Sérgio já tinha saído do banheiro enrolado em uma toalha. Márcia saiu logo em seguida, também de toalha. Quando olhei para a cama, vi minha esposinha com o corpo deitado para trás, apoiada nos braços do comedor com os olhos fechados, e o macho mamando em seus seios como um louco. Meu pau não tinha como ficar mais duro dentro das calças, estava até doendo. Sérgio "jogou" minha paixão na cama e levantou as pernas da fêmea sobre seu tronco, expondo completamente aquela bucetinha e suas coxas totalmente molhadas pelo líquido que escorria de modo absurdo de sua rachinha.
Foi então que Sérgio jogou longe sua toalha. Tremi na base ao ver o tamanho daquela mangueira e entendi o porquê Márcia sempre falava da dor que sentia; o pau de jumento estava apontando para a menor rachinha que eu conhecia. Ouvi o berro dela: "Aiiiiiiiinheeeeê!" E, em um empurrão só, a cabeçorra entrou viva, sem nada para segurar. Vi os olhos esbugalhados de minha esposa no exato instante em que ela mordia os lábios. A expressão de Márcia ora era de prazer, ora era de dor, e o animal, sem a menor piedade, continuou forçando a entrada daquele pau ginormico onde mal cabia meu pauzinho tamanho padrão. Inacreditavelmente, ele conseguiu e socou até o talo.
Cada nova estocada era um novo som deliciosamente erótico emitido por minha maravilhosa esposinha. Escondido ali, mal levei a mão no pau e gozei forte dentro da cueca, vendo a cena mais gostosa que tinha assistido na vida. Não demorou, depois de poucas cabeçadas na porta do útero, ela teve uma verdadeira convulsão de prazer, gemendo como uma puta. Sem perder a ereção máxima, ouvi o grunhido do comedor: o maldito estava com a cabeça do pênis inteira travada no canal uterino dela, gozando dentro dela, sem se importar com nada.
Ele nem tirou a trolha grossa de dentro de minha amada; viraram os corpos e Márcia ficou por cima. Sem deixar o cacete sair de dentro dela, ajoelhou-se e passou a quicar naquela piroca como uma louca, vertendo suor por todos os poros e gozando forte em minutos. O maldito puxou os cabelos dela enquanto ela ainda se recuperava, fazendo-a entender que deveria continuar submissa ao pau dele. Ainda com os cabelos sendo puxados, ela mostrou que sabia tudo de cama e passou a fazer movimentos circulares com a cintura.
Em dado instante, já louca de tesão novamente, ela deitou de bruços na cama, esticou as pernas, olhou para o lado e, no ápice do transe e do delírio, gritou para o amante: "Me rasga inteira!" Aquela não parecia a mulher recatada que eu conhecia; ela estava completamente transtornada. Sérgio abriu ela, sem o menor pudor ou zelo dos meus chifres. Ele veio por cima e, com toda a furia, enfiou a piroca de uma vez. Ouvi aquela voz tesuda dela soltando um palavrear que poucas putas usam: "Aii, caralho... Mete essa pica de macho, mete seu puto caralhento!"
Ele metia com movimentos brutais. Do meu esconderijo, eu via a carne se batendo, o pau do caralhudo entrando até sumir na buceta espaçada dela, logo abaixo, completamente aberta e babando o sêmen dele, que escorria da primeira foda. Sérgio uivou alto e descarregou tudo lá dentro dela outra vez e minha mulher entrava em transe se debatendo de prazer.
Depois do massacre, Márcia gemeu para ele sair de cima dela. Ela ficou meio irritada, dizendo que não era para ele ter gozado dentro e ele foi para o banheiro e eu desci as escadas com o coração saindo pela boca e o pau todo melado de gala.
Saí pelos fundos do motel, entrei no meu carro e rumei direto para casa, tentando processar tudo o que tinha visto.
Quarenta minutos depois, ouvi o ronco grosso de uma moto esportiva na frente de nossa casa. Era o Sérgio. Márcia veio na garupa dele, usando um shortinho preto com brilho metálico, completamente socado naquela bunda com metade das polpas de fora. Ela desceu da moto segurando duas sacolas de lojas de roupas, uma tentativa clara de criar um álibi para a tarde. Ela deu um beijinho de despedida nele, que eu acho que foi no rosto e Sérgio deu uma acelerada forte, olhando para a fachada da casa com um sorriso de deboche e arrancou em seguida, deixando Márcia ali na calçada, ajeitando o short que estava enfiado no cu.
Quando ela abriu a porta da sala e entrou, o ar dentro de casa mudou instantaneamente. O perfume dela estava ligeiramente misturado com um cheiro forte de rola de macho. Ela parecia exausta. Suas coxas grossas moviam-se devagar, como se estivessem pregadas.
"Oi, amor", ela disse, me dando um selinho rápido. No instante em que nossas bocas se tocaram, senti o hálito quente de porra. "Demorei muito? O centro estava uma loucura, o Sérgio se ofereceu para vir me deixar e eu aceitei."
"Não, foi tranquilo", respondi, minha voz saiu mais grossa e firme do que o normal. Olhei de soslaio para o rabo dela, e perguntei "E esse short?" No que ela respondeu "Ah é novo, o Sergio que me deu, gostou?" vi o topo dos seios arredondados subindo e descendo.
""Ficou meio vulgar, não acha? Não sabia que o Sérgio tinha intimidade para sair te dando short curto assim."
"Imagina, amor, é a moda de agora! Ele só quis ser gentil, ele disse que passou na loja para comprar uma lembrança para a Suzi e acabou vendo esse na vitrine e disse que combinava comigo. Aceitei para não fazer a chata."
"Humm... E como foi com o Sérgio no almoço?", perguntei, tentando mudar de assunto oque quase me sufocou. "Ah foi bom... Ele comentou algo sobre ver a Suzi mais vezes?"
Márcia virou o rosto, tentando disfarçar o desconforto, mas o brilho culpado e exausto nos olhos verdes estava lá. "Ah... ele disse que vai viajar a trabalho e que depois me liga pra gente combinar melhor."
Uma mentira deslavada. A imagem dela quicando na piroca dele e gemendo feito uma puta veio como um soco no meu estômago. Eu fui lavar o carro para tirar aquilo da minha cabeça, sabendo que aquilo era só o começo.
Terminei de lavar o carro por volta das 18 horas, quando entrei em casa, o cheiro pesado que ela trouxe na pele tinha dado lugar ao aroma de sabonete e hidratante. Márcia já estava de banho tomado, vestindo uma roupinha menos reveladora e o jantar já estava encaminhado.
Recebi Suzi que chegou da escola foi falar com a mãe e depois fiquei na sala ajudando a Suzi com os deveres da escola enquanto Márcia terminava o jantar.
Foi quando o telefone tocou e ela foi atender e eu fiquei fingindo ajudar a menina, mas com o ouvido atento, só ouvindo a parte A de Márcia da ligação claro:
Triiiiimm...
A. Alô?
B. Oi Marcia é a Fernanda.
A. Oi Fernanda!...
B. você foi ao encontro com o Sérgio?
A. Sim fui...
B. E ai?
A. E ai é? Kkkk.
B. Sim, me conta tudo!
A. Bom...
B. Seu marido ta ai por perto ne?
A. é sim, ta aqui.
B. Mas não da para você falar nada? To ansiosa kkkk
A. Mais ou menos oque você quer saber?
B. Tudo uê! Kkkk ele te passou a pirocada mesmo sua galinha? Kkkkk
A. Kkkkk você é terrivel...
B. kkkkk somos ne amiga, mas e ai depois desse tempo todo?
A. Ah foi como eu ja esperava ne... B.Ele te deu aquele cha de piroca bem dado? Hahaha
A. sim nossa e como kkkk...
B. Mas ele usou camisinha ne?
A. Não ele disse que esqueceu...
B. Mas você não tá tomando nada e aí?
A. E ai que foi dentro ne...
B. Mentira! Que filho da puta!
A. kkkkk todos são filhos da puta kkkk.
B. Verdade! Mas você gozou?
A. Sim kkkkk.
B. Ele então ne com você toda apertadinha só levando a piroquinha do Alberto kkk
A. Ah foi... num teve dó algum kkkk.
B. Muito cachorro!
A. Pera... (nesse momento Márcia olhou um pouco pela porta e eu fingi esta concentrado com a menina)
B. Tava olhando se o Alberto tava ouvindo?
A. É...
B. Mas no mais parece que foi bom ne?
A. Sim foi muito bom, me deu até uma besteirinha, depois te mostro...
B. Do jeito que ele é cachorro deve ter te dado uma roupinha de puta pra ir ver ele ne?
A. Kkkk exatamente, Oh Feh eu ainda tô com uma panela no fogo depois te ligo ta?
B. Ta bom amiga depois a gente se fala beijo... tchau.
A. Beijo... tchau...
Sentamos os três para jantar logo em seguida. Ajudei com a Suzi, servindo o prato dela e mantendo a rotina de sempre. Márcia conversava com a filha, ria das histórias da escola e me olhava com uma naturalidade que quase me fazia duvidar dos meus próprios olhos. Engoli a comida em silêncio, sentindo o peso daquela farsa doméstica, sabendo que a calmaria daquela mesa era só a fachada.



