Lúcia se vestiu rápido, saia do uniforme colando na bunda melada, porra minha escorrendo devagar pela coxa grossa dela, misturada com o mel da buceta arrombada. "Patrão, meu marido tá em casa esperando almoço. Vou chegar assim... toda gozada pra ele limpar sem saber.", ela sussurrou safada, beijando meu pau mole antes de sair pela porta dos fundos. "Amanhã a gente repete, hein?"Chegando em casa, marido dela – o corno manso chamado Zé, magrinho e cabisbaixo – tava na cozinha. "Amor, demorou na faxina?", ele perguntou, sem notar o cheiro de sexo no ar. Lúcia sentou na cadeira, pernas abertas disfarçadas, porra pingando no chão. "Tava sujo pra caralho hoje, Zé. Vem, me ajuda a relaxar... lambe minha bucetinha que tá inchada."Zé obedeceu sem desconfiar, ajoelhando entre as pernas dela, abrindo a saia e mergulhando a cara na buceta melada. "Hmm, que mel grosso hoje, amor... tá mais gostoso que nunca!", ele lambeu voraz, engolindo jatos da minha porra misturada, língua limpando cada gota do clitóris inchado. Lúcia rebolou na cara dele, segurando gemido: "Lambe tudo, corno! O patrão me deixou bem molhadinha... ops, quis dizer a faxina."Ele chupou mais fundo, dedando o cu dela enquanto engolia tudo, pauzinho dele endurecendo na calça. "Porra, Lúcia, tua buceta tá transbordando! Goza na minha boca." Ela esguichou de leve, misturando resto da minha gozada com mel fresco na cara dele. Zé gozou na própria calça, lambendo satisfeito: "Melhor boquete invertido ever."Lúcia me mandou áudio depois: "Ele limpou tudinho, patrão. Viciado na tua porra. Sábado, me fode o cu pra ele limpar também?"
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