No dia seguinte, o tesão não deu trégua. Acordei com o plug ainda no cu. — O maior agora, aquele de silicone preto com base larga que me deixa toda aberta e exposta. Lucas me acordou metendo devagar, só a cabecinha entrando e saindo do meu cuzinho lubrificado, enquanto sussurrava no meu ouvido: — É hoje que você vai provocar ele de verdade, amor. Quero ver você se oferecendo na janela como a puta que você é.Passei o dia inteiro plugada, buceta melando a calcinha a cada passo. À tarde, vesti só uma camisola preta transparente, sem sutiã, sem calcinha. Os bicos dos peitos duros marcando o tecido fino. Coloquei o celular no tripé e gravei um vídeo curto só pra gente ver depois, eu de quatro na janela da sala, cortina totalmente aberta, bunda empinada pro vizinho, abrindo as nádegas com as duas mãos pra mostrar o plug brilhando no cu arrombado. Rebolava devagar, gemia alto o suficiente pra ecoar no quintal. Minha buceta pingava no chão, os lábios inchados e vermelhos de tanto tesão acumulado.Eu sabia que Marlon estava em casa. Vi o carro dele na garagem. E vi a cortina dele mexer.Quando o sol começou a baixar, Lucas chegou do trabalho. Entrou, me viu de quatro ainda na janela, pau já duro marcando a calça.— Caralho, Michele… ele já apareceu? — Ainda não. Mas vai aparecer. Eu sinto.Lucas se sentou na poltrona de frente pra janela, abriu a calça e começou a se masturbar devagar, olhando pra mim. — Então continua. Mostra pra ele o que ele pode ter.Eu obedeci. Virei de lado, levantei uma perna na janela e abri bem as coxas. Enfiei dois dedos na buceta encharcada, tirei e lambi devagar, olhando direto pro quintal dele. O plug entrava e saía enquanto eu me fodia com os dedos. Gemidos altos, sem vergonha.Foi aí que vi o Marlon na janela dele, sem camisa, calção abaixado, rola preta grossa na mão de novo. Batendo forte dessa vez, olhos cravados em mim. Ele acenou com a cabeça, como quem diz “eu sei o que você quer”.Eu sorri, lambi os lábios e fiz sinal com a mão: “vem”.Ele sumiu da janela em segundos.Dois minutos depois, a campainha tocou.Lucas me olhou, pau pulsando na mão. — Vai abrir, sua putona safada. E traz ele pra cá.Abri a porta só de camisola transparente, plug no cu, buceta escorrendo pelas coxas. Marlon estava ali, 1,90m fácil, pele preta brilhando de suor, camiseta apertada marcando o peitoral largo, calção de academia com uma barraca enorme na frente. — Boa noite, vizinha… — ele disse com voz grossa, olhando meu corpo inteiro. — Vi que você tava… precisando de ajuda.Eu puxei ele pra dentro sem dizer nada. Fechei a porta. Ele me encostou na parede do corredor na hora, mãos grandes apertando minha bunda, dedos sentindo o plug. — Porra… tá plugada mesmo. Seu namorado gosta assim, é? — Gosta. E gosta de assistir também.Levei ele pra sala. Lucas estava lá, sentado na poltrona, rola dura pra fora, batendo devagar. — Pode meter nela, Marlon. Mas devagar no começo. Quero ver ela gemer e pedindo mais.Marlon não perdeu tempo. Me virou de costas, me colocou de quatro no tapete, bem de frente pro namorado. Puxou o plug com força, o cuzinho piscando aberto na frente dos dois. Cuspiu na mão, esfregou na rola preta veiuda uns 20 cm fácil, mais grossa que a do Lucas e encostou a cabeça no meu cu. — Relaxa, gostosa… vou abrir esse cuzinho todo.Entrou devagar. Centímetro por centímetro. Eu gemia alto, unhas cravadas no tapete. Quando meteu até o talo, senti as bolas dele batendo na minha buceta. Lucas se masturbava olhando, olhos vidrados. N— Isso… mete fundo, negão. Faz ela gozar no seu pau.Marlon começou a socar. Ritmo forte, estocadas que faziam meus peitos balançarem. Eu gritava: Ai, caralho… tá me arrombando… mais forte!Ele segurou meu cabelo, puxou pra trás e meteu com mais força ainda. A buceta pingava no chão, eu gozei uma vez tremendo toda, gozei de novo quando ele enfiou a mão por baixo e apertou meu clitóris inchado.Lucas não aguentou. Levantou, veio por trás do Marlon e falou baixo: — Agora vira ela de frente pra mim. Quero ver a cara dela enquanto você goza dentro.Marlon me virou, deitou de costas no sofá e me puxou pra cima dele. Entrei cavalgando a rola preta no cu, rebolando forte. Lucas se aproximou e meteu na minha buceta de uma vez. Dupla penetração. Os dois me fodendo ao mesmo tempo, ritmos diferentes, eu gritando sem parar. — Porra… vou gozar… — Marlon grunhiu. — Goza dentro dela. Lucas mandou.Marlon gozou forte, enchendo meu cu de porra quente. Senti os jatos pulsando. Lucas meteu mais fundo na buceta e gozou logo depois, misturando tudo.Eu desabei entre os dois, buracos escorrendo porra, corpo tremendo de tanto gozo.Marlon riu, ainda ofegante. — E agora e a minha vez de ver você fodendo minha mina?Lucas sorriu, limpando a rola na minha coxa. — Amanhã à noite. Traga ela aqui. Quero ver a morena de quatro enquanto meto nela… e você assiste.Eu só sorri, lambendo os lábios. — Combinado.
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