"A Buceta Cheia de Porra Alheia: Minha Noite com Jéssica"
Era uma sexta-feira quente aqui em Belo Horizonte, daquelas em que o ar gruda na pele. Eu, com meus 48 anos, camisa social desabotoada no terceiro botão, estava sentado na sala de casa com uma cerveja gelada na mão, esperando a minha linda Jéssica voltar. Ela tinha dito que ia "sair com as amigas pra tomar uns drinks", mas eu já conhecia aquele tom dela quando mentia com um tesão na voz,eu sabia que ela iria aprontar.Ela chegou quase 6 da manhã.O barulho da chave na porta, o salto batendo no piso de porcelanato, o cheiro dela entrando antes mesmo dela aparecer: perfume caro misturado com suor, sexo e algo mais forte, mais cru — porra alheia um cheiro de sexo bem característicode quem trepou a noite toda .Parou na porta da sala, ainda com o vestido preto colado que mal cobria a bunda, cabelo bagunçado, batom borrado, coxas brilhando de um jeito que não era só suor. Os peitos siliconados quase saltando do decote, bicos duros marcando o tecido fino.— Amor… — ela começou, voz rouca,um pouco bêbada e um pouco sem ar.Não respondi de primeira. Só olhei pra ela, sentindo o meu pau endurecer na cueca boxer apesar da raiva subindo pela garganta.— Fala logo, Jéssica. O que vocês fizeram?Ela deu dois passos, parou bem na minha frente, abriu as pernas devagar e levantou a barra do vestido. Sem calcinha. A buceta inchada, vermelha, lábios grandes abertos, brilhando de lubrificação e porra que escorria devagar pela parte interna da coxa. Um filete branco grosso desceu até quase o joelho. — Fomos na casa de swing da Savassi… — sussurrou, mordendo o lábio. — Eu e as quatro meninas: Carol, Gabi, Luana e Paty. Todas sem calcinha desde a saída de casa.Senti o coração bater na carótida. Raiva, ciúme e tesão misturados tipo tudo num liquidificador prestes a explodir. — Elas escolheram logo na entrada. Eu fui a que mais chamou atenção. Uns caras vieram em cima de mim… uns cinco, seis… todos de pau duro, querendo meter mais eu disse que hoje seria sem camisinha. Todos concordam mas com uma condição que iria sem camisinha mais se eu deixasse gozarem dentro.E eu deixei já tava um pouquinho alegre por causa das bebidas.Ela se aproximou e sentou no meu colo de frente, esfregando a buceta melada e cheia de gozo alheio em cima do meu pau, que já marcava a calça social. — Primeiro um negão de uns 25 anos, pau grosso, veias saltadas… meteu de quatro no glory hole, segurando minha cintura. Gozou lá dentro em menos de três minutos, jorrando quente, enchendo tudo. Eu senti cada jato batendo no fundo.Apertei a bunda dela com força, dedos afundando na carne firme de academia. — Depois veio outro… loiro, tatuado, pau reto e comprido. Me virou de costas, encostou na parede e socou até o talo. Enquanto ele metia, outro enfiou na minha boca. Eu chupei os dois ao mesmo tempo. O da boca gozou primeiro, encheu minha garganta, escorreu pelo queixo. O de trás gozou logo depois, mais fundo ainda, misturando com o do negão.Ela rebolava devagar no meu colo, lambuzando minha calça com a mistura de porras. — Teve um terceiro que me pegou no sofá do meio. Me abriu toda, pernas no ombro dele, meteu devagar no começo, depois acelerou… disse que queria "marcar a gostosinha siliconada". E gozou gemendo alto, enchendo mais ainda. Eu gozei junto, Amor… gozei gritando o nome de outro homem enquanto ele esvaziava as bolas dentro de mim.Não aguentei mais. Rasguei o vestido dela com as duas mãos, os peitos saltaram livres. Chupei um bico com força enquanto abria a calça, liberando minha rola de 19,7 cm, latejando, babando pré-gozo. — Continua falando, sua puta… — rosnei, encaixando a cabeça grossa na entrada melíflua e escorregadia dela.Ela gemeu alto quando entrei de uma vez, sentindo a buceta quente, inchada, cheia de porra de outros caras lubrificando cada centímetro. — Teve mais dois ao mesmo tempo… um na buceta, outro no cu. Me arrombaram juntos, Amor. Eu sentia os dois paus roçando um no outro lá dentro, separados só pela parede fina. Gozaram quase juntos… senti o cu enchendo, a buceta transbordando. Quando saíram, escorreu tanto que fez poça no chão.Socava com força agora, segurando os quadris dela, batendo a pelve contra a dela, o som molhado ecoando na sala. — E agora você tá aqui, com a buceta cheia de macho desconhecido, sentando na minha rola… sua vadia gostosa… — Sim… — gemia ela, rebolando, apertando por dentro. — Tô cheia deles… mas agora quero você gozando por cima de tudo… quero sentir sua porra misturando com a deles… me enche, amor… me marca de novo…Segurei o pescoço dela com uma mão, apertei de leve, meti até o fundo e gozei forte, jatos grossos e quentes se misturando ao que já estava lá dentro. Ela gozou junto, tremendo inteira, unhas cravadas nas minhas costas, gritando meu nome dessa vez.Ficamos quietos depois, ofegantes, ela ainda sentada no meu colo, os dois suados e melados, meu pau amolecendo devagar dentro da bagunça que ela trouxe pra casa. — E agora? — perguntei, voz rouca.Ela sorriu safada, beijou minha boca devagar. — Amanhã tem festa de novo… e eu quero que você vá comigo dessa vez. Quero que veja tudo… e depois me foda na frente deles. Pra mostrar que, no final, a rola que manda mesmo é a sua.Senti o pau dar sinal de vida de novo, ainda dentro dela. — Então se prepara, amor… porque amanhã eu vou te emprestar… mas só pra depois te destruir de novo.Ela riu baixo, apertando o meu pau com sua bucetinha por dentro. — É exatamente isso que eu quero, meu amor fudemos o dia inteiro
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