Minha esposa, Clara, guardava esse desejo há anos. Não era só fantasia: ela queria me ver fodendo outra mulher bem na frente dela, sem poder tocar, só se masturbando de tesão e humilhação deliciosa. Nas madrugadas, com a voz rouca e a buceta encharcada, ela sussurrava:“Quero ver você metendo forte numa puta gostosa… ouvir ela gemendo seu nome enquanto eu fico ali, me sentindo a corna mais safada do mundo.”Demorei pra topar de verdade. Mas decidi realizar o sonho dela. Escolhi a Gabi, minha amiga de longa data: 1,70m de pura safadeza, peitos fartos que faltava estourar as blusas, bunda empinada e um olhar que prometia tudo. Ela topou na hora, rindo maliciosa:“Então a Clara quer ser corna né? Pode deixar que eu faço ela gozar só de olhar.”Marcamos na nossa casa, num sábado à noite. Clara se arrumou toda: lingerie preta rendada, meia 7/8, salto alto. Sentou na poltrona do quarto, pernas abertas, calcinha de lado, se tocando devagar enquanto esperava.Gabi chegou e o clima explodiu. Subiu o vestido até a cintura, mostrou que não usava calcinha e caiu de boca no meu pau. Clara gemia baixo, dedos enfiados na buceta, olhos grudados na cena.“Chupa ele gostoso, Gabi… deixa bem durinho pra me chifrar direito…”Peguei Gabi de quatro na nossa cama, de frente pra Clara. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem loucamente. Clara acelerava os dedos, falando putaria:“Isso, amor… mete fundo nessa vadia… mostra como fode a mulher dos outros…”Estávamos no auge, suados e gemendo alto, quando a porta da sala bateu com força.Era o Thiago, marido da Gabi. Desconfiado da “academia” dela, rastreou o celular e invadiu o quarto feito um touro. Viu a esposa de quatro levando vara do amigo, enquanto a dona da casa se masturbava assistindo.Silêncio de três segundos.Thiago falou, voz tremendo de raiva… e tesão:“Então é assim, sua puta?”Gabi olhou pra trás, rosto vermelho, buceta escorrendo, e respondeu melíflua:“É sim, amor… e tô adorando. Quer assistir… ou meter?”Clara parou por um instante, assustada. Mas vi o brilho nos olhos dela: a fantasia ficara dez vezes mais perigosa e excitante. Eu havia realizado o sonho – e agora ele explodia.Thiago respirou fundo, nos encarou e abriu o zíper. Pau duro, grosso, pulsando. Tirou a roupa em segundos, segurou a cabeça da Gabi e enfiou na boca dela enquanto eu metia por trás.Clara perdeu o controle. Gozou só de ver os dois maridos fodendo a mesma mulher na nossa cama. Gritava:“Meu Deus… dois paus pra essa vadia… eu sou a corna oficial agora!”Thiago me olhou, meio sorriso de macho alfa, e disse:“Troca comigo.”Saí de dentro da Gabi. Ele entrou possessivo, marcando território. Eu fui pra frente, enfiei na boca dela enquanto ela gemia com o pau do marido arrombando.Clara desceu da poltrona, ajoelhou ao lado da cama e chupou meu saco enquanto eu fodia a boca da Gabi. Bagunça de gemidos, tapas na bunda, xingamentos carinhosos e gozo pra todo lado.Thiago gozou dentro dela, jatos quentes e grossos. Eu gozei na cara da Gabi, deixando escorrer no queixo enquanto Clara lambia tudo, tremendo.Caímos os quatro na cama, ofegantes.Clara, voz fraquinha e satisfeita, murmurou:“Acho que meu sonho de ser corna virou realidade.”Gabi riu, limpando o rosto:“E o meu de ser fodida por dois machos alfa também.”Thiago balançou a cabeça, pau ainda meio duro:“Isso aqui não acabou.”E realmente não acabou.
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