O casamento foi pequeno, só para os dois e um juiz. Depois da cerimônia, no carro a caminho do hotel, Lívia puxou o vestido de noiva até a cintura, sentou no colo dele e o guiou para dentro dela enquanto o motorista — um empresário amigo de André que tinha oferecido o carro como presente — fingia não ver pelo retrovisor. Ela rebolava devagar, gemendo baixinho contra o ouvido do marido, o tecido branco do vestido cobrindo só o necessário. O motorista engoliu em seco. André a segurou pelos quadris e a fodeu até ela gozar, o corpo se contraindo em volta dele. Quando terminaram, Lívia limpou a boca dele com o dedo e sussurrou:
— Agora ele já sabe como a noiva geme.
No hotel de luxo, o quarto tinha paredes de vidro com vista para a cidade. André a empurrou contra o vidro, de frente para os prédios, e a penetrou por trás. As luzes da noite iluminavam o corpo nu dela. Lá embaixo, nas janelas dos escritórios ainda acesos, silhuetas de homens de terno paravam ocasionalmente. Lívia abria as pernas mais, empurrava o bumbum contra ele e gemia alto de propósito.
— Deixa eles verem — murmurou. — Deixa os empresários aí embaixo saberem que a esposa do André está sendo fodida contra o vidro.
Ele a fodeu com força, uma mão no pescoço, a outra no clitóris. Quando ela gozou, as pernas tremeram tanto que quase caiu. André a segurou e veio logo depois, enterrado fundo, gemendo o nome dela contra a nuca.
As “aventuras” começaram de verdade duas semanas depois.
André organizava reuniões de negócios no apartamento. Três empresários, ternos caros, gravata frouxa, uísque na mão. Lívia aparecia de vestido curto, sem calcinha, servindo drinks. Em determinado momento, ela se sentava no colo do marido, “só para conversar”. Mas as mãos dele subiam pela coxa dela sob a mesa. Os outros homens fingiam não notar… até ela começar a se mover.
Numa dessas noites, André a tirou do colo, colocou-a de quatro no sofá da sala enquanto os três empresários ainda estavam ali, bebendo. Lívia olhou para eles com um sorriso provocante e abriu a boca quando o marido a penetrou. O som molhado encheu a sala. Um dos homens engasgou com o uísque. Outro apertou a própria calça. O terceiro só observava, o olhar escuro.
André a fodeu devagar, de propósito, deixando que todos vissem cada centímetro entrando e saindo. Lívia gemia alto, sem vergonha.
— Vocês gostam de ver a esposa dele sendo usada? — perguntou ela, ofegante. — Porque eu gosto de saber que estão duros por causa de mim.
Ninguém respondeu. Só o som da pele batendo contra pele. Quando André gozou dentro dela, puxou-a para cima e a beijou na frente de todos. Depois, ainda com o sêmen escorrendo pela coxa, Lívia se levantou, ajeitou o vestido e perguntou educadamente:
— Mais uísque, senhores?
Os três aceitaram.
Outra noite, num restaurante sofisticado onde André fechava um contrato. Mesa reservada no fundo. Lívia usava um vestido preto longo com uma fenda alta. No meio da conversa de negócios, ela colocou a mão sob a toalha e abriu a calça do marido. Começou a masturbá-lo devagar enquanto ele falava de números e percentuais. Os dois empresários do outro lado da mesa não viam, mas percebiam o olhar turvo de André.
Quando a reunião terminou e os homens foram embora, André a puxou para o banheiro dos executivos. Trancou a porta, ergueu o vestido e a penetrou contra a pia. O espelho refletia tudo. Ela gemia olhando o próprio rosto, as mãos espalmadas no vidro.
— Se alguém entrar agora… — sussurrou ele.
— Deixa entrar — respondeu ela, rebolando. — Quero que vejam.
Ninguém entrou. Mas a possibilidade sozinha fez os dois gozarem juntos, forte, sujo, rindo depois como adolescentes.
As semanas seguintes foram uma sequência de provocações:
Lívia sem calcinha em jantares de negócios, abrindo as pernas sob a mesa para o marido ver.
Sexo no carro no estacionamento do prédio comercial dele, com empresários passando a poucos metros.
Uma festa privada no penthouse de um sócio: André a levou para a varanda, a fodeu de quatro com a cidade acesa lá embaixo, enquanto dentro da festa homens de terno conversavam de costas para o vidro.
E a noite em que, depois de uma reunião longa, André a colocou de joelhos no escritório dele e ela o chupou enquanto o sócio principal batia na porta. André gritou “só um minuto”, a mão no cabelo dela, forçando-a a engolir tudo quando gozou.
Lívia nunca pediu para parar. Pelo contrário: quanto mais público, mais molhada ela ficava.
Uma madrugada, deitados na cama depois de mais uma dessas aventuras, ela traçou o peito dele com o dedo e murmurou:
— Casamos. Mas eu ainda sou a puta que você conheceu no bordel. Só que agora sou a puta casada… e os empresários sabem.
André a puxou para cima dele, já duro de novo.
— E eu sou o marido que te fode na frente deles. E que nunca vai cansar disso.
Ela sorriu, montou nele e começou a rebolar, lenta e profunda.
— Então continua me mostrando… marido.
Um ano depois daquela primeira noite no salão vermelho, André ajoelhou-se no mesmo apartamento onde tinham se fudido em cima da bancada, no chuveiro e amarrados na cama. Tinha um anel simples na mão.
— Casa comigo — disse, a voz rouca. — Não quero mais te esconder. Quero que o mundo saiba que a mulher que eu tirei de um bordel é minha esposa.
Lívia ficou em silêncio por alguns segundos, depois sorriu daquele jeito sujo que ele amava.
— Eu aceito. Mas com uma condição.
— Qual?
— Que a gente continue se fodendo como se ainda estivéssemos naquele lugar. Em qualquer lugar. Na frente de quem for.
André riu baixo, já duro só de ouvir.
— Combinado.
O casamento foi pequeno, só para os dois e um juiz. Depois da cerimônia, no carro a caminho do hotel, Lívia puxou o vestido de noiva até a cintura, sentou no colo dele e o guiou para dentro dela enquanto o motorista — um empresário amigo de André que tinha oferecido o carro como presente — fingia não ver pelo retrovisor. Ela rebolava devagar, gemendo baixinho contra o ouvido do marido, o tecido branco do vestido cobrindo só o necessário. O motorista engoliu em seco. André a segurou pelos quadris e a fodeu até ela gozar, o corpo se contraindo em volta dele. Quando terminaram, Lívia limpou a boca dele com o dedo e sussurrou:
— Agora ele já sabe como a noiva geme.
No hotel de luxo, o quarto tinha paredes de vidro com vista para a cidade. André a empurrou contra o vidro, de frente para os prédios, e a penetrou por trás. As luzes da noite iluminavam o corpo nu dela. Lá embaixo, nas janelas dos escritórios ainda acesos, silhuetas de homens de terno paravam ocasionalmente. Lívia abria as pernas mais, empurrava o bumbum contra ele e gemia alto de propósito.
— Deixa eles verem — murmurou. — Deixa os empresários aí embaixo saberem que a esposa do André está sendo fodida contra o vidro.
Ele a fodeu com força, uma mão no pescoço, a outra no clitóris. Quando ela gozou, as pernas tremeram tanto que quase caiu. André a segurou e veio logo depois, enterrado fundo, gemendo o nome dela contra a nuca.
As “aventuras” começaram de verdade duas semanas depois.
André organizava reuniões de negócios no apartamento. Três empresários, ternos caros, gravata frouxa, uísque na mão. Lívia aparecia de vestido curto, sem calcinha, servindo drinks. Em determinado momento, ela se sentava no colo do marido, “só para conversar”. Mas as mãos dele subiam pela coxa dela sob a mesa. Os outros homens fingiam não notar… até ela começar a se mover.
Numa dessas noites, André a tirou do colo, colocou-a de quatro no sofá da sala enquanto os três empresários ainda estavam ali, bebendo. Lívia olhou para eles com um sorriso provocante e abriu a boca quando o marido a penetrou. O som molhado encheu a sala. Um dos homens engasgou com o uísque. Outro apertou a própria calça. O terceiro só observava, o olhar escuro.
André a fodeu devagar, de propósito, deixando que todos vissem cada centímetro entrando e saindo. Lívia gemia alto, sem vergonha.
— Vocês gostam de ver a esposa dele sendo usada? — perguntou ela, ofegante. — Porque eu gosto de saber que estão duros por causa de mim.
Ninguém respondeu. Só o som da pele batendo contra pele. Quando André gozou dentro dela, puxou-a para cima e a beijou na frente de todos. Depois, ainda com o sêmen escorrendo pela coxa, Lívia se levantou, ajeitou o vestido e perguntou educadamente:
— Mais uísque, senhores?
Os três aceitaram.
Outra noite, num restaurante sofisticado onde André fechava um contrato. Mesa reservada no fundo. Lívia usava um vestido preto longo com uma fenda alta. No meio da conversa de negócios, ela colocou a mão sob a toalha e abriu a calça do marido. Começou a masturbá-lo devagar enquanto ele falava de números e percentuais. Os dois empresários do outro lado da mesa não viam, mas percebiam o olhar turvo de André.
Quando a reunião terminou e os homens foram embora, André a puxou para o banheiro dos executivos. Trancou a porta, ergueu o vestido e a penetrou contra a pia. O espelho refletia tudo. Ela gemia olhando o próprio rosto, as mãos espalmadas no vidro.
— Se alguém entrar agora… — sussurrou ele.
— Deixa entrar — respondeu ela, rebolando. — Quero que vejam.
Ninguém entrou. Mas a possibilidade sozinha fez os dois gozarem juntos, forte, sujo, rindo depois como adolescentes.
As semanas seguintes foram uma sequência de provocações:
Lívia sem calcinha em jantares de negócios, abrindo as pernas sob a mesa para o marido ver.
Sexo no carro no estacionamento do prédio comercial dele, com empresários passando a poucos metros.
Uma festa privada no penthouse de um sócio: André a levou para a varanda, a fodeu de quatro com a cidade acesa lá embaixo, enquanto dentro da festa homens de terno conversavam de costas para o vidro.
E a noite em que, depois de uma reunião longa, André a colocou de joelhos no escritório dele e ela o chupou enquanto o sócio principal batia na porta. André gritou “só um minuto”, a mão no cabelo dela, forçando-a a engolir tudo quando gozou.
Lívia nunca pediu para parar. Pelo contrário: quanto mais público, mais molhada ela ficava.
Uma madrugada, deitados na cama depois de mais uma dessas aventuras, ela traçou o peito dele com o dedo e murmurou:
— Casamos. Mas eu ainda sou a puta que você conheceu no bordel. Só que agora sou a puta casada… e os empresários sabem.
André a puxou para cima dele, já duro de novo.
— E eu sou o marido que te fode na frente deles. E que nunca vai cansar disso.
Ela sorriu, montou nele e começou a rebolar, lenta e profunda.
— Então continua me mostrando… marido.



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