Entrei de férias e, como minha esposa trabalhava, passei a ficar sozinho com ela em casa.
Pat tinha 1quatroze4, mas já tinha um corpo bonito, peitinhos pequenos, bundinha arrebitada e só fui reparar depois que passei a ficar sozinho com ela.
No terceiro dia, ela virou e fez ua pergunta que eu jamais esperava que ele me fizesse:
- Pai, fazer sexo é bom mesmo?
Fiquei assustado:
- Filha, que pergunta mais sem sentido, esse tipo de conversa é pra você ter cm a sua mãe.
- Eu sei, mas toda vez que tento falar com ela sobre isso, ela diz que sou nova demais e não me dá assunto.
Conhecendo minha mulher como conhecia, sabia que Pat estava falando a verdade e chamei a responsabilidade pra mim:
- Tudo bem, Por quer saber?
- Pai, acho que sou [única garota da escola que ainda não transou.
- Como assim? São todas da sua idade.
- Eu sei, mas já transaram.
- E isso te incomoda?
- Às vezes sim. Elas falam tanto que é gostoso, contam algumas coisas e fico me achando uma babaca.
- Filha, isso não deve ser visto por esse ângulo. Transar quando a gente está gostando de alguém pode ser bom sim, mas transar pra transar pode ser muito ruim, deixar marcas pra vida toda.
- Então se eu estiver gostando de alguém, posso transar com ele que vai ser legal?
Percebi que estava me enrolando:
- Também não é assim. Sexo deve ser uma coisa que aconteça de forma natural, sem forçação de barra.
- Não estou entendo. Se eu gostar de um cara, eles tiver a fim, eu também, pelo quer entendi pode rolar de boa. É isso?
- Mais ou menos, mas acho você muito novinha ainda.
- Pai, quando estou com meu namorado e se esfrega em mim fico muito excitada.
- Isso é normal, mas nem por isso você tem que transar com ele.
- Mas e seu estiver curiosa com algumas coisas.
- Tipo?
- Eu já vi foto de homens pelados, vi pau de tudo que é tamanho, vi filminhos que as mulheres chupam e parece que elas gostam muito.
Cada vez mais eu me sentia encurralado.
- Pat, em matéria de sexo tudo pode ser bom depende de como se faz, com quem se faz…
- A mamãe chupa você?
- Que pergunta é essa menina?
- É só uma pergunta. Uma amiga minha falou que ouviu o ai falando com um amigo dele e reclamando que a mãe dela parou de chupar ele e ele tem que ir atrás de mulher na rua por causa disso.
- Tá. Diminuiu um pouco, mas chupa sim.
- Seu pau é muito grande?
- Filha, essa conversa está indo longe demais.
- Só quero saber. Quando eu namoro eu sinto o do meu namorado e acho pequeno, mas quando você e a mamãe transam, ela geme tanto, tão alto que eu fico achando que é por causa do seu pau.
- Que história é essa? Você fica ouvindo a gente transar?
- Ué, do jeito que a mamãe é escandalosa, não tem como não ouvir.
- Puta merda.
- Vai pai, fala, é grande?
Eu estava ficando sem saída.
- É normal, agora chega dessa conversa maluca.
- Mostra ele pra mim.
- Tá doida? Mostrar meu pau pra você? Em primeiro lugar isso não vai acontecer, segundo que se eu mostrasse, ele está mole e não ia resolver o problema da sua curiosidade.
- Mas dizem que os homens quando veem os peitos das mulheres ficam de pau duro. Quer ver os meus?
- Porra, já falei pra parar com essa conversa.
Pat tinha um problema, era teimosa como a mãe e quando queria uma coisa, fazia de tudo pra conseguir.
Num gesto rápido, tirou a camisa deixando os peitinhos à mostra e perguntou:
- Você acha eles bonitos ou feios?
A coisa começou a ficar complicada porque pos peitinhos dela eram lindos, perfeitos, pequenininhos, um tesão e meu pau começou a endurecer.
Pat percebeu e disse:
- Tá vendo, o seu está ficando duro.
Tentei dar uma ajeitada pra disfarçar, mas foi em vão.
- Impressão sua.
- Impressão nada, tá sim.
Ela falou e meteu a mão na minha pica.
Foi a gota d’água, meu pau endureceu de vez.
Pat começou a apertar ele, alisar e falei já quase sem forças pra reagir:
- Para com isso filha.
- Ah pai, deixa eu ver ele.
Com uma das mãos puxou eu short pra cima, enfiou a outra nele e puxou meu pau pra fora.
Meu pau parecia um poste de tão duro e quando ela viu falou:
- Nossa, ele é enorme.
Tentei tirar a mão dela da pica, mas já sem muita convicção porque meu tesão tina disparado.
Pat ficou firme e disse:
- Deixa eu sentir ele mais um pouquinho. Tá quente, latejando...
Ela começou a isar ele e fiquei pedindo pra que ela parasse torcendo pra ela não me obedecer.
Pat continuou alisando numa punhetinha tão gostosa que o inevitável aconteceu
Um jato de porra voou da minha pica e os olhinhos dela brilharam:
- Ui.
Entreguei os pontos.
Comecei a mexer e Pat sorriu falando:
- Goza pai, goza mais, vai.
Gozei até não ter mais nada pra sair do meu pau.
Minha filha continuou alisando o pau dizendo:
- Nossa, você gozou muito.
Eu mal conseguia respirar, quanto mais falar alguma coisa e Pat vendo que meu pau continuou duro disse:
- Ele não vai amolecer não?
Aquela gozada, a mãozinha dela passeando pela pica, o tesão que eu ainda estava, fez com que eu perdesse a cabeça de vez:
- Quer amolecer o pau do papai, quer?
Empurrei a cabeça de encontro a minha pica, ela meteu na boca, começou a chupar, tocar punheta ao mesmo tempo e decidi ir até o fim:
- Chupa, papai vai gozar na sua boquinha.
Pat passou a chupar mais forte, tocar mais rápido e não aguentei:
- Toma filhinha, toma a porra do papai.
Ela engoliu, ficou chupando mais forte ainda.
- Mama, bebe tudo, bebe.
Pat ficou alisando a pica mais e mais rápido até eu parar de gozar.
Depois Pat, lambeu a cabecinha, sorriu e falou:
- Pai, você goza gostoso demais
Puxei ela, beijei na boca e disse:
- Gostou de tomar o leitinho do papai, foi? Agora fica peladinha pro papai te fazer goza também.
Minha filha tirou a roupa, deitou e comecei a chupar a bocetinha dela.
Pat mexia, gemia e eu lambia a boceta dela, o grelo até que, em determinado momento, ela passou q mexer mais rápido e gritou:
- TÔ GOZANDO.
O dia seguinte assim que entrou em casa, Pat parou ao lado da mesa, começou a abrir os botões de sua blusa e vendo ela fazendo aquilo, tirei meu short pra que ela visse meu pau duro.
Pat tirou toda roupa, sentou no sofá e começou a me chupar.
Melei meu dedo na bocetinha dela, fiquei alisando o grelinho dela até que Pat tomou a decisão:
- Me fode.
Ajoelhou em cima da pica, começou a meter e só parou depois que meu pau todo estava dentro dela.
Agarrei ela pela bunda e falei já completamente descontrolado:
- Rebola filhinha, rebola e goza gostoso na pica do papai.
Ela me olhava nos olhos, mordia os lábios e pouco depois sussurrou:
- Toma paizinho, toma meu meladinho.
Passou a rebolar muito rápido e fiquei doido:
- Goza minha putinha, goza na minha pica, rebola, geme, grita.
Quando parou de rebolar, ela abriu um sorriso e disse:
- Você é um puto. Goza pra mim, goza.
Passou a rebolar em devagar com um delicioso sorriso no rosto e quando a porra começou a jorrar dentro dela, Pat disse:
- Isso paizinho, a boceta da sua putinha de porra.
Minha filha não era virgem como eu pensava e era muito mais safada do que eu poderia imaginar.
Passei minhas férias todas fodendo com ela e minha filha se tornou minha putinha, a mais putinha com quem eu havia transado depois de casado com a mãe dela.
FIM

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