A Cabritinha do Quatorze

Sexta-feira -


Orlando abriu a porta do pequeno apartamento onde ele e a esposa moram há mais de cinco anos. Entrou desfazendo o nó da gravata e jogando o paletó sobre o sofá.

Só então se deu conta de que, apesar da TV ligada, como sempre, numa novela mexicana com diálogos pavorosos e uma dublagem horrorosa, a sala estava vazia, coisa rara.

“Márcia!”

Silêncio, a não ser por uma mulher gritando na TV. Orlando puxou a gravata por uma das pontas e a jogou sobre o paletó. Rápido abriu o botão do colarinho enquanto caminhava em direção à cozinha.

“Márcia?”

Nada, ninguém por ali, veio caminhando pelo pequeno corredor e estacou espantado com a cena. A esposa, uma baixinha dos seus quarenta e poucos anos, cabelos pretos lisos, num dos seus vestidos floridos encostada na parede segurando um copo contra a parede.

“Márcia, o que é isso?”

“Sssh!”

“Que sshiu! O que é que deu em você?”

A esposa abanou uma das mãos a pedir silêncio, mas sem tirar a orelha do copo.

“Merda! Acho que acabou, não estou ouvindo mais nada.”

“Chega, larga isso aí. Tá vigiando os vizinhos, por quê?”

“Huh! Como se eu fosse a única.”

“Você é a única, Márcia. Para que implicância. Você nunca foi assim.”

A baixinha mostrou os dentes perfeitos indignada com os modos do marido. O homem temeu pela própria sorte vendo o olhar raivoso e faiscante que ela lhe lançava. Muito pior do que a enxurrada de impropérios que ela vociferou. Se arrependeu no ato.

“Desde que esse homem mudou para o prédio, a gritaria começou.Toda semana agora é esse tormento. Será que não cansa?”

Orlando abaixa o tom de voz, entre o cinismo e a calma. Desabotoando os botões da camisa.

“É só não prestar atenção.”

Márcia sai pisando forte os pés descalços em direção à cozinha, mas sem deixar de falar um minuto. Nitidamente irritada.

“Não prestar atenção. Foi você o primeiro a reclamar? Será que esqueceu?”

“Eu! Eu, tá, e daí? Foi uma vez só.”

A baixinha dos ombros curtos, dona de dois seios avantajados e duas admiráveis coxas, abre a geladeira e retira uma jarra de água.

“Que uma vez! No domingo passado eles te acordaram. Todo final de semana agora é isso e hoje começou cedo. Ainda é sexta e a tarada parece que está sendo sacrificada.”

“Relaxa, minha filha, daqui a pouco para.”

Márcia dá uma longa golada no copo.

“Doentes, isso é o que eles são. Não tem o menor respeito pelos vizinhos, ainda vou reclamar com a síndica. Ah, se vou. Semana que vem falo tudo na reunião do condomínio.”

“Que bobagem! Isso vai acabar mal pra você, pra gente. São dois jovens, é isso, acabaram de casar. Eles não têm culpa se o construtor resolveu economizar nas paredes.”

“Que jovens Orlando. Ele é um sessentão, grisalho, que tá perdendo os cabelos, mais gordo do que você. E ela também não é nenhuma novinha. Vi quando chegou hoje. Tem pinta de mulher casada, que deve estar traindo o marido com o coroa aí do lado.”

“Achei que os dois fossem casados.”

“Casados, uma ova! Seu Pedro me contou que ele acabou de comprar o imóvel e mora sozinho. Já a ‘garota’ ele não sabe quem é.”

“Mas como é que você sabe que é casada? Viu a moça só uma vez.”

“Com aquele corpo! Tá na cara que já teve filhos. Meu sexto sentido não falha, meu filho.”

Orlando desabotoa as mangas e puxa a camisa de dentro da calça. Mostra um ar preocupado, enquanto abre o cinto da calça.

“Talvez ela não tenha marido, talvez seja uma divorciada ou viúva. Ela pode ser a namorada, qual o problema?”

“Problema nenhum, se não enchessem meu saco com a gritaria que aprontam. Principalmente ela, parece que não faz a coisa há tempos.”

Márcia estala os dedos algumas vezes enquanto completa a frase.

“Dois velhos, mais velhos do que eu e você, que parecem que nunca treparam na vida.”

Márcia encosta na porta e cruza os braços sobre os seios e funga. Orlando abre um sorriso de quem entendeu a razão de toda aquela raiva.

“Que é Orlando? Pára!”

“Ué! Eu não falei nada.”

“Eu te conheço. Mas a Lis não é pro seu bico, pode esquecer.”

“E quem disse que eu quero a mulher dos outros? Como é que você sabe que ela se chama Lis?”

Márcia, balança o copo que ainda está entre seus dedos e bebe o que ainda resta. O marido entende a mensagem.

“Oh! Deixa eu ir tomar o meu banho. Tô todo suado.”

“Vai, vai. Ih! Esqueci da novela.”

“Você não perdeu nada.”

Sábado -


Orlando abre um dos olhos ainda morto de cansaço. O som abafado que parecia estar em seu sono, na verdade, vinha do quarto do outro lado da parede.

“O que está acontecendo?”

Som de madeira rangendo, batendo de encontro à parede do quarto.

“Ora, o que está acontecendo? São eles. Começaram cedo. Tô acordada há tempos ouvindo a sacanagem toda. Essa mulher vai matar o velho.”

Orlando senta na cama e tenta entender os sons que ouve. Encosta a cabeça na parede.

“Toma.”

Acaba com um copo na mão e o riso debochado da esposa ao seu lado. A curiosidade é maior do que a indignação. Orlando coloca o bocal do copo contra a parede e o que ouve vai lhe deixando com a boca aberta.

“Nossa, que fogo essa mulher tem.”

“Não falei. Ontem foi pior, você não imagina as coisas que ouvi vindo daí. A cabritinha miou a tarde inteira.”

“Cabras não miam, Márcia.”

“E o que é que elas fazem?”

“Elas… balem?”

“Pois essa daí mia, geme, grita e berra sem nenhum pudor. Não sei como é que consegue ser tão descontrolada. Que falta de respeito, pouca vergonha.”

“Hmmm…”

“Hmmm, o que?”

“Nada, só…”

Orlando morde o beiço, esboça um sorriso. Márcia perde as estribeiras e lhe arranca o copo.

“Me dá isso. Aposto que…. Meu Deus! Seu safado, se eu souber que você anda arrastando asa pra essa vadia. Ah, seu Orlando!”

“Ah, o que? Eu não fiz nada.”

“Nem tente, nem tente.”

É a vez de Márcia arregalar os olhos.

“Cê acredita… não é possível. Achei que fosse só ela, mas o velho é mais doente do que eu pensava.”

“Que foi?”

“Tá metendo no rabo dela. Velho babaca.”

“Como é que você sabe?”

“Tô ouvindo ele pedir e a assanhada nem pra disfarçar, pelo jeito… ela tá pedindo pra passar o creme.”

“Lubrificante, será?”

Márcia, encolhe os ombros enquanto se ajeita na cama com as pernas dobradas.

“Deve ser, né? Ui! Acho que ele entrou, a piranha começou a gemer.”

“Marcia, me dá isso aqui. Pára de ficar ouvindo os outros.”

“Eu não, agora que começou, eu quero ir até o fim.”

“Você não, ela, eles. Chega, Márcia.”

Márcia desencosta um palmo e um som surdo mais alto se ouve vindo da parede.

“Tá ouvindo?”

“Tô, mas o que eles estão fazendo?”

“Ora, o que eles estão fazendo? O velhote tá metendo a rola no rabo da coroa.”

“Sério! Deixa eu ouvir.”

“Deixo não. Vê se eu vou deixar você ouvir essas coisas. Esperto! Hmm… sabe o que ela tá querendo?”

“O que?”

“Sssh! Espera…”

Os olhos de Márcia começam a brilhar, o riso safado mostrando os dentes brancos.

“A cabritinha tá pedindo por velho gozar.”

“Gozar! Na bunda? Que nojo.”

“Ah! Nojo que nada, eu sei de muitas que gostam.”

“Sabe? Como é que você sabe, Márcia?”

“Não interessa, mas a gente sempre sabe de umas como a bruaca aí do lado que não se importam de dar a bunda. E como gostam.”

“Deus não dá asa à cobra.”

“Cínico! Você é que nunca se interessou, cheio de nojinhos.”

“Como se você adorasse. Já te pedi e você sempre vem com aquela conversa de que mulher casada não faz essas coisas.”

Márcia faz um sinal com a mão pedindo silêncio. Um riso de quem descobriu um segredo.

“Pelo jeito, o velho encheu a bunda da coroa. Puta é o que ela é. Safada, aposto que o marido nem desconfia.”

“Me dá aqui, deixa eu ouvir. Me dá, logo!”

“Ai, que saco! Toma.”

Orlando encosta o bocal na parede e faz um esforço tentando ouvir o que eles falam.

“Será que eles estão se beijando? Não estou ouvindo nada.”

“Ele pediu que ela beijasse o…”

Márcia abre um sorriso, Orlando mostra um olhar desconfiado.

“Beijar?”

“Tem umas que gostam, sabia? Tem mulher que não se respeita. Vadia, imagina se os filhos souberem que a mãe anda chupando o cacete de homem que não é pai deles?”

“Sua mente é muito pervertida. Deus me livre!”

“Só a minha mente?”

Basta um olhar para Orlando entender que sua esposa está admirando o volume que aparece no meio do calção do pijama.

“Vai tomar um banho, Orlando. Vai esfriar a cabeça que você não tem mais idade pra isso.”

“Eu não tenho idade! E ele e ela?”

“Safado! Anda logo, não estou com tempo pra você hoje. Tem que lavar as roupas e você ficou de ir às compras. Esqueceu?”

Domingo -


Márcia acordou toda encolhida, sentindo uma dor no pescoço, ouvindo barulhos que pareciam vir em ondas do quarto do outro apartamento. Sons de batidas, pancadas, acompanhadas de risos e se acabando em silêncio. E recomeçava tudo de novo de tempos em tempos.

Sentiu um peso sobre os seus ombros, os sons de bocejos em sua cabeça.

“Ai, Orlando! São horas?”

“Agora vai implicar com um abraço.”

“Muito cedo, depois, amor.”

Só ouviu um gemido que mais parecia um mugido, que acabou se misturando com as gargalhadas vindas do lado.

“Que isso?”

“Isso é o quê, Márcia?”

“Orlando! A essa hora? Ai, eu tô com sono.”

“E você queria o quê? Acordei com a dupla trepando como se fosse a melhor coisa do mundo. Faz tempo que você… e eu… a gente até podia.”

“Saco, agora é lá e aqui. Espera.”

Sentiu Orlando roçando seu pau sobre o cetim da camisola curta, nitidamente já livre das cuecas. A mão curiosa desceu pelo quadril e se enfiou entre as pernas firmemente fechadas.

“Hmmm! Hmmm!”

Os dedos nervosos do Orlando lhe abriram as pernas. Márcia detestava dormir com calcinhas, não foi difícil começar uma siririca atrevida. Os dedos passeando pelos pentelhos da esposa e massageando o grelinho escondido nos meios das carnes da Márcia.

“Aaah! Espera! Aaaa!”

Sentiu o cacete lhe afagar as ancas, se enfiar no meio delas. O suor da vagina foi se transformando num melado escorrendo no meio dos lábios. Piorou quando sentiu a ponta do pau forçar seu buraquinho. Orlando sempre fazia essas sandices quando ficava semanas sem foder a pepeca da Márcia.

“Calma, se você…”

“O que?”

“Me machuca, Orlando, eu ainda sou virgem. Você sabe.”

“Tá na hora de você perder o seu cabacinho. Igual ela, a cabritinha do quatorze.”

Márcia ergueu instintiva sua perna e deixou Orlando massagear a pepeca com a cabeça da rola. Melecou a pica com os seus sucos e sentiu o marido lhe abrir a gruta com a haste dura.

“Aaaah! Aaaa! Mmmm!”

“Não geme, mulher, senão eles ouvem.”

“E daí se eles ouvem, porra! Orlando!”

A rola fina entrou fundo na grutinha apertada, mão abusada se enfiou por baixo da camisola e lhe espremeu a teta como se fosse uma fruta madura.

“Aiii, Caraca! Orlando.”

A cama rangia e batia de encontro à parede do quarto. Márcia sentiu um espasmo, desconfiou que era um orgasmo, mas tinha lá suas dúvidas. Fazia tempos que não trepava, mais ainda que não sentia o que era um orgasmo. Ainda mais com o marido.

Os dois ouviram risadas vindas do outro lado. Depois sons de alguém lambendo e chupando.

“O que é que eles estão fazendo, Orlando?”

“Os dois estão se chupando ao mesmo tempo. É isso que eles estão fazendo.”

Ficaram em silêncio, o pau do Orlando ainda dentro da xoxota da Márcia e ela tentando entender o que acontecia no outro apartamento.

“Eu quero Márcia, hoje eu quero.”

Márcia olhou sobre o ombro com um ar de curiosa. O marido não era desses rompantes, muito menos num domingo pela manhã.

“Eu nunca fiz, você sabe. Não gosto.”

“Então aprende, vem que eu também quero.”

“Quer o quê? Espera.”

Márcia foi puxada e virada, meio assustada, meio interessada. De repente, aquilo que o marido tinha entre as pernas estava esticado e molhado, deitado sobre a cintura do Orlando. Sentiu o cheiro de rola excitada, passou os dedos no tronco lubrificado com os seus sucos.

E quando menos ela esperava, quando ainda duvidava que conseguiria, sentiu um beijo na vulva, uma lambida tarada no meio dos lábios. A língua do Orlando se enfiando na gruta e depois que ele encontrou o seu grelo.

“Hmmm! Mmmmm!”

Sentiu em ondas um prazer gostoso, intenso, saboroso que ela não sentia desde os tempos do Fiat 147. Orlando lambia e mordia como um esfomeado. E ela, sem pensar, resolveu retribuir o carinho.

Abriu a boca e deixou entrar a rola fina do Orlando. Sugou desajeitada, não sabia se lambia ou mordia, teve medo de que aquilo lhe invadisse a garganta. Medo de ficar sem ar, medo de se sentir uma puta como a vagabunda do vizinho.

Ouviram gemidos abafados, alguém chamando de amor. Márcia se deu conta que o marido lhe arranhava as ancas com as unhas, um dedo lhe massageando o cu. Bateu uma punheta safada para o marido.

Márcia não queria pensar em mais nada, só queria ver Orlando gozando na cara dela. Malvado, ele enfiou um dedo pela entrada do seu buraquinho. Márcia tentou resistir, impedir, mas o dedo rompeu as pregas enquanto Orlando lhe siriricava com a ponta da língua.

Veio um arrepio como uma descarga elétrica, ela sentiu o útero se contrair e buceta de uma mulher honesta piscou na cara do esposo. Era tudo o que ela nunca pensou que um dia fizesse ainda mais na frente do Orlando.

E daí? Porra - ela pensou enquanto punhetava a rola com toda a força que conseguia. Orlando começou a gemer como se estivessem esfolando seu cacete. Márcia teve uma surpresa quando Orlando começou a cuspir seus jatos brancos no ar, molhando seus dedos e o queixo.

Cheiro de porra, misturado com o aroma de buceta.

Márcia fez o impensável, viu a cabritinha sorrindo para ela e fez o que sabia que a outra faria. Abriu a boca e bebeu o gozo do Orlando. O gosto azedo do orgasmo do seu homem, sabia que ele estava adorando saber que finalmente ela agia como eu sempre pedia.

“Amor, amor!”

Uma voz masculina vinda debaixo entre as suas pernas.

“Você nunca me chamou disso, Orlando.”

“Mas você também nunca me deu um beijo desses.”

“Então fala de novo.”

“Amor, eu te amo, Márcia.”

Foto 1 do Conto erotico: A Cabritinha do Quatorze

Foto 2 do Conto erotico: A Cabritinha do Quatorze

Foto 3 do Conto erotico: A Cabritinha do Quatorze

Foto 4 do Conto erotico: A Cabritinha do Quatorze

Foto 5 do Conto erotico: A Cabritinha do Quatorze


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


272146 - Abre as pernas para o seu pai - Bebe, menina, bebe. - Categoria: Incesto - Votos: 5
271104 - Abre as pernas pro seu pai - 01 - Categoria: Incesto - Votos: 16
270605 - Bia – Final da suruba bestial - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
269867 - Do que uma mulher precisa na cama - Categoria: Lésbicas - Votos: 4
269306 - Paola e o desbunde no sítio - Comida depois do almoço - Categoria: Cuckold - Votos: 8
268949 - Paola e o desbunde no sítio - o sabor picante dos machos - Categoria: Traição/Corno - Votos: 11
268493 - Paola, comida no meio da sala - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
268288 - O sonho de Paola é trepar com o aluno da classe - Categoria: Fetiches - Votos: 4
268134 - Paola mostrou a calcinha na sala de aula - Categoria: Exibicionismo - Votos: 5
267960 - Almoço na casa da Denise - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
266444 - Presente para uma Esposa adorável - Categoria: Cuckold - Votos: 11
264420 - Enchi a boca do meu Padastro - Categoria: Incesto - Votos: 6
262655 - Cris - Gozando na cama da filha - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
261661 - Atração Fatal - Categoria: Fetiches - Votos: 1
260977 - Confissões II - Deflorada pela mãe das minhas amigas - Categoria: Lésbicas - Votos: 5
260461 - Confissões I - A mãe das minhas amigas é um tesão de mulher - Categoria: Lésbicas - Votos: 7
260084 - Memórias de um adolescente - Categoria: Fantasias - Votos: 2
259725 - Sessão de Terapia - Os segredos do meu sogro - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
258982 - Simone, uma faxineira perfeita. - Categoria: Heterosexual - Votos: 8
258569 - Meu coração pertence ao papai - A putinha do papai - Categoria: Incesto - Votos: 9
258120 - Meu coração pertence ao papai - Pisquei na cara do sogro - Categoria: Incesto - Votos: 8
257824 - Meu coração pertence ao papai - Chupei meu sogro no meio da sala - Categoria: Incesto - Votos: 6
257310 - Meu coração pertence ao papai - Presente do sogro - Categoria: Incesto - Votos: 7
256372 - Tronco duro - Categoria: Fetiches - Votos: 6
255039 - Quem diria, Antônia, minha tia. - Categoria: Masturbação - Votos: 3
254770 - As irmãs abusaram do Diácono - Categoria: Fetiches - Votos: 3
254486 - Convento das Carmelitas - Os orgasmos com a irmã Inocência - Categoria: Incesto - Votos: 6
254161 - Convento das Carmelitas - Gozando com o negro Miguel - Categoria: Fetiches - Votos: 6
253981 - Tentações noturnas - O dia seguinte - Anal com o filho do meu marido - Categoria: Incesto - Votos: 3
253739 - Tentações noturnas - O dia seguinte - Meu enteado quer me comer - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil incensatez
incensatez

Nome do conto:
A Cabritinha do Quatorze

Codigo do conto:
273716

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/10/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5