Eu sou a Michele, tenho 38 anos e um corpo que ainda faz os caras virarem o pescoço na rua. Peitões firmes, bunda empinada de academia, coxas grossas e uma buceta que não descansa nunca. Parece que tem lava fervendo lá dentro o dia inteiro. Meu namorado, o Lucas,que só tem 23 aninhos com seus 1,80m de puro tesão, tanquinho definido, braços fortes e uma rola grossa de 17,8 cm que me deixa andando torta por dois dias quando ele resolve meter com vontade.A gente faz de tudo. Tudo mesmo. Anal sem dó, boquete até engasgar, gozada na cara, na boca, dentro da buceta, no cuzinho... Ele adora me ver de quatro com o plug anal brilhando entre as nádegas enquanto mete. Outro dia, ele chegou em casa, me olhou de cima a baixo e disse com aquela voz rouca. — Gostosa você tem que ficar plugada o dia inteiro. Quero te ver rebolando pela casa com esse cuzinho arrombado e pronto pra mim.Eu obedeci na hora. Coloquei o plug médio de manhã e troquei pro maior à tarde. Às vezes, fico só de calcinha fio-dental e sutiã rendado, o plug pulsando dentro de mim enquanto faço café, limpo a casa ou respondo e-mails... A buceta fica encharcada o tempo todo, pingando pelas coxas.Foi numa dessas tardes que tudo aconteceu.Eu estava na sala, de lingerie vermelha nova corpete apertado levantando os peitos, calcinha minúscula que mal cobria os lábios inchados e o plug prateado com um diamante vermelho brilhante aparecendo entre as nádegas quando eu me abaixava. A cortina da janela estava entreaberta, como sempre. Eu sei que o vizinho da casa ao lado, o Marlon, um negão de uns 40 anos, alto, largo, com barba cheia, sempre fica olhando.Eu fingi que não via. Mas via tudo.Ele estava na janela dele, com o calção de moletom abaixado até o joelho, segurando uma rola preta grossa, veiuda , que parecia ainda maior que a do Lucas. Ele batia devagar, olhando fixo pra mim enquanto eu tirava e colocava o plug devagar, gemendo baixinho de propósito e rebolando a bunda pro vidro. Quando tirei o plug inteiro e mostrei o cuzinho aberto piscando, ele acelerou a punheta. Gozou forte, jatos grossos batendo no parapeito da janela dele. Minha buceta contraiu tão forte que quase gozei só de olhar.À noite, deitei no colo do Lucas, ainda com o plug médio no cu, e contei tudo. Cada detalhe. A rola preta, o jeito que ele gozou me olhando, o plug entrando e saindo.Lucas ficou duro na hora. A rola dele encostou na minha coxa, latejando. — Caralho, Michele… você deixou ele gozar te olhando? — Ele perguntou, já enfiando a mão na minha calcinha e sentindo como eu estava molhada. — Deixei. E você sabe que eu deixaria ele meter também… se você quisesse assistir.Ele me virou de bruços, puxou o plug com um estalo molhado, cuspiu no meu cuzinho aberto e meteu tudo de uma vez. Enquanto socava forte, falava no meu ouvido. — Eu deixo, sua puta. Deixo o negão te arrombar enquanto eu assisto. Mas tem regra: depois eu fodo a mulher dele. A morena gostosa que mora com ele. Quero meter nela do mesmo jeito que ele meter em você. Quero gozar dentro dela enquanto você lambe a buceta dela suja da porra dele.Eu gozei gritando só de imaginar a cena. Lucas meteu mais fundo, segurou meu pescoço e gozou dentro do meu cu, enchendo tudo.Depois, deitados suados, ele sussurrou. — Amanhã você vai deixar a cortina mais aberta ainda. Vai se masturbar na janela de quatro, plug no cu, buceta aberta pra ele ver. Se ele aparecer de novo batendo uma… você vai chamar ele aqui. Dizer que o namorado autorizou. E eu vou ficar sentado na poltrona, de pau duro, assistindo ele te foder como se fosse dele.Eu só consegui responder com um gemido rouco. — Pode mandar, amor. Minha buceta e meu cu são seus… mas hoje à noite eles vão ser do negão também.
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