Redenção com porra:Gustavo salva a traidora e a fode como nunca
Meses se passaram, eu, Gustavo, não conseguia ignorar completamente o que via pelas brechas da internet. Pelo LinkedIn dela (perfil público), posts discretos de amigas, e até um story vazado mostrando a casa quase vazia em Sete Lagoas, dava pra ver o caos: Jaqueline magra, olhos fundos, pilhas de boletos atrasados. Ela vendia tudo no OLX,Shopee,Mercado Livre, Facebook .Pedia emprego melhor sem sucesso, e rumores diziam que Antônio mal aparecia mais, deixando-a sozinha na merda que ele ajudara a criar. Eu sabia de tudo sobre ele,mecânico com histórico sujo: dívida de pensão acumulada, briga com ex que terminou em delegacia, até um processo por furto de peças na oficina anterior. Bloqueado ou não, eu monitorava de longe. Pela primeira vez, senti dó. Não amor cego, mas pena de ver a mulher que um dia amei destruída assim. Decidi intervir.Dirigi até Sete Lagoas numa tarde de sábado, o sedã da empresa brilhando na BR-040. Estacionei duas quadras da casa dela,a mesma que eu pagara por meses. Quando cheguei, Antônio saía porta afora, cueca suja e cara de sono, provavelmente depois de mais uma foda rápida. Ele me viu e congelou. — Tu aqui, corninho? — zombou, mas a voz tremeu.Puxei o celular, mostrei prints de conversas antigas que hackeara (contatos em comum facilitaram), provas das merdas dele: áudios ameaçando a ex, comprovantes de pensão atrasada, até foto de peças roubadas na oficina. — Sai da vida dela agora, porra. Eu sei de tudo. Um telefonema pro juiz de família e pro dono da tua oficina, e tu vai preso por inadimplência e furto. Nunca mais pisa aqui, ou te fodo na cadeia. — Ele empalideceu, murmurou "tá bom, cara" e sumiu no carro velho dele. Expulso. Fim da era do "mecânico salvador".Bati na porta. Jaqueline abriu, destruída: 10 quilos mais magra, cabelos opacos, pijama largo cheirando a mofo. Olhos arregalados ao me ver. — Gustavo? — Soluçou, caindo nos meus braços. Contei tudo: a dó que senti vendo sua ruína, a ameaça que acabara de fazer pra Antônio. Ela chorou mais, confessando o arrependimento, a depressão que a médico diagnosticara, noites sem dormir, masturbação culpada pensando em mim. Abracei-a forte. — Eu volto pra te ajudar, Jaque. Mas sem mentiras dessa vez.Comecei devagar. Levei-a pra BH no dia seguinte. —Na casa no Buritis tinha quarto sobrando. Paguei os boletos atrasados da casa dela (pra ela vender se quisesse), quitei o carro, limpei o cartão. Contratei terapeuta pra depressão dela: sessões semanais, remédios controlados, caminhadas matinais na Lagoa da Pampulha comigo. No salão, arrumei horas extras remotas pra ela (contatos meus). Ensinou manicure pra mulheres do condomínio, ganhando extra. Rotina: café da manhã saudável juntos (frango, ovos, suco), academia dupla,eu malhando pesado, ela se reerguendo aos poucos, corpo voltando ao shape de antes.Finanças: planilha compartilhada, orçamento rígido. R$ 2.800 dela + ajuda minha temporária (R$ 2.000/mês até ela estabilizar). Em dois meses, ela sorria de novo: peso normal, olhos brilhantes, sono bom. "Você me salvou, Amor. Nunca mais traio. E a"Larissa? Já era — Terminamos amigos quando vi que Jaqueline precisava de mim. A química voltou natural: abraços longos, beijos castos no início. Mas uma noite, depois de uma sessão de terapia dela, explodiu. Estávamos na sala da casa no Buritis, vinho tinto na mesa, ela de shortinho colado mostrando as curvas recuperadas. — Obrigada por tudo, murmurou, beijando meu pescoço. Meu pau endureceu na hora.Puxei-a pro colo no sofá, beijos famintos, línguas dançando como nos velhos tempos, mas mais intensos. Rasguei o short dela, expondo a buceta depilada e já melada de saudade. — Você é minha de novo,grunhi, ajoelhando pra lamber devagar, língua circulando o clitóris inchado, dois dedos enfiando fundo enquanto chupava os lábios dela. Ela gemia alto, mãos nos meus cabelos: — Gustavo... por favor... me come como nunca!Levantei, tirei a roupa rápido,pau grosso, veias pulsando, pré-gozo brilhando. Ela se jogou de joelhos, chupando gulosa, engolindo até o talo, saliva escorrendo pelos seios fartos enquanto engasgava de tesão. Segurei a cabeça dela e botei pra foder a boca devagar, olhos nos olhos: — Isso, engole tudo, minha putinha arrependida.Joguei-a de costas no sofá, abri as pernas dela com os joelhos. Cuspi na mão, esfreguei no pau e entrei na buceta de uma vez, até o fundo, arrancando um grito dela. — Caralho, como você tá apertada... melhor que antes! — Meti forte, pélvis batendo na bunda empinada, seios balançando descontrolados. Ela rebolava, unhas nas minhas costas: — Mais... me fode sem dó... te amo!Virei-a de quatro, enfiei o polegar no cuzinho melado de excitação, preparando. — Quer no cu também? — Rouco. — Quero tudo... me enche inteira! — Saí da buceta brilhante de mel, encostei no cuzinho e empurrei devagar, centímetro por centímetro, até o talo. Ela tremeu, gemendo rouca, enquanto eu bombava,lento no início, depois animal, mão no clitóris esfregando rápido. Gozou primeiro, corpo convulsionando, apertando meu pau como nunca, gritos ecoando na casa. — Vou gozar amor... onde você quer? — Pau pulsando no cu dela. — Dentro... enche meu cu de porra quente... marca teu território!Dei estocadas fundas e explodi, jorrando abundante, enchendo o cuzinho até transbordar, sêmen escorrendo pelas coxas dela misturado ao mel. Ficamos ofegantes, colados, pau ainda dentro pulsando. Beijos lentos depois, lágrimas de felicidade dela: — Foi o melhor sexo da minha vida... te devo tudo.Dormimos abraçados, reestruturados. Traição perdoada, paixão renovada. Vida nova em BH juntos. — Casa própria em breve, planos de família. Antônio? Esquecido na sarjeta. Redenção completa, com final gozado.
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