Dois negros, meu marido e eu - Parte 01

Acho que no fundo, no fundo, o sonho de toda mulher, mesmo que não admita em voz alta, é ser devidamente fodida por 2 homens. Eu mesma não admitia a possibilidade. Inclusive achava um absurdo sequer pensar nisso.

Quando nova, em rodas de amigas sempre tinham as mais saidinhas, experientes contando suas histórias. E eu? Sou casada pela segunda vez, e a primeira, casei virgem. Portanto, tudo o que descobri sobre o meu próprio corpo e prazer, foi depois do meu casamento. Mas voltando às amigas: eu sempre ouvia calada, fingindo desinteresse quando comentavam de seus ficantes, de seus peguetes, mas a verdade é que eu adorava quando quando os “personagens” eram homens negros. Falavam sobre os tamanhos, grossura, a tal da “lixa”, … hoje, ver um homem negro, forte e imponente, é suficiente para me deixar molhada.

Meu marido sabe dos meus fetiches e vontades, sabe que gosto de ser vista, de ser desejada. Saber como eu fico quando sou , deixa ele excitado também. Normalmente, nossas melhores noites são quando lemos juntos , os comentários que recebo nas minhas fotos em um site adulto amador. E uma das fantasias que eu sempre comentei, foi me exibir para um homem negro, dois fetiches em um só.

Um dia ele me convidou para fazermos um programa a dois, coisa que não fazíamos há tempos, íamos comer umas batatas e tomar uma cerveja. Me pediu para ir mais arrumada, que botasse um vestido curto. Algo mais do que um dia normal de batatinhas na lancheria da esquina, achei a ideia ótima, logo calculei que a noite se estenderia.

Fomos até ao centro, uma rua mais badalada com vários pubs e barzinhos, escolhemos um e sentamos para aguardar o pedido. Ficamos conversando, rindo , brincando, ele me elogiava muito , me deixava bem segura, de que como estava linda e gostosa, e eu já prevendo um motel para o fim da noite.
O que me deixava intrigada, é que ele olhava o celular com mais frequência que o normal. A ponto de eu perguntar se estava tudo bem , se ele queria ir embora.

- Não amor, capaz , a gente nunca sai sozinho, nosso filho sempre junto. Acaba que a gente esquece, como é relaxar.

- Tem razão, mas é bom assim.

Já estávamos comendo, quando ele fez sinal, acenando para alguém , ele se levantou e cumprimentou Renato, um antigo colega de futebol, que “por coincidência” apareceu por ali.

Renato, um homem lindo: moreno, forte, não muito alto, cabelo raspado, todo trabalhado na academia ,mas sem exageros, e que casualmente, em tempos passados, já tinha dado em cima de mim, na frente do meu marido. Fiquei corada , na época, tanto por estar na frente do meu marido , quanto por vir de um homem como ele.

Me lembro bem das suas palavras: “- Que sorte hein Bill. Ter uma mulher que te acompanha sempre, ainda mais uma mulher linda desse jeito, que nem a Dê. Linda demais”. Ele falava isso me olhando de cima abaixo, como se estivesse passando as mãos em mim.

Enfim, voltando à noite em questão, cumprimentei-o, e para minha surpresa, foi convidado a sentar conosco. Ainda mais visto que era para ser uma noite para dois.
Pois bem, ele sentou e pediu uma cerveja, imediatamente virou para mim, me olhou de cima abaixo :

- Nossa Dê, tu tá muito linda.

- Obrigada - respondi, corada, baixando o olhar.

O tempo andou, a conversa, mesmo que fora dos planos, estava agradável. Meu marido bebia menos que eu , com a desculpa de estar dirigindo, eu não sou forte para bebida, logo eu estava meio alta e mais solta, ria alto , falava bobagem, e não demorei a falar algumas putarias, a nível de palhaçada. Era Deny , se sentindo à vontade no meu cérebro.

Numa dessas risadas mais soltas, Renato aproveitou e se aproximou um pouco de mim, me abraçando “rindo junto”, seu braço quase tocou meu seio, me afastei um pouco, e olhei para o meu marido com cara de “ué? Tu viu isso?” , e ele me respondeu com um dar de ombros como quem diz “ah, não te preocupa”.

Outro momento , e a mão de Renato escorregou na mesa, e puxou meu vestido para cima, “sem querer”, expondo minha coxa.

- Perdão Dê. Desculpa.

- Não , tudo bem - respondi meio braba - amor , me ajuda num negocinho ali?

- Claro

Nos afastamos da mesa, e eu indiquei:

- O que tá acontecendo aqui, tu viu que ele tá se passando, né?

- Aham , vi.

- E tu não vai dizer nada?

- Ué? Não era um desejo teu?

- Como assim, homem?

- Ser admirada por um negro?

- Tu armou isso?

- Aham , armei.

- Tu é muito sem-vergonha , podia ter me avisado.

- Tu viria?

- É claro que não.

- Então.

- Tu preparou isso , sem nem me consultar.

- Sim tu ia dizer que não, e aquela história toda…bla bla bla

- Tá , tu tem razão.

- Eu só disse pra ele que deveria ser casual, não forçar nada.

- Casual nada , ele tá se jogando

- Ele sabe que é só pra te olhar. E além do mais aquela vez , que ele te elogiou no futebol, tu não fez questão nenhuma de esconder que gostou da investida.

Contra fatos, não há argumentos. Fiquei sem palavras, o coração batendo acelerado entre o medo e o desejo.

- Mas olha só , ele tá bêbado.

- Não tá nada , e mesmo que tivesse , qual o problema te olhar estando bêbado? Mas que ele não tá bêbado, isso é certo.

- E ele nem é tão negro assim. -falei na esperança de não parecer que a presença dele já mexia comigo.

- Hahahahahaha, ESSE agora é o problema? Pára de achar desculpas, aproveita boba, fiz isso pra ti.

Pensei uns momentos, afinal era algo que eu jamais havia feito, me exibir para um negro, pelo menos não assim , “premeditadamente”.
Pedi mais uma cerveja ao garçom, e voltamos para a mesa, com Deny terminando de fazer “download”, e o álcool fazendo voltinhas no meu lobo frontal, facilitando tudo para ela.

Ao chegar na mesa, sentei no meu lugar anterior , tomando cuidado de não sentar em cima do vestido, deixando ele bem solto, e dei uma puxada na barra para as coxas ficarem mais à mostra. Renato imediatamente reagiu:

- “humm, nossa” - fingindo desentendimento, completou - “ esse gole desceu redondinho”.

Autorizada, comecei algumas provocações, cruzada de pernas, toques, passar a mão na minha coxa, no pescoço, morder o lábio… deixei cair meu cartão de crédito, abaixei na cadeira, levantando a bunda para Renato, que a essa altura olhava descaradamente. E meu marido só ria.

- Aí Renato, já te falei que a Dê, é meio exibicionista?

-Não , como assim? - ele fingiu surpresa descaradamente.

- É , ela gosta de se mostrar, um dos fetiches dela, é se mostrar pra um preto.

- Opa, tem eu aqui

- Tu não é preto o suficiente - falei, mais ousada do que pretendia, mas sem me arrepender.

- Mas tenho uma parte bem escura. Aqui pra baixo . - ele apertou o pau , me mostrando onde era “mais preto”

- Hahahahah, mas é o todo, amor. De cima abaixo.

- Eu tenho um primo bem preto.- ele falou sorrindo - mora aqui perto casualmente , quer que ligue pra ele?

- Liga! Convida ele pra tomar uma com a gente - meu marido, não me deixou nem pensar.

Tapei o rosto de vergonha, enquanto Renato ligava pro primo, dizendo que estava perto da casa dele, com um casal de amigos, tomando uma cerveja , e perguntou se ele não queria ir até lá.

Alguns minutos depois vi um negro alto, (1,90 ou 1,95 talvez) forte, meu queixo caiu de bonito que ele era, parecia um segurança, desses tipo armário, calça cargo verde mais solta e camiseta preta , justa.
Renato se levantou, o cumprimentou, nos apresentou, Márcio veio, passou a enorme mão na minha cintura,demorando um pouquinho mais do que o necessário, antes de me dar três beijinhos no rosto, ele tinha um perfume forte, marcante, e eu quase me derreti ali mesmo, só de sentir aquela presença enorme ao meu lado.

Meu marido botou outra cadeira ao meu lado, me deixando entre eles. Sem dizer nada para Márcio, demos seguimento à conversa, e minha cabeça já estava pensando se aquele homem era TODO GRANDE. ??

Fui um pouco mais longe. Puxei meu decote, para valorizar o colo, mais um pouco e eu já estava puxando a saia de novo. Dessa vez eu subi ela até de leve, mostrar a calcinha.
Márcio sem entender bem, fingia respeitar, mas quando eu falava , me olhava de cima para baixo, e parava entre as minhas pernas ou nos meus seios, sem pudor , fazia questão de me mostrar que me olhava. Queria que eu soubesse que me devoraria naquele instante se eu deixasse.

A tensão se sentia no ar, até que meu marido falou:

- Olha só, tá meio tarde, né?

- Cedo ainda Bill. - Renato retrucou

- Mas, a gente pode ir pra outro lugar. O que vocês acham?

Os dois prontamente concordaram com ele, e mais uma vez , eu fiquei sem resposta.

- O que tu acha amor?

- Tá bom , vamos sim. - me fingindo de corajosa, mas por dentro o coração batia mais que escola de samba

- Nosso carro tá logo ali oh.

Os rapazes fizeram questão de pagar a conta e fomos para o carro.

No caminho, como quem não quer nada, meu marido falou:

- Márcio, seguinte, minha mulher é exibicionista. E ela queria muito se exibir pra um negro.

- Tá, mas aqui tem dois

- Ela disse que o Renato não era preto o suficiente, aí ele te ligou, mas a gente não pode deixar ele fora do “showzinho”. Né?

- Bem que eu achei que ela tava muito solta, para estar com o marido, mas achei que fosse a bebida.

- Também, ela ajudou - eu disse

- Mas o seguinte, é para olhar, sem mãos, sem toque, sem beijo, a menos que ELA deixe. É só o que ELA PERMITIR. Ela manda. Hoje ela decide tudo. Eu só vou assistir.

Quando ele disse isso, me autorizou a fazer o que EU quisesse, e eles só reagiriam ao meu comportamento.

- Vocês vão fuder, e a gente vai ver? A gente pode punhetar?

- Ela que manda, eu hoje só vou olhar. Aliás amor, não quer ir ali no banco de trás com os guris? No meio deles tem um lugarzinho.

- Posso ir sim.

Meu marido estacionou , eu desci, Márcio que estava no banco atrás de mim, estava descendo do carro, quando o interpelei:

- Não precisa, fica sentadinho aí que eu passo.

Mas não sem antes fazer uma gracinha. De pé, na rua mesmo, puxei meu vestido, me inclinei para frente, mostrei minha bunda para os dois e entrei no carro me apertando no colo de Márcio, senti um ENORME volume entre suas pernas, aparentemente, ele era TODO GRANDE SIM, me sentei entre os dois que estavam com os braços sobre meus ombros, e pousei as mãos,uma na coxa de cada um, e dei um leve aperto com as unhas, ambos com as pernas bem firmes, torneadas, musculosas.

Eles me olhavam com desejo puro, lascivo. Claramente queriam me devorar ali mesmo, sem pressa, sem delicadeza. Mas como meu marido disse: eu estava no comando. E eu sabia exatamente o que queria fazer.

Continua…


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Ficha do conto

Foto Perfil denywife
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Nome do conto:
Dois negros, meu marido e eu - Parte 01

Codigo do conto:
274564

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
13/10/2026

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