Moreninha aprontando no parque do lago em Guarapuava-PR - Um conto de Sabrina (3•conto)

Oieee... Sabrina aqui... tenho 23 anos.. sou uma morena de 1,65m e 65kg, olhos castanhos e cabelos cumpridos. Com seios enormes e um bumbum maravilhoso..haha.... Como sabem, sempre fui tarada em homens gordinhos até dia em que viajei para Guarapuava no Paraná na casa de meus avós...rsrsrs....vamos ao conto!

Eu estava com 21 aninhos, já sabia muito bem o que me agradava e como era poderosa na arte da sedução. Certo dia, viajei para casa dos meus avós em Guarapuava no Paraná que fica a cerca de 250 km de Curitiba e o que me diziam era verdade. A cidade é amplamente conhecida por ser uma das mais frias do Paraná e lá estava eu.
— Nossa vovó não imagina que aqui seria assim! — falei bebendo uma xícara de chá.

Era sábado de manhã, estava morrendo de frio e por isso usava uma camiseta larga branca, saia de babado preto, meia arrastão e uma botinha.
— Te avisamos, querida. Vai mesmo querer sair?

Eu estava decidida, passei a semana anterior pesquisando a cidade.
— Ah, claro. Quero conhecer o parque do lago.
Minha avó sorriu.
— Mas...vestida assim pode ser que arrume um namoradinho. — zombou.
— Ainnn vovó...a senhora sabe que...
— Tudo bem, querida. — Disse pegando o celular. — Mas, primeiro... vamos lá fora tirar umas fotos.

Saímos e, depois de algumas fotos, sai caminhando pelas ruas da cidade até chegar na rua Padre Chagas. Os habitantes me olhavam, alguns comentavam:
— Ela não deve ser daqui. Como consegue andar vestida assim?

Não liguei para aquilo e parei diante de uma estrutura de madeira que parecia uma casinha. Achei engraçado, mas continuei caminhando pela pista até chegar em uma ponte de madeira. Lá, observei o lago e senti a brisa gelada no rosto.
“Que friooo.” — pensei, cruzando os braços e passando pela ponte. Até que parei na metade e fiquei distraída olhando o lago.
— Bom dia, mocinha!

Me virei e sorri para o senhor que se aproximava.
— Bom dia.
Ele passou por mim me olhando dos pés a cabeça até que parou para comentar:
— Você não é daqui, né?
— Não, senhor eu... o que está olhando? — Olhei para baixo e vi minha calcinha aparecendo.

Devido ao vento nem tinha me dado conta daquilo e abaixei a saia rapidamente.
— Me desculpa... eu... eu... sou João Paulo e você?
— Sabrina.

Observei que o coroa devia ter um pouco mais de 50 anos. Era um moreno claro, de cabelo castanho liso. Devia ter 1,73m e uns 74kg... não fazia meu tipo, mas algo chamou minha atenção. Ele estava de calça jeans e vi um volume aparecendo ai entendi o porquê, seus olhos castanhos desceram para a minha camisetinha. Cruzei os braços e ele riu.
— Olha, vou te falar... as mocinhas daqui vão ficar com ciúmes, viu. Digo...

Comecei a andar passando por ele.
— Aonde vai, Sabrina?
— Quero ver a pista de skate. — falei e me virei. — Vai ficar ai me olhando ou vai vir comigo?
Ele veio depressa.
— Bem... eu... assim é melhor... uma mulher linda como você não pode andar por ai, sozinha.

Passamos pela pista de skate aonde não havia ninguém. Até que alguns aparelhos no alto e passei pelo gramado.
— Aqui é melhor! — falei se sentando em um dos bancos.
— Já cansou? — perguntou João Paulo sentando ao meu lado.

Me levantei, me posicionei no elíptico e comecei a me mover. O coroa ficou abismado com a minha agilidade. Em volta, não havia ninguém, então ele ficou com os olhos vidrados na minha bunda. Eu estava de ladinho para ele.
— Eu faço academia..isso aqui não é nada. — falei empinando a bunda.
O coroa não perdeu tempo, se levantou e foi no aparelho atrás de mim. Olhei para trás e ele estava sentado, todo babão.
— Que maravilha! HMMMMM

Fiquei me exibindo por alguns minutos até dar uma rajada de vento.
— Ainnnn que friooo!
Fui até ele e sentei no colinho do coroa que pousou as mãos nas minhas coxas.
— Você...realmente não é daqui.HAHAHAHA
— Me esquenta, Joãoooo! — falei colocando as mãos sobre a dele e movimentando pra cima e pra baixo.
— Ah, sim...as coisas estão esquentando.

Então, ele subiu as mãos até minha barriga e repousou abaixo dos meus seios.
— Você acaba comigo assim.
Coloquei as mãos sobre as deles e subi mais um pouco. O coroa começou a massagear meus seios enquanto eu rebolava.
— AINNN CARALHOOOO... SABRINAAAA HUMMMM!
— To sentindo algo me cutucando aqui embaixo. — falei toda inocente.

João Paulo lambeu minha orelha e disse:
— É minha rola de 17 centimetros...gosta?
Quando ele disse aquilo, minha buceta deu uma molhadinha.
— URRUMMMM..GOSTOOOO!

Me levantei e empinei a bunda.
— Pena que aqui podem ver a gente. — falei olhando em volta.

O coroa apertou minha bunda e então abaixou minha calcinha até meus tornozelos. Dei um pulinho ao sentir o vento frio e então, quando sentei no colo dele, pulei mais uma vez. O safado tinha tirado a rola pra fora e agora estava tocando na minha buceta.
— AINN JUÃÃOOO..HMMMM
— Quase você sentou, hein!
Virei a cabeça de ladinho, sorri, me levantei um pouco, peguei na rola e encaixei na entrada da minha bucetinha. O coroa apenas me puxou pela cintura para o cacete entrar.
— AINNNN HMMMMM..CARALHUUUU!

Ele tapou minha boca.
— Assim vão ver a gente.
Comecei a rebolar, minha buceta foi se acostumando com aquele caralho e então comecei a cavalgar ali mesmo.
PLAU, PLAU, PLAU

Ele segurava meus seios enquanto eu pulava.
— AINN SABRINAAAA...MORENAAA SAFADAAA HMMMMM!
PLAU, PLAU, PLAU

Ficamos lá por alguns minutos até escutar uma senhora reclamando.
— Que pouca vergonha!
Me assustei, sai de cima do coroa que guardou a rola enquanto eu subia a calcinha.
— Isso é coisa que se faça! — a senhora reclamou.

Sai em disparada morro abaixo, passei por outra ponte de madeira até chegar perto de uma quadra de futebol.
— Me espera, Sabrina.
Só parei quando cheguei perto de um balanço aonde havia 3 pneus pendurados. Fui até o do meio e me sentei.
— Essa foi por pouco. — falei ofegante.

João apenas riu parando na minha frente.
— Sempre tem uma dessas velhas atrapalhando a gente.

Percebi que o coroa ainda estava afim de sacanagem. Puxei ele pela cintura, abaixei o zíper e botei aquela rola pra fora.
— Nossa, que cacete quente!

Ele botou a mão na minha cabeça.
— Vai ficar ainda mais quente na sua boquinha, gatinha!
GLUB, GLUB, GLUB

Quando ele me soltou, chupei as bolas... depois, passei a língua contornando a cabeça que pulsava.
— HMMM... Isso só pode ser um sonho ohnnnnn!

Fiquei mamando por alguns minutos. O coroa ficou de olho pra ver se não aparecia ninguém até que se afastou, mais uma vez, tirou minha calcinha...dessa vez, guardou no bolso da calça.
— Você já trepou no balancinho?!

Nem esperou minha resposta, se agachou, ergueu minhas pernas e segurou na minha cintura enquanto eu me equilibrava segurando nas correntes que prendiam o pneu.
— OHHHH TESÃÃOOO.HMMMM. SAFADAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
— UI...UI. UIII...AINNNN

O coroa então segurou nas correntes e começou a movimentar o pneu levemente pra frente e pra trás.
— Que deliciaaaa.caralhuuu... que bucetinha quenteeee hmmmmm.
Foi ai que olhei de lado, vi um rapaz se aproximando pela pista.
— Tem gente vindo!
— Que caralho... merda!

Logo, saímos do local e começamos a caminhar como se nada tivesse acontecido. Retornamos até próximo a pista de skate, passamos por ela e pela ponte de madeira até chegar perto de uma escadaria e, ao lado, bastante árvores tampavam a visão.
— Aceita ir...

Antes que ele perguntasse, peguei na mão do coroa e entramos. Passamos por algumas árvores.
— Acho que aqui. Já está bom. — falei me virando e apoiando a mão no tronco de uma árvore.
De onde eu estava pude ver o parque, fui ai que senti João pegar meu braço. O coroa me virou e subiu minha camisetinha. Meus seios saltaram e ele sugou com vontade.
— AINNN CALMAAAA... HMMMM... DEVAGARRRR..AINNNN

Ele chupava com vontade, então apertei a rola dele por cima da calça.
— Já está querendo rola, vadia?

Ele abaixou a calça, levantou minha perna direita e me jogou contra o tronco da árvore. O coroa me beijou enquanto empurrava aquele cacete dentro da minha buceta que, nesta altura, estava pegando fogo.
— AINN Sabrinaaa... aqui você é minha putaaaa ...hmmmmmmm
PLAU, PLAU, PLAU
João Paulo soube usar o cacete, movia o quadril bem devagar, em cada entrada, o cacete se alojava mais fundo.
— TÁ GOSTANDOOO OHNN... MORENINHAA CAVALAAA HMMM!
PLAU, PLAU, PLAU

Ele então soltou minha perna e me virou.
— Segura ai que agora eu vou é enfiar neste cuzinhoo..hmmmm

Me encurvei jogando a bunda para trás. O coroa deu uma cuspida na entrada e foi empurrando.
— Issooo piscaaa..hmmm... que danadaaaa ahnnnn!
João me puxou pra trás, virou e encostou na árvore.
— Agora é sua vez... mete, biscatinhaaaa!

Ele entrelaçou os dedos, colocou atrás da nuca e ficou só curtindo minha rebolada. Coloquei as mãos sobre os joelhos e mexi o quadril engolindo cada centímetro daquele cacete grosso.
— ASSSIMM?? AINNN... UINNNN! AI MEU CUZINHUU!
— Isso... geme no meu pauuu! Hmmmmm.. safadaaaa

Eu estava no controle, até que me ergui, virei a cabeça e beijei o coroa que, rapidamente, desceu a mão até minha bucetinha e dedilhou. Fiquei rebolando devagarzinho.
— Se continuar assim... vou gozar, Sabrina.
Deu uma rajada de vento tão forte que as árvores se mexeram.
— AINNN que frio. — falei colocando as mãos no rosto.
— NÃO AGUENTO MAIIIISSS... Vai voltar pra casa com o rabo cheio de porraaaaa!
Quando ele começou a encher meu cuzinho, fui para frente, me virei e ajoelhei.
— EIIITAAAA .AINNNNN

O coroa ainda leitou minha carinha.
— PUTONAAA HMMMM!
— Que delicia, Joããunnnn.

Nunca vi tanta porra na vida. Meu rostinho estava quentinho com o sêmen do coroa assim como meu rabinho. Seu João me levantou e me pôs encostada na árvore. Meteu o dedo na minha buceta e chupou meus seios.
— HMMM AINNN CARALHOOO OHNNNN!
— Goza, puta! Goza pro seu macho. Vaiiii..hmmmm

Ele dedilhava tão intensamente que não consegui segurar.
— Gozaaaa...issso morena do caralho!
— AINNNN JUAOOOOO HMMMMM AINNN. TO GOZANUUU

O coroa tirou a calcinha do bolso e esfregou na minha bucetinha. Parecia que eu estava mijando..hahaha..
— EITAAAA.. ISSOOOO... MOLHA TUDO!
Assim que parei de tremer, cai ajoelhada. Olhei para cima e o coroa cheirou a calcinha.
— Nunca mais vou lavar ela. Sempre que pensar em você, vou bater uma e deixar ela bem meladinha com minha porra!
— Eu não posso sair daqui assim. — resmunguei.
— Um dia, quando nos encontramos aqui em Guarapuava de novo, eu te devolvo.

Ele guardou a calcinha e saiu andando. Fiquei alguns minutos lá processando o que havia acabado de acontecer.

Quando cheguei na casa de meus avós. Meu avô se espantou.
— Que cara é essa, filha?
— É o frio, vovô.

Enfim...passei os dias em Guarapuava, mas não me encontrei com João Paulo..hahaha.. até hoje me pergunto se ele guardou mesmo a minha calcinha.

Se gostaram, deixem um comentário... e João Paulo de Guarapuava, se estiver lendo este conto, saiba que quando eu te encontrar, ainda vou querer a minha calcinha..hahaha

Irei colocar as fotos tiradas na casa de vovó, mais duas fotos do parque sendo uma foto do aparelho aonde sentei gostoso pro coroa e mais uma foto das árvores aonde ele me pegou gostoso.

Bjos

Foto 1 do Conto erotico: Moreninha aprontando no parque do lago em Guarapuava-PR - Um conto de Sabrina (3•conto)

Foto 2 do Conto erotico: Moreninha aprontando no parque do lago em Guarapuava-PR - Um conto de Sabrina (3•conto)

Foto 3 do Conto erotico: Moreninha aprontando no parque do lago em Guarapuava-PR - Um conto de Sabrina (3•conto)

Foto 4 do Conto erotico: Moreninha aprontando no parque do lago em Guarapuava-PR - Um conto de Sabrina (3•conto)

Foto 5 do Conto erotico: Moreninha aprontando no parque do lago em Guarapuava-PR - Um conto de Sabrina (3•conto)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Moreninha aprontando no parque do lago em Guarapuava-PR - Um conto de Sabrina (3•conto)

Codigo do conto:
276083

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
30/10/2026

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