A traição que quase me deixou na miséria;A vingança perfeita do meu marido
Gustavo havia descoberto tudo há semanas: ele viu uma mensagem no meu meu celular,um cheiro estranho na roupa,um áudio sussurrado que ele ouviu por acidente. Mas ele não explodiu nem nada disso. Em vez disso, planejou friamente. Pediu transferência para a filial em Belo Horizonte, a mais de 70 km de Sete Lagoas e deixou a ordem que não era pra falar com ninguém onde era a filial e se a pessoa insistisse era pra falar que era em outro estado. A empresa aprovou rápido. — Ele é um dos melhores engenheiros, ganhando entre uns R$ 10.000 á R$ 15.000 por mês, mais bônus, plano de saúde premium e carro da firma. Alugaram uma casa mobiliada perto do novo escritório, tudo pago pela companhia nos primeiros meses, até achar uma casa pra ele comprar.Naquela manhã, enquanto eu me arrumava para o "trabalho". — Na verdade, mais um encontro com Antônio —Gustavo fingiu normalidade. Beijou minha testa, disse "te amo" como sempre e me viu sair de legging e top, o corpo ainda marcado pelas noites que ele agora sabia não serem só de academia.Assim que meu carro virou a esquina, ele agiu. Pegou duas malas grandes, encheu com roupas, documentos e o laptop do trabalho. Colocou tudo na SUV novo dele, pago sozinho, estava pronto na garagem. Deixou a casa impecável, como se nunca tivesse morado ali. Sobre a cama, uma carta simples, escrita à mão:"Jaqueline,Descobri sobre você e Antônio. Não vou brigar, não vou discutir. Só vou embora. A casa está no seu nome. — Engoli seco e comecei a chorar. As prestações são R$ 1.500 por mês,o carro com a parcela é R$ 400. Água, luz, internet, comida, cartão de crédito... tudo isso era eu que pagava. Boa sorte.Não me procure. Acabou.Gustavo. "Ele dirigiu para a nova filial,sem olhar para trás, liguei pra empresa pra saber onde ele tinha ido eles me responderam que não poderia revelar só podeira me dizer que era em outro estado (mais tarde descobri que era em BH),o coração apertado mas a mente clara. Na nova casa, moderna com vista para a cidade, jogou-se no sofá e, pela primeira vez em meses, sentiu alívio. Mas o desejo por vingança indireta ainda queimava. — Ele sabia que o pior para mim estava só começando.Cheguei em casa no fim da tarde, exausta de mais uma transa selvagem com Antônio. No apartamento dele, me entreguei como nunca: de quatro na cama, ele metendo forte por trás enquanto eu gemia alto, pedindo mais, o pau escorregando da buceta para o cuzinho sem aviso, fazendo-me gozar duas vezes seguidas. "Você é minha putinha agora", ele disse, gozando na minha boca no final, o sêmen quente escorrendo pelo queixo enquanto eu engolia tudo.Mas o carro de Gustavo não estava na garagem. Estranhrei. Subi correndo, o coração acelerado. O guarda-roupa: vazio do lado dele. Roupas, sapatos, tudo sumido. Sobre a cama, a carta. Li, mãos tremendo, e desabei no colchão, chorando alto. — Não... não pode ser... — murmurei, o pânico subindo.Calculei rápido: meu salário, R$ 2.800 brutos. Líquido, uns R$ 2.650. Prestações da casa: R$ 1.500. Carro: R$ 400. Água e luz: R$ 300. Internet: R$ 100. Comida: R$ 500. Cartão de crédito: estourado em lingerie e maquiagem para os encontros — parcela mínima R$ 200, total R$ 5.000. Sobrava zero. Ou pior, negativo.Desesperada, liguei para Gustavo: caixa postal. Mensagens: "Amor, volta, foi um erro meu, me perdoa". Bloqueado. Corri para o apartamento de Antônio, batendo como louca.Ele abriu de cueca, pau meia-bomba. Viu meu rosto inchado de choro e me puxou para dentro. — O que houve, Jaque?Contei tudo, soluçando no peito dele. Antônio ouviu, mas seu pau endureceu com meu corpo colado. Ele ganhava R$ 4.000 como mecânico, com contas próprias: aluguel, filho de ex, carro velho. Podia ajudar com as prestações do carro (R$ 400) e contas básicas (R$ 400), mas o resto? Impossível.— Calma, gata... eu ajudo no que der . — Disse, mãos já na minha bunda, apertando forte. — Vem, deita aqui, vamos relaxar.Cedi, desespero misturado ao tesão. Ele me deitou no sofá, arrancou minha legging, expondo a buceta inchada do sexo da tarde. Ajoelhou, lambeu devagar, língua no clitóris enquanto enfiava dois dedos, sentindo o mel misturado ao sêmen dele. — Porra, você tá molhada ainda... — grunhiu, pau duro como pedra.Gemi, mas lágrimas rolavam. "Gustavo dava tudo... casa, carro, viagens... e eu traí por isso?", pensei, enquanto ele subia, encostava o pau e metia forte, de uma vez.— Me fode... me faz esquecer... — Pedi, arranhando suas costas.Bombou rápido, corpos suados batendo, sofá rangendo. Virou-me de bruços, cuspiu no cuzinho e entrou devagar, estocando fundo enquanto esfregava meu clitóris. Gozei chorando, orgasmo misturado a arrependimento, corpo convulsionando enquanto ele enchia meu cu de porra quente.Depois, deitados, ofegantes, a realidade voltou. Antônio acendeu um cigarro. — Olha, Jaque... ajudo com carro e contas básicas. Mas a casa? Vende ou algo assim. Não sou o Gustavo, não banco tudo.Assenti, peito doendo. Gustavo me mimava: jantares caros, viagens à praia, sexo carinhoso me chupava por horas, me fazia goza como ninguém antes me fez gozar, gentil mas intenso. Com Antônio era bruto, animal, vazio. Liguei para minha mãe: só bronca. "Tinha um homem de ouro e jogou fora por besteira".Dias viraram semanas. Atrasos na prestação, banco ligando. Vendi joias dele. Antônio ajudava, mas cobrava em sexo: toda noite fodia-me no sofá, cozinha, chuveiro,pau na boca enquanto chorava baixinho, gozando forçada. — Você é minha agora,dizia, metendo no cuzinho contra a parede, seios balançando.Mas sonhava com Gustavo. Via fotos dele no LinkedIn, promovido, namorando uma colega linda. Eu, afogada em dívidas, me masturbava à noite pensando nele, dedos na buceta molhada de saudade, gozando com lágrimas.A liberdade que eu queria era prisão de contas e solidão. Antônio? Consolo temporário, pau bom, homem medíocre. Arrependimento eterno.
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