Ana e Clara eram irmãs gêmeas de 18 anos, idênticas em tudo: cabelos castanhos ondulados caindo até a cintura, olhos verdes penetrantes, corpos esguios com seios firmes e redondos, bundas empinadas e peles bronzeadas pelo sol. Virgens convictas, criadas em uma família conservadora na cidade grande, elas mal podiam esperar pelas férias de verão na velha fazenda dos tios no interior. "Vai ser incrível, mana! Cavalos, rios e liberdade!", exclamou Ana, enquanto arrumavam as malas. Clara riu, sentindo um frio na barriga de excitação.Chegando à fazenda, foram recebidas pelo primo Lucas, um rapaz de 20 anos alto, musculoso, com pele morena do trabalho ao ar livre, olhos escuros e um sorriso malicioso que as deixou ruborizadas. Ele as guiou pelo celeiro, colhendo frutas e contando histórias da infância. Na primeira noite, ao redor da fogueira, o vinho caseiro soltou as línguas. Lucas se aproximou, roçando as coxas delas acidentalmente. "Vocês cresceram tanto... tão lindas", murmurou, e as gêmeas sentiram um calor úmido entre as pernas pela primeira vez.No dia seguinte, explorando o riacho escondido, as coisas esquentaram. Lucas as convenceu a nadar nuas. "Aqui ninguém vê", disse, tirando a roupa e revelando seu pau grosso, veioso, já semi-ereto, medindo uns 20cm de comprimento. Ana e Clara, hipnotizadas, se despiram, seus corpos nus brilhando ao sol, bucetas rosadas e intocadas depiladas. Ele as beijou primeiro Ana, chupando seus mamilos duros enquanto Clara observava, tocando-se instintivamente. Logo, as três bocas se entrelaçaram em um beijo molhado e faminto.Lucas deitou Ana na grama macia, abrindo suas pernas trêmulas. "Vou ser gentil, prima", sussurrou, lambendo sua boceta virgem devagar, circundando o clitóris inchado até ela gemer alto, gozando pela primeira vez em ondas de prazer. Clara, excitada, se juntou, chupando o pau dele com curiosidade gulosa, engasgando no tamanho enquanto Ana se recuperava. Ele então penetrou Ana devagar, rompendo seu hímen com um gemido compartilhado de dor e êxtase. "Ah, fode minha prima virgem!", gritou Clara, masturbando-se. Lucas bombava ritmado, os quadris batendo na bunda dela, até encher sua buceta de porra quente.Não satisfeito, ele virou Clara de quatro, admirando sua bunda perfeita. "Sua vez, mana dela", rosnou, enfiando dois dedos na buceta dela antes de meter tudo de uma vez. Clara gritou de prazer, o pau esticando suas paredes virgens enquanto Ana lambia seus seios. Ele alternava entre as duas, fodendo uma enquanto a outra chupava suas bolas ou se beijava com ele. Gozaram juntas, esguichando sucos no pau dele, que explodiu mais uma vez, pintando seus rostos de esperma grosso.Dias se passaram em orgias secretas: sexo no feno do celeiro, com Lucas comendo suas bundas virgens com a língua antes de foder seus cuzinhos apertados; boquetes matinais no estábulo; e foda em dupla no celeiro, uma cavalgando seu pau enquanto a outra sentava em seu rosto. Elas descobriram orgasmos múltiplos, adorando o gosto salgado da porra dele misturada aos seus melados.Na última noite, durante uma foda selvagem no quarto dos tios, Lucas confessou ofegante, pau ainda enterrado na buceta de Ana: "Eu não sou só primo... sou seu irmão! Mamãe me contou antes de morrer. Pai as engravidou na mesma noite com vocês duas." As gêmeas congelaram, chocadas, mas o tesão era maior. "Então fode suas irmãs, irmão!", gemeu Clara, montando nele enquanto Ana se esfregava na cara dele. A revelação só intensificou tudo: incesto triplo, gozadas intermináveis, prometendo mais "férias" proibidas.
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