REALIZEI O FETICHE DO MEU MACHO E COMI UMA BUCETINHA PELA PRIMEIRA VEZ
Eu me chamo Luana.Tenho 24 anos. Sou uma mulher trans, corpo feminino, peitos naturais que cresceram com hormônio, cintura fina, bunda empinada e uma rola de 18 cm que ainda pulsava forte entre as pernas. Meu macho se chama Bruno,26 anos e uma rola de 20 cm. Ele sempre teve um fetiche pesado: ver eu comendo uma bucetinha pela primeira vez. Naquela noite ele realizou kkkkk Bruno trouxe uma amiga dele, a Camila. Morena, 1,65 m, corpo macio, peitos médios e uma bucetinha lisinha que ele já tinha falado tantas vezes. Camila sabia de tudo e topou. Os três no quarto, luz baixa, o ar já cheirando a tesão. Bruno me puxou pelo queixo e beijou minha boca com fome. — Hoje você vai provar buceta, amor. Quero ver essa boca chupando e essa rola entrando nela. Camila se aproximou, tirou a blusa e ficou só de calcinha. Eu ainda tremia um pouco de nervoso e tesão. Nunca tinha tocado uma mulher de verdade. Bruno segurou minha mão e colocou nos peitos dela. A pele era macia, os bicos duros. Camila gemeu baixinho e me beijou. Língua quente, doce. Bruno ficou atrás de mim, tirando minha calça e liberando minha rola já dura e latejando. Ele ajoelhou Camila na cama, abriu as pernas dela e me puxou pra frente. — Chupa essa bucetinha, amor. Devagar. Eu me ajoelhei entre as coxas dela. O cheiro era diferente, quente, molhado. Passei a língua devagar no grelo inchado. Camila tremeu e soltou um gemido longo. O gosto me deixou ainda mais dura. Chupei com vontade, lambendo, sugando, enfiando a língua dentro. Bruno ficava atrás de mim, masturbando minha rola enquanto eu comia a buceta dela pela primeira vez. — Isso, putinha… olha como ela tá gozando na sua boca — Bruno falava, a voz grossa de tesão. Camila rebolava na minha cara, molhando meu queixo. Quando ela já estava tremendo, Bruno me puxou pra cima. — Agora mete. Quero ver você foder essa buceta. Posicionei a cabeça da minha rola na entrada molhada dela. Empurrei devagar. A sensação foi absurda: quente, apertada, diferente de qualquer cu que eu já tinha metido. Camila arquejou e cravou as unhas nas minhas costas. — Caralho, Luana… que rola gostosa… Comecei a meter. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. Bruno se posicionou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu ao mesmo tempo. Dupla penetração: eu comendo a buceta da Camila enquanto meu macho me arrombava por trás. O ritmo ficou selvagem. Eu metia nela e ele metia em mim. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Camila gozou primeiro, apertando minha rola com força, esguichando um pouco. Eu não aguentei. Enterrei fundo e gozei dentro dela, jatos quentes enchendo aquela bucetinha que eu estava comendo pela primeira vez. Bruno gozou logo depois, enchendo meu cu. Os três caímos na cama, suados, ofegantes. Camila ainda com minha porra escorrendo entre as pernas. Bruno me beijou e sussurrou no ouvido: — Você realizou meu fetiche, amor. E agora eu quero ver de novo. Eu sorri, ainda com o gosto dela na boca e o corpo latejando. — Pode chamar quantas vezes quiser. Eu adorei.
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