MINHA TRAIÇÃO QUENTE NAS QUARTAS: O CU ENCHIDO ANTES DA ACADEMIA
Estacionei o carro duas quadras antes da academia, como sempre faço nas quartas-feiras. No retrovisor, vi meus lábios ainda inchados do batom da manhã, agora borrado e vermelho-escuro. Desci, com a legging preta colada como segunda pele e o top esportivo apertado, marcando os bicos dos meus seios, que já endureciam só de imaginar o que viria.Subi as escadas do prédio antigo onde Antônio mora. — O mesmo lugar onde Gustavo e eu já fomos tantas vezes para churrascos de fim de semana. Toquei a campainha duas vezes, nosso código. A porta abriu antes do terceiro toque.Antônio estava sem camisa, só de calça de moletom cinza que não escondia nada. O volume já era evidente, grosso e pesado, marcando o tecido. Ele nem disse “oi”. Apenas me segurou pela nuca, me puxou para dentro e fechou a porta com o calcanhar, enquanto me beijava com força, a língua invadindo sem pedir licença. — Quanto tempo você tem hoje? — perguntou, já enfiando a mão no meu top e apertando meu seio com vontade. — Uma hora e meia… no máximo. — respondi ofegante, mordendo o lábio inferior dele. — Gustavo acha que estou na esteira agora.Ele riu baixo, um som rouco que fez minha bucetinha pulsar na hora. — Então vamos fazer valer cada minuto.Ele me virou de costas e me empurrou contra a parede da sala. Suas mãos grandes desceram pela legging, puxando-a junto com a calcinha até meus joelhos de uma vez. Arqueei as costas instintivamente, empinando a bunda. Antônio se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as duas mãos e lambeu devagar, da entrada da buceta até o cuzinho, demorando-se ali com a ponta da língua até eu gemer alto e tremer. — Caralho, Antônio… assim eu não aguento…Ele não respondeu com palavras. Enfiou dois dedos na minha buceta melada enquanto a língua continuava circulando meu cuzinho,abrindo caminho. Apoiei as mãos na parede, pernas bambas, sentindo o mel escorrer pelas minhas coxas internas.Quando ele se levantou, já tinha a calça abaixada. O pau grosso, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ele me segurou pelos cabelos, virou meu rosto e mandou: — De joelhos. Quero ver essa boca de academia engolindo tudo antes de eu te foder.Obedeci na hora. Ajoelhei no tapete, abri a boca e deixei ele guiar o pau até o fundo da minha garganta. Antônio segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a bombar devagar, depois mais rápido, fodendo minha boca como se fosse a minha bucetinha. Saliva escorria pelo meu queixo, pingando nos seios. Meus olhos lacrimejavam, mas eu não recuava, pelo contrário, segurava as coxas dele e puxava mais fundo, engasgando de propósito só para ouvir ele gemer. — Isso, engole tudo, sua putinha… Gustavo nem sonha com essa boca safada.Ele me puxou pelos cabelos, me levantou e me jogou de bruços no sofá. Abriu minhas pernas com os joelhos, cuspiu na mão e esfregou no pau antes de encostar a cabeça na minha entrada encharcada. Entrou de uma vez, até o talo, arrancando um grito abafado meu contra a almofada. — Porra… como você fica mais apertada toda vez… — ele grunhiu, começando a meter com força, a pélvis batendo contra minha bunda num ritmo que fazia meus seios balançarem descontrolados.Empurrava contra ele, rebolando, pedindo mais. — Mais forte… me fode como se fosse a última vez… me enche, Antônio, por favor…Ele segurou meus pulsos para trás com uma mão só, como se algemasse, e meteu ainda mais fundo, o pau batendo no fundo da minha buceta a cada estocada. Com a outra mão, enfiou o polegar no meu cuzinho, abrindo devagar enquanto continuava socando. — Quer aqui também? — perguntou, voz rouca. — Quero… tudo… me dá tudo…Antônio saiu da buceta, o pau brilhando de mel, e encostou no meu cuzinho já molhado de saliva e lubrificação natural. Entrou devagar no começo, centímetro por centímetro, até estar todo dentro. Gemi alto, quase um grito, o corpo inteiro tremendo.Ele começou a bombar, primeiro lento, depois acelerando. A mão livre desceu até meu clitóris e esfregou em círculos rápidos. Gozei primeiro, o corpo convulsionando, apertando o pau dele com tanta força que ele quase não aguentou. — Caralho… vou gozar… onde você quer? — Dentro… goza dentro do meu cu… me enche…Ele deu mais três estocadas fundas e explodiu, jorrando quente, enchendo meu cuzinho até transbordar. Ficou parado alguns segundos, nós dois ofegantes, o pau ainda pulsando dentro de mim.Depois, devagar, ele saiu. O sêmen escorreu pela minha bunda, pingando no sofá. Virei o rosto, sorrindo safada, o cabelo grudado na testa de suor. — Agora eu realmente preciso ir pra academia… senão ele vai desconfiar.Antônio riu e deu um tapa leve na minha bunda melada. — Toma banho rápido aqui. E na próxima quarta… traz aquela calcinha vermelha que eu gosto.Levantei, pernas ainda trêmulas, e fui em direção ao banheiro, sentindo o sêmen dele escorrendo pelas minhas coxas a cada passo.Enquanto isso, no celular, uma mensagem de Gustavo chegou: “Amor, tá tudo bem na academia? Demorou hoje hein”.Sorri para o espelho, limpei o canto da boca onde ainda tinha um resto de saliva misturada com porra e respondi: “Tá sim, amor. Só peguei pesado hoje. Tô suada pra caralho.Vou só tomar uma ducha e devo chegar em 20 minutos ”.Guardei o celular, já imaginando a próxima mentira.
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Marido tem que ter orgulho duma esposa assim, com fogo, safada, putinha. Leva porra na boca, na buceta, no cú.
Minha esposa é assim bem puta e safada, mas ela me conta todos detalhes do macho que fodeu.
Incentivo, beijo e chupo ela. Adoro ser corno manso !
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