Quero te ver sendo fodida por alguém que não sou eu.
Quero assistir. De perto. Quero ver o rosto que você faz quando outro pau está dentro de você. Quero ouvir os gemidos que você solta quando não é o meu nome que está na sua boca.
Lívia ficou parada. O coração acelerou. Não de medo. De excitação pura.
— Você tem certeza? — perguntou, a voz já rouca.
— Tenho. É uma fantasia que não sai da minha cabeça desde que a gente começou a brincar de exibicionismo. Ver aqueles empresários te olhando… me deixou louco. Mas eu quero mais. Quero ver alguém te usando de verdade. Na minha frente.
Ela passou a língua nos lábios, os olhos brilhando.
— E quem?
André sorriu de canto.
— O Ricardo. O sócio mais novo. Aquele que quase engasgou com o uísque quando eu te fodi no sofá na frente deles. Ele te quer. Eu vejo. E ele é discreto o suficiente para não abrir a boca.
Lívia sentiu o calor subir entre as pernas só de imaginar.
— E você vai ficar só olhando?
— No começo. Depois… a gente vê. Mas eu quero que você goze nele. Quero que ele te foda até você tremer. E eu quero estar sentado na poltrona, de pau duro, assistindo minha esposa ser usada.
Ela se inclinou e beijou a boca dele, profunda, molhada.
— Então marca.
Mas eu quero regras claras: ele pode me foder como quiser. Pode gozar onde quiser. E você não interrompe até eu pedir.
André engoliu em seco, já completamente duro contra a coxa dela.
— Combinado.
Três noites depois, o apartamento estava só com luzes baixas. Ricardo chegou pontualmente, terno escuro, o olhar nervoso e excitado ao mesmo tempo. André abriu a porta, apertou a mão dele e o levou até a sala.
Lívia estava no sofá, vestido de seda vermelha curto, pernas cruzadas. Sem calcinha, como sempre. Quando Ricardo entrou, ela se levantou devagar e se aproximou.
— Oi, Ricardo — disse, a voz doce e suja ao mesmo tempo. — Meu marido contou o que ele quer. Você aceita?
O homem engoliu em seco e assentiu.
André se sentou na poltrona escura, as pernas abertas, a mão já descansando sobre a própria calça. Não falou nada. Só observou.
Lívia se aproximou de Ricardo, desfez a gravata dele, abriu a camisa e beijou o peito. Depois se ajoelhou, abriu a calça e tirou o pau já duro. Chupou devagar, olhando para o marido o tempo todo. André não piscava. A mão dele se movia lentamente sobre o volume na calça.
Quando ela se levantou, virou de costas para Ricardo, ergueu o vestido e se curvou sobre o sofá, o bumbum exposto. Ricardo olhou para André, pedindo confirmação silenciosa. André apenas assentiu, o olhar fixo.
Ricardo penetrou Lívia de uma vez só. Ela gemeu alto, as unhas cravadas no sofá. O ritmo começou lento, profundo. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. André assistia sem piscar, a respiração pesada, a mão agora dentro da calça, se masturbando.
— Mais forte — pediu Lívia, olhando por cima do ombro. — Ele gosta de ver quando me fodem com força.
Ricardo obedeceu. Segurou os quadris dela e começou a meter com vontade. O som molhado encheu a sala. Lívia gemia sem controle, o rosto virado para o marido.
— Você está vendo, amor? — ofegou. — Está vendo como ele está me fodendo?
André só balançou a cabeça, a mão se movendo mais rápido.
Ricardo a virou, deitou-a de costas no sofá e abriu as pernas dela. Penetrou de novo, agora de frente. Lívia puxou a cabeça dele para beijá-lo enquanto era fodida. Os gemidos dela ficaram mais altos. Quando gozou, o corpo se contraiu com força, as pernas tremendo em volta da cintura de Ricardo.
André quase gozou só de ver.
Ricardo não parou. Continuou, mais rápido, até gozar dentro dela com um gemido baixo. Lívia sentiu o calor se espalhar e olhou direto para o marido, o sorriso sujo no rosto.
— Ele gozou dentro de mim…
André se levantou, a respiração irregular. Aproximou-se, ajoelhou entre as pernas da esposa e, sem dizer nada, começou a chupar o sêmen que escorria dela. Lívia arquejou, a mão no cabelo dele. Ricardo ainda estava ali, ofegante, assistindo o marido limpar a esposa com a boca.
Quando André se levantou, o rosto brilhando, empurrou o próprio pau para dentro dela, ainda molhada e cheia. Fodeu-a com força, possessivo, enquanto Ricardo observava agora do outro lado.
— Agora você é minha de novo — rosnou André contra o ouvido dela.
Lívia gozou outra vez, gritando, as unhas nas costas do marido.
Depois, os três ficaram em silêncio por alguns segundos. Ricardo se vestiu, apertou a mão de André e saiu sem dizer muito. A porta se fechou.
Lívia ainda estava deitada no sofá, as pernas abertas, o corpo marcado. André se deitou ao lado dela, o peito subindo e descendo.
— Como foi? — perguntou ele, a voz rouca.
Ela virou o rosto e sorriu, satisfeita e suja.
— Foi exatamente como você imaginou.
E eu já quero de novo.
André a puxou para cima dele, já duro outra vez.
— Então a gente marca.
Porque eu ainda não cansei de te ver sendo fodida por outro.
poloolo1212