O sol raiava forte quando lavei o grosso da porra do corpo mas deixei marcas secas nos peitos e coxas pros vizinhos farejarem pelo ar. Meu marido, ainda de calça molhada, limpava o chão de joelhos, língua no azulejo pegajoso. Bianca e Marlene riam, jogando fatias de pizza sujas na cara dele. “Engole, corno… pizza com creme de macho é o teu desjejum.”Meu celular vibrou – áudio da mãe: “Estou chegando em 30 min, filhas. Trouxe bolo caseiro pro café da tarde!” Sorri maliciosa. “Meninas, preparem a surpresa. Mamãe vai amar a casa da putaria.”Bianca correu pro quarto, voltou com um strapon gigante de silicone preto, veiudo. Marlene pegou o rolo de macarrão de novo, lubrificando com cuspe fresco. Eu vesti só um robe transparente, correntes nos mamilos tilintando. Meu marido tentou protestar: “Cláudia, isso é loucura… tua mãe é recatada!” Empurrei ele pro sofá: “Recatada? Ela me ensinou a chupar pau escondido no banheiro. Fica quieto e assiste.”O interfone: “Oi, filhinhas! Abram pra mamãe!” Abri a porta. Mamãe. Dona Rosa, 52 anos, peitos fartos mal contidos no vestido florido, entrou com a forma de bolo. Cheirou o ar, franziu o nariz: “Que cheiro é esse? Sexo? Meu Deus, meninas…”Bianca trancou a porta por trás. Marlene tirou o robe dela num puxão, revelando calcinha fio-dental encharcada. “Calma, vovó… a gente tava só aquecendo pro teu bolo.”Mamãe corou, mas os olhos brilharam. “Vovó? Eu sou avó de quem?” Riu nervosa, mas não recuou quando eu abri o robe e mostrei as marcas de porra seca. “Olha, mãe… presente dos entregadores. Quer provar?”Ela hesitou um segundo, depois ajoelhou e lambeu meu peito, gemendo baixo: “Meu Deus… que tesão… faz tempo que não sinto cheiro de macho novo.” Bianca enfiou o strapon na boca dela, fodendo a garganta devagar. “Chupa, mamãe… imagina que é o pau do teu genro.”Meu marido arregalou os olhos no sofá. Mamãe cuspiu o strapon, olhou pra ele: “É verdade, filho? Você deixa minhas filhas serem putas livres?” Ele gaguejou. Eu ri, peguei ele pelos cabelos e levei até ela: “Mostra pra ela como você limpa, amor.”Mamãe abriu as pernas no sofá, puxou a calcinha pro lado buceta raspada, inchada de tesão. “Lambe tua sogra, corno… faz direito ou eu conto pro teu pai.” Ele obedeceu, enfiando a língua na buceta dela, chupando como um faminto. Ela gemia alto, apertando os peitos: “Isso… lambe o clitóris… ah, filhas, olhem o bolo… vamos melar ele todo!”Marlene pegou a forma, espalhou porra residual do chão no creme. Bianca fodeu o cu da mãe com o strapon enquanto eu sentava na cara dela, rebolando na boca experiente. “Mãe… chupa a buceta da tua filha… sente o gosto dos três paus de hoje…”Ela lambia voraz, mãos no meu cu, enfiando dedos. Meu marido punhetava debaixo, lambendo o que pingava. O vizinho – o mesmo do “gosto de macho” – ouviu os gemidos e bateu na janela dos fundos. Abri, nua: “Entra, tio… a família tá reunida.”Ele veio com pau duro, sem falar. Metendo direto na boca de mamãe, que engasgava entre o strapon na buceta e o pau real na garganta. “Porra, Dona Rosa… sempre soube que você era safada… fode essa boca, vai!”Gozei na cara dela, esguichando forte. Ela gozou em seguida, jorrando na cara do marido, que engolia tudo. O vizinho puxou, gozou nos peitos dela, misturando com o bolo. Bianca lambeu, passando pra Marlene num beijo guloso.Eu peguei o marido, fiz ele deitar no chão. Mamãe sentou no pau dele – primeira foda real dele em meses, rebolando devagar: “Pauzinho bonitinho, filho… mas minha buceta precisa de mais.” O vizinho meteu no cu dela por cima, sanduíche duplo. Ela gritava: “Fode sua sogra, vizinho… enche de porra pra eu levar pro papai em casa!”Marlene e Bianca se atracaram no sofá, dedando e lambendo mutuamente, rolo de macarrão no cu da irmã. Todo mundo gozando em cadeia: vizinho no cu da mãe, ela no marido, eu punhetando mamãe nos mamilos. Porra voando, bolo virando gosma sexual.No fim, mamãe deitada, coberta de gozo, riu: “Melhor visita ever, filhas. Toda semana agora. E leva teu pai da próxima.”Olhei pros todos, suados e melados: “Bem-vindos à tradição familiar. Aqui, gozo une a família.”Gozar. Gozar em família. Gozar incestuoso. Gozar insaciável.O dia? Ainda jovem.
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