O Encontro no Salão Vermelho Continuação

Continuação
Seis meses depois do último encontro no bordel, Lívia já não morava mais no quarto pequeno que o dono do lugar alugava para as meninas. Agora dividia o apartamento de André no décimo andar, com vista para o rio e paredes que já tinham ouvido muitos gemidos.
Naquela sexta-feira ele chegou do trabalho mais cedo. Encontrou-a na cozinha, de costas, vestindo apenas a camisa social branca dele, aberta o suficiente para deixar os seios à mostra. O tecido mal cobria o bumbum redondo. Ela estava mexendo algo no fogão, mas parou quando sentiu as mãos dele envolverem sua cintura.
— Chegou cedo… — murmurou ela, reclinando a cabeça para o lado.
André beijou o pescoço dela com lentidão, enquanto uma mão subia e apertava um seio, o polegar roçando o mamilo já endurecido. A outra mão desceu entre as pernas, encontrou-a molhada e quente. Dois dedos entraram sem resistência. Lívia arquejou, as coxas se abrindo sozinhas.
— Eu pensei em você o dia inteiro — ele falou baixo contra a orelha dela. — Em te foder em cima dessa mesa.
Ele a virou, ergueu-a e a sentou na bancada de mármore frio. A camisa abriu completamente. André ajoelhou, puxou as pernas dela para os ombros e enterrou o rosto entre as coxas. Lívia gemeu alto quando a língua dele encontrou o clitóris, chupando com pressão firme, alternando com lambidas longas e lentas. Os dedos voltaram a entrar, curvando-se no ponto certo. Ela agarrou o cabelo dele, rebolando contra a boca, já perto demais.
— Não para… por favor…
Ele não parou. Aumentou o ritmo até ela gozar com as pernas tremendo, o líquido escorrendo pela bancada. Ainda ofegante, André se levantou, abriu a calça e penetrou-a de uma vez só. O gemido dela foi abafado pelo beijo. Ele a fodeu ali mesmo, de pé, as mãos segurando as coxas abertas, cada estocada fazendo o corpo dela tremer. Quando sentiu que ia gozar, puxou-a para baixo, virou-a de costas e a empurrou contra a mesa. Entrou de novo, mais fundo, uma mão puxando o cabelo enquanto a outra batia leve na bunda. Lívia gozou outra vez, apertando-o por dentro, e ele a seguiu, enterrado até o fim, gemendo o nome dela.
Depois, ainda suados, tomaram banho juntos. No box, Lívia se ajoelhou sob a água quente e o chupou até ele ficar duro de novo. André a ergueu, prendeu-a contra o azulejo e a penetrou de frente, as pernas dela enroladas na cintura. O vapor embaçou o vidro. Eles gozaram quase juntos, beijando-se com urgência.
Naquela mesma noite, depois do jantar, ela o levou para o quarto com um sorriso diferente.
— Hoje eu quero te usar — disse simplesmente.
André se deitou de costas. Lívia amarrou os pulsos dele na cabeceira com duas gravatas escuras. Montou nele de frente, guiando o pau até entrar completamente. Rebolou devagar no início, só para sentir cada centímetro. Depois acelerou, os seios balançando, a mão descendo para se masturbar enquanto cavalgava. André puxava os braços contra as amarras, querendo tocá-la, mas ela não deixava. Quando ele estava prestes a gozar, ela parou, desceu e o chupou lentamente, só a cabeça, provocando. Voltava a montar, repetindo o ciclo até ele implorar.
Só então ela o liberou. André a virou com força, colocou-a de quatro e a fodeu sem piedade, uma mão no pescoço, a outra segurando o quadril. O som molhado de pele contra pele encheu o quarto. Lívia gritava cada vez que ele acertava o ponto certo. Quando gozou, o corpo inteiro se contraiu; André a acompanhou segundos depois, derramando-se fundo, gemendo contra a nuca dela.
Ainda ofegantes, ele a puxou para o colo, a abraçou por trás e murmurou:
— Nunca imaginei que alguém que eu conheci num lugar daqueles fosse me foder assim todos os dias.
Lívia riu baixo, ainda sentindo-o pulsar dentro de si.
— E eu nunca imaginei que um cliente ia me fazer querer ficar.
Eles dormiram enroscados. Mas no meio da madrugada ela acordou molhada de novo. Sem dizer nada, montou nele enquanto ele ainda dormia. André abriu os olhos só quando já estava dentro dela, e sorriu no escuro. Dessa vez foi mais lento, quase preguiçoso. Beijos longos, mãos explorando, gemidos baixos. Quando gozaram, foi quieto, profundo, como se o mundo lá fora não existisse.
No dia seguinte, enquanto tomavam café na mesma bancada onde ele a tinha fodido horas antes, André olhou para ela e falou:
— Tem um lugar que eu quero te levar no fim de semana. Um hotel pequeno numa cidade litorânea. Só nós dois. Sem relógio. Sem ninguém sabendo quem a gente era antes.
Lívia mordeu o lábio inferior, já imaginando.
— E o que a gente vai fazer lá?
Ele sorriu, o olhar escuro de desejo.
— Tudo o que ainda não fizemos. E algumas coisas que a gente já fez… só que mais vezes.
Ela se levantou, rodeou a mesa e sentou no colo dele, a camisa subindo até a cintura. Sem calcinha, como sempre.
— Então começa a me mostrar agora — sussurrou no ouvido dele. — Porque eu não quero esperar até o fim de semana.
André a ergueu de novo e a levou de volta para o quarto. A porta se fechou. E a história deles, que tinha começado num salão vermelho cheio de estranhos, continuava se escrevendo em gemidos, suor e pele contra pele — cada vez mais suja, cada vez mais deles.
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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Encontro no Salão Vermelho Continuação

Codigo do conto:
274618

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
13/10/2026

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