Acordei sozinha na cama king size que dividia com Gustavo, o lençol amassado e úmido de suor da noite anterior. Eram 6h da manhã em Sete Lagoas, o alarme do celular tocando insistente, lembrando o turno no salão de beleza como manicure,R$ 2.800 mensais, uma gota no oceano de dívidas. O quarto ainda cheirava a sexo: Antônio passara a noite, deixando marcas vermelhas nos meus seios e uma poça pegajosa entre as coxas. Levantei devagar, corpo dolorido de tanto ser fodida, à meia-noite, na cozinha, ele me pegou de quatro contra o balcão, metendo forte na buceta melada até gozar dentro, sem camisinha, como sempre agora.No banheiro, encarei o espelho: 32 anos, cabelos castanhos cacheados bagunçados, olhos inchados de noites mal dormidas. Seios fartos que Gustavo chupava devagar até eu implorar, agora com chupões de Antônio. Passei a mão na barriga lisa, sentindo sêmen vazando do cuzinho,ele insistira em anal antes de dormir, enfiando devagar enquanto me chamava de "minha vadia exclusiva", bombando até encher tudo. "Porra, Jaque, você aperta tanto...", grunhira, gozando quente e abundante. Mas o prazer era vazio, distração do caos.Café da manhã: pão velho com café preto, sem o suco fresco que Gustavo fazia. Contas empilhadas na cozinha: boleto da casa atrasado dois meses (R$ 1.500 cada + multa), carro R$ 400 (ou perdia o veículo), luz/água R$ 350, internet R$ 120, supermercado R$ 600 (cortando luxos como carne). Cartão estourado em R$ 6.200 com lingerie para Antônio "pra te deixar mais safada", ele dizia. Sobrava R$ 200, se tanto. Vendia roupas no OLX, pedia extras no salão, mas o desespero crescia. "Como não vi? Gustavo pagava tudo... aluguel, viagens, unhas."No trabalho, das 8h às 18h, sorria forçado para clientes. Colegas cochichavam: "Gustavo foi embora... traição, né?". Negava, mas rumores voavam. Almoço: marmita fria de arroz e feijão no banheiro, chorando. Pensava em Gustavo nonstop — via LinkedIn dele, fotos em Belo Horizonte sorrindo com uma morena gata (Larissa, descobri fuçando). Stories de academia, viagens, happy hours. "Ele vive... eu afundo." Ligava de números emprestados: bloqueado. E-mails: "não entregue". Arrependimento cru: noites com ele eram carinhosas, lambendo por horas até eu gozar tremendo, metendo devagar, olhos nos olhos. "Te amo, Jaque."À noite, Antônio batia quase todo dia — "pra ajudar", mas pra foder. R$ 4.200 como mecânico, dava R$ 700 (carro + básicas), cobrava em carne. Chegava suado da oficina, pau duro na jeans. "Tira a roupa, gata." Ajoelhava na sala, chupava devagar até o talo, ele bombando na boca, saliva escorrendo, olhos lacrimejando mas eu não molhava mais. Virava-me contra a parede, dois dedos na buceta, um no cu, mordendo o pescoço. "Esquece o corninho." Metia forte, alternando buracos,buceta, cu, gozando dentro, sêmen escorrendo coxas. Trazia plug anal, deixando enquanto me comia de frente, seios balançando, clitóris esfregado até gozar chorando.Mas ele não era namorado: ex-mulher, filho de 5 anos (pensão R$ 800), flertava outras. Brigas: "Me banca mais? Casa pro banco!" Ele ria: "Ajudo no que dá, não sou otário como Gustavo." Sexo virava moeda,nas noites sem ele, masturbava sozinha, dedos na buceta pensando em Gustavo, gozando com lágrimas, querendo seu pau.Fins de semana: chope com amigas por dinheiro curto, ouvindo: "Volta pra ele." Emprego melhor? Nada, só ensino médio. Saúde ruindo: estresse, insônia, peso de ansiedade. Médico: "Depressão inicial", remédios caros. "Traí um rei por pau e aventura. Agora, puta de mecânico que mal sustenta."Meses passaram. Casa quase leiloada, negociei parcelamento, mas dormia mal. Antônio cansou, aparecia menos. Masturbação rotina: vibrador de Gustavo na buceta vendo pornô de traição, gozando culpada. Sonhava reconquistá-lo: ir a BH, mas sem grana pra gasolina. Vida em ruínas, tesão com dor, lição amarga. "Se pudesse voltar..." Mas tempo não volta.
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