A Chegada e o Reencontro Explosivo
Lucas desceu do ônibus com uma mochila surrada nas costas, o corpo ainda marcado pelo sol da fazenda — músculos definidos sob a camisa justa, jeans desgastado abraçando suas coxas grossas. Ana e Clara o avistaram de longe, o coração acelerado. Elas usavam shortinhos jeans curtos e tops cropped, exibindo barriguinhas lisas e seios empinados, um visual casual que escondia a lingerie fio-dental escolhida para a ocasião. O abraço triplo no ponto de ônibus foi breve, mas elétrico: mãos discretas roçando bundas, respirações quentes no pescoço, e um sussurro de Lucas: "Preciso foder vocês agora."De volta ao apartamento das gêmeas no centro da cidade — um prédio moderno com paredes finas e vizinhos barulhentos —, os pais saíram para o trabalho, deixando a casa vazia. O quarto de hóspedes virou santuário. Lucas as prensou contra a porta assim que entraram, beijando Ana com fome enquanto enfiava a mão por baixo da saia de Clara, dedos encontrando a buceta já melada. "Vocês estão mais gostosas que nunca", grunhiu, tirando a roupa e revelando seu pau de 20cm, veioso e latejante, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo.Ana caiu de joelhos primeiro, engolindo metade do comprimento com gemidos abafados, saliva escorrendo pelo queixo enquanto Clara lambia as bolas dele, sugando-as como frutas maduras. Lucas segurava os cabelos delas, alternando as bocas gulosas. "Minhas irmãs putinhas... chupem o pau do irmão." Elas se revezavam, beijando-se com a boca cheia de porra prévia, os corpos nus se atritando — seios roçando, bucetas depiladas se esfregando nas coxas dele. Ele as deitou na cama de casal estreita, abrindo as pernas de Ana para lamber seu clitóris inchado, enfiando a língua fundo enquanto dois dedos fodiam Clara de lado. Elas gozaram juntas, esguichando no rosto dele, gritinhos ecoando pelo quarto.