Há meses a gente tinham combinado: quando a Bia, minha irmã caçula, fizesse 18 aninhos, iríamos juntas pela primeira vez à àquela casa de swing famosa na estrada de terra, a que todo mundo sussurra o nome. O lugar oficial se chama “Paraíso Proibido”, mas pros habitués é só “o buraco”, por causa do corredor insano de glory holes.Chegamos já altas, rindo alto, com vestidos curtíssimos subindo pelas coxas. Todas sem calcinha, regra que a gente mesma impôs pra aquela noite especial. — Quem primeiro enche a buceta de porra hoje sou eu. — anunciou a Carol, a mais velha, 27 anos, abrindo as pernas no banco de trás do carro e passando o dedo na entrada melada. — Duvido. Meu cu aguenta mais volume que tua xota frouxa . — retrucou a Marina, 24, dando um tapa forte na própria bunda. — Eu, a Lara, 21, só ria e filmava escondido com o celular na bolsa. A Bia, vermelha de vergonha, apertava as coxas, o clitóris pulsando só de ouvir a gente.Entramos no clube por volta das duas da manhã. O lugar fervia de casais, trios, grupos. O ar era puro sexo: suor, perfume caro e porra fresca.Nem paramos no salão principal. Fomos direto pro corredor escuro dos glory holes,cabines em fileira com buracos na altura da cintura, alguns com bilhetinho escrito à mão: “SEM CAMISINHA OBRIGATÓRIO”.Nos alinhamos lado a lado, de frente pros buracos, saias levantadas, bundas empinadas. A Carol foi a primeira: apoiou os joelhos no banquinho acolchoado e colou a buceta lisinha na abertura.Nem dez segundos.Um pau grosso, veiudo, furou o buraco e cutucou direto na entrada dela. Carol gemeu alto: — Caralho… já veio babando…Ela empurrou o quadril pra trás e engoliu o cacete inteiro. O cara meteu forte, estalando a virilha na bunda. Carol rebolou como em funk, gemendo rouco: — Isso, mete sem dó… enche minha buceta de leite!Ao lado, a Marina pegou dois paus pra escolher. Sentou no mais grosso até o talo no cu, sem cuspe, sem nada. Deu um gritinho que virou gemido quando sentiu pulsar no reto. — Porra… tá batendo no estômago… fode meu cu gostoso!A Bia, ainda tímida, olhava a gente se entregar. Mas um pau moreno, enorme, apareceu no buraco dela. Ela ajoelhou, abriu a boca e chupou com vontade, babando pelo queixo. O cara gemia e empurrava até a garganta. Ela engasgava, tossia, mas não largava.Eu, a mais safada, fiz diferente: deitei de barriga pra cima no banquinho, pernas abertas, uma em cada buraco vizinho. Dois paus entraram juntos, um na buceta, outro no cu. Segurei meus peitos e gritei:— Me arrombem as duas entradas, seus putos! Quero gozo nas duas!O ritmo virou loucura. Nossos gemidos formavam um coral obsceno. A Carol levou a primeira carga: o cara meteu fundo, jorrou porra quente no fundo da buceta. Ela tremeu, gozando junto, apertando o pau. — Caralho… tá escorrendo pela coxa…A Marina veio em seguida. O cara segurou firme na cintura dela pelo buraco e descarregou no reto. Quando saiu, porra branca escorreu do cuzinho aberto e pingou no chão.A Bia recebeu na boca: o pau pulsou, enchendo a língua. Ela engoliu o que deu, o resto escorreu pelos cantos. Olhou pra gente, olhos brilhando: — Tá quente… e grosso…Eu levei as duas quase juntas. Primeiro o da buceta gozou fundo, transbordando. Segundos depois, o do cu. Abri mais as pernas e deixei escorrer, misturando tudo em fios grossos no chão.Não paramos. Trocamos de buraco. Mais paus, mais gozadas. A Carol levou outra na buceta e uma na boca. A Marina pediu cu de novo e ganhou duas seguidas, o cuzinho escancarado e pingando. A Bia, que começou tímida, pediu na bucetinha levou três cargas seguidas, a barriguinha estufadinha de leite.Eu, insaciável, virei de quatro e deixei cinco gozarem alternando: buceta, cu, boca, buceta, cu. No fim, escorria porra de todos os buracos, cabelo grudado, maquiagem borrada, sorrindo feito louca.Saímos quase quatro da manhã, pernas tremendo, coxas brilhando de porra seca e fresca, vestidos colados, cheirando a sexo puro.No carro, a Carol olhou pra gente, voz rouca: — Mês que vem a gente volta… mas eu quero dez.A Marina riu, passou o dedo na buceta escorrendo e levou porra à boca: — Dez é pouco. Quero sair andando torto.A Bia sussurrou: — Eu… quero voltar amanhã.Rimos todas, sabendo que era só o começo.
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