Continuação:"A Buceta Cheia de Porra Alheia: Minha Noite com Jéssica"
No sábado seguinte, o ar da Savassi estava carregado de promessas. Eu dirigia o SUV com as mãos firmes no volante, mas o pau já semi-duro só de imaginar o que viria. Ao lado, Jéssica usava um vestido vermelho escarlate colado como segunda pele, sem nada por baixo — peitos siliconados empinados, mamilos marcando o tecido fino, saia tão curta que bastava ela se mexer para mostrar a buceta lisinha e já úmida de expectativa.No banco de trás, as quatro amigas: Carol (loira alta, bunda redonda de crossfit), Gabi (morena curvilínea, tatuagens nas coxas), Luana (pele morena, lábios carnudos e piercing na língua) e Paty (ruiva safada, com piercing nos bicos dos peitos visíveis pelo top transparente). Todas rindo alto, bebendo espumante direto da garrafa, já sem calcinha desde que saíram de casa. O cheiro de perfume caro misturado com excitação feminina enchia o carro. — Relaxa, amor — Jéssica sussurrou no meu ouvido, passando a mão pela minha calça e apertando minha rola. — Hoje você assiste, escolhe quem me fode... e no final, me leva pra casa pra limpar tudo com essa sua rola grossa.Chegamos na casa de swing por volta das 23h. O lugar era discreto por fora. — fachada preta, placa pequena , mas dentro era outro mundo: luzes vermelhas e roxas pulsando, música eletrônica baixa e sensual, sofás de couro espalhados, camas king size em alcovas semi-abertas, glory holes nas paredes, jacuzzi no centro e uma área de dark room no fundo.Entramos como um grupo. Cabeças viraram. Homens de terno, casais, solteiros selecionados (o clube era misto, com regras rígidas de respeito). As meninas já chamavam atenção: risadas altas, reboladas exageradas, mãos se tocando.Jéssica me puxou para um sofá de canto com visão privilegiada. Sentou no meu colo de lado, abrindo as pernas devagar para eu sentir o calor da buceta dela contra minha coxa. — Olha ali . — ela apontou.No meio da pista, um cara alto, moreno, corpo definido, pau já duro marcando a calça social, conversava com dois amigos. Ele olhou direto pra Jéssica e sorriu. Ela retribuiu lambendo os lábios. Ele foi um dos que me fodeu ontem a noite — murmurou. — O negão do glory hole. Quer que eu chame?Senti o ciúme virar tesão puro. Acenei com a cabeça.Minutos depois, o negão (vamos chamá-lo de Marcus) se aproximou com os dois amigos: um loiro tatuado (Rafael) e um moreno mais velho, barba cheia (Thiago). Todos com paus visivelmente duros.— Boa noite, gostosinha — Marcus disse, voz grave, olhando pra mim com respeito, mas com fome nos olhos dela. — Trouxe o marido dessa vez? — Trouxe. Respondi, voz firme. — E hoje eu assisto... mas é eu decido o ritmo.Jéssica desceu do meu colo, ficou de pé no meio do círculo. As amigas se aproximaram, formando um semicírculo safado. Carol já tirava o vestido, ficando só de salto. Gabi abria o zíper do dela devagar.Jéssica olhou pra mim, pediu permissão com os olhos. Assenti.Ela se ajoelhou na frente de Marcus, abriu a calça dele e puxou um pau preto grosso, veias saltadas, uns 22 cm. Chupou devagar no começo, lambendo da base até a cabeça, gemendo alto. Rafael e Thiago se aproximaram dos lados; ela alternava, chupando um enquanto masturbava os outros dois.Eu via tudo: a boca dela esticada, baba escorrendo, peitos balançando. As amigas não ficavam atrás — Paty já cavalgava um cara desconhecido no sofá ao lado, Luana chupava dois ao mesmo tempo.Marcus pegou Jéssica pelo cabelo, levantou ela e a levou para uma cama ali perto, de frente pra mim. Deitou ela de costas, abriu as pernas e meteu de uma vez. Ela gritou de prazer, unhas cravando nas costas dele. — Isso, fode ela forte. — Ordenei, abrindo minha própria calça e começando a me masturbar devagar.Rafael se posicionou atrás, cuspiu no cuzinho dela e foi enfiando devagar. Dupla penetração. Jéssica tremia, gozando rápido, olhos vidrados em mim. — Tá gostando de ver sua mulher ser arrombada,amor? — Gemia ela entre socadas. — Tô... mas continua, sua putinha.Thiago enfiou na boca dela, abafando os gemidos. Os três metiam em ritmo, trocando de buraco. Porra começou a escorrer. — Primeiro Rafael gozou no cu dela, grosso e quente. Marcus acelerou na buceta e gozou fundo, enchendo tudo. Thiago gozou na cara e nos peitos dela, jatos brancos escorrendo pelos silicones.As amigas se juntaram: Carol sentou na cara de Jéssica, esfregando a buceta melada enquanto Gabi chupava o pau de um novo cara que chegou. Paty e Luana foram pra jacuzzi, já sendo fodidas por mais dois.Levantei-me, fui até a cama. Jéssica estava destruída: buceta vermelha e aberta, porra escorrendo dos dois buracos, rosto lambuzado. — Agora é minha vez . — rosnei.Virei ela de quatro, encaixei minha rola de 19,7 cm na buceta cheia e soquei forte, sentindo a mistura quente de porras alheias lubrificando tudo. Ela gritava meu nome, gozando de novo. — Me marca, amor... goza por cima de tudo!Meti até o fundo, segurei os quadris com força e gozei forte, jatos potentes se misturando ao que já estava lá. Saí devagar, vendo a porra transbordar, pingando no lençol.As amigas aplaudiram, rindo. Marcus e os outros acenaram com respeito.Jéssica se arrastou até mim, beijou minha boca com gosto de porra alheia. — Levou a melhor, né? — sussurrou. — Sempre levo — respondi, apertando a bunda dela. — Mas isso aqui vira rotina... e da próxima, eu escolho quem te fode primeiro.Ela sorriu safada. — Promete?Saímos de lá de mãos dadas, as meninas atrás, todas meladas e felizes. No carro, Jéssica sentou no meu colo de novo, rebolando devagar enquanto eu dirigia pra casa.A noite ainda não tinha acabado.
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