Esse fato aconteceu em uma praia nudista à alguns anos atrás. Eu frequentei um acampamento nudista, um lugar muito bacana, bem família. No começo me senti um pouquinho constrangido de andar pelado, mas percebendo que as pessoas não ligavam para os corpos uns dos outros acabei relaxando. As pessoas entravam nas praias, no mar e iam para os bares e restaurantes totalmente nus. Tinha um karaokê lá onde escutava música ao vivo, com todo mundo nu. Em uma dessas viagens acabei conhecendo uma família composta de pai, dois filhos, sendo uma moça jovem de uns vinte anos, seu irmão caçula e uma mãe muito bonita. Ei os ajudei a montar suas barracas e como compensação, começaram a conversar bastante comigo. Almoçava junto com eles quase todos os dias e vez ou outra nos encontravamos na praia. A mãe, Dona Maria tinha velho os olhos verdes profundos, sempre sorridente, dona de quadris largos e aquelas bucetas de lábios grandes que merecem uma chupada. Já o pai, Rogério, era mais tímido e apesar de ser cinquentão, tinha o corpo em cima. Percebi que ele tinha um pau muito atraente, não era grande, mas parecia gostoso de chupar. E também tinha uma bunda redonda e peluda que eu gostaria muito de enfiar minha rola. Maurício, o filho deles, era jovem e um pouco musculoso do tipo de garoto que gosta de academia. Sabe quando não chega a ser exageradamente musculoso? Mas tinha um corpo legal e lembrava muito a mãe de rosto, com olhos claros também. Já a filha, Samanta, era a cara do pai. Uma menina bonita, de cabelos cacheados castanhos e peitos pequenos. Tinha uma cintura fina e uma bucetinha com pelos pequenos que emolduravam sua grutinha gostosa. Diferente de sua mãe que era um espetáculo: Com seios grandes e pesados, cintura mais larga, lábios finos, cabelo liso e comprido. Parecia o tipo de mulher que podia devorar um homem na cama. Fiquei de pau duro por um momento e ainda assim eles foram extremamente delicados comigo, me dando uma toalha para me cobrir. Continuaram a conversar como se não tivesse acontecido nada e de qualquer maneira, ninguem dessa família nunca havia feito nenhuma insinuação. Eu também fiquei na minha. Vários dias depois de nos conhecermos, andavamos junto pela floresta na orla do mar quando me convidaram para sair à noite. Eu aceitei e fomos para o karaokê junto com várias outras pessoas. E lá começamos a beber e cantar. Eles gostavam muito de sertanejo, já eu prefero rock e MPB. De qualquer maneira rimo bastante e nos divertimos muito. Percebi que a filha deles, a Samanta, me olhava de vez em quando avaliando meu corpo de cima abaixo com os olhos. Achei que eu ia me dar bem. Eles eram mais da cerveja, já eu preferia uma vodka. Continuamos a cantar e beber. Acredito que exagerei bastante, pois acordei no outro dia da barraca deles, mas entre o ato de dormir e acordar, algo muito interessante aconteceu. Da madrugada senti um corpo magro se esfregando ao meu e assim como vários homens, já estava com o pau muito duro, o que deve ter sido interpretado como um convite, de maneira que aquela vagina gostosa veio se encaixando. Meu pau deslizou com muita facilidade para dentro daquela bucetinha, de maneira que percebi que ela não era mais virgem, não sabia quem era, pois estava escuro e minha cabeça estava girando de tanta bebida. De qualquer maneira, apenas peguei na bunda daquela pessoa e fui puxando para mim. Ela tinha mergulhado inteira no meu pau e senti que a boca da menina vinha até a minha. Me espantei um pouco ao perceber que era a filho, pois ao roçar em mim, percebi seus seios pequenos de encontro ao meu. De qualquer maneira a abracei e comecei a meter gostoso. Em algum momento percebi que um pau estava entrando na boca da jovem enquanto eu o beijava. Alguém estava dando o pau para ela chupar e ela o fazia com vontade. Cometi um erro nesse momento: acabei lambendo o pau também, que logo passou a colocar na minha boca e chupei com o gosto enquanto metia na Samanta. Ela começou a se mexer e percebi que alguém a estava enrabando. Ela estava levando rola pela frente e por trás, mas eu estava um pouco bêbado, então não esbocei nenhuma reação. Continuei metendo nela e chupando o pau. Logo alguém veio por trás de mim e começou a meter a rola na minha bunda. Demorei pra perceber que alguém me comia, Eu estava rebolando para acomodar melhor aquelapoca na minha bunda, quando dei por mim. Alguém me comia por trás também? Ficamos assim por um tempo até que o pau gozou da minha boca eu chupei tudo. Samanta me pediu: Me beija eu beijei. Logo aquela bucetinha saiu e veio outra mulher. Continuei comendo com vigor enquanto era enravado por trás e subitamente a pessoa que me comia apertou meu quadril que eu senti o jato de gozo dentro de mim. Logo falei para mulher: vou gozar também. Ela só disse: espera. Saiu de dentro de mim e duas bocas começaram a me chupar. Estava escuro então não havia como eu ver quem era, porém percebi que eram duas bocas diferentes. Não sei se era um homens ou mulheres pois tinham duas diferentes maneiras de me chupar. Uma boca era rápida e lambia a cabeça antes de enfiar na boca. Outra era mais lenta e engolia meu pau até o fundo. Alguém veio por trás de mim. Era grande e forte e pude sentir um bigode da minha nuca me beijando. Rapidamente ele meteu o pau no meu cu, fazendo o meu se enrijecer. Iniciava um vai e vem até o fundo, parava e tirava quase toda a rola, deixando só a cabecinha no meu cu. Depois metia de novo me fazendo estremecer. Senti alguém na minha frente, encaixei o pau e comecei a enfiar, mas não era uma buceta, era um cuzinho, pois quando abracei senti o seu pau duro. Apertei seu quadril e percebi seus musculos rijos. Fizemos um trenzinho o pai me comendo por trás e eu comendo seu filho pela frente. Ficamos assim até que gozaram de novo em mim e eu disse entre gemidos: Vou gozar! Barulho de chupadas e varias bocas me lamberam. Não sei quanto tempo durou a foda, só sei que foi muito bom. Logo logo todos estávamos deitados, abraçados. Depois de um tempo acordei em uma ´profusão de sutiãns e cuecas. Levantei e me vesti, passo pela salinha onde encontro a família. Todos sorridentes e simpáticos. Eu sabia que não havia sido um sonho, pois meu cuzinho estava todo melado e eu ainda sentia o gosto de porra da boca. Escovei o dente no banheiro do camping. E continuamos nos vendo por vários dias, mas nunca soube quais deles me comeram naquela madrugada e quais deram para mim. Dias depois comi e dei de novo para o pai e o filho. Antes de voltar para São Paulo, comi a filha, observada pela mãe que se masturbou assistindo. Somos amigos até hoje. Os filhos estão casados, então não sei se curtem, mas o Rogerio e Maria sei que vão sempre ao Swing. Quando vou pro Sul sempre os visito.
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