Meu grande sonho sempre foi cursar medicina, mas só consegui vaga na Universidade de Vassouras e como era em tempo integral, eu teria que morar lá.
Meus pais me apoiaram, ele disse que pagaria todos os custos e eu junto com minha mãe começamos a procurar apartamento pela internet.
Encontramos uma kit net, fomos no sábado ver e gostamos.
Era a primeira vez que eu ia morar sozinho e quanto menor o apartamento, melhor pra mim porque daria menos trabalho.
Meu pai alugou e segunda (dia 1) a chave estaria à minha disposição.
Faltava um mês para o começo das aulas e, obviamente, minha mãe quis ir comigo pra deixar tudo organizado (coisa de mãe).
Saímos do Rio às oito e fomos pegar as chaves.
A imobiliária, conforme tinha combinado com meu pai, entregou o apartamento limpo e pronto pra morar.
Minha mãe organizou minhas roupas no pequeno armário, deu uma olhada geral, viu tudo que precisava e saímos.
Fomos ao mercado, fizemos algumas compras e exploramos o entorno do prédio para acharmos restaurantes próximos.
Tinha um a quilo que gostamos da comida e ela me orientou a comprar arroz, feijão, farofa entre outras coisas ali porque no apartamento só tinha um fogão de duas bocas.
Na hora de dormir pintou um problema.
Só tinha a cama de solteiro e um sofazinho de dois lugares em frente ao balcão da cozinha, aliás, a cozinha se resumia nisso (risos).
Falei que ia dormir no chão, mas minha mãe não deixou:
- Nada disso, a gente se aperta e você dorme na cama comigo.
O grande problema é que sempre achei minha mãe um mulherão e aos quarenta e cinco achava ela ainda mais bonita do que quando era mais jovem.
Deitamos, ela ficou de ladinho, puxou meu braço pra dormirmos de conchinha e o inevitável aconteceu.
Quando senti a bunda dela encostar no meu pau, ele começou a endurecer.
No começo ela fingiu não perceber, mas depois que ele ficou completamente duro não teve jeito.
Ela empurrou meu corpo com a bunda e disse:
- Sossega garoto.
Me afastei um pouco e demorei muito pra conseguir dormir.
No dia seguinte nova maratona pela cidade e à noite o problema se repetiu.
Sentindo meu pau duro outra vez, minha mãe agiu diferente.
- Ai, você não toma jeito, né?
Colocou a mão pra trás, empurrou meu pau pra baixo pra que ficasse bem no meio do meu short e colou a bunda dizendo:
- Tenta dormir pra ver se isso amolece. Boa noite.
Ficou com a bunda colada na minha pica e dormir foi um problemaço.
De manhã eu estava “suando branco” de tanto tesão que eu estava sentido por ela.
Outra volta pela idade e na hora de dormir quando meu pau endureceu, minha mãe virou pra mim e falou:
- Filho, assim não é possível.
Fiquei muito sem graça e disse:
- Desculpe mãe, mas não consigo evitar.
- Rico, dormir de pau duro todo dia pode te fazer mal.
- O que você quer que eu faça?
Ela olhou pra mim e falou com toda a tranquilidade do mundo:
- Quer saber de uma coisa? Vou resolver isso.
Ela tirou o lençol de cima da gente, praticamente arrancou meu short e vendo meu pau duro falou:
- Olha isso, não dá pra dormir assim. Deixa eu aliviar você.
Começou a tocar punheta em devagar e a atitude dela me pegou de surpresa.
Fiquei parado sem saber o que fazer e ela continuou tocando sem tirar os olhos da minha pica.
Meu tesão era tão grande que pouco depois, meu pau começou a babar.
Ela sorriu e falou baixinho:
- Vai gozar, né? Goza pra mamãe, goza.
Enfiou meu pau na boca e não teve mais como eu me segurar.
Comecei a gozar e ela engolia, continuava chupando e quanto mais eu gozava na boquinha dela, mais forte ela chupava.
Quando acabei de gozar, ela tirou da boca, olhou pra mim e disse:
- Seu pai não pode saber disso, tá?
Achei que ela ia parar, mas em vez disso, ela ficou lambendo a cabeça da pica o que me deixou com mais tesão ainda.
Vendo que meu pau continuou duro, ela olhou pra mim e falou:
- Ainda não está satisfeito? Então vamos resolver de outro jeito.
Tirou a camisola, a calcinha, ajoelhou em cima da pica e foi engolindo ele com a boceta já toda melada.
Quando o pau entrou todo, ela me olhou nos olhos e falou:
- Pronto, assim a gente resolve o seu problema e o meu.
Segurou minhas duas mãos, colocou nos peitos dela e começou a rebolar dizendo:
- Vai, fode a mamãe. Me faz gozar gostoso pra você.
Comecei a mexer timidamente, mas ela queria mais:
- Com força, me fode gostoso seu puto.
Passei a socar e ela sorriu dizendo:
- Isso, quero pica, me fode, quero gozar pra você filhinho.
Soquei o mais forte que pude e quando ela disse que ia gozar, a porra começou a jorrar da minha pica levando ela à loucura:
- Isso, goza, enche a boceta da mamãe de porra.
Gozamos, ela deitou em cima de mim, me deu um longo beijo na boca e falou:
- Acho que a gente agora vai conseguir dormir, né?
- O que deu em você, mãe?
- Está muito tarde pra gente falar sobre isso, amanhã a gente conversa.
Me deu um selinho, virou para o lado e dormimos.
CONTINUA...

Conto excitante, delicia mesmo
rrfragoso