A casa de número 47 na Rua das Acácias cheirava a sexo desde as sete da manhã. Não era perfume caro nem incenso de patchouli. Era o cheiro cru de porra seca misturada com suor, lubrificante de morango e o perfume vagabundo de baunilha que Marlene, a empregada, passava no pescoço antes de abrir as pernas pra qualquer um que aparecesse na cozinha.Acordei com o celular vibrando entre as coxas. Era meu marido mandando áudio: “Amor, já chego aí pro almoço. Tô com saudade.”Eu ri sozinha, ainda com o cuzinho dolorido da noite anterior. Respondi com voz melosa: “Que saudade, meu bem… vem logo que eu tô louca pra te ver.”Enquanto falava, enfiei dois dedos na buceta melada e gravei um gemidinho curto no final do áudio antes de enviar. Sabia que ele ia ouvir no carro, ficar de pau duro e achar que era saudade de verdade.Do outro lado do corredor, minha irmã mais nova, Bianca, já estava de quatro na cama de casal dos nossos pais (que moravam em outro estado nove meses por ano). O entregador de gás tinha entrado pra “conferir o botijão” às 8h12. Às 8h19, já socava com força enquanto ela mordia o travesseiro e falava alto o suficiente pra Marlene ouvir da lavanderia: “Me arromba, seu filho da puta… mete até o talo… isso… assim…”Marlene, 29 anos, corpo de academia roubado e bundão que não cabia nas calças do uniforme, escutava tudo enquanto passava roupa. Não resistiu: largou o ferro quente em cima da camisa social do meu marido, abriu as pernas em cima da tábua de passar e começou a se masturbar com a mão inteira enfiada por dentro da calcinha fio-dental preta. O barulho molhado ecoava pela casa.Apareci na porta da lavanderia nua, com o cabelo bagunçado e marcas roxas de chupão descendo do pescoço até os peitos. “Tá se punhetando ouvindo minha irmã levar rola de gás, Marlene?” “Patrôa… é mais forte que eu…”, respondeu ela, sem tirar a mão da buceta.Me aproximei, peguei o ferro ainda quente e passei de leve nas coxas abertas dela, só o suficiente pra fazer ela gemer de susto e tesão. “Então goza olhando pra mim enquanto eu te conto como o cara do gás tá arrombando o cu da Bia agora. Ele não colocou camisinha. Tá metendo cru, enchendo ela de porra quente.”Marlene arregalou os olhos, acelerou os dedos e gozou em menos de vinte segundos, esguichando no chão de cerâmica. Ri, abaixei e lambi o líquido que escorria pelas coxas dela, subindo até chupar o clitóris inchado enquanto ela tremia inteira.Do outro lado da casa, o entregador já tinha gozado dentro da bunda de Bianca. Saiu sem falar nada, só puxou a calça e deixou a porta da rua aberta. Bianca ficou deitada de bruços, com a porra escorrendo devagar pelo rego, sorrindo como quem ganhou na loteria.Voltei pro quarto do casal bem na hora que meu marido estacionava o carro na garagem. Corri, vesti uma camisola curta por cima do corpo ainda marcado de sexo alheio e desci as escadas saltitante. “Amor! Que saudade!”Beijei ele na boca. Ele sentiu o gosto estranho, meio salgado, meio doce. Achou que era o café da manhã. “Você tá cheirosa hoje…”, disse ele, inocente. “Tomei banho agora há pouco”, menti, esfregando os peitos no peito dele.Enquanto isso, Marlene já estava na cozinha de quatro, chupando o pau do cunhado da patroa (que tinha chegado sem ninguém perceber). Bianca desceu as escadas pelada, com a porra ainda escorrendo pela coxa, e sentou no balcão da pia. “Bom dia, maninha. Quer provar o gás de hoje? Tá fresquinho.”Eu ri alto, puxei meu marido pela gravata até a sala e mandei ele sentar no sofá. “Fica quietinho aí, meu corno lindo. Hoje eu vou te mostrar como é que a casa funciona de verdade.”Chamei: “Marlene! Bianca! Venham aqui!”As duas apareceram. Marlene com a boca inchada de chupar rola, Bianca com o cu vermelho e brilhando de porra.Me ajoelhei na frente do meu marido, abri o zíper dele com calma e comecei a chupar devagar, olhando nos olhos dele. “Olha só, amor… enquanto você tava trabalhando, eu deixei o encanador me comer na lavanderia, a manicure me chupou no banheiro de serviço, e ontem à noite o amigo do seu irmão passou aqui e gozou três vezes dentro de mim. Quer saber onde?”Ele tremia. Não de raiva. De tesão. “Onde…?”, perguntou com a voz rouca.Tirei a camisola, virei de costas, abri o rabo com as duas mãos e mostrei o cuzinho ainda vermelho e entreaberto. “Aqui… e aqui…”, apontei a buceta melada, “…e aqui também.”Bianca se aproximou, sentou no colo do cunhado e começou a esfregar a buceta molhada na gravata dele. “Relaxa, cunhadinho… a gente cuida de você.”Marlene veio por trás, enfiou a língua no cu dele enquanto eu chupava o pau com vontade.Ele gozou em menos de um minuto, enchendo minha boca. Não engoli. Virei pra irmã e beijei Bianca, passando toda a porra de uma pra outra em um beijo demorado e sujo.Meu marido ficou olhando, ofegante, com o pau ainda duro. Sussurrei no ouvido dele: “Bem-vindo à casa da putaria, meu amor. Aqui ninguém dorme sem gozar… e ninguém goza sozinho.”Depois virei pra Marlene: “Vai lá na garagem, o entregador de pizza deve tá chegando. Diz pra ele que hoje tem borda recheada… e que a borda é o seu cu.”A casa inteira riu.E o dia continuou exatamente como começou: com gemidos, tapas na bunda, porra escorrendo, portas abertas e zero vergonha. Porque naquela casa, a única regra era uma só: o importante é gozar.
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