A piscina e a sobrinha

Moro na capital e meu sogro mora no interior em um sítio com bastante árvores e uma piscina grande.
Minha mulher pegou férias e pediu para passar uma semana por lá


Minha sogra e meu sogro tiveram que subir pra capital, consulta médica e umas pendências pessoais, coisa que só eles pra resolver a neta lá com agente. A mãe da menina tinha viajado com o namorado e só voltava domingo à noite. A cunhada recebeu convite pra passar o fim de semana num sítio de parente do marido e levou o resto. O irmão dela já estava na casa da namorada, meus filhos na casa de praia dos meus pais. Tudo conspirava. Tudo. Era como se alguém tivesse organizado o calendário da família inteira pra sobrar só eu, minha esposa e ela.

Só que minha esposa não ficou o dia todo.

De manhã eu estava lavando a lateral da casa, com a mangueira e a vassoura, suando feito condenado, e por volta das dez e meia terminei. Joguei a camisa no varal, fui me refrescar na piscina. Enquanto eu estava na água, a menina apareceu. Sentou na beirada, os pés dentro, e ficou conversando comigo. Aí pediu, com aquele jeitinho dela, pra eu ensinar ela a nadar.

E eu fui ensinar. Segurei a mão dela, depois a cintura. Depois o quadril. Aproveitei o embalo da conversa e deixei a mão parada bem pertinho da buceta dela, por baixo da água, e depois subi e passei os dedos por baixo do tecido do top, no peito. Ela não recuou. Ela só olhou pra minha mão e depois pra mim. E quando eu tirei, ela reclamou. Reclamou baixinho: "já?" Eu quase gozei ali dentro da piscina, de cueca.

Perto das duas da tarde, minha esposa avisou a tia e a prima que morava no sítio ao lado, e que só voltava no fim da tarde. Me deu um beijo no rosto. Fechou o portão. O barulho do carro sumindo na rua de terra foi a coisa mais bonita que eu ouvi naquele dia.

Dez minutos depois a menina apareceu na porta da sala. De saia e uma blusinha fina. Sem calcinha e sem sutiã . Ela sentou do meu lado no sofá, sem rodeio, encolheu a saia até a cintura, levantou a blusa até debaixo do queixo, e mostrou tudo. Ficou ali, exposta, com as pernas entreabertas, e pediu com a voz um pouco rouca:

— Mostra como eu posso gozar gostoso sem perder a virgindade.

Eu não respondi. Ajoelhei no chão, puxei ela pra beirada do sofá e enfiei a cara.

Comecei devagar, de língua larga, lambendo de baixo pra cima, sem pressa. Ela era toda molinha e quente, e o cheiro era aquele cheiro doce de menina nova. Passei a língua no grelo e ela deu um pulo, agarrou meu cabelo. Fui girando a língua em volta, chupando de leve, e depois firmei e comecei a esfregar com dois dedos, no ritmo que eu percebia que ela gostava pela respiração. Ela foi abrindo as pernas sozinha, sem vergonha nenhuma, e começou a empurrar o quadril na minha boca. Gozou em uns três minutos, tremendo, com a mão tampando a própria boca pra não gritar e chamar atenção da vizinhança. Quando eu levantei o rosto, ela estava vermelha, os olhos molhados, rindo de um jeito bobo.

Aí eu fui no quarto. Peguei uma camisinha na gaveta e o shampoo neutro que eu uso pra lavar os olhos, daquele que não arde. Voltei pra sala e comecei tudo de novo. Chupei a buceta dela outra vez, até ela ficar mole de novo, e fui descendo. Lambi o cuzinho. Ela se assustou, "ai, que é isso", mas eu só mandei ela ficar calma. Enfiei a ponta do dedo molhado de saliva, devagar, e fui girando. Depois, com o shampoo, ensopando tudo, coloquei o segundo dedo. Ela foi relaxando, e quando eu senti que já estava aberto, que os dois dedos entravam e saíam sem resistência, eu tirei a pica pra fora do short.

Abri bem as pernas dela, apoiei a cabeça da pica na buceta, passei de cima pra baixo, esfregando naquela molhadinha, joguei mais shampoo na entrada do cuzinho e comecei a empurrar bem devagar. Ela agarrou o sofá. Mandava eu respirar fundo, mandava ela relaxar, e a mão dela subiu pro meu braço e apertou. Fui entrando centímetro por centímetro, sentindo ela abrir e ceder, e ao mesmo tempo esfregava o grelo dela com o polegar. Quando entrou até o fim, ela soltou o ar todo de uma vez e deu uma risada nervosa. "Caralho", ela disse. Nunca tinha escutado ela falar palavrão.

Aumentei o ritmo. Devagar no começo, depois mais solto, e ela começou a gemer com a boca aberta, sem ligar mais pra nada. Depois de um tempo eu parei, sentei no sofá e puxei ela. Ensinei a cavalgar, de costas pra mim, as costas dela encostadas no meu peito. Coloquei a pica de volta no cuzinho, segurei o quadril dela e mandei subir e descer. Ela aprendeu em dois movimentos. E enquanto ela cavalgava, eu massageava os peitos, apertava os biquinhos, descia a mão e esfregava o grelo, e ela ia ficando cada vez mais solta, mais rápida, mais fundo. Quando sentiu que ia gozar de novo, ela começou a subir e descer feito louca e depois simplesmente sentou de uma vez, com a pica inteira enfiada, e parou ali, tremendo as pernas, gemendo alto, dizendo que não queria parar de gozar nunca mais porque era muito gostoso. Eu segurei firme e deixei ela se acabar, e só depois comecei a bombar de novo, rápido, até gozar também, esvaziando dentro da camisinha com um grunhido que eu não consegui segurar.

Tirei a camisinha. Estava cheia, pesada. Enfiei a pica toda melecada de porra na boca dela e mandei chupar.

E ela chupou. Não fez careta, não reclamou. Fechou os lábios em volta e foi chupando com vontade, lambendo o leite que escorria pelo pau, olhando pra cima pra ver minha cara. Fiquei mole de novo ali na hora.

— Se eu soubesse que você ia gostar, tinha gozado na sua boca.

Ela tirou a pica da boca, limpou o canto dos lábios com o dedo e respondeu, séria:

— Na próxima é assim que você tem que fazer.

Eu ri e falei que talvez não houvesse uma próxima chance como aquela, que a casa ia encher de gente no domingo, que a rotina voltava na segunda. Ela deu de ombros. E aí a gente se vestiu e foi pra piscina, porque o sol já estava baixo, a água estava morna e a queda d'água continuava ali, fazendo aquele barulho gostoso, como se nada tivesse acontecido na sala.
.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


276545 - O amiguinho do meu irmão - Categoria: Gays - Votos: 3
276516 - Arrombando o cu do moleque - Categoria: Gays - Votos: 3
276450 - Comi os mlk na piscina - Categoria: Gays - Votos: 5
276420 - A gostosa na madrugada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275994 - O corno fingindo que dormia - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
275992 - O corno trabalhando e ela chupando - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
275902 - Mlk na saída do shopping - Categoria: Gays - Votos: 8
275809 - O ATV do grind - Categoria: Gays - Votos: 7
275804 - O gordinho virgem - Categoria: Gays - Votos: 4
275798 - O noivo guloso - Categoria: Gays - Votos: 7
275664 - Comi um homem trans - Categoria: Travesti - Votos: 7
275648 - Primeira vez comendo um mlk - Categoria: Gays - Votos: 7
275647 - O mlk da pipa - Categoria: Gays - Votos: 10
275646 - Fui enganado e gozei na boca do novinho - Categoria: Gays - Votos: 5
275636 - O mlk cagou no meu pau - Categoria: Gays - Votos: 3
275635 - Curioso na praia - Categoria: Gays - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico grind

Nome do conto:
A piscina e a sobrinha

Codigo do conto:
276571

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/11/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0