Guarapari tava um paraíso vazio naquela tarde de fim de semana, praias de areia branca esticando até o horizonte, ondas do Atlântico batendo suaves, sol queimando a pele. Minha namorada, uma safada de biquíni minúsculo que mal tapava os mamilos duros, não aguentava ver um cantinho deserto sem querer me dar. Seus olhos brilhavam toda vez que avistava um vazio: “Ali, amor… me fode agora.” Meu pau já endurecia só de imaginar. Passeávamos pela Praia dos Padres, quase sem uma alma viva, só gaivotas e o vento salgado. Ela parou num recanto atrás de rochas baixas, areia fofa e protegida das trilhas principais. “Aqui tá perfeito… vazio, mas com risco. Senta que eu monto.” Puxou minha sunga pra baixo, pau saltando livre. Ela tirou o biquíni só na parte de baixo, buceta raspada já melada de tesão. Sentei na areia quente, ela subiu em mim de frente, pernas abertas, guiando meu pau pra dentro dela num só movimento. “Aaaah… fode essa buceta em público, amor… sente o mar olhando.” Rebolava devagar no início, peitos balançando livres, mãos nos meus ombros. Eu apertava sua bunda, socando pra cima, gemendo baixo: “Porra, vadia… se alguém passar na trilha, vai ver teu cu engolindo tudo.” A adrenalina explodia, ela cavalgava mais forte, buceta apertando meu pau, sucos escorrendo pelas minhas bolas. “Mais fundo… imagina um salva-vidas pegando a gente gozando!” O vento carregava vozes distantes: um grupo de banhistas na praia principal, uns 200 metros dali, rindo e jogando frescobol. Um deles gritou algo, e passos ecoaram na trilha próxima. “Eles vêm! Não para, goza dentro!” Ela acelerou, rebolando selvagem, clitóris roçando minha pélvis. Eu segurei seus quadris, metendo com força, saco batendo na areia. O risco nos levava ao limite, corações disparados, suor misturado com sal. Os passos pararam: “Ei, olha ali nas rochas… tão trepando!” Risadas abafadas, celulares sacados pra filmar. Não aguentei. Gozei forte dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta até transbordar, escorrendo na areia. Ela gozou em seguida, corpo convulsionando, esguichando no meu pau e abdômen, grito abafado no meu pescoço: “Caralho…fomos pegos gozando… adrenalina pura!” Os banhistas aplaudiram de longe, um gritou: “Boa, casal! Continua!” Corremos pro mar pelados, rindo como loucos, porra pingando das coxas dela enquanto ondas nos lavavam. Na água, ela me beijou faminta: “Melhor foda de todas… quase filmados, mas gozamos como porcos.” Saímos, nos vestindo rápido, acenando pros voyeurs. “Próxima: dunas à noite. Te monto de novo.” Guarapari nunca mais seria a mesma. Sexo em público? Nosso combustível diário.
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