No domingo minha mãe voltou para o Rio e bateu o desespero em mim.
Era a primeira vez na vida que eu ficaria sozinho e em um lugar que eu mal conhecia.
Assim que minha mãe colocou os pés em casa, meu pai perguntou:
- Como foi a viagem?
- Tranquila, vou ligar pro Ricardo e avisar que cheguei.
- Quer um café? Perguntou ele.
- Quero sim, por mais tranquila que seja a viagem, sempre cansa um pouco.
Meu pai começou a fazer o café, minha me ligou e quando sentou ele perguntou pra ela:
- E aí, como ficaram as coisas por lá?
- Pra ser sincera, nada bem.
- O que aconteceu?
- Jackson, o Ricardo não consegue aprender a fritar um ovo, aliás, naquele apartamento não dá pra ficar fritando as coisas, né? O fogão só tem, duas bocas e não tem exaustão, se ficar fazendo frituras vai engordurar tudo.
- Que merda.
- Mas antes fosse esse o problema. Ele não está preparado pra morar sozinho. Tenho medo dele não aguentar a pressão e desistir da faculdade.
- De jeito nenhum, esse sempre foi sonho dele.
Disse meu pai preocupado.
- E como vamos resolver isso?
Meu pai serviu o café, pensou um pouco e falou:
- Por que não fica lá com ele um tempo? Só até ele se acostumar.
- Jackson, dormi todos esses dias que fiquei lá numa cama de solteiro com ele. A gente se espremia e eu acordava com dores pelo copo todo.
- Podemos comprar mais uma cama.
- É? E colocar ela aonde?
- Foda, achei que uma kitnet seria melhor pra ele porque daria menos trabalho e o tiro saiu pela culatra. Se topar ficar lá com ele um mês ou dois, eu ligo pra imobiliária amanhã, converso com o corretor e vejo se ele tem algum apartamento um pouco maior, um quarto e sala pelo menos. Lá é um lugar que, por causa da faculdade, deve ter muita oferta também de apartamentos pequenos e mobiliados. E aí?
- E aí o que? Claro que morar com meu filho seria maravilhoso e você, como fica aqui?
- Sou bem grandinho e posso me virar muito bem.
Minha mãe percebeu que ela morar em Vassouras comigo daria toda liberdade do mundo pra ele e deixou por conta dele.
No dia seguinte me ligou e contou a conversa.
Rimos muito e ela disse que eu tinha razão, ele estava louco pela garota.
Quando ela falou aquilo, virei e falei pra ela:
- Ele louco por ela e eu por você.
- Não fala assim, filho.
- Mãe, não consigo pensar em mais nada, só no que aconteceu entre a gente essa semana.
- Na faz isso comigo.
Como era chamada de vídeo, virei o celular e mostrei o enorme volume no meu short.
- Porra filho, assim é covardia. Você está de pau duro?
Resolvi mostrar em vez de responder.
Tirei o short e mostrei minha pica pra ela.
- Ai, não faz isso com a mamãe.
Comecei a alisar o pau e disse:
- Não consigo mais pensar, falar, ver você não ficar desse jeito.
- Toca uma punheta pra mamãe ver, toca.
Fiquei alisando a pica e pedi:
- Mostra o peito pra mim, mostra.
Minha mãe puxou a alça do vestido e o peito dela ficou à minha disposição:
- Olha como o bico tá durinho. Não consigo ver seu pau e não ficar molhadinha.
- Mostra a boceta pra mim, quero ver se ela tá molhadinha.
Minha mãe levantou o vestido, puxou a calcinha pro lado, abriu a boceta com os dedos e colocou o celular dela pertinho dizendo:
- Olha como você me deixou.
A boceta dela chegava a brilhar de tão melada e vi que eu não tinha mais como parar:
- Alisa ela pra mim.
- Espera. Disse minha mãe.
Largou o celular, pegou uma cadeira, colocou em frente ao sofá, apoiou ele nessa cadeira e perguntou:
- Tá bom assim?
- Tá, tá dando pra ver tudo.
Ela tirou o vestido, a calcinha e falou:
- Vamos gozar filhinho.
Fiquei alisando a pica, ela o grelinho e eu disse:
- Enfia o dedo, imagina que sou eu aí fodendo você.
Ela meteu um, tirou e em seguida meteu dois.
Com a mão esquerda ficou alisando o grelo e com a direita ia e vinha com os dois dedos na boceta.
Fiquei louco de tesão e comecei a tocar punheta mesmo em vez de só alisar:
- Rebola mãezinha, rebola pensando na minha pica, olha como ela está por sua causa.
- Cachorro, toca, alisa essa a piroca gostosa pra gozar pra mamãe.
Passei a tocar mais rápido, ela a socar os dedos com força na boceta e logo depois explodimos.
- Goza, quero ver a porra jorrando da sua pica.
- Olha, rebola e goza comigo.
Ela enterrou os dedos na boceta e disse:
- Filho da puta!
Voltou a rebolar muito mais rápido do que estava e fiquei alisando a pica espalhando a porra dizendo:
- Goza, goza gostoso.
De repente, ela aparou e disse:
- Gozei.
Olhou, riu e falou:
- Você tá todo lambuzado.
- Puta que pariu! Isso foi muto gostoso.
Ela pegou o celular colocou perto do rosto e disse:
‘ - Podemos fazer isso todo até eu ir morar com você. Agora vai limpar a sujeira que você deve ter feito. Deve ter porra no chão, no sofá…
Caí na gargalhada e retruquei a provocação:
E você vai tomar banho porque deve melado tudo aí também.
CONTINUA...

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