A aluna que queria perder a virgindade com um homem experiente - Parte I

Durante boa parte da minha vida eu fui professor do Ensino Médio em uma escola particular. Para quem já teve essa experiência, sabe que não é fácil! Adolescentes são conhecidos por serem "rebeldes sem causa". Mas eu tinha o traquejo suficiente para lidar com eles.

Sou o caçula de uma família enorme. Para vocês terem uma ideia, meu irmão mais velho é exatamente 25 anos mais velho que eu. Digo isso para explicar a razão do meu traquejo em lidar com adolescentes: só dos meus irmãos, tenho 19 sobrinhos! É, família grande mesmo. Além disso, tenho uma "miríade" de primos e primas. Foi assim que eu cresci, no meio dessa "meninada" de várias faixas etárias, com sobrinhos quase da minha idade e vários e vários momentos vivendo como um adolescente e convivendo com adolescentes.

Enquanto outros professores viviam a se queixar que era "impossível" dar aulas, eu não tinha a menor dificuldade! E o meu segredo era "entrar no jogo" deles, participar das brincadeiras "de igual para igual", sem tentar impor "autoridade", nem soando arrogante na hora de lhes ensinar alguma coisa. Como cada aula durava 50 minutos, eu não via nada demais gastar ali uns 10 minutos no início de cada aula para um "momento besteirol" com eles. Com exceção de meia dúzia de gatos pingados, eu me dava bem com todos eles. Mas, como sabem, nem Cristo conseguiu agradar a todos. Imaginem eu...

Sempre tive um fraco por meninas novas! Eu já estava ali na faixa dos meus 28/29 anos, mas a faixa etária que sempre me deu mais tesão e desejo é a "Teen". O tempo ia passando, a idade ia avançando para mim, mas meu cérebro parece que havia "travado" nessa faixa etária, porque apesar de obviamente eu gostar de mulheres atraentes independentemente de faixa etária, as que faziam (e ainda fazem) minha testosterona pingar pelas orelhas eram (e ainda são) as "Teens"...

Imaginem então a minha situação: professor do Ensino Médio! Eu tinha síncopes cardíacas todo santo dia, vendo aquelas meninas desfilando pelos corredores da escola e dentro das salas onde eu dava aulas.

Mas, como diz aquele velho ditado: "Onde se come o pão não se come a carne!". Eu mantinha a minha compostura (ou pelo menos tentava) e não dava mole nem bandeira, nem muito menos ficava da gaiatices pra cima das meninas. Porém...

...Ah, o Capeta! Tinha uma turma do Vespertino, e nela havia uma menina que abalava todas as minhas estruturas. Trícia Dayane era o nome dela! Estou citando o nome real porque se alguém procurar por esse nome na Internet vai aparecer umas mil! Então não há risco de ninguém chegar na Trícia real. Eu gosto de citar o nome dela porque até hoje quando esse nome ressurge dentro da minha cabeça todo o meu ser dá um "suspiro" de saudades dela.

Todas as vezes que eu ia dar aulas no 3o Vespertino A, lá estava ela, sentada na primeira fileira, sempre com uma perna cruzada sobre a outra, me exibindo aquela lapa de coxa magnífica. E quando digo "exibindo", era exibindo mesmo! Ela sempre estava de saia.

Olha, só quem conheceu essa menina sabe do que estou falando. Ela não era só bonita. Ela era um "desbunde" de mulher! Por volta dos seus 17/18 anos, 1,70m, tinha uma cintura de pilão, quadris da mesma largura dos ombros, "cadeiruda", "peituda", ruiva natural, e dona de uns olhos verdes quase esmeralda!

A imagem dela sentada, com aquelas coxas grossas coladas uma na outra, aqueles quadris se "esparramando" e ocupando a cadeira inteira, e ao subir o olhar dos quadris em direção ao seu rosto, passar por aquela cintura fininha e aquele busto (ah, aquele busto), tudo isso já estava tatuado na minha retina!

É ÓBVIO que não só ela como toda a turma percebia meus olhos praticamente saltando das órbitas quando eu via aquilo. Era audível as risadinhas no fundo da sala quando eu entrava e meus olhos se esbugalhavam tão logo batiam na(s) coxa(s) dela!

Eu acho até que esse meu comportamento era motivo de piada na turma, e que ela fazia aquilo para me provocar e se divertirem às minhas custas. Mas, lembram da introdução desse conto? Eu sabia como lidar com adolescentes (e com as minhas fraquezas), e entrei na zoeira também...

Várias e várias vezes, quando eu estava ali concentrado em dar a aula, e eu voltava minha atenção da lousa para a turma, bastava eu olhar na direção dela que as risadinhas contidas surgiam lá no fundo da sala. Eu fazia uma pausa teatral e quase sempre concluía a encenação que todos esperavam, e dizia:

- Trícia, pelo amor de Deus, sente-se na fileira de trás, e deixe eu dar minha aula sossegado!

A turma inteira explodia na gargalhada, e depois de uns 30 segundos eu emendava:

- Posso dar minha aula agora? Vumbora!

De zoeira em zoeira, todo mundo sabia que eu estava brincando, mas ao mesmo tempo sabendo que era séria a minha fascinação por ela. E o mais importante de tudo: todos sabiam que, de minha parte, aquilo nunca ia passar do ponto da "brincadeira". E de fato isso era uma resolução de foro íntimo minha! Por mais que eu a desejasse, por mais que aquilo (talvez) pudesse ser um "mole" dela pra cima de mim, eu jamais tentaria levar (ou sugerir ir) para as vias de fato. Mas, um belo dia, ah, um belo dia...

Um belo dia um aluno se aproximou de mim e me chamou num canto. Ele era o mais descolado da turma e meio que o "representante oficial". Daí ele falou:

– "Professor, a gente vai fazer uma festinha, um Luau lá na casa de praia dos meus pais. Vai estar só a gente, digo: um pessoal aqui da turma. Só nós! Meus pais não vão estar lá. Daí a gente conversou e decidimos te chamar. Você é um cara legal. Um professor diferenciado. Brother pra caramba. Topa?"

Eu realmente fiquei muito surpreso com o convite. Achei mesmo muito inusitado. Pensei um pouco, passou um filme na minha cabeça, mas declinei:

– Cara, eu fiquei muito lisonjeado. De verdade mesmo. Mas, pô, acho que num rola, bicho! Meu, cês tudo adolescente, e eu ali no meio de vocês... Além de ser muito inusitado, acho que vou ficar meio deslocado. Por mais que a gente brinque aqui e tudo, os papos são diferentes, né véi? Vou declinar. Espero que entendam! – Eu sempre tentava conversar com eles no "dialeto" deles...

Ele me olhou com uma expressão bem séria no olhar, depois olhou de esguelha para os lados, e me disse, meio cochichando:

– "Professor, na moral, se liga: Foi a Trícia, professor. Foi a Trícia quem mandou te chamar!"

Eu fiquei catatônico! Percebendo meu olhar de espanto, ele continuou:

– "Olha só, ela é muito amiga da Luana, sabe quem é a Luana, né? Eu e a Luana estamos namorando. Enfim, ela andou conversando umas paradas com a Luana e foi a Luana quem disse que ela quer que você vá! Professor, palavras da Luana: Trícia quer MUITO que o Professor vá! Luana não me disse exatamente o que elas conversaram, mas ela falou que é muito sério isso: Trícia quer que você vá, Professor!"

Claro que eu não fui! Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém...

Eu "alucinei"! Fiquei imaginando mil coisas, inclusive isso que vocês estão imaginando: "Coisa de cinema!". Mas se eu tivesse ido, com ou sem "proveito" (se é que me entendem), na outra semana meu nome estaria "na boca do sapo", e o colégio inteiro ia ficar sabendo. Não fui!

Ele ficou visivelmente decepcionado, mas aceitou, dizendo:

– "Puxa, professor, acho que se você fosse..."

Repliquei:

– Pois é... Mas é disso que eu tenho "medo"! – Fiz aspas quando disse "Medo", e ele apenas riu, saindo devagar.

Na outra semana, não sei se foi porque eu estava meio "sem graça" com a turma, por ter recusado o convite, ou se era a turma que estava "sem graça" com relação a mim, mas as brincadeiras não aconteceram. E eu também evitei olhar na direção da Trícia. A matéria que eu lecionava na turma deles ocorria duas vezes por semana, duas aulas seguidas por dia. E assim se passou uma semana...

Eu não costumava ficar na sala dos professores na hora do intervalo, pois não suportava aquele desfile de egos e vaidades, ouvindo aquele monte de pavões com seus rabos metafóricos abertos, exibindo a "beleza" de seus títulos acadêmicos! Eu preferia ficar no pátio da escola, quase sempre conversando com um ou dois alunos. Eram várias as minhas turmas (eu dava aulas do 1o ao 3o Ano).

O meu "constrangimento" com a turma da Trícia ainda não havia passado, e num desses intervalos, enquanto eu conversava com dois alunos da mesma turma embaixo de um pé de mangas, a Trícia chegou de forma sorrateira! E antes que eu me refizesse da surpresa, os dois alunos saíram de fininho...

– "E aí, 'fessor', tudo joinha?" – Ela puxou o assunto.

– T... Tudo bem. E você?

– "Jóia!"

Ficou aquele silêncio mortal no ar...

Então ela, com um tom de voz muito resoluto, me jogou metaforicamente contra o tronco da mangueira:

– "Quer dizer que o 'Sr.' não foi para o Luau, né? Nem mesmo sabendo que EU que tinha mandado te chamar?"

Engoli seco, dei um sorrisinho sem graça, e fiquei pensando: "Segura a onda, peão: Não vai amarelar agora!"

Pelo pouco que eu já sabia da vida, e pelo pouco que eu já havia aprendido sobre as mulheres, mesmo as mais jovens, eu sabia que mulher não "dá mole"! Só dá quando ela já tomou alguma decisão. Tipo: já decidiu que quer o cara! Aliás, ser jovem, quando se é mulher, não diz muito sobre a determinação delas, pois a evolução fez com que elas tivessem que amadurecer mais rápido, até por uma questão de "sobrevivência" na "selva das relações".

Hoje em dia está tudo muito diferente! Mas naquele tempo (início dos anos 2000) as mulheres ainda faziam aquele joguinho de seduzir o cara, mas deixar o "trouxa" achar que era ele quem estava dando as cartas...

Então, convencido que ela estava realmente "mal intencionada" comigo, decidi me aprumar sobre as pernas porque, afinal de contas, se tem uma coisa pela qual mulher não tem tesão nenhum é por homem indeciso! Fiz a minha melhor cara de "machão sedutor", olhei firme no fundo daqueles olhos verde-esmeralda, e disse:

– Por mais que eu quisesse ter ido – e eu quis muito, acredite – alguém aqui tem que ter um pouco de juízo, né?

Ela fez uma expressão muito sagaz no olhar, deu um "sorrisinho de Monalisa", e falou, com uma voz meio dengosa que me deixou excitado na hora:

– "Ah, Professor... Eu tinha uma coisa para te dar... Mas você não foi!"

Meu coração deu um tranco e a ereção foi tão rápida e viril que saiu arrancando pentelhos por dentro da cueca! Tive que colocar as mãos nos bolsos da calça, para disfarçar e, fazendo um esforço mental incrível para me acalmar, fui respirando o mais fundo e lentamente que eu podia, para a hiperventilação me ajudar a voltar ao "normal", se é que me entendem. Mantendo ao máximo a compostura, repliquei:

– Tinha? Não tem mais?

– "Ah, Professor... Naquela semana eu estava com tanta vonta... Quer dizer, eu estava tão decidida de uma coisa. Mas você não foi!"

Eu deduzi que ela estava falando daquele estado quando as mulheres ficam "subindo pelas paredes", no período fértil. Então eu disse:

– Pelo pouco que eu sei das mulheres, essa vontade sempre volta, pelo menos uma vez por mês!

E ao dizer isso, expressei o sorriso mais sacana que um cafajeste pode expressar.

– "Você pensa que entendeu, mas acho que não entendeu!" – Disse ela.

– Como assim?!

Ela olhou de esguelha para os lados, se aproximou mais um pouco de mim, e com a boca quase encostando no meu ouvido disse:

– "Eu sou virgem, professor. E eu quero perder a minha virgindade com você!"

Não sei se meu espanto foi pelo fato de saber que ela "ainda" era virgem, ou se pelo fato de ela estar querendo ter a primeira experiência sexual "completa" comigo. Mas o fato é que bateu um "pânico" na hora, e eu tive a sensação que o colégio inteiro estava ouvindo a nossa conversa. Eu sempre tive essas "nóias" de que o assunto sexo é um assunto de privacidade máxima, e que deve ser conversado em situações quando os dois estão absolutamente sozinhos. Talvez resquícios de uma formação severamente católica.

O susto foi tão grande que, se havia ainda um "vestígio", a ereção sumiu na hora! "Gelei na alma", a ponto de ter que olhar em todas as direções e por de trás do tronco da mangueira. Por fim, repliquei, sussurrando de forma quase inaudível para ambos:

– Menina, você é doida, é? Que papo é esse de 'perder a virgindade'?!

– "É sério, professor!"

– Ma... ma... mas por que comigo? Isso não está certo! O certo é você ter essa experiência com alguém da sua idade!

– "Ah, professor! Eu converso muito com a Luana, sabe? Sou a única da turma que ainda é virgem. Acho até que do colégio inteiro! Mas pelo que ela me contou sobre a primeira experiência dela, e depois de experiências que ela teve com homens mais velhos, ela me disse que, se soubesse como é diferente, ela teria tido a primeira vez dela com um homem mais velho!"

Eu nem precisei perguntar por quê! Mas ao mesmo tempo que a excitação e a empolgação só crescia dentro de mim, o "pânico" já estava em seu estado máximo. Então eu disse:

– Olha, quer saber? Tá muito errado esse papo aqui, na frente da escola inteira! Cê tá louca? Quer que eu perca meu emprego?

– "Ah, professor!"

– Shhh! Olha só, sabe aquela sorveteria em frente ao Farol?

– "Sim!"

– Tem condições de estar lá hoje, ao pôr do sol?

– "Sim. Costumo passar lá de volta para casa. Fica no caminho..."

– Ótimo. Me espere lá!

E ao dizer isso, saí andando sem olhar para trás, justamente no momento em que soou a sirene de final de intervalo...

Nem sei como eu consegui dar as duas aulas restantes da tarde ao mesmo tempo em que traçava uma "estratégia" de como seria o "abate" da virgenzinha! Entrar com ela em um Motel, nem pensar! Então eu teria que apelar para o "Castelo de Grayskull". Mas, claro, eu ainda precisava saber quando ela estaria "pronta"!

O "Castelo de Grayskull" era um apartamento quarto e sala que pertencia a uma irmã minha que havia passado em um concurso público e estava morando em outro Estado.

As chaves ficavam comigo e eu tinha a incumbência de tempos em tempos passar lá e fazer uma "vista d'olhos", checando se estava tudo ok, verificar eventuais correspondências, se eram urgentes ou não, e passar o "relatório" para a minha irmã. Ser o irmão caçula geralmente faz com que toda a família nos use como "Office Boy para assuntos aleatórios". Mas, às vezes, isso trazia algumas "compensações".

O nome "Castelo de Grayskull" foi dado por um amigo que sabia que eu inúmeras vezes usava ele como "abatedouro". Algumas vezes, mas muito raramente, eu emprestava as chaves para esse amigo, na condição de ele deixar tudo exatamente como havia encontrado ao chegar!

Chegada, enfim, a hora combinada, aproximei-me lentamente da sorveteria com o meu Mustang, quer dizer, Maverick GT modelo 79. Todos na sorveteria se viraram para a rua, buscando ver de onde estava vindo aquele som possante e inconfundível. Menos ela! Passei os olhos rapidamente por todas as mesas, mas nada de a ver.

Foi quando decidi olhar para o outro lado da rua e então o mundo parou! Que visão, meus caros. Que visão!!

Ela estava sentada em uma murada de frente para o mar, contemplando o pôr do sol. Todos os dias, neste horário, uma grande número de pessoas se deslocam para o Farol com o propósito de verem o pôr do sol.

O sol, que ainda estava um pouco "alto" sobre a linha do horizonte marinho, estava majestosamente posicionado por detrás da cabeça dela, do meu ponto de vista. Isso fazia com que a silhueta de seu corpo, vista de trás, aparecesse para mim completamente escura, devido ao contraste com a claridade do sol na frente dela, mas ao mesmo tempo formava um halo brilhante em torno de sua cabeça. Seus cabelos ruivos estavam iridescentes, num matiz de vermelho alaranjado, e eu só lamentei não estar de posse da minha máquina fotográfica Olympus Pen, para registrar aquele momento. Ela era majestosa! E linda. Muito linda...

Neste estado contemplativo em que eu me encontrava, uma voz brotou lá do fundo da minha consciência, e me disse:

– "Cê tá ligado que se você se apaixonar por ela, você está fodido, não está?"

– Sim, tô ligado. Mas vou correr esse risco! – Respondi, ao mesmo tempo que dava um duplo toque na buzina do possante.

Ao ouvir a buzina ela virou-se para trás, e em poucos segundos deu um giro no corpo, saltou da mureta, atravessou a rua e entrou no meu carro.

Assim que entrou no carro, ela abriu o sorriso mais radiante que eu alguma vez tinha visto em toda a minha vida, e me perguntou:

– "Então... Vamos para onde agora?"

Foi quando eu pensei comigo mesmo: "Estou fodido!"...

Sorri de volta para ela, e disse:

– Me dá um beijo, que eu te digo!

Com aquele jeito meio espevitado das adolescentes, ela avançou em minha direção e deu uma "bitoca" nos meus lábios. Um "selinho".

Ao sentir a maciez daqueles lábios carnudos, naturalmente avermelhados, e aquele cheiro de fêmea exalando dela, daquele ponto que as mulheres têm no pé do cabelo, um pouco atrás das orelhas, eu devo ter tido um pico de testosterona tão alto, que senti um fogo me tomando o corpo inteiro e um odor acre partindo das minhas axilas! Então lhe perguntei:

– Você está pronta para isso hoje? Digo: sente que hoje é o melhor dia?

Ao que ela me respondeu:

– "E você acha que eu decidi te abordar hoje por quê?! TEM de ser hoje. Já combinei tudo com a Luana. para todos os efeitos, hoje eu vou dormir na casa dela! Já dormi tantas vezes na casa dela, que meus pais nem questionam mais..."

Acelerei o possante, e parti com ela rumo ao "Castelo de Grayskull"...

Foto 1 do Conto erotico: A aluna que queria perder a virgindade com um homem experiente - Parte I

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Comentários


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ksn57 Comentou em 20/12/2025

Votado ! Não foi bem assim, mas parecido, só que não era Professor, mas sim Chefe de Escoteiros, aconteceu algo parecido... Ainda um dia conto aqui, se tiver coragem!

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cabstec Comentou em 26/11/2025

Aguardando parte 2.




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Ficha do conto

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andaluzarthur

Nome do conto:
A aluna que queria perder a virgindade com um homem experiente - Parte I

Codigo do conto:
247774

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
23/11/2025

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