Eu estava com 21 aninhos, já sabia muito bem o que me agradava e como era poderosa na arte da sedução. Certo dia, viajei para casa dos meus avós em Guarapuava no Paraná que fica a cerca de 250 km de Curitiba e o que me diziam era verdade. A cidade é amplamente conhecida por ser uma das mais frias do Paraná e lá estava eu.
— Nossa vovó não imagina que aqui seria assim! — falei bebendo uma xícara de chá.
Era sábado de manhã, estava morrendo de frio e por isso usava uma camiseta larga branca, saia de babado preto, meia arrastão e uma botinha.
— Te avisamos, querida. Vai mesmo querer sair?
Eu estava decidida, passei a semana anterior pesquisando a cidade.
— Ah, claro. Quero conhecer o parque do lago.
Minha avó sorriu.
— Mas...vestida assim pode ser que arrume um namoradinho. — zombou.
— Ainnn vovó...a senhora sabe que...
— Tudo bem, querida. — Disse pegando o celular. — Mas, primeiro... vamos lá fora tirar umas fotos.
Saímos e, depois de algumas fotos, sai caminhando pelas ruas da cidade até chegar na rua Padre Chagas. Os habitantes me olhavam, alguns comentavam:
— Ela não deve ser daqui. Como consegue andar vestida assim?
Não liguei para aquilo e parei diante de uma estrutura de madeira que parecia uma casinha. Achei engraçado, mas continuei caminhando pela pista até chegar em uma ponte de madeira. Lá, observei o lago e senti a brisa gelada no rosto.
“Que friooo.” — pensei, cruzando os braços e passando pela ponte. Até que parei na metade e fiquei distraída olhando o lago.
— Bom dia, mocinha!
Me virei e sorri para o senhor que se aproximava.
— Bom dia.
Ele passou por mim me olhando dos pés a cabeça até que parou para comentar:
— Você não é daqui, né?
— Não, senhor eu... o que está olhando? — Olhei para baixo e vi minha calcinha aparecendo.
Devido ao vento nem tinha me dado conta daquilo e abaixei a saia rapidamente.
— Me desculpa... eu... eu... sou João Paulo e você?
— Sabrina.
Observei que o coroa devia ter um pouco mais de 50 anos. Era um moreno claro, de cabelo castanho liso. Devia ter 1,73m e uns 74kg... não fazia meu tipo, mas algo chamou minha atenção. Ele estava de calça jeans e vi um volume aparecendo ai entendi o porquê, seus olhos castanhos desceram para a minha camisetinha. Cruzei os braços e ele riu.
— Olha, vou te falar... as mocinhas daqui vão ficar com ciúmes, viu. Digo...
Comecei a andar passando por ele.
— Aonde vai, Sabrina?
— Quero ver a pista de skate. — falei e me virei. — Vai ficar ai me olhando ou vai vir comigo?
Ele veio depressa.
— Bem... eu... assim é melhor... uma mulher linda como você não pode andar por ai, sozinha.
Passamos pela pista de skate aonde não havia ninguém. Até que alguns aparelhos no alto e passei pelo gramado.
— Aqui é melhor! — falei se sentando em um dos bancos.
— Já cansou? — perguntou João Paulo sentando ao meu lado.
Me levantei, me posicionei no elíptico e comecei a me mover. O coroa ficou abismado com a minha agilidade. Em volta, não havia ninguém, então ele ficou com os olhos vidrados na minha bunda. Eu estava de ladinho para ele.
— Eu faço academia..isso aqui não é nada. — falei empinando a bunda.
O coroa não perdeu tempo, se levantou e foi no aparelho atrás de mim. Olhei para trás e ele estava sentado, todo babão.
— Que maravilha! HMMMMM
Fiquei me exibindo por alguns minutos até dar uma rajada de vento.
— Ainnnn que friooo!
Fui até ele e sentei no colinho do coroa que pousou as mãos nas minhas coxas.
— Você...realmente não é daqui.HAHAHAHA
— Me esquenta, Joãoooo! — falei colocando as mãos sobre a dele e movimentando pra cima e pra baixo.
— Ah, sim...as coisas estão esquentando.
Então, ele subiu as mãos até minha barriga e repousou abaixo dos meus seios.
— Você acaba comigo assim.
Coloquei as mãos sobre as deles e subi mais um pouco. O coroa começou a massagear meus seios enquanto eu rebolava.
— AINNN CARALHOOOO... SABRINAAAA HUMMMM!
— To sentindo algo me cutucando aqui embaixo. — falei toda inocente.
João Paulo lambeu minha orelha e disse:
— É minha rola de 17 centimetros...gosta?
Quando ele disse aquilo, minha buceta deu uma molhadinha.
— URRUMMMM..GOSTOOOO!
Me levantei e empinei a bunda.
— Pena que aqui podem ver a gente. — falei olhando em volta.
O coroa apertou minha bunda e então abaixou minha calcinha até meus tornozelos. Dei um pulinho ao sentir o vento frio e então, quando sentei no colo dele, pulei mais uma vez. O safado tinha tirado a rola pra fora e agora estava tocando na minha buceta.
— AINN JUÃÃOOO..HMMMM
— Quase você sentou, hein!
Virei a cabeça de ladinho, sorri, me levantei um pouco, peguei na rola e encaixei na entrada da minha bucetinha. O coroa apenas me puxou pela cintura para o cacete entrar.
— AINNNN HMMMMM..CARALHUUUU!
Ele tapou minha boca.
— Assim vão ver a gente.
Comecei a rebolar, minha buceta foi se acostumando com aquele caralho e então comecei a cavalgar ali mesmo.
PLAU, PLAU, PLAU
Ele segurava meus seios enquanto eu pulava.
— AINN SABRINAAAA...MORENAAA SAFADAAA HMMMMM!
PLAU, PLAU, PLAU
Ficamos lá por alguns minutos até escutar uma senhora reclamando.
— Que pouca vergonha!
Me assustei, sai de cima do coroa que guardou a rola enquanto eu subia a calcinha.
— Isso é coisa que se faça! — a senhora reclamou.
Sai em disparada morro abaixo, passei por outra ponte de madeira até chegar perto de uma quadra de futebol.
— Me espera, Sabrina.
Só parei quando cheguei perto de um balanço aonde havia 3 pneus pendurados. Fui até o do meio e me sentei.
— Essa foi por pouco. — falei ofegante.
João apenas riu parando na minha frente.
— Sempre tem uma dessas velhas atrapalhando a gente.
Percebi que o coroa ainda estava afim de sacanagem. Puxei ele pela cintura, abaixei o zíper e botei aquela rola pra fora.
— Nossa, que cacete quente!
Ele botou a mão na minha cabeça.
— Vai ficar ainda mais quente na sua boquinha, gatinha!
GLUB, GLUB, GLUB
Quando ele me soltou, chupei as bolas... depois, passei a língua contornando a cabeça que pulsava.
— HMMM... Isso só pode ser um sonho ohnnnnn!
Fiquei mamando por alguns minutos. O coroa ficou de olho pra ver se não aparecia ninguém até que se afastou, mais uma vez, tirou minha calcinha...dessa vez, guardou no bolso da calça.
— Você já trepou no balancinho?!
Nem esperou minha resposta, se agachou, ergueu minhas pernas e segurou na minha cintura enquanto eu me equilibrava segurando nas correntes que prendiam o pneu.
— OHHHH TESÃÃOOO.HMMMM. SAFADAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
— UI...UI. UIII...AINNNN
O coroa então segurou nas correntes e começou a movimentar o pneu levemente pra frente e pra trás.
— Que deliciaaaa.caralhuuu... que bucetinha quenteeee hmmmmm.
Foi ai que olhei de lado, vi um rapaz se aproximando pela pista.
— Tem gente vindo!
— Que caralho... merda!
Logo, saímos do local e começamos a caminhar como se nada tivesse acontecido. Retornamos até próximo a pista de skate, passamos por ela e pela ponte de madeira até chegar perto de uma escadaria e, ao lado, bastante árvores tampavam a visão.
— Aceita ir...
Antes que ele perguntasse, peguei na mão do coroa e entramos. Passamos por algumas árvores.
— Acho que aqui. Já está bom. — falei me virando e apoiando a mão no tronco de uma árvore.
De onde eu estava pude ver o parque, fui ai que senti João pegar meu braço. O coroa me virou e subiu minha camisetinha. Meus seios saltaram e ele sugou com vontade.
— AINNN CALMAAAA... HMMMM... DEVAGARRRR..AINNNN
Ele chupava com vontade, então apertei a rola dele por cima da calça.
— Já está querendo rola, vadia?
Ele abaixou a calça, levantou minha perna direita e me jogou contra o tronco da árvore. O coroa me beijou enquanto empurrava aquele cacete dentro da minha buceta que, nesta altura, estava pegando fogo.
— AINN Sabrinaaa... aqui você é minha putaaaa ...hmmmmmmm
PLAU, PLAU, PLAU
João Paulo soube usar o cacete, movia o quadril bem devagar, em cada entrada, o cacete se alojava mais fundo.
— TÁ GOSTANDOOO OHNN... MORENINHAA CAVALAAA HMMM!
PLAU, PLAU, PLAU
Ele então soltou minha perna e me virou.
— Segura ai que agora eu vou é enfiar neste cuzinhoo..hmmmm
Me encurvei jogando a bunda para trás. O coroa deu uma cuspida na entrada e foi empurrando.
— Issooo piscaaa..hmmm... que danadaaaa ahnnnn!
João me puxou pra trás, virou e encostou na árvore.
— Agora é sua vez... mete, biscatinhaaaa!
Ele entrelaçou os dedos, colocou atrás da nuca e ficou só curtindo minha rebolada. Coloquei as mãos sobre os joelhos e mexi o quadril engolindo cada centímetro daquele cacete grosso.
— ASSSIMM?? AINNN... UINNNN! AI MEU CUZINHUU!
— Isso... geme no meu pauuu! Hmmmmm.. safadaaaa
Eu estava no controle, até que me ergui, virei a cabeça e beijei o coroa que, rapidamente, desceu a mão até minha bucetinha e dedilhou. Fiquei rebolando devagarzinho.
— Se continuar assim... vou gozar, Sabrina.
Deu uma rajada de vento tão forte que as árvores se mexeram.
— AINNN que frio. — falei colocando as mãos no rosto.
— NÃO AGUENTO MAIIIISSS... Vai voltar pra casa com o rabo cheio de porraaaaa!
Quando ele começou a encher meu cuzinho, fui para frente, me virei e ajoelhei.
— EIIITAAAA .AINNNNN
O coroa ainda leitou minha carinha.
— PUTONAAA HMMMM!
— Que delicia, Joããunnnn.
Nunca vi tanta porra na vida. Meu rostinho estava quentinho com o sêmen do coroa assim como meu rabinho. Seu João me levantou e me pôs encostada na árvore. Meteu o dedo na minha buceta e chupou meus seios.
— HMMM AINNN CARALHOOO OHNNNN!
— Goza, puta! Goza pro seu macho. Vaiiii..hmmmm
Ele dedilhava tão intensamente que não consegui segurar.
— Gozaaaa...issso morena do caralho!
— AINNNN JUAOOOOO HMMMMM AINNN. TO GOZANUUU
O coroa tirou a calcinha do bolso e esfregou na minha bucetinha. Parecia que eu estava mijando..hahaha..
— EITAAAA.. ISSOOOO... MOLHA TUDO!
Assim que parei de tremer, cai ajoelhada. Olhei para cima e o coroa cheirou a calcinha.
— Nunca mais vou lavar ela. Sempre que pensar em você, vou bater uma e deixar ela bem meladinha com minha porra!
— Eu não posso sair daqui assim. — resmunguei.
— Um dia, quando nos encontramos aqui em Guarapuava de novo, eu te devolvo.
Ele guardou a calcinha e saiu andando. Fiquei alguns minutos lá processando o que havia acabado de acontecer.
Quando cheguei na casa de meus avós. Meu avô se espantou.
— Que cara é essa, filha?
— É o frio, vovô.
Enfim...passei os dias em Guarapuava, mas não me encontrei com João Paulo..hahaha.. até hoje me pergunto se ele guardou mesmo a minha calcinha.
Se gostaram, deixem um comentário... e João Paulo de Guarapuava, se estiver lendo este conto, saiba que quando eu te encontrar, ainda vou querer a minha calcinha..hahaha
Irei colocar as fotos tiradas na casa de vovó, mais duas fotos do parque sendo uma foto do aparelho aonde sentei gostoso pro coroa e mais uma foto das árvores aonde ele me pegou gostoso.
Bjos




