Corna(Cuckquean) Ele fodeu muito minha amiga na minha frente e Gozou na minha cara
Olá eu sou a Milena. Tenho 23 anos, sou morena, corpo gostoso, peitos firmes, cintura marcada e uma buceta que fica pingando só de imaginar o que vai acontecer. Meu namorado se chama Wesley. Ele tem 23 anos, moreno, corpo definido, aquele sorriso safado e uma rola grossa de 20 cm que me deixa de joelhos. Mas o meu maior tesão não é só sentir ele dentro de mim. É ver ele foder outras mulheres na minha frente. Sou uma corna (Cuckquean) assumida, e adoro gozo só de lembrar. Naquela noite, a Larissa veio pra nossa casa. Amiga de longa data, 32 anos, loira cavala, peitos pesados, cintura fina e um bundão enorme, redondo, que balançava a cada passo. Ela sabia do meu fetiche. Sabia que eu queria ver o Wesley destroçar ela no sofá enquanto eu assistia, molhada, se tocando. Chegamos da rua, ainda rindo. Eu fechei a porta e já senti o clima mudar. Wesley olhou pra ela daquele jeito faminto que eu conheço bem. Larissa sorriu, provocadora, e se aproximou dele. Eu fiquei de lado, o coração batendo forte, a buceta latejando. — Pode pegar nela, amor. — Eu disse, a voz rouca de tesão. — Eu quero ver. Wesley não hesitou. Puxou a Larissa pela cintura e beijou a boca dela com fome. Línguas se enrolando, mãos grandes apertando aquele bundão gordo. Eu me sentei na poltrona em frente ao sofá, abri as pernas e enfiei a mão dentro da calcinha. Já estava encharcada. Ele tirou a blusa da Larissa. Os peitos pesados saltaram pra fora, bicos rosados e duros. Wesley chupou um, depois o outro, mordendo de leve. Larissa gemeu alto, a mão descendo até a calça dele e abrindo o zíper. Quando tirou a rola pra fora, eu quase gozei só de ver. Aqueles 20 cm não muito grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-porra. — Olha o tamanho, Milena… — Larissa provocou, olhando pra mim enquanto segurava o pau dele. — Seu namorado tem uma arma dessas e você deixa ele me foder? — Deixo e ainda fico molhada — respondi, esfregando o grelo. — Mete nela, Wesley. Quero ver essa rola sumir no cu e na buceta dessa puta. Wesley empurrou a Larissa pro sofá. Ela ficou de quatro, o bundão empinado, a calcinha fina já marcada de tesão. Ele puxou o tecido pro lado, revelando a buceta rosada e o cuzinho apertado. Passou a língua primeiro, lambendo tudo, chupando o grelo dela enquanto eu me masturbava mais forte. Depois ele se posicionou. Encostou a cabeça grossa na entrada e empurrou de uma vez. Larissa gritou, o corpo inteiro tremendo. Eu vi a rola sumir centímetro por centímetro, esticando a buceta dela até o fundo. O barulho molhado foi delicioso. Wesley agarrou as nádegas gordas, abriu bem e começou a meter com força. Cada estocada fazia o bundão bater, a carne tremendo. — Porra, que buceta apertada… — ele gemia, suando. — Sua amiga é uma puta, Milena. — É sim… fode mais forte — eu pedi, os dedos entrando e saindo de mim. — Quero ver ela gozar no seu pau. Larissa rebolava pra trás, engolindo cada centímetro. Wesley puxou o cabelo dela, forçou a cabeça pra baixo e meteu ainda mais fundo. O sofá rangeu. O cheiro de sexo encheu a sala. Eu estava quase gozando só de assistir, a mão encharcada, a respiração ofegante. Ele tirou o pau, todo babado, e enfiou no cuzinho dela. Larissa gritou de prazer-dor, o corpo se contraindo. Wesley socou fundo, o pau arrombando aquele cu apertado. Eu me levantei, me ajoelhei na frente deles e abri a boca. Queria sentir o cheiro, o gosto, a proximidade. — Goza na minha cara, amor — pedi, a voz quebrada de tesão. — Enche o rosto da sua corna. Wesley acelerou. Metia no cu da Larissa com força, a mão espalmada batendo na bunda dela, deixando a marca vermelha. Larissa gozou primeiro, o corpo inteiro em espasmos, a buceta esguichando no sofá. Wesley puxou o pau de dentro, já latejando, e veio até mim. Segurou meu queixo, olhou nos meus olhos e jorrou. Jatos grossos e quentes bateram na minha testa, escorreram pelo nariz, pela boca, pelo queixo. Eu abri a língua e recebi tudo, engolindo o que caía, a porra escorrendo pelo pescoço e pelos peitos. Larissa se virou, ainda ofegante, e lambeu um pouco da porra que escorria do meu rosto, beijando minha boca suja. Wesley olhou pra gente, o pau ainda semi-duro, e sorriu. — Ainda não acabou.— ele disse. — Agora quero ver vocês duas se chupando enquanto eu descanso um pouco… depois eu meto de novo. Eu limpei a boca com o dorso da mão, o gosto dele ainda forte na língua, e olhei pra Larissa. O tesão não tinha diminuído. Pelo contrário. Eu estava mais molhada do que nunca, pronta pra tudo o que viesse a seguir. Porque ser a corna do Wesley… era exatamente o que me fazia gozar mais forte.
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