O dedo de Marcella tremia levemente enquanto o polegar deslizava sobre a tela do telefone, o brilho artificial iluminando seu rosto suado no escuro do quarto. Do outro lado da linha, a voz de Daniella era um sussurro ávido, confirmando que estava a caminho, pronta para o "serviço". Murilo observava tudo, imóvel como uma estátua de carne e músculos, a mão ainda firmemente envolvendo sua ereção, os olhos fixos na respiração ofegante da mulher na cama. O ar parecia denso, pesado com o cheiro de tesão e antecipação.
Minutos depois, o som da porta abrindo ecoou pela casa, seguido por passos rápidos e seguros. Daniella entrou no quarto sem cerimônia, vestindo um vestido justo que deixava pouco à imaginação, mas que não duraria muito tempo. Seus olhos encontraram Murilo primeiro, reconhecendo a autoridade na postura dele, e depois desviaram para Marcella, que se levantou, sentindo o coração bater contra as costelas. Sem precisar de comando verbal, Daniella aproximou-se, puxando Marcella de volta para a cama e selando os lábios dela com um beijo faminto. As mãos de Daniella exploraram a cintura de Marcella, afundando na maciez da pele, enquanto Murilo se recostava na cabeceira, o peito largo subindo e descendo em ritmo lento e controlado.
Murilo assistiu, hipnotizado, enquanto as duas mulheres se devoravam. Línguas duelavam, dentes roçavam lábios inchados, e as mãos subiam pelas coxas, abrindo caminho para a umidade que já escorria. Marcella, inicialmente tensa, deixou o corpo relaxar sob o toque experiente de Daniella, gemendo baixinho quando os dedos da amiga encontraram seu clitóris sensível. Era um espetáculo visceral. Murilo apertou a base do pau, a glande pulsando, vermelha e impaciente. Ele via o brilho nos olhos de Marcella, a submissão voluntária dela ao prazer, e isso queimava o sangue dele.
Mas a paciência dele tinha limites. O voyeurismo era um aperitivo, não o prato principal. O som da respiração ofegante das duas e o cheiro de bucetas molhadas encheram o quarto, detonando o último fio de autocontrole de Murilo. Ele se ergueu de um salto, a sombra projetada na parede se alongando monstruosamente.
— Chega!
— rugiu ele, a voz soando como trovão no espaço confinado.
Murilo agarrou Daniella pelos cabelos, puxando-a para trás com força, mas sem ferir, expondo o pescoço dela. Com a outra mão, segurou Marcella pelo quadril, trazendo as duas para o centro do colchão, corpos colados. Não houve transição suave. Ele era um predador que finalmente decidira atacar. Murilo posicionou as duas de bruços, uma ao lado da outra, nádegas empinadas e expostas, um banquete de carne tremula esperando por ele.
Ele não esperou. Espalhou a lubrificação natural de Marcella, enfiando dois dedos fundo na buceta dela para abrir caminho, enquanto a outra mão segurava a carne dura do rabo de Daniella. Sem aviso, Murilo alinhou a glande enorme na entrada de Daniella. A amiga de Marcella soltou um grunhido surdo, arqueando as costas, sentindo o membro gigante invadir o canal apertado. Murilo não teve piedade. Cravou até o fundo, sentindo o anel muscular do cu dela ceder e apertar a base do pau dele.
Enquanto bombeava com violência no rabo de Daniella, fazendo o colchão ranger e o corpo dela bater contra o de Marcella, Murilo curvou o tronco. Sua mão livre deslizou entre as pernas de Marcella, encontrando o calor molhado da xana dela. Ele alternava os ritmos: umas batidas profundas e lentas no cu de Daniella, seguidas por uma penetração brusca com três dedos na buceta de Marcella. O quarto virou um caos de sons de pele batendo em pele, gemidos abafados no travesseiro e a respiração pesada de Murilo.
— Toma essa pica toda, cadela ...
— sussurrou ele no ouvido de Daniella, suando profusamente, gotas de suor caindo das costas dele sobre as mulheres abaixo.
Ele não satisfez apenas o desejo de Daniella. Murilo retirou o pau do cu dela com um estalo sujo e, sem hesitar, mergulhou na buceta escorregadia de Marcella. A diferença de temperatura e aperto foi eletrizante. Marcella gritou, os dedos cravando nos lençóis, sentindo-se preenchida até o limite. Murilo a pegou com fúria, as mãos segurando seus ombros para impedi-la de fugir da investida. Ele era uma máquina de foder, alternando entre os dois corpos como se fossem brinquedos feitos para seu prazer, usando a lubrificação de uma para facilitar a entrada na outra.
A tensão no quarto subiu a níveis insuportáveis. O cheiro de sexo era cru, invadindo as narinas. Murilo sentia a semente ferver nos testículos, uma pressão crescente que exigia liberação. Ele acelerou o ritmo, fodendo como um animal, sem técnica, apenas pura força bruta e desejo possessivo. Daniella, com o rosto enterrado no pescoço de Marcella, lambia e mordia a pele da amiga, enquanto ambas eram sacudidas pelos golpes de Murilo.
— Vou gozar dentro de vocês... vou marcar vocês — rosnou Murilo, os dentes apertados.
Com um urro final, ele cravou o pau até o fundo no cu de Daniella uma última vez, o corpo todo retesando. O orgasmo explodiu, ondas de prazer violentas percorrendo sua coluna enquanto ele ejaculava, enchendo o canal dela com porra quente. Antes que a última gota saísse, ele puxou o pau fora e virou Marcella, jogando o resto do gozo na barriga e na xana dela, misturando aos fluidos dela. Os três colapsaram no colchão, ofegantes, corpos colados, cobertos por suor, marcas vermelhas e o cheiro inconfundível de uma noite selada pela posse absoluta.


