Todo dia, perto do final da tarde, o jovem saía de casa e ia direto para o matagal atrás da propriedade. Lá, os machos esperavam — homens de 60 anos, obesos de uns 130 kg, barrigas caídas, peitos peludos, pau grosso e cheiro forte de suor e tabaco. Eles já sabiam o horário. O neto chegava, tirava a camisa, ajoelhava ou se virava de quatro entre as árvores, e deixava aqueles corpos pesados o usarem. Um entrava por trás enquanto outro metia a porra na boca. O jovem gemia alto, gozava no chão, e voltava para casa com o cu arrombado e o gosto de porra na língua.
Seu Pedro ficava escondido entre os arbustos, mão enfiada na calça, masturbando o pau grosso enquanto via a própria cria sendo engolida por aqueles corpos gordos e velhos. O prazer era intenso: ver o neto se entregar daquele jeito, buscar exatamente o que o avô também era — homem pesado, grisalho, de idade — fazia o velho gozar quase todo dia ali mesmo, no mato.
À noite era o momento combinado.
O neto se deitava de bruços na cama, só de cueca, e fingia dormir. Respiração lenta, corpo relaxado, mas o cu ainda um pouco aberto e sensível dos encontros da tarde. Seu Pedro entrava no quarto sem fazer barulho, a cama rangendo sob o peso enorme. Sentava na beira, a barriga pesada encostando nas costas do menino, e deslizava a mão por baixo da cueca.
Os dedos gordinhos e ásperos encontravam o pau já meio duro. O avô masturbava devagar, com carinho pesado, apertando a cabeça, passando o polegar pela fenda, enquanto a outra mão abria as nádegas e enfiava um ou dois dedos no cu ainda molhado dos outros. O neto “dormia”, mas o corpo respondia: o pau latejava na mão grande, o cu apertava os dedos, e os gemidos baixos escapavam como se fossem de sono.
Seu Pedro se inclinava, a barriga esmagando as costas do neto, e sussurrava no ouvido, sabendo que ele ouvia:
— Meu menino… vendo você no mato com aqueles gordos… me deixa doido. Você gosta de macho velho e gordo, né? Igual o vovô.
A mão acelerava. O neto continuava fingindo, mas empurrava o cu contra os dedos e a porra subia rápido. Quando gozava, o esperma jorrava quente na mão do avô, molhando o lençol. Seu Pedro lambía os dedos, depois passava a mão suja de porra no peito e na barriga do neto, espalhando tudo, e se masturbava até gozar também, o porra grossa caindo nas nádegas do menino.
O jovem só “acordava” depois, virava o rosto e sorria de olhos quase fechados, como se ainda estivesse no meio do sonho. Os dois sabiam. Era o jeito deles.
Todas as noites o mesmo ritual. Todas as tardes o mesmo matagal. O avô monitorava, o neto se oferecia, e os dois gozavam com o que o outro fazia.
Um belo dia,o avô saiu do banheiro só de short samba canção bem apertado, o tecido fino e elástico colado no corpo enorme. A barriga pesada de quase 160 kg caía por cima da cintura da peça, dobras de gordura macias e grisalhas, peito largo coberto de pelos brancos. O short era tão justo que marcava tudo: o volume grosso do pau já meio duro, a cabeça engrossada pressionando o tecido na frente, e atrás… o plug anal. A base larga do brinquedo fazia um relevo redondo e evidente no meio das nádegas gordas, o short afundando ali, deixando claro que o cu do velho estava aberto e preenchido.
Ele não usava cueca. O pau grosso e veioso ficava livre dentro do tecido, a cabeça rosada já brilhando de pré-porra. Uma gota grossa escorria pela glande, atravessava o tecido e pingava no chão, deixando uma mancha escura no short.
O neto de 18 anos estava sentado na cama, olhando. Seu Pedro parou no meio do quarto, de frente para ele, e começou a se mexer devagar. Balanceou o corpo pesado de um lado para o outro, a barriga balançando, as nádegas enormes se movendo e fazendo o plug marcar ainda mais. Passou as mãos grandes pela própria barriga, subindo até os peitos, apertando os mamilos grossos, depois desceu de novo e puxou o short para baixo um pouco, só o suficiente para a cabeça do pau saltar para fora, pingando mais.
— Olha pra vovô, menino… — murmurou, voz rouca, enquanto girava de lado e depois de costas, inclinando o tronco para frente. O short esticou no cu, o plug ficou ainda mais evidente, a base circular pressionando o tecido. Ele abriu um pouco as pernas, balanceou o quadril, e outra gota de pré-porra escorreu pela perna interna, brilhando na pele.
O neto engoliu em seco, o pau já duro na cueca. Seu Pedro se virou de novo, andou até perto da cama, a barriga quase tocando o rosto do jovem. Segurou o volume pelo short, apertou, e mais líquido transparente pingou, caindo perto do joelho do neto.
— Tá vendo como o vovô fica molhado só de te olhar? Esse plug no cu… toda vez que eu mexo, ele roça bem fundo. Quer que eu tire o short e te mostre de verdade?
Ele passou a mão por baixo da barriga, puxou o short para o lado e deixou o pau inteiro para fora: grosso, pesado, veias saltadas, a cabeça inchada e molhada, pingando sem parar. Atrás, o short ainda cobria as nádegas, mas o plug continuava marcado, e o avô apertava as coxas, fazendo o brinquedo se mexer dentro dele enquanto o pré-gozo escorria no chão.
O neto não conseguia desviar o olhar. O velho estava ali, enorme, grisalho, fedendo a sabonete barato e desejo, se oferecendo de short apertado, plug no cu e pau pingando só para excitá-lo.
O neto ficou parado na beira da cama, olhando o avô daquele jeito. O short samba canção apertado marcando o plug, o pau grosso pingando pré-porra, a barriga enorme e peluda, o corpo inteiro de quase 160 kg se oferecendo só para ele. O cheiro de sabonete barato misturado com desejo subia forte.
De repente o peito do menino apertou. Não era só tesão. Era mais fundo. Todas aquelas tardes no matagal com os outros velhos gordos… ele buscava algo parecido com o avô. Mas nenhum chegava perto. Nenhum tinha aquele olhar, aquela voz rouca chamando de “menino”, aquele corpo que ele conhecia desde criança e agora desejava de um jeito que doía.
Os olhos encheram d’água. A voz saiu baixa, trêmula:
— Vovô…
Seu Pedro parou de se mexer, a mão ainda no pau pingando.
O neto levantou o rosto, olhou direto nos olhos grisalhos do velho e falou sem conseguir segurar:
— Eu tô apaixonado por você. De verdade. Não é só foda, não é só o plug, não é só ver o senhor daquele jeito. Eu te amo. Quero o senhor. Só o senhor. Os outros… eu só ia atrás deles porque lembravam o senhor. Mas nenhum é o senhor. Eu quero dormir com o senhor toda noite de verdade, sem fingir. Quero beijar essa barriga, chupar esse pau, sentir esse plug no cu do senhor enquanto o senhor me fode. Eu te amo, vovô. Me declara de volta… por favor.
A voz quebrou no final. Ele estava vermelho, o pau duro latejando dentro da cueca, mas o olhar era sincero, molhado, vulnerável.
Seu Pedro ficou em silêncio por alguns segundos, o peito subindo e descendo pesado. Depois deu um passo à frente, a barriga quase encostando no rosto do neto, e passou a mão grande e áspera no cabelo dele com uma ternura que o menino nunca tinha sentido daquele jeito.
— Vem cá, meu amor…
Ele puxou o neto contra o corpo enorme, o short molhado de pré-porra colando na barriga do jovem, e falou baixo, a voz embargada:
— Eu também te amo. Faz tempo. Por isso eu te observava, por isso eu gozava vendo você no mato, por isso eu entrava no seu quarto toda noite. Você é meu. Só meu. E agora que você falou… não tem mais volta.
O avô inclinou o rosto gordo e beijou a boca do neto devagar, profundo, enquanto o pau continuava pingando entre os dois corpos.
