Acordei e minha mãe fazia café vestindo apenas uma calcinha.
Escovei os dentes e fui todo animado falar com ela.
- Vai ficar assim o dia todo?
- De calcinha? Ontem você me viu sem ela esqueceu?
- Não tem problema você ficar só de calcinha, mas é o que isso faz comigo.
Falei e encostei meu pau que endurecia rapidamente nela e minha mãe cortou meu barato:
- Você é tarado, sabia? Senta e enquanto tomamos café você vai ouvir certas coisas e talvez não goste de todas.
Senti no pequeno sofá, ela me serviu, sentou e começou a falar:
- Filho, o negócio é o seguinte: Eu e seu pai não transamos faz muito tempo. Ele tem uma amante, eu tive vários e só não nos divorciamos porque financeiramente não é bom negócio pra ele e você sabe que não sou muito ligada em grana, gosto de ter conforto, mas dinheiro pra mim não é a razão da minha vida, já pra ele…
Fiquei chocado, mas ela parecia muito tranquila.
- Como você sabe que ele tem uma amante?
- Porque a mãe dela me contou. É a Aline, filha da Lizete.
- A Lizete, sua amiga?
- Exatamente.
- Aquela garota já se meteu em várias confusões com homens casados lá do condomínio.
- E seu pai agora é o titular da pasta (risos). A Lizete é tão minha amiga que assim que descobriu me contou.
- E você na fez nada?
- Olha só, quando me casei, larguei faculdade, trabalho, tudo porque seu pai me pediu, eu era jovem demais e estava apaixonadíssima por ele. Eu sei que tenho direito à metade de tudo que ele tem, mas você acha que seu pai vai entregar isso de mão beijada ou vai pra justiça (mesmo sabendo que vai perder) e brigar até o último minuto?
- Claro que vai tentar alguma coisa.
- Aí eu pergunto: Vale a pena? Seu pai me dá tudo que eu quero, banca sua faculdade, esse apartamento, todas as suas despesas, temos uma conta conjunta que ele sempre mantém um bom saldo, cartão sem limite pra mim, brigar pra que? Deixa ele lá com a novinha dele e eu toco minha vida.
- Mas eu acho sacanagem.
- Quer saber? Eu acho bom. Nosso relacionamento na parte sexual estava desgastado, a paixão tinha acabado e resolvi ficar quieta e dar meus pulos também.
- Você arrumou um amante?
- Um não, vários.
- Porra mãe.
- Não quero mais compromisso. Saí com vários homens e só uma vez cada um deles pra não correr riscos (risos). Se você acha que fui piranha, paciência, mas não quero me apaixonar, o único homem que quero perto de mim é você e depois de ontem mais ainda. Quero ser sua mãe, cuidar de você e se você me quiser, ser sua putinha também. Filho, eu gosto de foder, gosto muito e ontem gozei gostoso fodendo com você, gostoso demais. Não importa se você é meu filho, na cama você foi meu homem, meu macho foi tudo que procurei nos amantes que tive. Surpreso?
- Muito, mas feliz também. Nunca imaginei que você pudesse ser essa mulher com a cabeça aberta, que vê as coisas com naturalidade e feliz por ter conseguido ser pra você o que você buscava em um homem.
- E o que acha que devemos fazer agora?
- Seguir em frente. Ontem foi o dia mais feliz da minha vida. Acho que você merece ser feliz e se o que te faz feliz é ser vadia na cama, seja, seja o mais vadia possível e, de preferência, comigo.
Ela me agarrou e falou:
- Vamos pra cama meu gostoso.
Minha mãe ficou de quatro, meti, ela rebolou, gozou, pediu mais, continuei metendo, ela gozou de novo e depois, tirou meu pau de dentro dela, colocou a cabeça na porta do cuzinho e disse:
- Come, come minha bunda, me fode toda, me dá pica, me dá porra.
Eu nunca tinha senti tanto tesão na vida como senti naquela hora vendo ela falar daquele jeito.
Fui metendo, ela começou a rebolar e fiquei doido:
- Rebola, é pica que você quer? Então toma.
Nós parecíamos dois animais e fodemos de uma forma violenta e depois de gozarmos, jogamos nossos corpos na cama e ficamos um longo tempo buscando ar.
Recuperados, ela me abraçou e falou:
- Você é o homem da minha vida. Se eu pudesse largava o corno do seu pai e vinha morar com você.
- Conversa com ele, tenho certeza que ela vai aprovar a ideia pra ter mais tempo de ficar com a namoradinha dele.
Minha mãe, parou, pensou e falou:
- Pode ser, mas prefiro fazer isso aos poucos.
- Você vai mesmo embora sábado?
- Não, vou domingo, mudei de ideia (risos).
Tomamos banho, minha mãe queria conhecer a Universidade, fomos e lá ela falou pra mim:
- Tenho certeza que você vai ser muito feliz aqui.
- Principalmente se você estiver morando comigo.
- Não fala assim, filho.
- Vamos pra casa.
Ela riu e falou:
- Você é terrível.
Chegamos no apartamento, tiramos nossas roupas, ela deitou, abriu a pernas e pediu:
- Vem me chupar, vem.
Chupei a boceta dela, enfiei a língua enquanto minha mãe mexia devagar gemendo o tempo todo baixinho.
Na hora de gozar abriu a boceta com as duas mãos e disse:
- Lambe meu grelo.
Fiquei com a ponta da língua lambendo o grelinho dela e vi as coxas, abdômen dela contraindo enquanto ela gozava.
Quando acabou de gozar, segurou minha cabeça e ficou esfregando a boceta melada na minha cara lambuzando ela toda:
- Olha como a mamãe gozou gostoso. Lambe minha porra, vai.
Fiquei lambendo a boceta dela e depois ela pediu:
- Deita.
Deitei, ela olhou meu pau duro e começou a passar a unha contornando do as veias da pica dizendo:
- Como resistir a isso?
Continuou passando a unha e passou a lamber também.
Ela não chupava, só fazia carinhos e passava a língua.
O pau começou a babar e ela ficou firme, do mesmo jeito.
De repente, começou a voar porra pra tudo que era lado e os olhinhos dela brilharam.
Quando a porra parou de sair, ela meteu a cabecinha na boca e ficou mamando enquanto eu me contorcia de prazer.
O pau amoleceu e ela falou pra mim:
- Minha vontade é nunca mais voltar pro Rio.
- Conversa com ele mãe. Vem morar comigo.
- Não posso filho.
- Claro que pode, diz que está preocupada comigo, que sou um merda, que não consigo nem fritar um ovo e se ele estiver realmente apaixonado pela Aline, ele vai amar a ideia.
- Vou falar com ele.
CONTINUA...

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