Obviamente que nada se poderia passar sem antes eu conseguir o acordo e aceitação na íntegra dos desejos sexuais deles por parte da minha mulher.
Ela colocou como simples condição não aceitável não ser, desta vez, chicoteada, nem usada de formas mais violentas. Palmadas no cu sim, castigo das solas (bastinado) aceitável, mas nada mais do que isso em termos de punições.
Eles aceitaram as condições, afirmando que o que mais pretendiam era usa-la para sexo anal, duplas penetrações, além dos pés dela serem fonte constante de tesão, sendo lambidos e chupados e que ela os usasse, como mestra que é nessa matéria, em massagens com eles nos caralhos potentes dos amantes.
No dia combinado, anteontem, eles chegaram a nossa casa. A minha mulher mandou que fosse eu a ir recebe-los e os fizesse entrar para a sala grande que destinamos ao sexo. Ali nada falta; desde utensílios para todas as variantes sexuais, incluindo, obviamente, o sadomasoquismo tantas vezes utilizado, mas igualmente sofás, cadeirões, plugs anais, dildos de vários tamanhos e até argolas estrategicamente colocadas para prender os pulsos quando ela (principalmente a “vítima” dos castigos) quando é chicoteada.
Eles sentaram-se e logo a minha mulher apareceu. Uma visão de fazer cortar a respiração. Ela não somente não fez questão de esconder a beleza e sensualidade do seu corpo, da cabeça aos pés tão admirados, mas quis mesmo iniciar com a provocação.
Vestia um camisa de noite totalmente transparente, que permitia vislumbrar a sua total nudez, sem qualquer peça de roupa a cobrir. Somente um par de chinelas, tipo havaianas, pretas, cobriam os seus pés, com as unhas pintadas com verniz vermelho sangue, que mais nos excita naqueles pés brancos, esguios, com o tão admirado segundo dedo mais longo (o pé grego).
Depois de beijar cada um deles nos lábios, quis que eles se despissem de imediato, na totalidade, fazendo ela o mesmo.
Assim começou a sessão de sexo. Ela, de imediato, entendeu começar a acariciar cada um dos pénis daqueles seus amantes, todos eles (como ela bem sabia já por experiências anteriores) possuidores de membros volumosos e já em estado de semi-ereção.
Ela posicionou-se de forma a iniciar um sexo oral num dos amantes, dando a entender aos outros que o resto era como eles quisessem. Apenas um deles, com a força de quem sabe o que estava combinado, entendeu que eu teria que ser utilizado.
Ela parou de chupar o caralho já bem erecto do amante que estava dentro da sua boca devassa, admirada com a reação do que me queria tomar. Este respondeu, com um sorriso provocador, dizendo que nada tinha sido excluído na minha utilização nesta sessão. E que a única condição que ficara excluída era a dela ser castigada, chicoteada, como era habitual. Por isso, ele queria chicotear-me a mim, já totalmente nu como todos os outros, e que eu o chupasse enquanto me açoitava com violência. Os golpes incidiam principalmente nas minhas costas e cu, e quanto mais eu o chupava mais ele se excitava para me chicotear, dando ordens para que eu engolisse o seu grande pau o mais fundo possível.
Enquanto a minha mulher continuava a chupar o caralho do outro amante que tinha ficado somente a masturbar-se enquanto observava como ela chupava o amigo, o que fora o primeiro a ser chupado por ela, entendeu que seria bastante excitante se eu fosse penetrado no cu por um plug enquanto chupava o amigo e era chicoteado. Pegou num dos vários plugs ali colocados, enterrou-o no meu cu, não sem antes lhe cuspir para facilitar a entrada do plug no meu cu, e logo depois foi buscar um dos cintos de couro que trazia nas calças e entendeu castigar duramente as minhas solas macias. Eu chupava o caralho do amigo, era chicoteado nas costas e cu, e tendo as solas fortemente e violentamente castigadas pelo cinto de couro.
Não consegui aguentar tudo sem manifestar dores e largar alguns gemidos que ao contrário do que se pensasse ainda excitavam mais os meus castigadores e, do mesmo modo, a minha mulher e o outro amante que ela chupara. Ela, pelo contrário, incentivava os meus castigadores a aumentar a força dos castigos e que aquele a quem eu chupava lhe fizesse chupar bem o caralho e o preparasse para ela.
Finalmente, dois deles foram ter com ela, obrigando-a a colocar-se em posição de ser duplamente penetrada, quer na vagina, quer no ânus, sendo que o que lhe fodesse o cu teria que ser o mais volumoso, pois ela (assim o admite) é amante do sexo anal, dizendo que é a penetração preferida.
Assim aconteceu, enquanto o terceiro deixou de me castigar as solas já a arder e bem vermelhas do castigo, ficando eu de joelhos, preparado para posteriormente ser usado por eles como entendessem, e foi enfiar o seu caralho no que restava livre na minha mulher: a sua boca, que ele encheu com o seu membro erecto, enfiado dentro daquela boca e lábios devassos, exclamando palavras de incentivo, enquanto a chamava de puta boa e feita para ser fodida por grandes e potentes caralhos de machos.
Quando estavam todos prontos a atingir o orgasmo, entenderam que seria a boca dela a sorver toda a enorme quantidade de leite de macho de todos eles, mandando que mantivesse o esperma dentro da boca bem aberta para que se visse bem, e depois que derramasse o esperma dentro da minha boca, para que ambos engolíssemos todo o sumo das pissas deles, o que fizemos sem qualquer sacrifício, devo confessar.
O que me enfiou o plug no ânus veio retira-lo do meu cu, perguntando se gostara do que vira, se gostava de ter o cu penetrado e se quereria brevemente ter um caralho de macho potente a foder-me o cu, o que admiti que sim.
Igualmente me questionou se o castigo das solas fora algo que eu não desejaria repetir, ao que eu respondi que embora as dores fossem grandes e que as minhas pobres solas, tão bem tratadas e macias, estavam completamente vermelhas do castigo, não deixava de admitir que isso me excitava sexualmente, pois além de corno assumido, com fortes tendências homossexuais e igualmente bastante masoquista.
Assim terminou esta sessão louca de sexo, não sem que cada um deles deixasse de agradecer e admitir que fora, provavelmente a sessão sexual mais fabulosa que tinham tido e gostariam de repetir.
Despediram-se da minha mulher com beijos naqueles lábios ainda com restos de esperma deles visíveis, e o que me castigou as solas quis vir pessoalmente beijar-me com tesão nos lábios, igualmente com alguma réstia do sémen deles, mas que ele mostrou que eu o excitava bastante e queria vir a ter uma experiência mais completa de sexo gay numa próxima oportunidade que esperava breve.
Eu admiti que sim, que estava desejoso disso, pois ficara apaixonado por ele, e que estaria pronto para o receber e foder com ele, a sós, da forma mais louca que quiséssemos.




