Já deletou o meu vídeo com o Pedro?
O Pedro olhou para mim com ar intrigado.
— Ainda não, Alessandra. Vou deletar agora… — falei eu.
— Mas que vídeo é esse que vocês estão a falar? — perguntou o Pedro.
Eu peguei e botei o vídeo a rodar. O Pedro ficou a olhar e não disfarçou nem um pouco que estava a ficar com tesão. A Alessandra não quis ver: foi sentar no sofá enquanto o Pedro olhava e voltava para trás, sorrindo, já com um pau enorme querendo saltar fora dos jeans.
Alessandra olhou para mim e falou:
— E quem vai ser a minha amiga que veio cá comigo, se a Tânia perguntar para mim?
— Sei não… Inventa uma… — falei eu.
— Não dá para inventar. Ela vai querer saber, ver Facebook até… Eu conheço-a: se é história de sexo, ela quer saber tudo… — disse a Alessandra.
O Pedro, por momentos, desviou o olhar da tela e olhou para a Alessandra, que ficou a pensar.
— Vou falar que foi a minha amiga da academia. A Tânia não conhece ela e, se for preciso, eu dou um jeito de falar com a menina. Tenho confiança com ela. Ela se chama Joana e vou te mostrar a foto. Qualquer coisa, você confirma.
Alessandra pegou no celular, procurou a foto no Facebook e mostrou-me. A menina era o maior tesão: ainda novinha, mas com olhos de gata, azuis, bem bronzeada, com cabelo cor de ouro aos cachos. Corpo perfeito, peitos suculentos, bumbum empinado e bem saído. Parecia ser baixinha, o que a fazia ainda mais fácil de comer.
— Posso dizer que comi ela? — disse eu, brincando.
— Se for preciso, penso que ela alinha… — disse a Alessandra.
— Eu comer ela? — voltei eu a brincar.
— Não, safado. Que esteve cá comigo a foder você.
O Pedro, ao ver o Facebook da Joana nas mãos da Alessandra, até abriu os olhos: a gata era um avião.
Ele devolveu-me o meu celular, onde ainda estava a rodar o vídeo pela enésima vez. O Pedro ainda mantinha aquela tronco a pulsar de tesão.
— Vão apagar tudo agora, meninos… Aqui na minha frente… Não tem mais vídeo nem foto!
— Querem lembrar, para a próxima prestem mais atenção ao invés de irem para o celular.
— E quando vai ser a próxima vez…? — disse o Pedro com um ar atrevido, segurando com força o seu pau enorme.
A Alessandra ficou a olhar o pinto e não mais tirou dali os olhos.
— Feito! Já apaguei tudo… — disse eu.
O Pedro pegou no celular e foi até às fotos em questão, olhou mais uma vez para elas e, sorrindo, insistiu:
— Não vou ter compensação por apagar isto?
— Vai se foder, Pedro. Já viu a confusão que cê arrumou com essas fotos? — exclamou a Alessandra.
— Apagado! — disse o Pedro, mostrando a tela do celular.
De um pulo, saiu do sofá e falou:
— Vou lá em baixo na pizzaria. Eles só têm retirada no balcão, acho…
O Pedro bateu a porta e a Alessandra falou:
— Você viu aquele pinto? O cara estava enooormeeeee… — disse, rindo.
— É… Ele tá querendo mais… — disse eu, rindo também.
— Eu tô querendo mais também… Me dá esse pau rapidinho enquanto não chegam as pizzas — pediu ela, já com a mão na minha bermuda.
Não tem como dizer não para uma gata destas. O meu pau começou logo a receber sangue, bombeando forte enquanto ela abria o botão e o fecho. Assim que puxou o boxer para baixo, o rolo saltou fora.
— Que delícia, prontinho para mim… Mais rápido e delicioso que uma pizza — disse ela, enquanto acariciava a pica.
— Abre logo a boca — falei eu, empurrando para baixo a cabeça dela e fazendo-a engolir o meu pau. Baixei um pouco mais a bermuda para ela poder chupar à vontade, mas sempre mantendo a pica entalada na garganta dela. Enquanto ela chupava o meu pau sofregamente, fui a siririca-la mesmo por cima da calcinha. Rapidamente ela começou a gemer e a ficar úmida. Enfiei depois a mão por dentro da calcinha, só para me certificar que estava já prontinha.
Peguei nela e sentei-a no meu colo, subi um pouco o vestidinho, afastei a calcinha para o lado e deixei o meu pau seguir o caminho da felicidade. Entrou fácil, pois estava ainda a escorrer baba da chupada que levou.
Alessandra começou a rebolar apenas a anca, torcendo o meu pau todo dentro dela. Podia sentir aquele bocetão a agarrar o meu pau grosso e a torcer, torcer e depois subir e descer como se de uma punheta se tratasse. A Alessandra estava a caprichar, de olhos fechados, sempre ao mesmo ritmo. A sua respiração estava ofegante. Agarrei-a pela nuca, arrepanhei os cabelos dela e fui falando:
— Me fode, princesa. Engole esse caralho todinho. Faz essa bundinha rebolar na tora para mim. Quem é a minha putinha? Diz para mim… Fala…! — disse eu, já quase a gozar.
— Ai, André, é você… Você me come gostoso… Aquele corno do Felipe não vai mais comer a minha xana… Agora eu dou para quem eu quero e quando eu quero! Vou ser muito putinha. Vou ser a sua puta, sempre que quiser. Me soca com essa rola, vai… Estou quase a gozar…
Nisto, tocaram à porta… Certamente era o Pedro, mas não quis nem saber. A Alessandra agarrou-me para se certificar que eu não parava. Eu acelerei ainda mais as minhas estocadas e, com ela a pular no meu colo, fui enterrando o mais fundo que podia o meu sabre.
— Aiiiin, estou a gozar — falou a Alessandra baixinho, enquanto mordia louca de tesão a minha orelha.
Eu não aguentei mais e derramei todo o meu leite bem fundo nela. Levantei-me do sofá ainda com ela no meu colo e com o meu pau dentro dela. Dei mais uma ou duas socadas com ela no meu colo, mas ela logo colocou os pés no chão. Não tivemos tempo para mais nada. Eu subi a minha bermuda e apertei, e ela — com a buceta carregada de porra — colocou a cueca para o lado e sentou no sofá. Ambos estávamos suados e vermelhos. Abri a porta, tentando disfarçar. O Pedro passou com as caixas das pizzas na mão e com duas garrafas de vinho. Foi direto à cozinha.
Quando apareceu na sala, olhou para nós e percebeu que algo se tinha passado, mas eu disfarcei:
— Estou cheio de fome… Vamos comer — falei eu.
— Sim, temos que comer antes que esfrie. Tenho só que ir no banheiro — disse a Alessandra.
— Pedro, pode tratar do vinho? — pedi.
— Claro! — falou o Pedro, enquanto eu comecei a colocar os pratos na mesa.
Reparei que a Alessandra ia caminhando de pernas fechadas para o banheiro: tinha porra a escorrer pelas pernas abaixo.
Sentámo-nos à mesa e ficámos à espera que a Alessandra aparecesse. Assim que ela voltou, começámos a nossa refeição, onde fomos comendo, rindo e bebendo… Bebendo bastante.
No final da refeição, fomos tomar o café na varanda. Estava a começar a anoitecer, mas estava uma temperatura agradável. Não me lembro de como a conversa surgiu, mas começámos a falar de brinquedos sexuais durante o sexo — algo que eu, até então, pouco tinha usado nas minhas relações, mas que, ao que parece, tanto a Tânia, mulher do Pedro, como a Alessandra usavam.
— A Tânia usa quando chega tarde do turno e eu já estou a dormir. Por vezes acordo e aí dou uma ajuda. Não posso me negar… — falou, rindo.
— Outras vezes usamos durante o ato: enquanto ela me faz um boquete, eu uso vibrador nela; ou quando fazemos anal, ela sempre usa o vibrador na buceta — disse, quase fechando os olhos como que imaginando.
— Eu usava o meu “tornado” (nome que ela dá ao brinquedo) quando o Felipe dormia. Ele não gostava que eu tivesse o brinquedo, mas era com ele que eu sempre me resolvia.
Muitas vezes esperava ele dormir para finalizar. Ele vibra e faz uma sucção maravilhosa no meu clitóris. Tentei várias vezes usar durante o ato com o Felipe, para facilitar, mas ele não queria: dizia que era coisa de puta.
O Pedro estava sentado numa das espreguiçadeiras, eu na outra, e a Alessandra estava encostada no muro da varanda. Entretanto virou-se para olhar lá em baixo e debruçou-se ligeiramente. Eu percebi que ela estava sem calcinha por baixo do vestidinho curto. Quando olhei para o Pedro, ele trocou de olhares comigo e fiquei a perceber que ele também reparou. Não teve como não rir um do outro. A Alessandra virou-se e, vendo os dois a rir, quis saber o motivo. Nenhum de nós respondeu, mas ela continuou a insistir até que eu falei:
— Alessandra, você tá sem calcinha…
— É, eu tive que tirar… — disse ela, encabulada.
— Porquê? — perguntou o Pedro com um ar guloso.
— Pergunta para o seu amigo. Talvez ele saiba responder… — disse a Alessandra, apontando para mim.
Eu ri e falei que não sabia, ao que a Alessandra falou:
— Alguém me encheu a buceta de leite enquanto você foi pegar as pizzas — disse a Alessandra, levantando o vestido e passando os dedos bem no meio da buceta enquanto olhava para nós.
— Tive que tirar e me lavar. Agora não tenho calcinha para vestir… E se tivesse, já estava toda molhadinha… Alguém pode me ajudar dando uma lambida? Olhem vossa buceta pingando de tesão!
Tanto eu como o Pedro, de um pulo, nos erguemos das espreguiçadeiras. Ambos exibíamos dois mastros possantes dentro da roupa. O Pedro chegou-se primeiro e agarrou a Alessandra pelos peitos, encostou-a no muro e começou a beijá-la de língua enquanto a acariciava. Eu nem pensei duas vezes: fiz o que ela pediu, caí de boca naquela buceta que pingava aquele néctar gostoso. Comecei com a pontinha da língua a trabalhar aquele grelo, depois ia tentando passar ao longo da xereca molhada. Resolvi sentar debaixo dela e puxei-a um pouco para baixo, por forma a que a buceta assentasse direto na minha boca e assim pudesse enfiar a língua direto, bem no fundo, ou apenas provocar aquele grelinho para sair da toca. Estive ali durante minutos. A Alessandra foi tirando o pinto do Pedro para fora. O cara estava excitado: tinha até medo de estar ali tão perto. A Alessandra cuspia na mão e massageava o pinto dele.
— Aiiin… Que caralho delícia… Vai tomar conta da minha xereca de novo hoje, é? — falava ela.
— Você sabe que sim… Estou louco para dar para você de novo… Você é um tesão… — respondeu.
— Vai fazer de mim sua putinha tarada, é? A Tânia não te dá buceta suficiente, é? Tem que comer a mulher do corno?
— Ela dá sim, mas não tem como resistir a um tesãozinho como você… Ela sabe disso! Eu sempre falo para ela que você é um tesão e que tem a bunda mais perfeita que eu conheço.
— Ah é? Você fala isso para ela, é? E ela não fica fodida contigo? — perguntou a Alessandra.
— Não, ela fala para eu pegar a bundinha dela e comer como se fosse a tua… Se coloca de quatro e me provoca… — explicou o Pedro.
— Aiiin, sua mulher é uma puta… Ela diz para você comer o cuzinho dela pensando em mim, é? Mal sabe ela que eu tô punhetando esse caralho delícia do marido dela e que, a seguir, vou comer ele todinho, engolir a porra dele e comer de novo vezes sem conta… — disse ela entre gemidos.
Achei melhor me levantar. O Pedro já estava quase a rebentar de tesão. A Alessandra não parava de bater punheta enquanto eu lambia ela.
— André, você me deixou cheia de tesão. Dá esse pau para mim. Se eu tocar agora, eu rebento a gozar — falou ela, enquanto se punha de cócoras.
Deixei cair a bermuda e o boxer. O meu pau já não estava no ponto: precisou de um pouco de atenção da Alessandra, mas rapidamente ficou duro como pedra — tal foi a forma como aquela língua o envolvia enquanto massageava o saco. A Alessandra ia parando para cuspir no do Pedro enquanto tocava punheta com a mão esquerda. Com a mão direita, ia punhetando o meu pinto. Parecia um filme pornô. Comecei a olhar em volta na varanda para ver se estávamos a ser observados. Aparentemente, ninguém estava a ver a gente. O meu vizinho do lado tinha a luz acesa, mas ninguém estava na varanda. Nos prédios em frente, dada a escuridão, seria difícil alguém perceber. Comentei com eles:
— Temos que ter cuidado se alguém tá a olhar a gente…
— Acha que vão querer pular aqui na varanda para receber um boquete também? — disse a Alessandra, brincando.
Peguei nela e encaminhei-a para a espreguiçadeira. Deitei-a de barriga para cima e encaixei-me suavemente nela, ficando ligeiramente com o meu quadril abaixo do dela — o que permitiria que ela rebolasse deitada na minha pica, que já estava dura e grossa. Não foi preciso nem molhar o meu pinto: só de encostar e forçar um pouco a entrada, ele já foi deslizando. A Alessandra nem gemeu, dado que o Pedro já tinha aproveitado para, colocando uma perna de cada lado da cabeça dela, pegando nos seus cabelos e nuca, começar a empurrar todo aquele caralho com mais de 20 cm para dentro da garganta dela. Enquanto ele enterrava aquele mastro garganta abaixo, a Alessandra conseguia rebolar no meu pau numa coordenação perfeita. Ficámos assim alguns minutos e trocámos. Antes ainda de eu ter pegado o meu pinto, o Pedro já estava a enterrar o pau nela.
— Aiiin, caralho, que pau grande… Vou ficar toda arrombada. Como é que a Tânia……
Não deixei ela terminar: enfiei o meu pau e falei:
— Não é altura de falar. Aproveita gostoso essas picas, sua puta. Chupa o meu pau gostoso enquanto és arrombada pelo pau grande que costuma arrombar a Tânia.
Alessandra ficou excitada com o que eu falei e começou a acelerar o ritmo. De repente, tirou o meu pau da boca e falou:
— Vou gozar. Faz gostoso como a Tânia gosta, Pedro.
Nesse momento, olhei para o lado e reparei que, na varanda do meu vizinho, o seu filho, Gustavo — que deveria ter uns 22, 23 anos —, estava a observar a gente escondido. O meu coração acelerou, mas ao mesmo tempo não queria interromper aquilo. Fiz sinal a ele para ficar calado e quieto. Não sei se ele me viu, mas continuou na sombra a observar-nos.
O meu pau voltava a entrar e sair de dentro da boca da Alessandra a um ritmo pausado, porém carregado de baba. Eu segurava a cabeça dela e enterrava tudinho até ao talo, sentindo a garganta dela a abrir para o meu pinto grosso entrar. Atrás de mim, o rebolar da Alessandra tinha sido substituído por socadas fortes do Pedro na buceta da gostosa — tal como a Tânia gosta.
Resolvi trocar. Pousei a cabeça da Alessandra e saí. O Pedro parou também e a Alessandra automaticamente virou-se e colocou-se de quatro, virando a buceta para mim.
— Enfia o seu pau grosso em mim. Quero ser alargada enquanto esse pau enorme estupra a minha garganta.
Enquanto enterrava devagarzinho por trás na buceta da Alessandra, olhei para o Gustavo. Estava a tocar uma punheta enquanto nos via a comer a Alessandra. O Pedro, em pé, deixava a Alessandra chupar ao seu ritmo, sem precisar de mãos — tal era o tamanho do mastro. Agarrei naquela “bundelícia” e enfiei forte na buceta. A Alessandra deixou soltar a pica do Pedro da boca e deixou fugir um gritinho que ecoou na rua.
— Toma cuidado. Assim eu vou gritar e todo mundo vai vir na janela assistir vocês me arrombando — disse a Alessandra.
— Olhem discretamente para a varanda ao lado e reparem na sombra — falei eu baixinho, avisando os dois da presença do Gustavo.
A Alessandra parou de chupar e começou a tocar uma punheta no Pedro e, discretamente, olhou.
— Que delícia de garoto. Olha como é sarado… E aquele pinto… Que delícia. Está a tocar uma punheta me olhando — disse a Alessandra, forçando o Pedro a sentar-se no final da espreguiçadeira, caindo de boca nele e automaticamente empinando aquela raba gostosa para mim.
— Vou dar o meu melhor para aquele garoto… Me come gostoso, André! — disse a Alessandra antes de descer com a boca no pau do Pedro.
Cuspi na ponta do meu mastro, espalhei com a mão e apontei naquela buceta que já estava inchada de tanto tomar pau nos últimos dias. Agarrando agora ela pelos quadris, enterrei devagar mas seguido, começando depois a socar forte a um ritmo que fazia a Alessandra gemer. Não fosse a rola do Pedro estar a encher a boca dela, e todo o mundo ouviria. O Gustavo estava louco de tesão: já se tinha aproximado mais e já facilmente eu o conseguia ver. Se tivesse hipótese, certamente pularia e enfiaria o pau duro em qualquer buraco disponível da Alessandra, que certamente permitiria. A Alessandra estava a gozar forte: não conseguia falar, apenas se viam as lágrimas correr pela cara abaixo, sufocada pelo pau do Pedro. Todo o corpo tremia e estava sem força.
Tudo aquilo me enchia de tesão e senti a porra subir no meu pau. Parei imediatamente e apertei a cabeça do pau. Um pequeno jato de porra ainda saiu, mas consegui segurar o resto. O Pedro aproveitou e deitou-se na espreguiçadeira, deitando a Alessandra de frente para si e enfiando de imediato bem gostoso. Assim que me recuperei de quase gozar, olhei para a Alessandra ali deitada em cima do Pedro. Estava a desfrutar daquele pau enorme enquanto o Pedro, segurando naquele quadril, a fazia subir e descer naquele pau. Aproximei-me por detrás e comecei a espalhar o jato de porra que ainda tinha na mão naquele reguinho lindo. Comecei a largar todo o cuspe que tinha disponível na minha boca naquele olhinho que piscava para mim assim que sentiu eu passar o meu dedo… Não queria interromper nem um minuto para ir lá dentro buscar o lubrificante. Devagarzinho comecei a massagear aquele cuzinho bom com os meus dedos enquanto tocava uma punheta com a outra. Assim que o meu dedinho entrou, cuspi ainda mais naquele olhinho e tentei lubrificá-lo ao máximo. Já tinha a boca seca de tanto cuspir: precisava de mais. Fui na frente da Alessandra.
— Abre a boca e engole esse pau bem fundo…
Ela obedeceu imediatamente. Soquei gostoso naquela garganta, provocando o vómito nela… Logo a minha pica começou a voltar carregada de baba gostosa, bem escorregadia. Com as mãos, espalhei-a no meu pau, deixando-o todo ensopado. Voltei lá atrás e rocei gostoso entre aquelas nádegas fartas, afastando-as com a mão.
Devagarinho, apontei o meu pau àquele olhinho pulsante e gostoso. Automaticamente, a Alessandra parou de subir e descer naquele pau e empinou a sua bunda toda para mim. O Pedro começou a perceber o que eu estava a fazer e não estava a acreditar. O meu pau começou a entrar aos poucos e a Alessandra respirava pela boca como se estivesse a parir.
— Relaxa, meu bem… Logo logo vai estar enterrado até ao fundo e você vai delirar de prazer. Dessa vez, com uma pica enterrada na buceta, vai ser ainda mais gostoso. E ainda tem assistência a tocar punheta vendo você ser enrabada!
Assim foi: o meu pau entrou todo e a Alessandra relaxou.
— Pedro, pode socar forte a buceta dessa vadia. O meu pau já não sai desta raba!
O Pedro ficou louco e começou a socar tão forte que eu tive que tapar a boca da Alessandra. Ela gritava de prazer. Devagarzinho, comecei também a entrar e a sair e a Alessandra parecia até perder as forças. Coordenado com o Pedro, os nossos paus pareciam êmbolos num motor: cada um entrando na sua vez. Cada vez mais forte, cada vez mais rápido. Eu não estava a aguentar muito mais: o meu pau estava carregado de porra pronta a explodir. Olhei para o Gustavo, que se vinha naquele momento, contorcendo-se de prazer enquanto a porra saía em jatos do seu pau para o chão da varanda. Tirei o meu pau à pressa, puxei a Alessandra por um braço, virei-a para mim — fazendo com que parasse de cavalgar o pau do Pedro —, abri a boca dela e explodi na sua boca. Nunca tinha dado uma gozada tão grande. Até a Alessandra ficou espantada: o leitinho escorria pelos dois cantos da sua boca enquanto ela engolia o resto. Com os meus dedos, fui recolhendo a porra e a Alessandra fez questão de os chupar até à última gota. Sentei-me na outra espreguiçadeira e fiquei a descansar e a olhar para eles. O Pedro estava louco para comer aquela bunda, mas a Alessandra ajoelhou-se e abriu a boca, procurando a pica. O Pedro pediu:
— Se coloca de quatro. Ainda quero comer você… — falou.
A Alessandra obedeceu e, deitando a cabeça no meu peito, de joelhos no chão, ficou exposta para o Gustavo, que já só olhava completamente satisfeito. O Pedro aproximou-se por detrás com o seu pau a pulsar e guloso, apontou ao cuzinho da Alessandra, que falou:
— Pedro, o que você pensa que vai fazer? Esse cuzinho não é para você…
— Como…? — perguntou ele, baralhado.
— Esse cuzinho pertence ao André. Eu só dou para ele e para quem ele autorizar comer… — disse ela, olhando para mim.
Eu fiquei sem saber o que dizer. O Pedro olhava para mim sem saber o que fazer…
A Alessandra continuava de quatro, com vontade de foder, mas à espera de uma ordem…
Eu perguntei:
— Você tá querendo mais pau?
— Eu quero sim… Vai deixar ele comer o meu olhinho? — perguntou ela com ar esfomeado.
— Claro que sim! Aproveita e arromba a minha putinha, Pedro! Quero ver esse cuzinho pingando leite no final — falei.
O Pedro parecia uma criança que tinha ganho um brinquedo no Natal. Apontou ao cuzinho da Alessandra e enterrou agora com facilidade. A Alessandra apertava a minha mão e gemia. O Pedro começou a socar forte como se o cu da Alessandra fosse a buceta. Enfiei a mão entre as pernas dela e procurei a buceta. Comecei a massagear aquele grelo que estava quente e inchado, mas mesmo assim sedento de prazer. O Pedro estava nas nuvens a comer a Alessandra, e a Alessandra estremecia de novo agora nos meus dedos e com o pau do Pedro enterrado no cu.
— Estou a gozar de novo. Soca esse cu, soca… — disse ela, mordendo e apertando os meus dedos da outra mão.
O Pedro continuou a socar por mais um minuto e começou a falar:
— Estou prontinho para encher esse cuzinho de leite… É isso que você quer? — perguntou o Pedro.
— Claro. O André pediu para você encher o meu cuzinho e deixar ele pingando…
— Já está… Que delícia… Que cuzinho apertado! Aproveita o meu leitinho!
A Alessandra ficou então com aquele cu pingando porra e saiu a correr para o banheiro dentro de casa. Eu e o Pedro entrámos também. Olhei para a varanda do meu vizinho e o Gustavo já não estava lá. Assim que entrámos, o Pedro vestiu-se e saiu a correr. Faltava pouco para a Tânia chegar em casa e o Pedro, dessa vez, não podia vacilar.
Eu esperei pela Alessandra, que, voltando na sala ainda toda nua, perguntou pelo Pedro.
— Já saiu. Teve que correr para casa porque a Tânia já deve estar a chegar — falei.
— Você me deixa passar aqui a noite novamente? — perguntou a Alessandra.
— Sem problema, desde que dê para mim… — disse eu, sorrindo.
Ao contrário do que possam pensar, não nasceu daqui nenhuma relação séria com a Alessandra. Continuamos a encontrar-nos várias vezes — umas sozinhos e outras com mais pessoas. Tanto eu como a Alessandra vamos tendo relacionamentos, mas sempre nos encontramos pelo sexo. De todos os intervenientes nessa história, ela é a única pessoa que sabe que estou a relatar aqui os factos neste site.
Fim…
Sussurro Proibido
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